Apostila Solos II - Parte 01 - Compressibilidade e Adensamento
Apostila Solos II - Parte 01 - Compressibilidade e Adensamento
Apostila Solos II - Parte 01 - Compressibilidade e Adensamento
NDICES FSICOS
t (kN/m3)
d ( kN/m3 )
15, 30
2
3
(%)
25
9,81
20,00
9,81
4
5
w ( kN/m3)
9,81
9,81
18,00
15, 50
n(%)
S(%)
95
55
60
2,65
0,50
30
9,81
2,70
45
100
2,70
2) O peso especfico seco de uma areia (G = 2,65 ) d=15 kN/m3. Qual o seu peso
especfico submerso sub?. Considerar w=9,81 kN/m3.
Respostas
z
(m)
0
vo
(kN/m2)
0,0
u
(kN/m2)
-19,6
vo
(kN/m2)
19,6
35,0
0,0
35,0
10
179,8
78,5
101,3
12
211,2
98,1
113,1
15
258,3
127,5
130,8
20
358,3
176,6
181,7
COMPACTAO
Processo manual ou mecnico que visa reduzir o volume de vazios do solo, melhorando
as suas caractersticas de resistncia, deformabilidade e permeabilidade.
USO EM OBRAS CIVIS
Aterros compactados
Na construo de barragens de terra
Construo de estradas
Implantao de Loteamentos
Solo de apoio de fundaes diretas
Terraplenos (Backfills) de muros de arrimo
Reaterros de valas escavadas a cu aberto
Retaludamento de encostas naturais
OUTROS MTODOS DE MELHORIA DOS SOLOS
Jet Grounting
Solo Reforado (terra armada)
Solo Grampeado
Geossintticos (geotxteis, geogrelhas, geomembranas, etc.)
FUNDAMENTOS DA COMPACTAO
Datam de 1930 e foram desenvolvidas por Ralph Proctor (E.U.A)
Proctor postulou que a compactao funo:
1.
2.
3.
4.
COMPACTAO
ADENSAMENTO
ENSAIO DE COMPACTAO
O ensaio Proctor Normal consiste em compactar o solo, em trs camadas, em um molde de
dimenses e forma especificadas, por meio de golpes de um soquete, tambm especificado,
que se deixa cair livremente de uma altura prefixada.
PRINCPIO:
O ensaio consiste em se compactar
uma poro de solo em um cilindro
de 1000 cm de volume, com um
soquete de 2,5 kg, caindo em queda
livre de uma altura de 30 cm.
ENSAIO COM E SEM REUSO
COM REUSO - Poro do solo
destorroada e homogeneizada aps
cada operao de compactao.
SEM REUSO Amostras iguais
com mesmo teor de umidade inicial
A principal diferena ocorre nos
resultados de solos argilosos
CURVA DE COMPACTAO
Ramo mido, devido umidade elevada gua absorve grande parte da energia
de compactao.
ENERGIA DE COMPACTAO
EC=
P.h.N .n
V
ABNT
AASHO
DNER
Proctor
Proctor
Proctor
Normal
Modificado
Intermedirio
2,5
4,54
4,54
30,5
45,72
45,72
Nmero de camadas
N de golpes/camada
25
25
26
Volume do cilindro(cm3)
1000
944
2160
Ec (kgf.cm/cm3)
5,72
27,48
12,49
Caractersticas
resistncia
Ri
Ri'
Rf'
Rf
S=
0%
10
w1
wt
w2
Exemplo: Os dados de um ensaio de laboratrio para um ensaio Proctor Normal esto abaixo.
Encontre o peso especfico seco mximo e a umidade tima.
Volume do Molde (cm3)
943,3
943,3
943,3
943,3
943,3
943,3
1,76
1,86
1,92
1,95
1,93
1,90
12
14
16
18
20
22
CLCULOS
Resoluo:
V (cm3)
W* (N)
(kN/m)
d (kN/m3)
943,3
943,3
943,3
943,3
943,3
943,3
17,27
18,85
18,84
19,13
18,93
18,64
18,3
19,3
20
20,3
20,1
19,8
12
14
16
18
20
22
16,34
16,93
17,24
17,20
16,75
16,23
1+
w
100%
Exercicios.:
15,1
16,2
17,1
17,2
24
15,9
14,4
5037
5114
5162
5173
5160
Resp.:GC = 96 %
5) Com um a amostra de solo argiloso, com areia fina, a ser usada num aterro, foi feito um Ensaio Normal de
Compactao (Ensaio de Proctor). Na tabela abaixo esto as massas dos corpos de prova, determinadas nas
cinco moldagens de corpo de prova, no cilindro que tinha 992 cm3 (A recomendao da Norma de 1,0
dm3). Esto, tambm, indicadas as umidades correspondentes a cada moldagem, obtidas por meio de
amostras pesadas antes e aps a secagem em estufa. A massa especfica dos gros de 2,65 kg/dm3.
a) Obtenha a curva de compactao, bem como o peso especfico mximo (ou massa especfica mxima) e
a umidade tima.
b) Determinar o grau de saturao do ponto mximo da curva.
c) No mesmo desenho, representar a curva de saturao e a curva de igual valor de saturao que passe
pelo ponto mximo da curva.
Ensaio no
1,748
1,817
1,874
1,896
1,874
17,73
19,79
21,59
23,63
25,75
PROBLEMASCAUSADOSPOR
DEFORMABILIDADE
RESPOSTA INSTANTNEA
TENSO
DEFORMAO
* Mudana de volume (compresso)
* Mudana de forma (distoro)
* Ambos
E O QUE RECALQUE ?
Importncia do estudo da compressibilidade
RECALQUES
Existem trs parcelas de recalques a serem consideradas:
Recalque imediato (Si)
Recalque por adensamento primrio (Sc)
Recalque por compresso secundria (Ss)
qo.B
.(1 2 )
E
Onde:
qo a tenso distribuda uniformemente na superfcie;
E, - so o mdulo de Elasticidade e o Coeficiente de Poisson respectivamente;
B a largura (ou dimetro) da rea carregada;
I Coeficiente de forma que leva em conta a geometria e a rigidez da fundao
CONCLUSO
1 As argilas ( k ) quando submetidas a um carregamento sua compresso controlada
pela velocidade com que a gua explusa dos poros so solo processo este chamado
CONSOLIDAO sendo portanto um fenmeno onde x x t . As deformaes
podem ocorrer por meses, anos e dcadas.
2 Nas areias ( k ) todo o processo de consolidao se d muito rapidamente.
Abrindo-se a vlvula (lentamente simulando k) com o TEMPO a gua fluir para fora e a
poro presso diminuir e GRADUALMENTE o acrscimo de tenso transferido para a
MOLA que comprimir sob este acrscimo de tenso .
c) Finalmente em Equilbrio, nenhuma gua sai do cilindro, a PORO PRESSO novamente
Variao das
Tenses:Total
Poro Presso e
Efetiva em uma
camada de argila
drenada no topo
e na base ao ser
submetido a um
acrscimo de
tenso
Tempo t=0
Tempo 0<t<
Tempo t=
d
2 ,5 a 5
h
( v x v) ou ( v x logv)
( e x v) ou ( e x logv)
av = Coefiente de compressibilidade
Cc = ndice de compresso
e1 e 2
e
=
av =
'2 '1
'
e1 e 2
e1 e 2
=
Cc = log '2 log '1
'2
log
'1
SI (1/kPa) m2/N
av = ___________
Cc= ___________
TENSO DE PR-ADENSAMENTO
** A MXIMA TENSO VERTICAL QUE O SOLO J FOI SUBMETIDO
EM TODA A SUA HISTRIA DE TENSES**
AmostragemdeSolosMoles:
FIGURE 2.17 Radiograph of Orinoco clay within a Shelby tube. (From Day, 1980; Ladd et al.,1980.)
Voids. The top of Fig. 2.17 shows large white areas, which are the locations of soil
voids. The causes of such voids are often due to sampling and transporting
process. The open voids can be caused by many different factors, such as gravel or
shells which impact with the cutting end of the sampling tube and/or scrape along
the inside of the sampling tube and create voids. The voids and highly disturbed
clay shown at the top of Fig. 2.17 are possibly due to cuttings inadvertently left at
the bottom of the borehole. Some of the disturbance could also be caused by tube
friction during sampling as the clay near the tube wall becomes remolded as it
travels up the tube.
FIGURE 2.18 Radiograph of Orinoco clay within a Shelby tube. (From Day, 1980; Ladd et al.,1980.)
Soil cracks. Figures 2.17 and 2.18 show numerous cracks in the clay. For example,
the arrows labeled 1 point to some of the soil cracks in Figs. 2.17 and 2.18. Some of
the cracks appear to be continuous across the entire sampling tube (e.g., arrow
labeled 2, Fig. 2.17). The soil cracks probably developed during the sampling
process. A contributing factor in the development of the soil cracks may have been
gas coming out of solution, which fractured the clay.
EFEITODOAMOLGAMENTODESOLOS
EFEITOSDOAMOLGAMENTO:
Cc;p
Cr
Qualquer
acrscimo
de
tenso
efetiva
resultar
em
'p
'v
OCR = 1 Solo N.A
OCR > 1 Solo P.A
Tipicamente tem-se:
su
0,11 + 0,0037.IP
D mdulo oedomtrico D E
retornar
34eecalcular
calcularmmv
v)
(retornar pgina
Pag. 11
EXERCCIO
Antes da colocao de um aterro extenso, a espessura de uma camada compressivel
era 10m. Seu ndice de vazios original era 1. Algum tempo depois da construo do
aterro, medidas indicavam que o ndice de vazios mdio era 0,8. Estime o recalque
da camadade de solo. Resposta = 1m
DESDE QUE :
e
Sc =
.H (1)
1+ e
av =
e
'
(2)
mv =
av
1+ e
(4)
Sc =
(2) em (1)
av
( ') .H
1+ e
(3)
Sc = mv. ( ' ) .H
Cc
0 '+ '
Sc =
.H .log
1+ e
0'
Sc = Recalque de consolidao
'0 = tenso efetiva mdia na camada;
' = acrscimo de tenso mdio na camada;
H = espessura da camada
e = ndice de vazios inicial da amostra de argila
Cc = ndice de Compresso ( Oedmtro )
Relaes Empricas para clculo do Cc:
Referncias
Terzaghi e Peck (1967)
Cozzolino (1961)
Cozzolino (1961)
Ortigo (1975)
Relao
Cc = 0,009(LL-10)
Cc = 0,007(LL-10)
Cc = 0,0046(LL-9)
Cc = 0,0186(LL-30)
Cc = 0,013 (LL-18)
Observao
Argilas indeformadas e St
Argilas amolgadas
Argilas tercirias ( SP )
Argilas de Santos ( SP )
Sarapu (RJ)
12
Herrero (1980)
1 w 5
Cc =
2 d
1 + eo
1,2
Cc = 0,141.G G
Argilas Naturais
2 , 38
Vrias argilas
Exerccio
Calcule o recalque primrio de consolidao de uma camada de argila de 3m de espessura.
A sapata quadrada tem lado igual a 1,5m. A argila N.A
Efeito 3D *
Resoluo:
1 Clculo de Cc (Terzaghi e Peck )
e=
Cc = 0,009(LL-10) =
2 Espessura da Camada Compressvel ( independe do nmero de faces drenantes
H=
3 Tenso efetiva no meio da camada compressvel
v = (-u) =
4 Clculo do acrscimo de tenso no centro da fundao (regra de Simpson)
m=
Acrscimos de Tenso:
Topo: 20 kPa ; Meio: 11,5 kPa ; Base: 7,4 kPa
Sc =
m=
Cc
0 '+ '
.H .log
1+ e
0'
n1
m1 =L/B
= q . I
q = Q/A
Carregamento Circular
Cr.H
'0 +
. log
(Se 0+ p)
1 + e0
'0
Se 0+ > p
Sc=
Cr.H
'0 +
' p Cc.H
. log
. log
+
1 + e0
'0 1 + e0
'p
1
5
Cr a
1
de Cc
10
LL (%)
.Gs
100
2008
QUESTO 35
Ser executado um aterro de 3 m de altura sobre um perfil geotcnico composto de uma camada de areia de 1,5 m de
espessura sobrejacente a 4 m de solo mole, conforme esquema a seguir.
Consideraes:
Nvel dgua (N.A.) na superfcie do terreno natural.
A tenso total constante com o tempo aps a execuo do aterro.
Peso especfico saturado mdio da camada mole = 14 kN/m3.
Peso especfico do aterro = 18 kN/m3.
Peso especfico da gua = 10 kN/m3.
Peso especfico saturado da areia = 16 kN/m3.
Tenso de sobreadensamento ou presso de pr-adensamento da argila = 25 kN/m2 ( s vm).
ndice de vazios inicial mdio da camada de argila (e0) = 1,8.
Coeficiente de compresso da argila (Cc) = 1,0.
Coeficiente de recompresso da argila (Cs) = 0,1.
H = espessura da camada de argila.
s vf = Tenso efetiva final (kN/m2).
S =
(1+ e0 )
(Cslog (
Qual ser o recalque primrio no ponto R, ao final do adensamento dessa camada de argila mole?
4
(1+ 1,8 )
(A) S =
(1+ 1,8 )
(B) S =
(C) S =
(1+ 1,8 )
(D) S =
(E) S =
5,5
5,5
(1+ 1,8 )
(1+ 1,8 )
22
ENGENHARIA - GRUPO I
Exercicios:
1)
av
EXERCCIO
Umaterrocompactadode8,5mdealturasercolocadosobreoperfildesolo
mostradoabaixo.EnsaiosdeConsolidaonospontosAeBproduziramosseguintes
resultados:
Parmetro
Cc
Cr
eo
p
AmostraA
0,25
0,08
0,66
101
AmostraB
0,20
0,06
0,45
510
Exerccio em Sala:
Nome:_________________________________________________________
Matrcula:________________________ Data: __________________
Calcule o mximo recalque por adensamento primrio que ocorre na camada de argila
mostrada no perfil abaixo, devido construo de um tanque de leo com fundao em
radier flexvel circular, com 15.0 m de dimetro, sabendo-se:
* peso especfico do leo = 8 kN/m3
* o radier apia-se na cota 3
* deve-se admitir o tanque completamente cheio de leo
* peso prprio de 3150 kN.
* deve-se levar em conta o alvio devido escavao
1
Cc
6
Pede-se:
ndice de vazios
0,708
0,691
0,670
0,632
0,629
0,650
0,656
0,623
0,574
0,510
0,445
0,460
0,492
0,530
Pede-se:
a) Plote os dados como e versus log v
b) Avalie a razo de pr adensamento
c) Determine o indice de compresso (Cc) do campo usando o procedimento de
schmertmann.
d) Este ensaio representativo de uma camada de argila de 12m de espessura.
Determine o recalque desta camada se um acrscimo de tenso de 220 kPa for
adicionada
CORREO DE SCHMERTMANN
Schmertmann estudou a influncia do amolgamento causado pela amostragem
e moldagem da amostra na curva de compressibilidade. Props uma correo
na curva de laboratrio que recuperaria a curva de campo:
PARA SOLOS NORMALMENTE ADENSADOS:
1 Pelo mtodo de Casagrande avalia-se a tenso de pr-adensamento;
2 Calcula-se o ndice de vazios inicial. Traa-se uma linha horizontal pelo ndice de
vazios inicial da amostra; Nesta linha reta lana-se o valor de '0 (igual a 'pa)
encontrando o primeiro ponto;
3 A partir do ponto sobre o eixo do ndice de vazios igual a 0,42 e0 traca-se uma
linha horizontal e onde a linha encontrar a extenso da reta virgem determinada em
laboratrio tem-se o ponto 2;
4 Conecte os pontos 1 e 2 por uma linha reta. A inclinao desta linha define o
ndice de compresso Cc que mais provavelmente existe em campo e assim define a
reta virgem do campo.
VELOCIDADE DE CONSOLIDAO
Porque importante saber a velocidade com que uma estrutura
recalcar ?
PORO
PRESSO
DIMINUI,
LOGO
TRANSFERNCIA DE TENSES u ;
UMA
GRADUAL
cont.
(a)
(b)
(c)
CONDIES DE DRENAGEM:
DUAS FACES DRENANTES
CONDIES DE FLUXO
# O Fluxo de gua para fora dos cilindros (vazios do solo) devido ao
h u
GRADIENTE HIDRULICO ( i=
=
)
w
l
u
# A inclinao das iscronas segmentadas em (c)
z
# No centro da camada No h Fluxo pois o GRADIENTE zero
u
=0
z
u que
Tem-se:
u
2u
k
= cv 2 cv o coeficiente de Adensamento cv =
t
z
mv. w
z=0
ue=0
z= 2Hd ue=0
t=0
u
2u
= cv 2
t
z
ue=u0=
2u 0
Mz
M 2Tv
sen
exp
ue= m=0 M Hd
m=
Cv.t
( Fator Tempo )
Tv um nmero adimensional
Hd 2
Tv=
GRAU DE ADENSAMENTO
u e
AC
Uz (%)=100 AB =100.
ue
Uz (%)= 1 .100
Exemplo:
Determine a porcentagem de Adensamento para:
1)
z
=1
Hd
Uz = _______
2)
z 1
=
Hd 2
Uz = _______
3)
z
1
=
Hd 10
Uz = _______
Tv=
Cv.t
( Fator Tempo )
Hd 2
Tv um nmero adimensional
Exemplo:
Uma camada de argila de 12m de espessura duplamente drenada e possui
coeficiente de consolidao cv=8.10-8 m2/s.
Pede-se:
A) Determinar o grau (ou porcentagem) de adensamento para a argila 5 anos aps
um carregamento nas profundidades 3,6,9 e 12m.
SOLUO:
1) Determine o Fator Tempo (Tv)
Hd= 6m
z/Hd
Uz (%)__(baco)
0,5
61
1,0
46
1,50
61
12
2,0
100
Uz (%)= 1
ue
.100
ue=()*(1-Uz)
z (m)
Uz
ue (kPa)
0,61
39
0,46
54
0,61
39
12
Soluo:
Hd=6m(1faceDrenante);
=2,5x20=50kPa
u0= =50kPa
1)IMEDIATAMENTEAPSACONSTRUO
u0= (kPa)
u=u0+ u(kPa)
z(m)
u0(kPa)
10
60
20
70
30
80
40
90
50
100
60
110
50
2)APS3MESES
(U)
( u )dz
e
U (%) =
.H
St
2 M 2 .Tv
e
100 =
2
S =1- m
M
=0
Onde:
St= recalque da camada no tempo t
S= recalque de consolidao
U%
4 100
Para: U > 60%, Tv = 1,781 0,933.log(100-U%)
Tv
Tv
Tv
0.5
6
0.5. U
DETERMINAO DO COEFICIENTE DE
ADENSAMENTO Cv (via Ensaio Oedomtrico)
cv o coeficiente de Adensamento
k
cv =
mv. w
u
2u
= cv 2
t
z
RELATOS NA LITERATURA MOSTRAM QUE
Cv (Campo) Pode ser Bem distinto ao de Laboratrio
Drenagem - TOPO
EFEITO3DNORECALQUEDECONSOLIDAO
t*=(Tv.Hd2)/Cv
Exerccios:
3
1) Um aterro com 4,60m de altura e peso especfico =22 kN/m colocado numa
SOLUO
Poro presso Pr carga:
Distncia de drenagem
Hd = H/2 =2,10 m
Distncia relativa
b) Poro presso
u = u 0 + ue
t90=10,55anos
b) = 100 mm
U = 100/280 = 0,357
T35,7 = 1,102
t35,7=1,27anos
SOLUO:
1 ) Avalie a porcentagem de adensamento (mdio) da camada
U = _________ [ 0,3 ]
2) A partir da porcentagem mdia de adensamento, encontre o respectivo valor de Tv
Tv= ____________ [ 0,0707 ]
3)A partir dos valores de Tv encontre o tempo (t)
t (anos) = __________ [ 1,17 ]
4) Faa o mesmo procedimento para 0,5 m de recalque;
U = _________ [ 0,5 ]
5) A partir da porcentagem mdia de adensamento, encontre o respectivo valor de Tv
Tv= ____________ [ 0,196 ]
6)A partir dos valores de Tv encontre o tempo (t)
t (anos) = __________ [ 3,24 ]
7) Tempo requerido para que o excesso de poro presso alcance um valor igual a 0,75 do seu
valor inicial, para a profundidade de 6,25 m desde o topo da camada de argila.
Uma vez obtido o valor de C, o recalque por compresso secundria pode ser obtido
conforme:
Onde:
Determinao de Ss:
1) Determine Cc ; Determine C
2) Ho a espessura da camada compressvel;
3) tp pode ser tomado como igual ao tempo requerido para que ocorra 95% do
recalque de consolidao;
4) tf o tempo final para o qual o recalque secundrio desejado.
3) Do problema anterior pergunta-se. Quando tempo (em dias) levaria no campo para 30% de
consolidao primria ocorrer.
4) Para um ensaio de consolidao (adensamento) sob uma amostra de solo ( drenado em ambas
as faces) obteve-se os seguinte resultados:
1 = 50 kN/m2
e1 = 0,92
2 = 120 kN/m2
e2 = 0,78
H = 2 .0 m
Argila
Areia
H=2.0m
Calcule o mximo recalque por adensamento primrio que ocorre na camada de argila mostrada
no perfil abaixo e quando ocorrero 95% deste recalque, devido construo de um tanque de
leo com fundao em radier flexvel circular, com 15.0 m de dimetro, sabendo-se:
7) Questes tericas:
a) Descreva o fenmeno do adensamento
b) Quais as hipteses de Karl Terzaghi para a deduo da equao de adensamento
unidimensional?
c) Explique a diferena entre adensamento primrio e adensamento secundrio?
d) Os resultados de um ensaio de compresso confinada mostram que para determinada
amostra de argila os tempos necessrios para atingir U = 50% e U = 90% foram
t = 20minutos e t = 40 minutos, respectivamente. Pode-se confiar nos resultados deste
ensaio? Por qu?
e) Porque motivo o rebaixamento do nvel dgua pode provocar recalque?
f) Quais os parmetros necessrios para o clculo do recalque e do tempo de recalque de
uma argila mole? Apresente curva tpica do ensaio e descreva como atravs delas obter
estes parmetros.
g) Comente sobre recalque secundrio
h) Comente sobre os ndices: av, Cc, mv, C, Cv, Cs(Cr) na caracterizao do processo de
adensamento
i) Cite causas do pr adensamento ou pr consolidao
j) Schmertmann estudou a influncia do amolgamento causado pela amostragem e
moldagem da amostra na curva de compressibilidade. Comente sobre este estudo.
k) Defina: Solo normalmente consolidado, pr consolidado e em adensamento
l) Defina Razo de pr adensamento ou razo de sobreconsolidao.