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ESTADO DO PARÁ

PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMÉ-AÇU


COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

EDITAL DE CONCORRÊNCIA PÚBLICA Nº 004/2018


PROCESSO LICITATÓRIO Nº 3/2018-1107001

CONCORRÊNCIA PÚBLICA PARA A CONTRATAÇÃO DE PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA (PPP), NA


MODALIDADE CONCESSÃO ADMINISTRATIVA, PARA A MODERNIZAÇÃO, EXPANSÃO,
OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DA INFRAESTRUTURA DA REDE DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE
TOMÉ-AÇU.
ESTADO DO PARÁ
PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMÉ-AÇU
COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

AVISO DE CONCORRÊNCIA

EDITAL Nº 004/2018

A Prefeitura de Tomé-Açu, por meio de sua Secretaria Municipal de Administração, doravante


designado Poder Concedente, com a aprovação do Conselho Gestor do Programa Municipal de
Parcerias Público-Privadas, torna público, para conhecimento dos interessados, que na data,
horário e local abaixo indicado, a Comissão de Licitação, nomeada pela Portaria nº 003/2018-
CPL, fará realizar a licitação na modalidade concorrência pública, que será julgada através do
critério “Menor Valor da Contraprestação Pública Mensal”, nos termos do artigo 12, inciso II,
alínea “a” da Lei Federal nº 11.074/04, com o objetivo de selecionar a proposta mais vantajosa
apresentada por empresa ou consórcio para contratação de Parceria Público-Privada, na
modalidade concessão administrativa, para modernização, expansão, operação e manutenção
da infraestrutura da Rede de Iluminação Pública na prefeitura de Tomé-Açu.

O Edital foi objeto de Chamamento Público, realizado em 13 de Dezembro de 2017, na sala da


Comissão Permanente de Licitação, situada na Avenida Três Poderes, Nº 738, Centro de Tomé-
Açu/PA, cumprindo-se o disposto no artigo 39 da Lei Federal nº 8.666/1993. Ademais, o Edital
esteve sujeito à Consulta Pública, no período de 12 de Março de 2018 a 12 de Abril de 2018,
em observância ao previsto no disposto no artigo 10, inciso VI da Lei Federal nº 11.079/2004.

O Edital poderá ser adquirido via internet através do site do portal do TCM/PA
(https://www.tcm.pa.gov.br).

As entregas dos envelopes ocorrerão no dia 11 de Julho de 2018, às 09h00min, na Prefeitura


Municipal de Tomé-Açu, Sala de Licitações, situada na Avenida Três Poderes, Nº 738, Centro
do Município de Tomé-Açu/Pará.

A Sessão Pública terá início às 09h00min do dia 11 de Julho de 2018, na sala da Comissão
Permanente de Licitação, situada na Avenida Três Poderes, Nº 738, Centro do Município de
Tomé-Açu/Pará.

AURENICE CORREA RIBEIRO


Prefeita Municipal
KARLA LIDIANNY DE Assinado de forma digital por
SOUZA KARLA LIDIANNY DE SOUZA
MIRANDA:72536756220 MIRANDA:72536756220

KARLA LIDIANNY DE SOUZA MIRANDA


Comissão Permanente de Licitação
Presidente
ESTADO DO PARÁ
PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMÉ-AÇU
COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

PREÂMBULO

CONCORRÊNCIA PÚBLICA Nº 004/2018


PROCESSO LICITATÓRIO Nº 3/2018-1107001

A Prefeitura Municipal de Tomé-Açu, por meio de sua Secretaria Municipal de Administração,


doravante designado Poder Concedente, com a aprovação do Conselho Gestor do Programa
Municipal de Parcerias Público-Privadas, torna público, para conhecimento dos interessados,
que na data, horário e local abaixo indicado, a Comissão de Licitação, nomeada pela Portaria
Nº 003/2018-CPL, fará realizar a licitação na modalidade Concorrência Pública, que será
julgada através do critério Menor Valor da Contraprestação Pública Mensal, nos termos do
artigo 12, inciso II, alínea “a” da Lei Federal nº 11.074/04, com o objetivo de selecionar a
proposta mais vantajosa apresentada por empresa ou consórcio para contratação de Parceria
Público-Privada, na modalidade concessão administrativa, para modernização, expansão,
operação e manutenção da infraestrutura da Rede de Iluminação Pública em Tomé-Açu,
incluindo a responsabilidade pelo pagamento dos custos com energia elétrica do Município,
conforme descrito neste Edital e seus Anexos.

EDITAL NA ÍNTEGRA: O edital poderá ser adquirido via internet através do site do portal do
TCM/PA (https://www.tcm.pa.gov.br).

A Sessão Pública de abertura e julgamento dos Envelopes terá início às 09h00min do dia 11 de
julho de 2018, na sala da Comissão Permanente de Licitação.

Legislação Aplicável: A presente Licitação é regida pelas regras constantes deste Edital e de
seus Anexos, bem como pelas disposições da Lei Federal nº 11.079/2004 e suas alterações
posteriores e da Lei Municipal nº 2.128/2017 que instituiu o Programa Municipal de Parcerias
Público-Privadas. Aplicam-se subsidiariamente a presente Licitação a Lei Federal nº 8.666/1993
e a Lei Federal nº 8.987/1995, assim como as demais normas legais vigentes sobre o tema.
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COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

CAPÍTULO I – DISPOSIÇÕES GERAIS

1. DEFINIÇÕES

Quando utilizados neste Edital e seus Anexos, com exceção do Anexo III, que possui
definições próprias, os termos, frases e expressões listadas abaixo, se redigidos com inicial em
letras maiúsculas, deverão ser compreendidos e interpretados de acordo com os seguintes
significados:

ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas

Licitante à qual será adjudicado o objeto da presente Licitação, nos


Adjudicatária
termos da legislação aplicável e deste Edital.
Entes políticos, entidades e órgãos integrantes da Administração
Administração Pública
Pública.
Administração Pública
Administração Pública direta e indireta da Tomé-Açu.
Municipal
Instituição financeira contratada pelas Partes com a
responsabilidade de recepção, guarda, gestão e repasse da CIP à
Agente de Pagamento e CONCESSIONÁRIA em pagamento da CONTRAPRESTAÇÃO PÚBLICA
Garantia MENSAL, nos termos desse CONTRATO e do CONTRATO DE
GARANTIA.

ANEEL Agência Nacional de Energia Elétrica.


Conjunto de documentos, parte integrante do presente Edital de
Anexos
Concorrência Pública nº 004/2018.
Instrumento de apoio ao processo decisório de implantação e
Audiência Pública contratação da PPP, com participação garantida à sociedade, nos
termos deste Edital.
Bens, integrantes ou não do patrimônio da Concessionária,
Bens da Concessão necessários à implantação e execução adequada e contínua do
Objeto da PPP.
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COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

Bens indispensáveis à continuidade dos serviços relacionados ao


Objeto da PPP, os quais serão revertidos ao Poder Concedente ao
término do Contrato de Concessão, incluindo, mas sem se limitar, as
instalações, luminárias, braços, postes exclusivos de iluminação
Bens Reversíveis
pública, cabos do circuito exclusivo, transformadores do circuito
exclusivo, conectores, demais componente integrantes da rede,
inclusive o imóvel e a infraestrutura física onde será instalado o CCO,
conforme previsto neste CONTRATO.
Grupo de acionistas da Sociedade de Propósito Específico que exerce
Bloco de Controle
poder de Controle societário direto sobre a Companhia.
Eventos imprevisíveis e inevitáveis que tenham um impacto sobre a
execução do Contrato; CASO FORTUITO é toda situação decorrente
CASO FORTUITO e FORÇA
de fato alheio à vontade das PARTES, porém, proveniente de atos
MAIOR
humanos; FORÇA MAIOR é toda situação decorrente de fato alheio à
vontade das PARTES, porém, proveniente de atos da natureza.
Local destinado ao monitoramento, controle e gestão centralizada
CENTRO DE CONTROLE da Rede Municipal De Iluminação Pública, composto por estrutura
OPERACIONAL ou CCO
física, equipamentos e softwares etc.

Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública,


CIP instituída no Município de Tomé-Açu por meio da Lei Complementar
nº 1.817, de 30 de dezembro de 2003.
Conselho Gestor do Programa de Parcerias Público-Privadas de
CGPPP
Tomé-Açu, nos termos da Lei Municipal n° 2.128/2017.
Sociedades submetidas à influência significativa de outra sociedade.
Há influência significativa quando se detém ou se exerce o poder de
participar nas decisões das políticas financeira ou operacional da
Coligada
investida, sem controlá-la. É presumida influência significativa
quando houver a titularidade de 20% (vinte por cento) ou mais do
capital votante da investida, sem controlá-la.
Comissão instituída pela Prefeitura de Tomé-Açu, responsável por
Comissão de Licitação
receber, examinar e julgar todos os documentos e conduzir os
procedimentos relativos a esta Licitação.
Comissão responsável pela condução dos procedimentos destinados
COMISSÃO TÉCNICA à resolução de divergências técnicas e/ou de natureza econômico-
financeira durante a execução do CONTRATO;
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PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMÉ-AÇU
COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

Nos termos do art. 2º, §2º, da Lei Federal n° 11.079/2004, é o


Concessão contrato de prestação de serviços de que a Administração Pública
Administrativa seja a usuária direta ou indireta, ainda que envolva execução de
obra ou fornecimento e instalação de bens.
Concessão administrativa para a realização do OBJETO, outorgada à
CONCESSÃO
CONCESSIONÁRIA pelo prazo e condições previstos no CONTRATO.
Sociedade de Propósito Específico constituída nos termos do Edital
Concessionária sob as leis brasileiras, com o fim exclusivo de executar o Contrato de
Concessão.
Associação entre duas ou mais pessoas jurídicas para participação
Consórcio nesta Licitação, de acordo com os termos e condições estabelecidos
neste Edital.
Instrumento administrativo para apoiar a consolidação do texto, da
Consulta Pública documentação e dos conceitos relacionados à PPP, com
manifestação garantida à sociedade, nos termos deste Edital.
Conta corrente de movimentação restrita de titularidade das PARTES
e aberta junto ao AGENTE DE PAGAMENTO E GARANTIA para fins de
Conta Garantia trânsito, recepção, guarda, gestão e repasse da CIP à
CONCESSIONÁRIA em pagamento da CONTRAPRESTAÇÃO PÚBLICA
MENSAL, nos termos do CONTRATO e do CONTRATO DE GARANTIA.

Valor máximo devido mensalmente à Concessionária, não


Contraprestação Pública considerados os eventuais descontos decorrentes da incidência dos
Mensal Indicadores de Qualidade e Desempenho, na forma no Contrato de
Concessão e seus Anexos.
Valor devido mensalmente à Concessionária, considerados os
Contraprestação Pública eventuais descontos decorrentes da incidência dos Indicadores de
Mensal Efetiva Qualidade e Desempenho, na forma no Contrato de Concessão e
seus Anexos.
Valor de Contraprestação Pública Mensal que deverá ser utilizado
Contraprestação Pública
como referência para a elaboração das Propostas Econômicas das
Mensal Máxima
Licitantes.
Contrato de Concessão Administrativa celebrado entre o Poder
Concedente e a Concessionária voltado à modernização, expansão,
Contrato ou Contrato de
operação e manutenção da infraestrutura da Rede de Iluminação
Concessão
Pública em Tomé-Açu, nos termos do Anexo VI – Minuta de
Contrato.
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COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

Contrato de Conta Contrato celebrado entre as PARTES e o AGENTE DE PAGAMENTO E


Garantia GARANTIA para a criação de CONTA GARANTIA.
Para os efeitos aqui previstos, “Controle”, inclusive quando
designado por meio de termos correlatos, tais como “Controladora”
ou “Controlada”, refere-se aos direitos e aos deveres de que seja
titular a pessoa, natural ou jurídica, ou um grupo de pessoas
vinculadas por acordo de voto, ou sob controle comum, isolada ou
conjuntamente para: (i) exercer, de modo permanente, direitos que
Controle lhe assegurem a maioria dos votos nas deliberações sociais e eleger
a maioria dos administradores ou gestores de outra pessoa jurídica,
fundo de investimento ou entidades de previdência complementar,
conforme o caso; e/ou (ii) efetivamente dirigir as atividades e
orientar o funcionamento de órgãos de outra pessoa jurídica, fundo
de investimento ou entidade de previdência complementar nos
termos do art. 116 da Lei Federal n° 6.404/1976.
Data a partir da qual a CONCESSIONÁRIA assumirá a REDE
MUNICIPAL DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA e será iniciada a prestação dos
Data da Ordem de Início serviços OBJETO do CONTRATO, após o cumprimento das condições
para emissão da Ordem de Início previstas na cláusula 5.1.1 do
CONTRATO.

Conjunto de documentos previstos no Edital, destinados a


comprovar, dentre outros, a Documentos que deverão ser
Documentos de
habilitação jurídica, a regularidade fiscal e trabalhista, a qualificação
Habilitação
econômico-financeira e a capacidade técnica dos Licitantes e que
irão integrar o Envelope nº 03 – Documentos de Habilitação.
O presente Edital de Concorrência Pública nº 004/2018 e todos os
Edital
seus Anexos.
Trata-se do conjunto de envelopes que deverão ser apresentados
pelas Licitantes com vistas a partir citação na presente Licitação, a
Envelopes saber: Envelope nº 01 - Documentos de Credenciamento e garantia
da proposta, Envelope nº 02 -Proposta Econômica e Envelope nº 03 -
Documentos de Habilitação.
Garantia do fiel cumprimento das obrigações da Concessionária, a
Garantia de Execução ser mantida em favor do Poder Concedente, nos montantes e nos
termos e condições definidas no CONTRATO.
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Garantia fornecida pelas Licitantes como condição para participação


na Licitação, destinada a assegurar a manutenção da Proposta
Garantia de Proposta
Comercial apresentada, em todos os seus termos, conforme
disposto neste Edital.
Serviço público que tem por objetivo exclusivo prover de claridade
Iluminação Pública os logradouros públicos, de forma periódica, contínua ou eventual,
nos termos da legislação e normas regulamentares vigentes.
IOM Imprensa Oficial do Município.
Conjunto de metas, padrões de qualidade, formas de aferição e
Indicadores de Qualidade periodicidade para a avaliação da qualidade dos serviços prestados
e Desempenho pela Concessionária, conforme disposto no Anexo IV – Quadro de
Indicador de Qualidade e Desempenho e do Contrato de Concessão.
Índice de Preços ao Consumidor Amplo, medido pelo Instituto
IPCA
Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Lei Municipal De
Parcerias Público-
Lei Ordinária nº 2.128, de 11 de Outubro de 2017.
Privadas ou Lei Municipal
de PPP’s
Esta Concorrência Pública nº 003/2018, promovida pela Prefeitura
de Tomé-Açu para a contratação de PPP na modalidade de
Licitação
Concessão Administrativa, regida pelo Edital e pelas demais normas
aplicáveis.
Pessoas jurídicas ou Consórcios de pessoas jurídicas participantes
Licitantes
desta Licitação.
Modalidade de contratação pública, regida pela Lei Federal nº
Parceria Público-Privada
11.079/2004 e pela Lei Municipal nº 2.128/2017, bem como pelas
ou PPP
demais normas legais ou infralegais pertinentes.
Formato do arquivo de computador, compatível com programa
PDF
Adobe Reader ou similar, a ser enviado ao Poder Concedente.
São os serviços de modernização, expansão, operação e manutenção
Objeto
da infraestrutura da Rede de Iluminação Pública em Tomé-Açu.

Documento emitido pelo Poder Concedente posteriormente à


Ordem de Início assinatura do Contrato de Concessão, que fixa a data para o início
dos serviços objeto do Contrato de Concessão.

PARTES PODER CONCEDENTE e CONCESSIONÁRIA.


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O Município de Tomé-Açu, representado neste ato pela Comissão de


Poder Concedente
Licitações ou pela Secretaria Municipal de Administração.
Prazo pelo qual permanecerá vigente o Contrato de Concessão,
Prazo da Concessão contado a partir da emissão de ordem de início do Contrato de
Concessão.
Proposta a ser ofertada pela Licitante, de acordo com o Edital e seus
Proposta Econômica Anexos, contemplando o valor ofertado da Contraprestação Mensal
Máxima, constante do Envelope nº 02 – Proposta Econômica.
São possíveis receitas alternativas, complementares ou acessórias,
bem como provenientes de projetos associados, percebidas pela
Receitas Acessórias
Concessionária e que não compõem a Contraprestação Mensal
Efetiva, nos termos do Contrato de Concessão.
Conjunto de ativos que compõe a infraestrutura de Iluminação
Rede Municipal de Pública, incluindo a iluminação das praças, jardins, fontes e obras de
Iluminação Pública arte, cedidos para exploração, manutenção e expansão pela
Concessionária.
Cada um dos representantes credenciados nesta Licitação para
Representante representação de Licitantes, a quem caberá praticar todos os atos da
Credenciado Licitante perante a Comissão de Licitação ou o Poder Concedente,
observadas as disposições do item 13 deste Edital.
Sociedade constituída pelas Licitantes vencedoras desta Licitação,
Sociedade de Propósito
como condição precedente à assinatura do Contrato de Concessão,
Específico ou SPE
nos termos e condições definidos neste Edital.
Conjunto de pessoas que se beneficiam da REDE MUNICIPAL DE
USUÁRIO
ILUMINAÇÃO PÚBLICA.
Valor estimado pelo Poder Concedente para o Contrato de
Valor Estimado do
Concessão, que corresponde ao somatório das Contraprestações
Contrato
Mensais Máximas durante todo o Prazo da Concessão.
Pessoa jurídica a ser contratada pela Concessionária, após aceite
pelo Poder Concedente, para prestar apoio ao processo de aferição
Verificador
do desempenho da Concessionária segundo os Indicadores de
Independente
Qualidade e Desempenho, nos termos deste Edital, do Contrato e de
seus Anexos.

2. Anexos

São Anexos ao presente Edital os seguintes documentos:


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Anexo I Termo de Referência

Anexo II Carta de apresentação da Proposta Econômica

Anexo III Modelos de cartas e documentos da Licitação

Anexo IV Quadro de Indicador de Qualidade e Desempenho

Anexo V Minuta de Contrato de Conta Garantia

Anexo VI Minuta de Contrato de Concessão

3. DO OBJETO

3.1. O objeto da presente Licitação é a seleção da melhor proposta para a


contratação de Concessão Administrativa para a modernização, expansão, operação e
manutenção da infraestrutura da Rede de Iluminação Pública na prefeitura de Tomé-Açu.

3.2. As características e especificações técnicas referentes à execução do objeto da


Licitação estão indicadas no Anexo I e Anexo VI deste Edital.

4. MODALIDADE DA LICITAÇÃO E CRITÉRIO DE JULGAMENTO

4.1. A presente Licitação será realizada na modalidade de Concorrência Pública,


tendo como critério de julgamento o Menor Valor da Contraprestação Pública Mensal a ser
paga pelo Poder Concedente à Concessionária, nos termos do Modelo de Carta de
Apresentação de Proposta Econômica, constante do Anexo III - Modelos de Cartas e
Documentos da Licitação.

5. VALOR ESTIMADO DA CONTRATAÇÃO

5.1. O Valor Estimado do Contrato de Concessão é de R$ 81.792.000,00 (oitenta e


um milhões setecentos e noventa e dois mil reais), que corresponde ao
somatório das Contraprestações Mensais Máximas durante todo o Prazo da
Concessão.

6. DO PRAZO DA CONCESSÃO

6.1. O Prazo de Vigência da Concessão é de 24 anos, contados da emissão da


Ordem de Início.
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6.2. O Prazo da Concessão de que trata o subitem anterior poderá ser prorrogado,
a critério do Poder Concedente, de forma a assegurar a efetiva e adequada execução do
Objeto da Concessão, respeitados os limites estabelecidos na legislação aplicável, bem como
as hipóteses e condições contempladas no Contrato de Concessão.

7. ACESSO ÀS INFORMAÇÕES DA LICITAÇÃO

7.1. O Edital e seus Anexos, assim como toda e qualquer outra informação
concernente ao certame, poderão ser obtidos pelo e-mail da licitação permanente de Tomé-
Açu (cplpmta@hotmail.com).

7.2. Todos os documentos e informações disponibilizados pela Prefeitura de Tomé-


Açu assim o serão única e exclusivamente para os fins desta Licitação, não sendo permitida aos
interessados ou qualquer outro cidadão a divulgação ou utilização, mesmo que parcial, para
qualquer outra finalidade não expressa neste Edital.

7.2.1. A utilização indevida, inadequada ou diversa dos propósitos desta Licitação,


assim como a obtenção de informações e documentos, por terceiros ou interessados, por
qualquer meio que não seja o e-mail eletrônico indicado no item 7.1 acima, não gerará
qualquer responsabilidade à Prefeitura de Tomé-Açu.

7.2.2. A Prefeitura de Tomé-Açu não se responsabilizará pelo Edital, suas planilhas e


formulários e demais informações, estudos e projetos disponíveis sobre a Concessão
Administrativa, obtidos ou conhecidos de forma ou em local diverso do especificado neste
Edital.

7.3. A obtenção do Edital e seus Anexos não é condição de participação na


Licitação.

7.4. A participação na Licitação pressupõe a aceitação, pela Licitante, de todos os


termos e condições do Edital e seus Anexos, em especial a minuta do Contrato de Concessão.

7.5. As Licitantes e demais interessados são responsáveis pela análise,


interpretação e compreensão da documentação e informações disponibilizadas pela Prefeitura
de Tomé-Açu, devendo também arcar com todos os custos e despesas relativos à elaboração
da proposta e demais atos necessários à participação na Licitação.

7.5.1. Todo o material disponibilizado pela Prefeitura de Tomé-Açu aos interessados


foi elaborado com rigor e clareza para a modelagem da PPP, a fim de estabelecer regras para a
elaboração das propostas e a precificação da Concessão, não detendo tal material qualquer
caráter vinculativo ou produzindo qualquer efeito que possa culminar em responsabilidade da
Prefeitura de Tomé-Açu perante os interessados ou a SPE.
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8. DIVERGÊNCIAS

8.1. Divergências que porventura existam na aplicação e/ou interpretação dos


dispositivos relacionados à presente Licitação, serão resolvidos da seguinte forma:

(i) Será considerada, em primeiro lugar, a redação deste Edital de Licitação, que
prevalecerá sobre os demais documentos da Licitação, para os fins deste
certame;

(ii) Será considerada, em segundo lugar, caso a divergência não seja solucionada
com a redação deste Edital de Licitação, a redação da Minuta do Contrato de
Concessão, Anexo VI deste Edital de Licitação, para os fins deste certame;

(iii) Será considerada, por fim, a redação dos demais Anexos deste Edital de
Licitação para solucionar quaisquer divergências, caso não solucionadas na
forma dos itens (i) e (ii) acima.
9. ESCLARECIMENTOS AO EDITAL

9.1. É facultado a qualquer cidadão ou pessoa jurídica interessada solicitar


esclarecimentos complementares acerca do Edital. A solicitação deverá ser apresentada à
Prefeitura de Tomé-Açu, até 7 (sete) dias úteis antes da data fixada para a sessão pública de
abertura do certame, observando-se o formulário constante do Anexo III do Edital, segundo
um dos seguintes meios:

(i) Correspondência formal impressa, a ser protocolada na Recepção/Setor de


protocolo da Prefeitura Municipal de Tomé-Açu, situada na Avenida Três
Poderes, 738, Centro de Tomé-Açu/PA, de Segunda-Feira a Sexta-Feira, no
horário de 08h00min, às 12h00min, sendo estes dias úteis.

9.1.1. Todas as solicitações de esclarecimentos deverão ser acompanhadas de


identificação e qualificação completa do solicitante, contendo, no mínimo e conforme o caso:
(i) nome/razão social; (ii) nacionalidade/país onde sediado; (iii) profissão/objeto social; (iv) RG
e CPF/CNPJ; (v) endereço; (vi) telefones e correio eletrônico para contato; (vii) indicação dos
representantes legais.

9.1.2. A Prefeitura de Tomé-Açu se reserva ao direito de não responder às


solicitações de esclarecimentos que não observem as disposições do item 9.1 acima e seus
respectivos subitens.

9.2. Todas as correspondências físicas, referentes ao presente Edital, serão


consideradas entregues na data de seu recebimento pelo destinatário, exceto se a entrega se
der após o 12h00min (doze horas), horário de Brasília.
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9.2.1. As correspondências entregues após o 12h00min (doze horas, horário de


Brasília) serão consideradas entregues, para todos os efeitos, inclusive para a conferência de
tempestividade, no dia útil imediatamente posterior.

9.3. Todos os esclarecimentos prestados pela Prefeitura de Tomé-Açu, nesta


Licitação constarão de uma ata, que será parte integrante deste Edital.

9.4. As respostas aos questionamentos serão transmitidas por mensagem


eletrônica, até 3 (três) dias úteis antes da data fixada para a sessão pública de abertura do
certame ao solicitante, passando a integrar o presente edital.

9.5. O Poder Concedente não se responsabiliza por endereços eletrônicos


apontados incorretamente pelos interessados.

10. IMPUGNAÇÃO AO EDITAL

10.1. Qualquer cidadão é parte legítima para impugnar este Edital, devendo a
impugnação ser protocolada na Recepção da Prefeitura Municipal de Tomé-Açu/PA, situada na
Avenida Três Poderes, Nº 738, Centro do Município, nos dias de Segunda-Feira a Sexta-Feira,
sendo estes dias úteis, das 08h00min a 12h00min.

10.2. As impugnações ao Edital formuladas por qualquer cidadão deverão ser


protocoladas em até 5 (cinco) dias úteis antes da data marcada para abertura dos Envelopes.

10.2.1. As impugnações ao Edital formuladas por Licitantes deverão ser protocoladas


em até 2 (dois) dias antes da data marcada para abertura dos Envelopes

10.3. As impugnações deverão ser dirigidas à Comissão de Licitação e apresentar de


forma clara as razões e os fundamentos do inconformismo.

10.4. A apresentação de impugnação ao Edital não implicará em qualquer efeito


imediato sobre a participação das Licitantes na Licitação.

10.5. A Comissão de Licitação decidirá de forma motivada sobre todas as


impugnações tempestivamente apresentadas.

10.5.1. No caso de decisões favoráveis à impugnação, estas somente implicarão na


alteração de prazo para entrega dos Envelopes quando houver alteração do conteúdo do
presente Edital que afetarem as condições exigidas para a elaboração das propostas ou a
composição dos documentos necessários à participação na Licitação.
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10.5.2. Na hipótese descrita no item acima, o Edital deverá ser republicado, incluindo
as alterações necessárias.

CAPÍTULO II – DO REGULAMENTO DA LICITAÇÃO

11. CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO

11.1. Poderão participar desta Licitação, nos termos deste Edital, as pessoas jurídicas
nacionais, isoladamente ou reunidas em Consórcio, que demonstrem cumprir com todos os
requisitos de habilitação previstos neste Edital.

11.2. Não poderão participar desta Licitação, isoladamente ou em Consórcio:

11.2.1. Pessoas físicas;

11.2.2. Pessoas jurídicas que tenham sido declaradas inidôneas ou que estejam
impedidas ou suspensas de participar de Licitação ou contratar com a Administração Pública.
11.2.3. Pessoa jurídica da(s) qual(is) participe(m), seja a que título for, direta ou
indiretamente, pessoa(s) que tenha(m) sido, no período de 180 (cento e oitenta) dias
imediatamente anteriores à data de publicação deste Edital, dirigente(s), servidor(es) ou
ocupante(s) de cargo(s) ou emprego(s) nos órgãos ou entidades da Prefeitura de Tomé-Açu.

11.2.3.1. Para fins do item 11.2.3 acima, considera-se participação indireta, a


existência de quaisquer documentos que atribuam à pessoa nele mencionada, a existência de
quaisquer vínculos de natureza jurídica, técnica, comercial ou empresarial com a Licitante ou
qualquer empresa do(s) grupo(s) econômico(s) da Licitante.

11.2.4. Pessoa jurídica que tenha sido condenada, por sentença transitada em julgado,
à pena de interdição de direitos devido à prática de crimes ambientais, conforme disciplinado
no art. 10 da Lei nº 9.605/98;

11.2.5. Pessoa Jurídica que esteja em regime de recuperação judicial ou extrajudicial,


ou cuja falência tenha sido decretada.

11.3. A participação nesta Licitação por meio de Consórcio dependerá da


observância às seguintes disposições:

11.3.1. Nenhuma Licitante poderá participar de mais de um Consórcio, ainda que por
intermédio de suas afiliadas, coligadas, controladas, controladoras, ou empresa sob controle
ESTADO DO PARÁ
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comum, ou, ainda, com porcentagens distintas, sob pena de desclassificação do certame, não
importando a fase em que este fato vier a ser revelado;

11.3.2. Cada consorciado deverá atender individualmente às exigências relativas à


regularidade jurídica, fiscal e econômico-financeira.

11.3.3. Quanto às exigências relativas à qualificação econômico-financeira, com


exceção das exigências de Garantia de Proposta, que poderão ser cumpridas conjuntamente
pelas consorciadas, e a comprovação de Patrimônio Líquido, que poderá ser comprovada pelo
somatório dos valores de cada consorciada, observada a proporção da respectiva participação
no consórcio.

11.3.3.1. Para fins do item 11.3.3 acima, a aferição do Patrimônio Líquido de cada
consorciado na composição do Patrimônio Líquido a ser considerado para a Habilitação
Econômico-Financeira do Consórcio será obtida pela soma do Patrimônio Líquido de cada
Consorciado.

11.3.4. As exigências de qualificação técnica deverão ser atendidas pelo Consórcio, por
intermédio de qualquer dos consorciados isoladamente ou pela soma das qualificações
técnicas apresentadas pelos consorciados, observadas as demais disposições do Edital sobre o
tema.

11.3.5. A desclassificação ou inabilitação de qualquer consorciado nesta Licitação


implicará na imediata desclassificação do Consórcio.

11.3.6. Não será admitida a inclusão, substituição, retirada ou exclusão de qualquer


consorciado até a assinatura do Contrato de Concessão, momento a partir do qual dever-se-á
observar as regras contratuais para qualquer alteração na composição societária da SPE.

11.3.7. Os consorciados serão solidariamente responsáveis pelos atos praticados pelo


Consórcio nesta Licitação.

11.3.8. O Consórcio que se sagrar vencedor da Licitação deverá promover, antes da


celebração do Contrato de Concessão, a constituição da SPE, conforme as regras previstas
neste Edital, observando, na composição de seu capital social, o estabelecido no Contrato e
mantendo, para todos os efeitos, participações idênticas àquelas constantes do termo de
compromisso de constituição do Consórcio apresentado na Licitação.

12. APRESENTAÇÃO DOS DOCUMENTOS E PROPOSTAS


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12.1. Os documentos de Credenciamento e Garantia de Proposta, Proposta


Econômica e Habilitação serão apresentados em envelopes distintos, lacrados e rubricados no
fecho, além de conterem a seguinte identificação, conforme exposto abaixo:

(i) Envelope Nº 01 – Credenciamento e Garantia de Proposta:

ENVELOPE Nº 01 – CREDENCIAMENTO E GARANTIA DE PROPOSTA

Edital de Concorrência nº 004/2018

DENOMINAÇÃO SOCIAL DA PROPONENTE OU DO CONSÓRCIO, NESTE CASO,


INDICANDO A EMPRESA LÍDER.

NOME, ENDEREÇO, TELEFONE E E-MAIL DO(S) REPRESENTANTE(S) CREDENCIADO(S)

(ii) Envelope Nº 02 – Proposta Econômica:

ENVELOPE Nº 02 – PROPOSTA ECONÔMICA

Edital de Concorrência nº 004/2018

DENOMINAÇÃO SOCIAL DA PROPONENTE OU DO CONSÓRCIO, NESTE CASO,


INDICANDO A EMPRESA LÍDER.

NOME, ENDEREÇO, TELEFONE E E-MAIL DO(S) REPRESENTANTE(S) CREDENCIADO(S)

(iii) Envelope nº 03 – Documentos de Habilitação

ENVELOPE nº 03 - Documentos de Habilitação

Edital de Concorrência nº 004/2018

DENOMINAÇÃO SOCIAL DA PROPONENTE OU DO CONSÓRCIO, NESTE CASO,


INDICANDO A EMPRESA LÍDER.

NOME, ENDEREÇO, TELEFONE E E-MAIL DO(S) REPRESENTANTE(S) CREDENCIADO(S)


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12.2. Somente serão aceitos Envelopes apresentados de acordo com as


especificações deste Edital e entregues pessoalmente por um Representante Credenciado da
Licitante, não sendo admitido o seu recebimento por correio eletrônico ou via postal.

12.3. Toda a documentação constante dos Envelopes deverá ser encaminhada em


01 (uma) via original impressa, encadernada, com todas as folhas numeradas sequencialmente
- inclusive catálogos, desenhos ou similares - da primeira à última folha, independentemente
da apresentação dos documentos em mais de um volume, de modo que a numeração reflita a
quantidade de folhas de cada volume, exceto com relação ao Termo de Abertura e Termo de
Encerramento que não serão numerados.

12.3.1. A documentação mencionada no item 12.3.1 deverá ser apresentada também


em 1 (uma) via eletrônica, gravada em mídia digital (CD) não editável, de modo que
corresponda aos documentos dos Envelopes na via original impressa. A via eletrônica dos
documentos deverá estar formatada em arquivos padrão PDF. As planilhas do Plano de
Negócios, além de PDF, deverão ser gravadas em software Excel (Windows), versão 97/2003
ou 2010, contendo fórmulas e cálculos que resultaram no fluxo de caixa das projeções
financeiras, para conferência dos dados e dos valores apresentados em relação às condições e
diretrizes exigidas neste Edital.

12.3.2. No caso de divergência entre os documentos impressos e os gravados em meio


eletrônico, prevalecerão os textos impressos. Os documentos gravados em PDF prevalecerão
sobre as planilhas e demais arquivos editáveis.

12.4. A documentação constante dos Envelopes deverá estar redigida de forma clara
e objetiva, sem emendas, rasuras, entrelinhas ou obscuridades.

12.5. Todos os documentos a serem apresentados deverão ser fornecidos em suas


vias originais ou em cópias autenticadas, na forma da lei, não sendo permitida a apresentação
de documentos para autenticação pela Comissão de Licitação, pelo Poder Concedente ou
qualquer outra entidade ou órgão do Poder Público Municipal.

12.6. Toda a documentação deverá ser apresentada em língua portuguesa,


ressalvadas as disposições da presente cláusula acerca dos documentos emitidos em língua
estrangeira.

12.7. Não serão considerados para efeito de avaliação e julgamento das propostas
os documentos de origem estrangeira apresentados em outras línguas sem (i) a autenticação
junto às Repartições Consulares do Ministério das Relações Exteriores (MRE) no exterior e (ii) a
tradução juramentada para a língua portuguesa.
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12.7.1. No caso de divergência entre documento ou proposta no idioma original e a


tradução, prevalecerá o texto traduzido por tradutor juramentado brasileiro.

12.7.2. Os documentos de origem estrangeira provenientes de Estados Signatários da


Convenção sobre a eliminação da exigência de legalização de documentos públicos
estrangeiros, promulgada no Brasil por meio do Decreto federal nº 8.660/2016, poderão
substituir a necessidade de autenticação pelo respectivo consulado, referida no subitem 12.6.1
acima, pelo apostilamento que trata os artigos 3º e 4º da referida Convenção. A
documentação e a respectiva apostila deverão ser traduzidas por tradutor juramentado e com
firma reconhecida como verdadeira por notário público.

12.8. Todos os documentos que contiverem valores expressos em moeda


estrangeira, quando assim não vedado pelo Edital, terão os valores convertidos em moeda
nacional (R$), mediante a aplicação da última taxa de câmbio comercial, divulgada pelo Banco
Central do Brasil, no dia imediatamente anterior à abertura do envelope que contiver a
documentação com valores a serem convertidos.

12.9. Deverão ser adotados, para apresentação de documentos e das propostas, os


modelos e formatos indicados neste Edital constantes do Anexo III.

12.10. Eventuais falhas quanto a aspectos formais da documentação solicitada neste


Edital, incluindo a Garantia da Proposta, Proposta Econômica e os Documentos de Habilitação,
poderão ser sanados pela Comissão de Licitação, por ato motivado, ou pelas próprias
Licitantes, quando pertinente.

12.10.1. Para fins desta Licitação, considera-se falha ou defeito formal aquele que
não desnature o conteúdo ou o objeto do documento apresentados e que, cumulativamente,
permita verificar, com segurança, o teor da informação e veracidade do documento
apresentado.

12.10.2. A ausência de documento obrigatório ou sua apresentação de maneira


parcial ou equivocada não será considerada falha ou defeito formal.

12.10.3. As falhas passíveis de saneamento na documentação são aquelas cujo


conteúdo retrate situação fática ou jurídica já existente na data da apresentação da Proposta
Comercial.

12.11. Todos os documentos e certidões que forem apresentados nesta Licitação


deverão ser apresentados dentro de seus respectivos prazos de validade, seja o prazo
constante do próprio documento, o estabelecido por lei ou o fixado neste Edital.
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12.11.1. Qualquer documento apresentado fora do prazo de validade será


considerado não entregue, devendo a Licitante arcar com as consequências da ausência da
documentação.

12.11.2. Todos os documentos que não tiverem prazo definido em seu próprio
corpo, em lei ou neste Edital, serão considerados válidos se expedidos em até 90 (noventa)
dias de antecedência à data de efetiva entrega dos Envelopes.

12.12. Todas as faculdades ou prerrogativas previstas neste Edital deverão ser


exercidas dentro do respectivo prazo ou até o encerramento da respectiva fase do
procedimento licitatório, conforme o caso. Os atos não exercidos ou exercidos fora do prazo
previsto neste Edital não serão considerados para os fins desta Licitação, restando preclusa a
respectiva faculdade ou prerrogativa que o suscitou.

13. CREDENCIAMENTO

13.1. Cada Licitante poderá credenciar até 2 (dois) Representantes Credenciados


para fins de representação da Licitante perante o Poder Concedente e a Comissão de Licitação
em todos os atos necessários à participação e realização da Licitação.

13.2. O credenciamento de Representantes Credenciados não garantirá a estes a


prerrogativa de participar, intervir ou praticar atos fora das atribuições expressamente
previstas neste Edital e na legislação.

13.3. Ao Representante Credenciado é permitido firmar todas as declarações e


documentos referidos neste Edital, bem como praticar todos os demais atos autorizados ou
solicitados pelo Edital, pelo Poder Concedente e pela Comissão de Licitação.

13.4. Toda comunicação entre o Poder Concedente, a Comissão de Licitação e as


Licitantes se dará via seus Representantes Credenciados.

13.5. Na abertura de qualquer Sessão Pública instaurada para a realização ou


prosseguimento desta Licitação, poderão as Licitantes credenciar Representantes, observada a
limitação quantitativa descrita no item 13.1 acima, bem como substituir ou revogar o
credenciamento já realizado em outra sessão.

13.5.1. Tanto o credenciamento de novo Representante Credenciado, como a


substituição ou revogação de representantes serão registrados na respectiva ata da sessão
pública em que ocorridos.
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13.6. Cada pessoa credenciada como Representante Credenciado somente poderá


exercer a representação de uma única Licitante.

13.7. O credenciamento de Representante Credenciado está condicionado à


apresentação de documento de identidade e à comprovação de poderes para exercício da
representação, nas seguintes formas, alternativamente:

(i) Contrato Social ou Estatuto Social em vigor, que comprove os poderes de


representação da Licitante, acompanhados dos documentos necessários a tal
prova, como a Ata de Eleição da atual Diretoria;

(ii) Procuração com poderes específicos para representação legal da Licitante


nesta Licitação, outorgada por pessoa devidamente munida de poderes para
tanto. Neste caso, a procuração deverá estar acompanhada de documentação
comprobatória dos poderes do outorgante.

13.8. Todas as Licitantes, independente da forma como pretendam apresentar seus


Representantes da Licitante, deverão apresentar Carta de Credenciamento, nos
moldes do modelo constante do Anexo III deste Edital.

14. GARANTIA DE PROPOSTA

14.1. Dentro do Envelope nº 01, deverá ser comprovada a prestação de Garantia de


Proposta pela Licitante, com um valor mínimo de 1% do Valor Estimado do Contrato.

14.2. A Garantia de Proposta poderá ser ofertada em uma das seguintes


modalidades:

(i) Moeda corrente nacional;

(ii) Títulos da Dívida Pública do Tesouro Nacional;

(iii) Seguro-garantia;

(iv) Fiança bancária; ou

(v) Combinação de duas ou mais das modalidades constantes dos itens (i) a
(iv) acima.

14.3. É de integral responsabilidade das Licitantes a prova de suficiência da Garantia


de Proposta prestada para os fins desta Licitação.

14.4. A Garantia de Proposta prestada em moeda corrente nacional deverá ser


entregue à Secretaria Municipal de Finanças – SEFIN/PMTA, em forma de cheque, de
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titularidade da licitante, em até 24h (vinte e quatro horas) antes da data marcada para o
recebimento dos documentos e propostas, sob pena de ineficácia da prestação da garantia.

14.4.1. A prova de prestação da Garantia de Proposta prestada em moeda corrente


nacional se dará via comprovante de entrega do cheque e análise de saldo corrente na conta
bancária a qual se refere o cheque, devidamente assinada pela secretária municipal de
finanças do Município de Tomé-Açu/PA.

14.5. A Garantia de Proposta prestada na modalidade Títulos da Dívida Pública do


Tesouro Nacional deverá ser emitida sob a forma escritural, mediante registro em sistema
centralizado de liquidação e de custódia autorizado pelo Banco Central do Brasil,
acompanhado de comprovante de sua validade atual quanto à liquidez e valor.

14.6. A Garantia da Proposta apresentada na modalidade de seguro-garantia deverá


ter vigência de 180 (cento e oitenta) dias e será comprovada pela apresentação da apólice de
seguro-garantia original, acompanhada de comprovante de pagamento do prêmio, quando
pertinente, bem como de Certidão de Regularidade Operacional expedida pela
Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, em nome da seguradora que emitir a apólice.

14.7. A Garantia de Proposta apresentada na modalidade de fiança bancária deverá


ser emitida por instituição bancária listada no último Relatório dos 50 (cinquenta) maiores
Bancos – Critério de Ativo Total menos Intermediação, emitido trimestralmente pelo Banco
Central do Brasil, devendo ser acompanhada da comprovação dos poderes de representação
do responsável pela assinatura do documento.

14.7.1. A Garantia de Proposta prestada na forma do item 14.7 deste Edital deverá ser
emitida em conformidade com o modelo constante do Anexo III deste Edital e ser apresentada
em sua via original, devidamente registrada em Cartório de Registro de Títulos e Documentos.

14.8. No caso de Consórcio, a Garantia da Proposta deverá ser apresentada em


nome de um ou mais consorciados e deverá indicar, expressamente, o nome do Consórcio e de
todas as consorciadas com suas respectivas participações percentuais, independentemente da
Garantia da Proposta ter sido prestada por um ou mais consorciados. Nesse caso, é ainda
admissível o aporte do montante total devido, segregado entre as consorciadas, as quais
poderão optar por uma das modalidades de garantia, sem prejuízo da escolha, pelas demais
consorciadas, de modalidade diversa.

14.9. As Licitantes que deixarem de prestar Garantia de Proposta ou que a


prestarem em desacordo com as condições estabelecidas neste Edital serão desclassificadas e
terão sua documentação e propostas devolvidas pela Comissão de Licitação assim que
encerrada a fase de credenciamento dos Licitantes.

14.10. Encerrada esta Licitação, as Licitantes terão suas Garantias de Proposta


devolvidas em até 15 (quinze) dias contados da data de assinatura do Contrato de Concessão
ou a contar da data em que formalizado o término da Licitação, caso o Contrato de Concessão
não venha a ser assinado por qualquer Licitante.
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14.11. Caso o prazo de validade das Garantias de Proposta expire antes da assinatura
do Contrato de Concessão, as Licitantes serão obrigadas a comprovar a renovação da
respectiva Garantia de Proposta, às suas expensas, sob pena de inabilitação ou, se já superada
esta fase, de impossibilidade da assinatura do Contrato de Concessão, caso vencedora.

14.11.1. No caso de renovação necessária da Garantia de Proposta após


decorrido mais de 1 (um) ano a contar da publicação deste Edital, os valores das Garantias de
Proposta deverão ser atualizados pelo IPCA, ou pelo índice que o substitua.

14.12. A Garantia de Proposta poderá ser executada:

(i) Caso a Licitante não mantenha sua proposta durante o período de validade
estabelecido;

(ii) Caso a Licitante incorra em alguma conduta passível de penalização, nos


termos da legislação aplicável, deste Edital e Anexos;

(iii) Caso a Adjudicatária deixe de assinar o Contrato de Concessão por qualquer


motivo a ela imputado; ou

(iv) Caso a adjudicatária não cumpra as obrigações prévias à celebração do


Contrato de Concessão.

14.13. A Garantia de Proposta, prestada em qualquer das modalidades previstas


neste Edital, não poderá conter Cláusula excludente de quaisquer responsabilidades
contraídas pela Licitante quanto à participação nesta Licitação.

15. PROPOSTA ECONÔMICA

15.1. A Proposta Econômica será apresentada na forma do item 15 deste Edital,


dentro do Envelope nº 02 – Proposta Econômica e observará as condições estipuladas nos
itens a seguir.

15.2. A Proposta Econômica será formalizada pelo valor da Contraprestação Pública


Mensal a ser paga pela Prefeitura de Tomé-Açu ao Parceiro Privado ao longo do período de
Concessão, em valor presente, pela consecução do objeto do Contrato de Concessão
Administrativa.

15.2.1. A Proposta Econômica deverá apresentar a proposta de Contraprestação


Pública Máxima, cujo valor é de R$ 284.000,00 (duzentos e oitenta e quatro mil reais), na data
base de Dezembro de 2017.
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15.2.2. São desclassificadas as Licitantes que apresentarem Propostas Econômicas


cujo valor de Contraprestação Pública Mensal seja superior ao valor da Contraprestação
Pública Mensal Máxima descrito no item acima.

15.3. A Proposta Econômica deverá obedecer ao modelo constante do Anexo II


deste Edital e deverá considerar:

(i) Que a Proposta Econômica é vinculante, irrevogável, irretratável e


incondicional;

(ii) Que a Proposta Econômica deverá considerar valor máximo admitido, qual
seja, o valor da Contraprestação Pública Mensal Máxima;

(iii) Que a Proposta Econômica terá validade de, no mínimo, 180 (cento e oitenta)
dias, contados da data da apresentação da documentação e propostas;

(iv) Que a Proposta Econômica deverá considerar todos os investimentos, tributos,


custos e despesas necessários à execução do Contrato de Concessão,
observando-se o disposto no Anexo II;

(v) Que a Proposta Econômica levará em consideração todos os riscos assumidos


pela Concessionária no Contrato de Concessão, conforme a minuta constante
do Anexo VI deste Edital;

(vi) Que a Proposta Econômica considerará o prazo de 24 (vinte e quatro) anos da


Concessão, a partir da emissão de ordem de início do Contrato de Concessão;
e;

(vii) Que a Proposta Econômica considerará todos os investimentos necessários ao


pleno cumprimento do Contrato de Concessão.

15.3.1. Para efeito de julgamento das Propostas, os valores estabelecidos no item


15.2.1 e 15.3(ii) acima serão atualizados até o mês da apresentação das propostas, por meio
da aplicação do IPCA.

15.3.2. Na hipótese de, até a data de julgamento das propostas, não ter sido divulgado
o índice correspondente ao mês da apresentação das propostas, a atualização será calculada
através de projeção, por meio da aplicação da última variação mensal conhecida do referido
índice.

(i) No Envelope nº 02, a Licitante deverá apresentar também declaração de


sociedades organizadas para prestação de serviços de consultoria ou
assessoria de natureza econômico-financeira ou de instituição financeira,
nacional ou estrangeira, emitida no papel timbrado da referida instituição e
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com a devida comprovação dos poderes do seu signatário, declarando a


viabilidade da Proposta Econômica e do Plano de Negócios da Licitante,
declarando que examinou o Edital, o Plano de Negócios da Licitante e sua
Proposta Econômica e o considera com viabilidade econômica;

16. DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO

16.1. Os Documentos de Habilitação serão apresentados na forma do item 16 deste


Edital, dentro do Envelope nº 03.
16.2. As Licitantes deverão apresentar a documentação que comprove: Habilitação
Jurídica, Regularidade Fiscal, Previdenciária e Trabalhista, Habilitação Econômico-Financeira e
Habilitação Técnica, nos termos deste Edital.

A. Habilitação Jurídica

16.3. As Licitantes deverão apresentar:

(i) Ato constitutivo, estatuto ou contrato social consolidado em vigor,


devidamente registrado, acompanhado das alterações posteriores, caso não
tenham sido acompanhadas da consolidação do documento;

(ii) Prova de eleição dos administradores da Licitante, devidamente registrada no


órgão competente.

16.4. No caso de participação via Consórcio, junto aos documentos referidos no item
16.3 deste Edital, também deverá ser apresentado Termo de Compromisso de Constituição de
Sociedade de Propósito Específico.

16.4.1. Termo de Compromisso de Constituição de Sociedade de Propósito Específico


mencionado acima deverá estar assinado por todas as componentes do Consórcio e dispor, no
mínimo, sobre o seguinte:

(i) Compromisso de participação em consórcio;

(ii) Denominação e objetivos do consórcio (participação das empresas


consorciadas na presente Licitação);

(iii) Denominação, organização e objeto da futura SPE;

(iv) Qualificação das empresas compromissárias e distribuição das respectivas


participações na futura SPE;
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(v) Compromisso expresso de constituição, caso vencedores da Licitação, de


Sociedade por Ações, de acordo com as leis brasileiras, com sede e
administração no País, emTomé Açu;

(vi) Compromisso de constituição da SPE de acordo com as regras estabelecidas


neste edital e anexos;

(vii) Compromisso de que a SPE obedecerá a padrões de governança corporativa e


adotar contabilidade e demonstrações financeiras padronizadas, de acordo
com as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo as normas expedidas
pelo Conselho Federal de Contabilidade – CFC e nas Interpretações,
Orientações e Pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis –
CPC;

(viii) Indicação da empresa líder, com expressa concessão de poderes para que a
empresa líder seja a responsável pela realização de todos os atos que
cumpram ao Consórcio durante a Licitação, até a assinatura do Contrato de
Concessão, inclusive com poderes expressos, irretratáveis e irrevogáveis, para
concordar com condições, transigir, compromissar-se, assinar quaisquer
papéis, documentos e instrumentos de contratação relacionados com o objeto
desta Licitação;

(ix) Previsão de responsabilidade solidária entre as consorciadas por todos os atos


praticados em consórcio relacionados à Licitação, assumindo integralmente
todas as obrigações contidas na Proposta Econômica apresentada pelo
consórcio desde a fase de licitação até a constituição da SPE.

B. Regularidade Fiscal, Previdenciária e Trabalhista


16.5. As Licitantes deverão apresentar:

(i) Prova de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), nos


moldes da Instrução Normativa nº 568/05 da Receita Federal do Brasil (RFB);

(ii) Prova de inscrição no cadastro de contribuintes estadual ou municipal,


se houver, relativo ao domicílio ou sede da Licitante, pertinente ao seu ramo
de atividade e compatível com o objeto contratual;

(iii) Prova de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional, por meio da


apresentação de Certidão conjunta emitida pela Receita Federal do Brasil (RFB)
e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), relativamente aos
tributos administrados pela RFB e à dívida ativa da União administrada pela
PGFN. Em substituição às certidões especificadas neste item, a Licitante
poderá apresentar a Certidão Negativa de Débito (CND) da RFB, da dívida ativa
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da União e do INSS, porventura válidas na data para recebimento dos


Envelopes;

(iv) Prova de regularidade fiscal perante as fazendas estadual e municipal


do domicílio ou sede da Licitante;

(v) Prova de regularidade relativa à Seguridade Social (INSS) e ao Fundo de


Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), demonstrando situação regular no
cumprimento dos encargos previdenciários e sociais instituídos por lei; e

(vi) Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas conforme disposto na Lei nº


12.440, de 07 de julho de 2011.

16.5.1. Não serão aceitos comprovantes de solicitação de certidões.

16.5.2. Quando da participação de Consórcio, é obrigatória a apresentação dos


documentos e informações exigidos nos subitens acima por cada um de seus integrantes.

C. Qualificação Econômico-Financeira
16.6. As Licitantes deverão apresentar:

(i) Balanço patrimonial e demonstrações contábeis do último exercício social, já


exigíveis e apresentados na forma da lei, que comprovem a boa situação
financeira da empresa, vedada a sua substituição por balancetes ou balanços
provisórios, podendo ser atualizados pelo IPCA, quando encerrado há mais de
3 (três) meses da data de apresentação da proposta. Caso os valores sejam
atualizados, a memória de cálculo deverá acompanhar a documentação
exigida neste item;

(ii) Certidão Negativa de Falência e Recuperação Judicial e Extrajudicial expedida


pelo Distribuidor Judicial da Comarca onde a Licitante for sediada de, no
máximo, 90 (noventa) dias anteriores à data para recebimento dos Envelopes;

(iii) Prova de que, na data estabelecida para a entrega da documentação e


propostas, a Licitante possuía patrimônio líquido de, no mínimo,
R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais).

16.7. O balanço patrimonial referido no subitem 16.8.(i) deste Edital deverá ter sido
registrado na Junta Comercial ou em outro órgão competente, estar acompanhado do
relatório dos auditores independentes, quando legalmente exigido, e assinado pelo
Representante Legal da Licitante e por Contador devidamente habilitado.

16.8. As Licitantes deverão comprovar o atendimento aos indicadores mencionados


neste item, através de demonstrativo de cálculo, devidamente assinado por contador ou
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técnico registrado no Conselho Regional de Contabilidade, tomando por base o balanço


patrimonial do último exercício, utilizando as fórmulas a apresentadas a seguir:

16.8.1. Índice de Liquidez Geral ( ILG ) igual ou superior a 1,0 (um), onde:

ILG = Ativo Circulante + Realizável a Longo Prazo


Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo

16.8.2. Índice de Liquidez Corrente ( ILC ) igual ou superior a 1,0 (um) onde:

ILC = Ativo Circulante


Passivo Circulante

D. Habilitação Técnica

16.9. As Licitantes deverão apresentar atestado(s) de capacitação técnica,


emitido(s)em nome da Licitante ou membro do Consórcio, por pessoas jurídicas de direito
público ou privado, e registrado(s) no CREA, que comprove(m) a prestação dos seguintes
serviços:
(i) Serviços de manutenção de equipamentos/sistemas elétricos centralizados e
interligados em um CCO (centro de controle Operacional) com no mínimo de 2
000 (cinco mil) pontos de iluminação viária e/ou prediais e/ou monumentos
e/ou semafórica
(ii) Eficientização energética com substituição de lâmpadas convencionais por LED
– mínimo 2 000 (cinco mil) unidades.
(iii) Serviço de atendimento ao usuário com serviço de Call Center (0800) –
Qualitativo
(iv) Certidão atualizada de registro ou inscrição da LICITANTE no CREA – Conselho
Regional de Engenharia e Agronomia
(v) Comprovação que a LICITANTE mantém, em seu quadro permanente,
Responsável(is) Técnico(s), com habilitação específica em engenharia elétrica,
detentor(es) de atestado(s) técnico(s), emitido(s) por pessoa jurídica de direito
público ou privado, devidamente registrado(s) no CREA, comprovando a
execução dos serviços de implantação e manutenção de equipamentos /
sistemas elétricos centralizados e interligados, nos termos da legislação
vigente.
(vi) Serviços de georeferenciamento por coordenadas GPS, etiquetamento e
inventariado dos pontos de iluminação pública, através de sistemas portáteis
de recolha de informação.
(vii) Declaração de Visita Técnica às áreas, emitida pela Secretaria Municipal de
Obras Públicas, em nome do Proponente, até 5 (cinco) dias corridos antes da
data de recebimento e abertura dos envelopes.
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16.10. Para fins de habilitação técnica, será admitido o somatório de atestados para
os subitens do item 16.9.

16.11. No caso de alterações ou sucessões societárias, bem como de fusão,


incorporação ou cisão de empresas, os atestados somente serão considerados se
acompanhados de prova documental e inequívoca da transferência definitiva de acervo
técnico.

16.12. Os atestados a serem apresentados pelas Licitantes deverão ser fornecidos por
pessoas jurídicas de direito público ou privado contratantes do objeto atestado, devendo o
atestado ser fornecido em papel timbrado do declarante, com identificação de seu
representante legal e informações para eventual contato por parte da Comissão de Licitação.

16.13. Comprovação de que o LICITANTE tenha participado de contratação de grande


porte em infraestrutura na modalidade (podendo ser ou não referente a
iluminação pública), em que tenha realizado investimentos igual ou superior a
5.000.000,00R$ (cinco milhões de reais), com recursos próprios ou de terceiros
e retorno de longo prazo (assim considerado o prazo mínimo previsto de 5
anos), observadas as seguintes condições:

i. Para efeito de alcance do valor previsto acima, é permitida a somatória


de documentos de comprovação, desde que, ao menos um dos
empreendimentos referidos nos documentos de comprovação, a
LICITANTE tenha investimentos de, no mínimo, 2.000.000,00R$ (dois
milhões de reais);
ii. Não serão admitidos documentos de comprovação de que
empreendimentos em que a LICITANTE tenha realizado investimento
inferior a 1.000.000,00R$ (um milhão de reais);
16.14. Com relação à exigência contida no item 16.13, será considerado como valor de
investimento o montante de recursos aplicados pela proponente na construção
e/ou implantação e/ou recuperação e/ou conservação e/ou manutenção
relacionada à contratação.
16.15. Com relação à exigência contida no item 16.13, serão considerados como
documentos de comprovação para fins de atendimento do item:
16.15.1. Declaração e/ou atestados e/ou composições de custos que
demonstrem ter o licitante realizado os referidos investimentos;
16.15.2. Declaração e/ou atestados fornecidos pelas instituições
financeiras que tenham concedido os financiamentos, desde que mencionada
a respectiva contratação e os valores obtidos.
16.16. Os valores descritos nos documentos de comprovação do item 16.13, poderão
ser atualizados, a partir da data de referência de realização do investimento,
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pelo IPCA, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE


ou, na falta deste, por outro índice oficial de inflação.
16.17. Na hipótese de a LICITANTE apresentar documento(s) de comprovação de
contratação(s) no(s) qual(s) tenha atuado como consorciada, será observada a
proporção da participação da LICITANTE no respetivo consórcio ou sociedade,
aplicando-se essa proporção ao valor total do(s) investimento(s) constante do(s)
documento(s) de comprovação.
Em caso de consórcio, os documentos exigidos nos pontos 16.9 e 16.13, conforme o
caso serão admitidos pela demonstração de no mínimo, 01(uma) das empresas
consorciadas, ou, pela somatória da participação proporcional de cada empresa
consorciada na constituição do consórcio.
16.18. Para fins de habilitação técnica, será admitido o somatório de até 02 (dois)
atestados para os subitens do item 16.9.

16.19. No caso de alterações ou sucessões societárias, bem como de fusão,


incorporação ou cisão de empresas, os atestados somente serão considerados se
acompanhados de prova documental e inequívoca da transferência definitiva de acervo
técnico.

E. Declarações

16.20. Junto com os demais Documentos de Habilitação, as Licitantes deverão


apresentar as seguintes declarações:

(i) Declaração de compromisso de cumprimento do disposto no art. 7º, inciso


XXXIII, da Constituição Federal, conforme modelo constante do Anexo III deste
Edital;

(ii) Declaração de que a Licitante não se encontra em processo de (i) falência, (ii)
recuperação judicial ou extrajudicial (iii) liquidação judicial ou extrajudicial, (iv)
insolvência, (v) administração especial temporária ou (vi) intervenção,
conforme modelo constante do Anexo III deste Edital;

(iii) Declaração quanto à inexistência de fato impeditivo em participar de licitação


ou contratar com a Administração Pública Municipal, conforme modelo
constante do Anexo III deste Edital;

(iv) Declaração, conforme modelo constante do Anexo III deste Edital, de que a
Licitante (a) se sujeita a todas as condições do Edital; (b) tem pleno
conhecimento dos serviços de operação e manutenção objeto da Concessão;
(c) tem pleno conhecimento do local e respectivas condições do acervo atual
de iluminação pública; (d) responde pela veracidade de todas as informações
constantes da documentação e das propostas apresentadas; e (e) recebeu
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todos os elementos componentes do presente Edital e tomou conhecimento


de todas as informações e condições para o cumprimento das obrigações
decorrentes da Licitação, tendo considerado suficientes as informações
recebidas para a elaboração da sua proposta;

(v) Declaração de capacidade financeira constante do Anexo III deste Edital. A


Licitante deverá declarar que dispõe ou tem capacidade de obter recursos
financeiros suficientes para cumprir as obrigações de aporte de recursos
próprios e obtenção de recursos de terceiros necessários à consecução do
objeto da PPP, inclusive para integralização no capital social da SPE nos
montantes definidos neste Edital e anexos, até a data de assinatura do
Contrato de Concessão, caso vencedora desta Licitação. Nesta Declaração não
deverá ser mencionada qualquer indicação ao valor da Proposta Econômica da
Licitante.

16.21. Todas as declarações constantes do item 16.19 deste Edital deverão ser
apresentadas individualmente, por cada Licitante ou membro de Consórcio, com exceção das
declarações constantes dos subitens 16.19.(iv) e 16.19.(v) que, no caso de participação em
consórcio, poderão ser emitidas pelo próprio Consórcio.

16.22. As declarações deverão ser assinadas por quem detenha poderes de


representação da Licitante ou pelo Representante Credenciado, para os fins da Licitação.

16.23. As declarações apresentadas pelas Licitantes deverão estar com a firma


reconhecida, quando houver expressa indicação nesse sentido no Edital e seus Anexos.

17. PROCEDIMENTO DA LICITAÇÃO

17.1. O procedimento da Licitação contará com a seguinte ordem de atos: (i) entrega
dos Envelopes pelas Licitantes em data e horário definido no preâmbulo deste Edital; (ii)
abertura do Envelope nº 01 e credenciamento dos Representantes Credenciados das
Licitantes; (iii) análise das Garantias de Proposta; (iv) abertura do Envelope nº 02, com
consequente análise, julgamento e classificação das Propostas Econômicas; (vi) abertura do
Envelope nº 02 da Licitante classificada em primeiro lugar, ou da Licitante que a suceder na
primeira posição em caso de desclassificação da Licitante melhor classificada, com
consequente análise, julgamento e classificação dos Documentos de Habilitação. Ao final, será
publicado o resultado da Licitação, conforme abaixo explicitado.

17.2. No local, data e hora definido no preâmbulo deste Edital, o presidente da


Comissão de Licitação instaurará a sessão pública para abertura do Envelope nº 01
Credenciamento e Garantia da Proposta.

17.2.1. Recebidas a documentação e propostas e iniciada a Sessão Pública, terá início


o credenciamento dos representantes das Licitantes junto à Comissão de Licitação, conforme
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regramento e requisitos deste Edital. Encerrado o Credenciamento, os documentos constantes


do Envelope nº 01 serão rubricados por todos os Representantes Credenciados.

17.2.2. Ato contínuo, a Comissão de Licitação passa à verificação dos requisitos


previstos neste Edital acerca da Garantia da Proposta.

17.2.3. O resultado da análise dos documentos de Garantia da Proposta constante do


Envelope nº 01, poderá ser apresentado durante a mesma sessão de abertura do volume ou
até o segundo dia útil seguinte à sessão de abertura do Envelope 1. Neste ato também será
designada sessão para abertura do Envelope nº 02 – Proposta Econômica das Licitantes cuja
Garantia da Proposta foi aceita.

17.2.4. As Licitantes, que não cumprirem com os requisitos mínimos para prestação da
Garantia de Proposta, serão desclassificadas.

17.3. Em sessão pública será aberto o Envelope nº 02 – Proposta Econômica das


Licitantes cujas Garantia da Proposta foram aceitas. Neste momento, serão chamadas as
Licitantes, por meio de seus Representantes Credenciados, para rubricar os documentos.

17.3.1. Ato contínuo, a Comissão de Licitação passará à verificação do atendimento


dos requisitos previstos neste Edital acerca da Proposta Econômica.

17.3.2. Segundo o critério de julgamento previsto neste edital as Licitantes serão


classificadas em ordem crescente com relação ao valor da Contraprestação Pública Mensal
ofertada, sendo a primeira colocada aquela que apresentar o Menor Valor de Contraprestação
Pública Mensal.

17.3.3. Em caso de empate entre duas ou mais Propostas Econômicas, a classificação


far-se-á por meio de sorteio realizado na mesma sessão, após a aplicação das regras indicadas
no artigo 3º, da Lei de Licitações.

17.3.4. O resultado da análise dos documentos do Envelope nº 02 será comunicado às


Licitantes após o encerramento desta fase dos trabalhos, o que poderá ocorrer na mesma data
da abertura do respectivo envelope ou até o décimo dia útil contado do dia seguinte da sessão
pública de abertura do Envelope nº 02 – Proposta Econômica. Neste ato também será
designada sessão para abertura do Envelope nº 03 – Documentos de Habilitação da Licitante
classificada em primeiro lugar.

17.4. Em sessão pública será aberto o Envelope nº 03 – Documentos de Habilitação


da Licitante classificada em primeiro lugar. Neste momento, serão chamadas todas as
Licitantes, por meio de seus Representantes Credenciados, para rubricar os documentos.
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17.4.1. Ato contínuo, a Comissão de Licitação passará à verificação do atendimento


dos requisitos previstos neste Edital acerca da dos Documentos de Habilitação da Licitante
classificada em primeiro lugar.

17.4.2. O resultado da análise dos documentos do Envelope nº 03 será comunicado às


Licitantes após o encerramento desta fase dos trabalhos, o que poderá ocorrer na mesma data
da abertura do respectivo envelope ou até o décimo dia útil contado do dia seguinte da sessão
pública de abertura do Envelope nº 03 – Documentos de Habilitação.

17.4.3. Verificada a conformidade dos Documentos de Habilitação da Licitante


classificada em primeiro lugar ao estabelecido neste Edital, esta será declarada vencedora.

17.4.4. Inabilitada a Licitante mais bem classificada, por não atendimento às


disposições quanto aos Documentos de Habilitação será analisado o Envelope nº 03 da
Licitante cuja Proposta Econômica tenha sido classificada em segundo lugar, e assim
sucessivamente, até que uma Licitante classificada atenda às condições do presente Edital.

17.4.5. Na hipótese de inabilitação de todas as licitantes, a Comissão de Licitação


poderá fixar o prazo de 8 (oito) dias úteis para apresentação de nova documentação, corrigida
das causas de suas inabilitações, conforme disposto no art. 48, § 3ª, da Lei Federal nº 8666/93.

17.5. Todos os atos praticados na sessão de julgamento serão lavrados em Ata,


assinada pelas licitantes presentes e pela Comissão de Licitação.

17.6. O resultado da Licitação será publicado na IOM.

17.6.1. Além do procedimento acima mencionado, esta Licitação deverá observar as


seguintes disposições gerais:

17.6.2. Em qualquer fase da Licitação será possível o saneamento de falhas com vistas
à complementação de insuficiências ou para correções de caráter formal na documentação
entregue, desde que a Licitante possa satisfazer às exigências dentro de 5 (cinco) dias úteis a
contar da notificação da Comissão de Licitação.

17.6.3. A Comissão de Licitação poderá, a seu exclusivo critério, encerrar as Sessões


Públicas após o recebimento e/ou abertura de Envelopes, promovendo a análise da
documentação e das propostas na própria Sessão Pública ou em sessão própria entre os
membros da Comissão de Licitação. Em qualquer das hipóteses, a Comissão de Licitações
sempre tomará suas decisões de maneira fundamentada e por escrito, acostando aos autos do
processo licitatório a respectiva decisão e fundamentos.
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17.7. As Licitantes eventualmente desclassificadas ou inabilitadas nesta Licitação,


após decisão definitiva em recurso, se for o caso, terão seus respectivos Envelopes, que não
tiverem sido abertos no curso das etapas do processo licitatório, devolvidos intactos, em até
15 (quinze) dias, mediante pedido formal a ser encaminhado à Prefeitura de Tomé-Açu, após o
encerramento desta Licitação.

17.8. Não apresentado o pedido em até 60 (sessenta) dias do encerramento desta


Licitação, os documentos serão destruídos pela Prefeitura de Tomé-Açu, sem qualquer direito
de reivindicação pelas Licitantes.

18. RECURSOS ADMINISTRATIVOS

18.1. O presente procedimento licitatório terá fase recursal única, o momento para
a interposição de recurso será após a decisão que declara a Licitante vencedora da Licitação,
quando as Licitantes poderão recorrer das seguintes decisões proferidas pela Comissão de
Licitação.

18.1.1. Desclassificação pela não aceitação de Garantia de Proposta;

18.1.2. Julgamento da Proposta Econômica;

18.1.3. Habilitação ou inabilitação das Licitantes.

18.2. Os recursos das decisões da Comissão de Licitação serão apresentados por


escrito e dirigidos à autoridade superior. A Comissão de Licitação poderá reconsiderar sua
decisão no prazo de 5 (cinco) dias úteis, ou submetê-lo à autoridade superior no mesmo prazo,
devidamente informado. A reconsideração estará sujeita a recurso ex offício.

18.3. Interposto, o recurso será comunicado às demais licitantes, que poderão


impugná-lo no prazo de 05 (cinco) dias úteis.

18.4. Nenhum prazo de recurso se inicia ou corre sem que os autos do processo
estejam com vista franqueada ao interessado.

18.5. Aos recursos e questões correlatas aplica-se o disposto no art. 109 da Lei de
Licitações.

19. PENALIDADES

19.1. Constitui ilícito administrativo todo descumprimento de dever legal ou de


regra prevista neste edital e notadamente.
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19.1.1. Impedir, frustrar ou fraudar o procedimento licitatório, mediante ajuste,


combinação ou qualquer outro expediente, com o intuito de obter, para si ou para outrem,
vantagem.

19.1.2. Devassar o sigilo de proposta apresentada em procedimento licitatório, ou


proporcionar a terceiro o ensejo de devassá-lo.

19.1.3. Afastar licitante, por meio de violência, grave ameaça, fraude ou oferecimento
de vantagem de qualquer tipo.

19.1.4. Desistir de licitar, em razão de vantagem oferecida.

19.1.5. Apresentar declaração ou qualquer outro documento falso, visando ao


cadastramento, à atualização cadastral ou à participação no procedimento licitatório; ou

19.1.6. Utilizar-se de documento falso com vistas a participar da presente licitação.

19.2. À Licitante que incorrer nas faltas previstas neste Edital, aplicam-se, segundo a
natureza e a gravidade da falta, assegurada a defesa prévia, as seguintes sanções, sem prejuízo
daquelas de natureza civil ou penal:

19.2.1. Advertência;

19.2.2. Multa, proporcional à gravidade da falta, cujo valor máximo corresponderá ao


valor da Garantia da Proposta oferecida;

19.2.3. Suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de


contratar com a Administração, por prazo não excedente a 02 (dois) anos; e

19.2.4. Declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração


Pública, enquanto perdurarem os motivos determinantes desta punição ou até que seja
promovida sua reabilitação perante o Poder Concedente.

19.3. Para a aplicação das penalidades aqui estipuladas serão observados o


contraditório e a ampla defesa.

20. HOMOLOGAÇÃO E ADJUDICAÇÃO

20.1. Declarado o vencedor da Licitação pela Comissão de Licitação, considerado o


julgamento ou decurso do prazo para recursos, o processo será encaminhado ao Prefeito de
Tomé Açu que poderá:
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(i) Determinar a emenda de irregularidade sanável, se houver, no


processo licitatório;

(ii) Homologar o resultado da Licitação;

(iii) Revogar a Licitação, se necessário, em função do interesse público, de


forma motivada;

(iv) Anular a licitação, se necessário e de maneira motivada, por vício


comprometedor da legalidade do certame;

(v) Adjudicar o objeto da licitação, declarando por ato formal o seu


vencedor.

20.2. O Contrato resultante da presente Licitação será celebrado entre o Poder


Concedente, representado pela Prefeitura de Tomé-Açu e a SPE constituída pelo Adjudicatário.

20.3. Adjudicado o objeto da Licitação, o Adjudicatário será convocado, mediante


publicação no IOM, para assinar o Contrato de Concessão, por meio da SPE, e em até 60
(sessenta) dias, prorrogáveis uma única vez por período adicional de 30 (trinta) dias, a critério
do Poder Concedente.

20.4. Em até 02 (dois) dias úteis anteriores à data prevista para assinatura do
Contrato de Concessão, o Adjudicatário deverá:

(i) Comprovar que prestou Garantia de Execução, nos termos, forma e valores da
minuta do Contrato de Concessão, Anexo III deste Edital;

(ii) Apresentar seu Plano de Seguros;

(iii) Demonstrar que constituiu a SPE, nos exatos termos da minuta apresentada
pela Licitante na fase de análise dos Documentos de Habilitação, com a
correspondente certidão da Junta Comercial, bem como o respectivo
comprovante de inscrição perante o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas
(CNPJ);

(iv) Comprovar que integralizou no capital social da SPE, em moeda corrente


nacional, conforme previsto no item 21.2 do Edital;

(v) Comprovação do
pagamento, à empresa XXXXXXXXXX, CNPJ: XXXXXXXXX, em virtude da
realização de estudos de viabilidade técnica, econômica e jurídica para a
implantação de PPP - Parceria Público privada para a modernização, expansão,
operação e manutenção da infraestrutura da rede de iluminação pública de
Tomé Açu, em conformidade com o artigo 21 da Lei Federal nº 8.987/95, do
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valor de R$ XXXXX, por meio de depósito na conta XXXXX, agência nº XXXXX,


do Banco XXXXX.

(vi) O valor a ser


ressarcido será reajustado, a partir da data da primeira publicação deste Edital
até a data do efetivo pagamento, pela variação do Índice de Preços ao
Consumidor divulgado mensalmente pela FIPE- Fundação Instituto de
Pesquisas Econômicas.

20.5. O não atendimento à convocação por parte do Adjudicatário, para assinatura


do Contrato de Concessão, ou a sua recusa injustificada em assiná-lo no prazo estipulado,
sujeitará o infrator à execução da Garantia de Proposta, sem prejuízo das demais penalidades
legais.

20.6. Ocorrendo a hipótese prevista no item 20.6, poderá o Poder Concedente


convocar os Concorrentes remanescentes, na ordem de classificação, para assumir o Contrato
de Concessão em igual prazo e nas mesmas condições da proposta vencedora, ou revogar a
licitação.

20.7. A Concessionária deverá observar as diretrizes estabelecidas no Contrato de


Concessão e obriga-se a manter, durante toda a sua execução, as condições de habilitação e
qualificação exigidas nesta Licitação.

21. SOCIEDADE DE PROPÓSITO ESPECÍFICO

21.1. A Concessionária será uma SPE, na forma de sociedade limitada ou sociedade


por ações, constituída de acordo com a lei brasileira, com a finalidade exclusiva de executar e
cumprir o Objeto da Concessão.

21.1.1. Caberá à SPE a execução de todas as obrigações contratuais a ela atribuídas


pelo Contrato de Concessão, às quais estará também vinculada, podendo contratar terceiros
para a prestação de parcelados serviços inerentes à concessão, conforme o regramento do
Contrato de Concessão, respeitadas as disposições legais.

21.1.2. A SPE deverá ter sede e foro em Tomé-Açu.

21.1.3. No instrumento de constituição da SPE deverá constar expressa previsão de


delegação do poder decisório da SPE ao interventor indicado pelo Poder Concedente, no caso
de intervenção.

21.1.4. Para fins de atendimento do item 21.1, a Licitante individual deverá constituir
subsidiária integral.
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21.1.5. Na hipótese de a Concessionária ter se apresentado na forma de Consórcio, a


SPE deverá ser constituída com as mesmas participações acionárias descritas no Termo de
Compromisso de Constituição de Sociedade de Propósito Específico, nos termos deste Edital.

21.2. O capital social mínimo da Concessionária será o correspondente de R$


1.000.000,00 (um milhão de reais), observando-se o seguinte cronograma para integralização
de capital:

21.2.1. Previamente à assinatura do Contrato de Concessão deverá ser integralizado o


equivalente a 10% (dez por cento) do capital social previsto no item 21.2, ou seja,
R$100.000,00 (cem mil reais).

21.2.2. Até o final do 1º ano da Concessão, deverá ser integralizado à Concessionária o


equivalente a 100% (cinquenta por cento) do capital social previsto no item 21.2, ou seja,
R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais).

21.2.3. A Concessionária poderá reduzir o seu capital social em 50% (cinquenta por
cento) do valor mínimo somente após encerrado o período de investimento, porém, em
qualquer hipótese, após transcorrido 3 (três) anos contados da Ordem de Início, sem prévia e
expressa autorização da Prefeitura de Tomé-Açu. Este valor de capital social mínimo deverá ser
mantido até o final da concessão, salvo se autorizada expressamente pelo Poder Concedente
redução adicional.

21.3. O exercício social da Concessionária e o exercício financeiro do Contrato de


Concessão coincidirão com o ano civil.

21.4. A Concessionária poderá oferecer em garantia, nos termos da minuta do


Contrato de Concessão, os direitos emergentes da Concessão, para obtenção de
financiamentos relacionados a investimentos de interesse dos serviços objeto desta
Concessão, desde que não seja comprometida a continuidade e a adequada prestação dos
serviços, o que deverá ser devidamente informado e comprovado perante a Prefeitura de
Tomé-Açu.

21.5. A Concessionária não poderá, durante todo o prazo da Concessão, transferir o


controle da sociedade, sem prévia e expressa autorização do Poder Concedente, seja por meio
de modificação da composição acionária e/ou por meio de implementação de acordo de
acionistas, salvo nas hipóteses de transferência aos financiadores do projeto, nos moldes do
disposto na minuta do Contrato.

21.6. A Concessionária, na relação com seus empregados, deverá respeitar os


acordos e convenções coletivas de trabalho vigentes no âmbito de Tomé-Açu, inclusive com
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observância e aplicação do piso salarial e das demais cláusulas financeiras e sociais, sem
prejuízo das demais normas vigentes.

21.7. A Concessionária se vincula pelos atos praticados na operação da Concessão,


pelo prazo da Concessão; ao disposto no Contrato de Concessão; neste Edital; à documentação
por ela apresentada; aos respectivos documentos contratuais; bem como à legislação e
regulamentação setorial que a ela se aplique.

22. DISPOSIÇÕES FINAIS

22.1. A Comissão de Licitação poderá proceder com inspeções, auditorias e realizar


ou determinar diligências a qualquer tempo, bem como valer-se do assessoramento técnico de
terceiros contratados para este fim, para se for o caso, esclarecer dúvidas e conferir
informações e registros oferecidos pelas Licitantes.

22.2. As Licitantes, sempre que solicitado, deverão disponibilizar para a Comissão de


Licitação seus livros e registros contábeis e fiscais, quando houver necessidade de
comprovação de dados para a correta avaliação, certificação e comprovação da situação
financeira das Licitantes, suficiente ao cumprimento das obrigações decorrentes deste Edital.

22.3. A Comissão de Licitação dará ciência das decisões pertinentes a esta Licitação
por meio de publicações na IOM, fazendo inclusive constar destas publicações eventuais
desistências do direito de recorrer, resultantes do exercício, pelas Licitantes, do previsto no do
art. 43, inciso III, da Lei Federal nº 8.666/93.

22.4. Os estudos e levantamentos prévios disponibilizados pelo Poder Concedente


são meramente indicativos, sendo lícito às Licitantes a realização de estudos próprios para a
elaboração de suas Propostas.

22.5. O Poder Concedente poderá revogar ou anular esta licitação nos termos do art.
49 da Lei Federal nº 8.666/93.

22.6. Qualquer modificação neste Edital exigirá divulgação pela mesma forma que se
deu o texto original, reabrindo-se o prazo inicialmente estabelecido, exceto na hipótese de a
retificação não alterar a formulação das propostas.

22.7. A apresentação da proposta implica a aceitação plena e total das condições


deste Edital.

22.8. A qualquer momento, poderá o Poder Concedente ou a Comissão de Licitação,


por despacho motivado, excluir do processo licitatório qualquer Licitante, caso tenha ciência
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de fato ou circunstância que revele inidoneidade ou falta de capacidade técnica ou financeira


para participar desta Licitação.

22.9. Fica eleito o foro da Comarca de Tomé-Açu para dirimir quaisquer disputas
relativas à Licitação.

Tomé Açu(PA), 04 de Junho de 2018.

AURENICE CORREA RIBEIRO


Prefeita Municipal de Tomé-Açu

KARLA LIDIANNY DE SOUZA MIRANDA


Comissão Permanente de Licitação
Presidente
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ANEXO I - TERMO DE REFERÊNCIA

1. Normas Técnicas aplicáveis

NBR-5101:2012–Iluminação Pública–Procedimento;
NBR 12235 – Armazenamento de Resíduos Sólidos Perigosos
NBR 13221 – Transporte Terrestre de Resíduos
NBR-15129:2004 – Luminárias para iluminação pública – Requisitos particulares
NBR 7500 - Identificação para o transporte terrestre, manuseio, movimentação e
armazenamento de produtos
NBR 5123 - Relé Fotoelétrico
NBR 5434 – Redes de distribuição aérea de energia elétrica – Padronização
NBR 5461 – Iluminação – Terminologia
NBR 1006/2006 – Sistema de Gestão de Qualidade – Diretrizes para a gestão da
qualidade em empreendimentos
NBR IS0 9001:2008 - Sistema de Gestão de Qualidade – Requisitos
NBR ISO 1401:2004 - Sistemas de Gestão Ambiental
OHSAS 18001:2007 - Sistema de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho –
Requisitos
NBR ISO 51.000 - Sistemas de Gestão da Energia: Requisitos com Guia para Uso
CIE 115-1995 - Recommendations for the lighting of roads for motor and pedestrian
traffic - Commission Internationale de L'Éclairage

2. Cronograma

A natureza da contratação permite que a Concessionária tenha flexibilidade na definição de


um cronograma de execução contratual, devendo encaminha-lo formalmente por escrito ao
Poder Concedente em até 60 dias após a emissão da primeira ordem de serviço.

Tal cronograma deverá considerar as premissas apresentadas neste Anexo e também no


contrato de concessão e demais documentos relativos à licitação.

Dentre as premissas apresentadas, o cronograma deverá considerar como data limite para a
implantação das luminárias de LED em todo o parque luminotécnico inicial o prazo de 24 (vinte
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e quatro) meses contados da emissão de primeira ordem de serviço à Concessionária,


incluindo o prazo de 6 (seis) meses para definições contratuais. O cronograma proposto deverá
considerar, no mínimo, os prazos apresentados na tabela abaixo, admitindo-se apenas a
apresentação de prazos iguais ou mais curtos que aquelas constantes na tabela abaixo.

% Mínimo de Pontos
Ano de Contrato
Modernizados
6 Meses Definições Contratuais
1º Ano de Contrato
6 Meses 33%
2º Ano de Contrato 67%

3. Investimentos

A seguir serão definidas as atividades e especificações mínimas dos equipamentos a serem


utilizados no parque de iluminação Pública de Tomé Açu, assim como critérios para sua
instalação e principais funcionalidades requeridas.

3.1 Ampliação

Para atender ao crescimento vegetativo (demanda) e aos projetos de iluminação especial,


conforme o disposto no Contrato, a prefeitura poderá demandar até 43 novos pontos de
iluminação anual.

Na instalação dos Pontos de Iluminação Pública adicionais, a Concessionária deverá observar a


definição da classificação viária correspondente, nos termos do Contrato, deste Anexo, da
norma ABNT NBR 5101:2012 e demais normas e padrões aplicáveis. Locais com motivos
impeditivos, sejam técnicos ou legais, tais como região de mananciais, áreas não urbanizadas
ou ocupações irregulares, com invasões e loteamentos clandestinos, não devem contemplar os
serviços de expansão, adequação ou iluminação especial, até serem legalizados pelos órgãos e
entidades públicas competentes.

O Poder Concedente indicará à Concessionária os locais onde se caracteriza a existência de


demanda reprimida, crescimento vegetativo e os projetos de iluminação especial para fins da
utilização dos Pontos de Iluminação Pública adicionais nos termos do Contrato e deste Anexo.
A Concessionária, assim como os munícipes, também poderá apontar e sugerir ao Poder
Concedente os locais onde haja demanda reprimida, crescimento vegetativo e os projetos de
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iluminação especial e de destaque, para que se promova o seu atendimento nos termos do
Contrato e deste Anexo.

Além disso, o sistema viário municipal apresenta um crescimento vegetativo ao longo dos
anos, soma-se a este crescimento as novas obras de infraestrutura urbana. Para suprir esta
nova demanda de Pontos de Iluminação Pública, ao longo do período de Concessão, deverão
ser executados serviços de ampliação da Rede de Iluminação Pública, desde que os custos
adicionais sejam proporcionalmente assumidos pelo poder Concedente. Estes serviços
compreendem basicamente o desenvolvimento de projetos e a instalação de novos pontos de
iluminação. Esses novos projetos deverão ser apresentados ao Poder Concedente para fins de
não objeção quando da instalação dos novos pontos de iluminação.

3.1.1 Diretrizes para elaboração de projetos executivos de iluminação pública

Os projetos executivos de ampliação da Rede de Iluminação Pública devem seguir as


diretrizes estabelecidas no Contrato de Concessão, incluindo:

• Segurança a motoristas, pedestres, ciclistas, residentes e lojistas com uma


iluminação de qualidade, visando deslocamento seguro e rápido dos mesmos nos períodos
noturnos;

• Uma boa visibilidade da conformação geométrica da via durante a noite (obstáculos,


degraus, declives e aclives);

• Valorização da paisagem urbana e suas obras de artes e equipamentos públicos;

• A redução dos acionamentos à manutenção, por falha ou vandalismos; além da


padronização, dentro de uma mesma área geográfica, o uso de, no máximo, 2 (dois) tipos de
luminárias;

• A eficientização do conjunto de iluminação, baixando com isso o consumo em cada


ponto;

• Atendimento aos índices luminotécnicos estabelecidos na ABNT NBR 5101;

• Iluminação de Monumentos Públicos;

• Restauração de iluminação de praças, parques e orlas, modernizando e adequando


as características da população usuária, garantindo qualidade de vida noturna;

• na elaboração dos projetos executivos, a Concessionária deverá considerar todos os


pontos relevantes para a definição dos padrões luminotécnicos:
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• Acessos viários;

• Pontos de concentração de pessoas à noite;

• Pontos de ônibus / Faixas de Pedestres;

• Praças Internas (no caso de bairros completos);

• Entrada/Saída de Escolas / Hospitais / Igrejas / Delegacias

3.1.2 Taxa de Crescimento Vegetativo Estimado

O sistema viário municipal apresenta um crescimento vegetativo ao longo dos anos,


soma-se a este crescimento as novas obras de infraestrutura urbana. Para suprir esta nova
demanda de Pontos de Iluminação Pública, ao longo do período de Concessão, deverão ser
executados serviços de ampliação da Rede de Iluminação Pública, desde que os custos sejam
assumidos pelo poder Concedente. Estes serviços compreendem basicamente o
desenvolvimento de projetos e a instalação de novos pontos de iluminação. Esses novos
projetos deverão ser apresentados ao Poder Concedente para fins de - Não Objeção.

A Concessionária, assim como os munícipes, também poderão apontar e sugerir ao


Poder Concedente os locais onde haja demanda reprimida, crescimento vegetativo e os
projetos de iluminação especial e de destaque, para que se promova o seu atendimento nos
termos do Contrato.

Além do crescimento vegetativo, a Concessionária deverá atender às demandas


reprimidas, ou seja, complementar a Rede Municipal de Iluminação Pública em logradouros
existentes na área da Concessão, em todo ou em parte, ainda não contemplados com esses
serviços. A expansão nestes locais deve ocorrer ao longo da Concessão, independentemente
das demais obrigações e demandas da Concessionária, sendo observados os termos do
Contrato para fins de contabilização de Pontos de Iluminação Pública adicionais e eventual
recomposição do equilíbrio econômico-financeiro da Concessão.

3.2 Modernização

Os investimentos nos sistemas de Iluminação Publica serão destinados para a melhoria da


qualidade com níveis adequados de iluminação, trazendo mais conforto e segurança aos
munícipes.
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Estes investimentos serão pautados na utilização de sistemas mais eficientes, proporcionando


uma redução no consumo de energia quando comparado aos antigos equipamentos
instalados. Portanto, para a transposição do parque de Iluminação Publica de Tomé Açu serão
utilizados equipamentos com tecnologias que permitem aliar conforto, segurança e redução
de consumo de energia, o que torna as Luminárias de LED uma das possibilidades mais
promissoras atualmente.

Tem-se observado a crescente evolução da tecnologia das luminárias para iluminação pública
utilizando como fonte luminosa o LED. Diferentemente das lâmpadas incandescentes ou de
descarga, que emitem luz através da queima de um filamento ou pela ionização de alguns
gases específicos, o LED produz sua luminosidade, basicamente, através da liberação de fótons
provocada quando uma corrente elétrica flui através deste componente. Por se tratarem de
fontes luminosas com facho de luz bem direcionado, livres de metais pesados, com alta vida
mediana, cerca de 50.000 horas, alta eficiência – cerca de 80lm/W, resistentes a vibrações,
elevado IRC, e com flexibilidade na escolha da temperatura de cor, há a expectativa de que os
equipamentos empregando estes componentes sejam a alternativa mais viável para sistemas
de iluminação.

3.2.1 Plano de Substituição das Luminárias – Sistema Atual vs Sistema Proposto


O plano de substituição das Luminárias, incluindo os dispositivos de coleta e
transmissão individual de dados e o sistema de aterramento das ferragens e Luminárias está
demonstrado nas planilhas referências a seguir:

Tipo de Luminária Potência Quantidade

Vapor de Mercúrio 80 1

Vapor de Mercúrio 125 1 168

Incandescente 60 1

Halogena 250 5

Mista 250 85

Mista 500 4
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Vapor Metálico 100 6

Vapor Metálico 250 733

Vapor Metálico 400 235

Vapor de Sódio 70 1 136

Vapor de Sódio 100 760

Vapor de Sódio 250 66

Vapor de Sódio 400 17

Lâmpada Led 25 10

Fluorescente Compacta 40 5

Fluorescente Compacta 45 88

Total 4.320

A modernização do parque de Iluminação Pública será gradativa dentro de um


cronograma de 2 (dois) anos. Após este período, o sistema previsto acima estará adequado
segundo os parâmetros luminotécnicos definidos pela ABNT NBR5101, operando com LED.

Concluídos os serviços de modernização, será exigida a iluminação que atenda as


normas nacionais pertinentes em cada ponto de iluminação.

3.2.2 Características das Luminárias

As luminárias, ou armaduras de iluminação pública são constituídas por um conjunto de


elementos elétricos, ópticos e mecânicos. As luminárias de iluminação pública destinam-se a
assegurar a distribuição de fluxo luminoso desejada com o melhor rendimento possível
evitando sempre o encandeamento dos utilizadores, verificar as condições técnicas para o
bom funcionamento dos elementos elétricos, garantindo a segurança dos próprios
componentes e dos utilizadores, e a proteção face às condições climatéricas das lâmpadas, do
sistema ótico e dos componentes elétricos.

Numa luminária de iluminação pública podem encontrar-se diversos componentes que


importa conhecer, em seguida é feita a descrição de alguns desses componentes:
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 Refletores: São componentes óticos que visam modificar a distribuição do fluxo


luminoso pelo princípio da reflexão regular ou mista, podem assumir diversas formas e
são normalmente construídos em vidro espelhado, alumínio abrilhantado ou crómio
polido quando se pretende obter reflexão regular, ou de alumínio martelado ou
chapas pintadas quando se pretende obter reflexão mista.
 Refratores: destinam-se também à alteração da distribuição do fluxo luminoso, mas
pelo princípio da refração dos corpos transparentes, são tipicamente construídos em
vidro ou em materiais plásticos que garantam uma resistência adequada a choques
mecânicos e à fadiga provocada pelas condições climatérica.
 Difusores: têm como principal função a diminuição da luminância das lâmpadas
visando melhorar o conforto visual. São normalmente construídos em vidro claro
quando se pretende um difusor transparente, em vidro despolido ou plástico claro
quando se pretende um difusor translúcido, ou em plástico ou vidro opalinos quando
se pretende um difusor opalino.
 Suporte das lâmpadas: O órgão destinado ao suporte das lâmpadas deve assegurar o
bom contato elétrico com a aparelhagem auxiliar e a manutenção da posição das
lâmpadas mesmo quando a luminária é sujeita a vibrações.
 Corpo da luminária: O corpo da luminária serve de suporte mecânico para todos os
outros componentes, pode também desempenhar total ou parcialmente as funções do
sistema ótico. Deve garantir as condições para a fixação e bom funcionamento da
aparelhagem auxiliar, das lâmpadas e do sistema ótico (quando este é independente
do corpo), pelo que deve apresentar uma boa resistência mecânica a choques e
vibrações e deve assegurar a proteção contra a corrosão. Deve permitir ainda o fácil
acesso às lâmpadas e aparelhagem auxiliar para que possam ser substituídas.
 Órgão de fixação da luminária: é o elemento responsável pela fixação da luminária ao
poste e pode, ou não, ser parte integrante da luminária. Este elemento pode ser fixo
ou permitir a regulação da posição da luminária, mas em todo o caso deve garantir
que a luminária permanece inalterável após o seu posicionamento.
 Dispositivos de regulação: para assegurar uma maior versatilidade de utilização,
algumas luminárias possuem dispositivos que permitem a adaptação às características
da sua distribuição luminosa à superfície a iluminar ou a diferentes tipos de lâmpadas.
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Tal pode ser conseguido através de mecanismos que permitam ajustar a posição da
lâmpada em relação ao sistema ótico ou vice-versa.

 Ambientador isostático: É utilizado em luminárias fechadas com o objetivo de reter a


umidade e o pó que pode penetrar na luminária, juntamente com o ar frio que entra.
Este dispositivo é formado por um tubo para circulação do ar e por um cartucho
perfurado contendo uma substância hidroabsorvente e outra que absorve o pó. Este
equipamento evita com eficácia a acumulação de pó e umidade dentro da armadura
que degradam o desempenho ótico e diminuem o tempo de vida útil dos componentes
contidos na armadura

3.2.3 Vida útil

O conceito de vida de uma lâmpada é dado em horas e é definido por critérios


preestabelecidos por normas técnicas, considerando sempre um grande lote testado sob
condições controladas e de acordo com as normas pertinentes. O conceito de “vida” é
bastante variável conforme os fabricantes e usuários.

 Vida Média - É a média aritmética do tempo de duração de cada lâmpada ensaiada.


 Vida Mediana - É o número de horas resultantes, onde 50% das lâmpadas ensaiadas
ainda permanecem acesas.
 Vida Útil - É o número de horas decorrido quando se atinge 70% da quantidade de luz
inicial devido à depreciação do fluxo luminoso de cada lâmpada, somado ao efeito das
respetivas queimas ocorridas no período, ou seja, 30% de redução na quantidade de
luz inicial.
Normalmente especifica-se a “vida útil” válida para um lote de lâmpadas, funcionando
em períodos contínuos de 3 h, quando 50% do lote está “morto”.

Considera-se “morta” a lâmpada que não mais se acende. O fluxo luminoso nominal é
o fluxo produzido pela lâmpada depois de ter sido “sazonada”, isto é, tenha funcionado
aproximadamente 10% de sua vida provável.
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3.2.4 Desempenho óptico

O bom desempenho ótico da Luminária é fundamental para:

(i) Atender aos níveis de iluminação exigidos para Iluminação Pública,


(ii) Diminuir a poluição luminosa, e
(iii) Aumentar a segurança e ter melhor conforto visual à população. Para isso, a
Luminária deve possuir pelo menos cinco opções de óticas para melhor se
adequar aos diferentes tipos de vias.
Deve possuir ótica do tipo limitado para limitar a luz dirigida acima da Luminária,
diminuindo a poluição visual. Deve, também, possuir sistema ótico reversível para iluminar a
rua e calçada ao mesmo tempo, tornando desnecessário o uso de diferentes Luminárias para
estas duas funções, reduzindo a poluição visual nas vias públicas.

O índice de reprodução de cor é importante para melhor distinção das cores pela
população e pelos sistemas de monitoramento (câmeras), melhorando assim a segurança e o
bem-estar dos usuários, e, desta forma, deve ser, no mínimo, igual a 70, de acordo com o
estágio das atuais tecnologias eficientes de iluminação. A oferta de diferentes temperaturas de
cor (por exemplo, 4000K e 5000K) oferece melhores escolhas de acordo com o objetivo de
iluminação e conforto visual em diferentes regiões da malha de Iluminação Pública. Pelo
estágio atual da tecnologia, o índice de eficiência da Luminária deve ser no mínimo 120lm/W,
para gerar mais luz com menor consumo de energia.

3.2.5 Desempenho óptico

Para melhor proteção do sistema elétrico da Luminária, a fim de evitar falhas e consequente
necessidade de manutenção, é necessário que a Luminária contenha dispositivo de proteção
contra surtos de tensão e corrente (que ocorrem devido a descargas atmosféricas e oscilações
da rede elétrica), com capacidade mínima de 6kV e 3kA, conforme a norma ANSI/IEEE. É
importante que a luminária esteja preparada para operação em uma ampla faixa de tensão de
entrada (por exemplo, 100-277V), a fim de se adequar a diferentes níveis de flutuação na rede
elétrica, mantendo o nível de iluminação adequado e protegendo a Luminária contra falhas
causadas por estas flutuações.

É recomendado que a Luminária mantenha uma boa qualidade de energia na rede


elétrica em que está instalada, sendo necessário que tenha, no mínimo, 0,92 de fator de
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potência, o que significa que a potência consumida pela Luminária é, no mínimo, 92% da
potência que precisa ser transmitida pela rede elétrica. Isso permite economia em
cabeamento em novas instalações e menos perdas nos cabeamentos existentes. Também é
recomendado que a Luminária tenha uma taxa de distorção harmônica menor que 20% e que
contenha um dispositivo que filtre as interferências eletromagnéticas (EMI). O driver deve
apresentar proteção contra sobrecarga, sobreaquecimento e curto-circuito na saída,
provocando o desligamento do mesmo com rearme automático na recuperação, em
conformidade com a norma IEC 61347-1.

3.2.6. Manutenção

Quando é necessária qualquer intervenção para manutenção da Luminária, esta


manutenção deve ser feita o mais rápido possível para evitar transtornos à população. Para
isso é necessário fácil acesso ao compartimento elétrico da Luminária, sem a necessidade do
uso de ferramentas para abrir o compartimento. Para a execução rápida da troca, o
compartimento elétrico onde estará abrigado o driver e os outros componentes
auxiliares/proteção deve ser removível.

Para se adequar à infraestrutura instalada de Iluminação Pública, é necessário que a


Luminária tenha sistema de encaixe para braço de poste de pelo menos 42mm a 60mm, com a
possibilidade de montagem em angulação de ±5º. A Luminária deve estar preparada para
funcionar sem problemas em temperaturas ambientes entre - 10ºC até 50ºC, já que
determinados pontos da malha de Iluminação Pública têm em seu entorno temperaturas mais
elevadas que a média. No corpo da Luminária deve ser previsto um sistema dissipador de
calor, sem utilização de ventiladores ou líquidos, e que não permita o acúmulo de materiais
que prejudiquem a dissipação térmica do sistema óptico e do alojamento do driver.

3.2.7.Outros Equipamentos

Postes Exclusivos de Iluminação Pública

Postes exclusivos de iluminação pública são aqueles que suportam exclusivamente o(s)
braço(s) ou suporte(s) com suas respectivas Luminárias.
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Neste caso poderão ser usados postes de aço ou concreto, com dimensões
compatíveis com o projeto luminotécnico do local. Estes postes deverão ser fabricados
seguindo especificações técnicas da ABNT - NBR. Os postes de aço deverão ser fabricados com
chapa de espessura mínima de 2,65mm com acabamento de zincagem por imersão a quente.

Nos casos em que for necessária pintura especial, esta deverá ser feita em epóxi sobre
base galvanizada a fogo. A cor da pintura deverá ser definida pela Concessionária conforme a
necessidade do projeto.

Para vias com velocidade acima de 60Km/h deverão ser usados postes de aços,
enquanto para vias com velocidade inferiores a 60Km/h, poderão ser usados postes de
concreto de conicidade reduzida.

Deve ser estampado no corpo do poste ou na chapa de fixação, de forma legível e


indelével, no mínimo, o nome ou marca do fabricante, mês e ano de fabricação.

Postes para Rede de Iluminação Pública e Distribuição

Este tipo de poste é aquele que pode receber as ferragens de iluminação pública com
sua Luminária bem como a rede de distribuição da Concessionária de energia.

Neste caso, o projeto de implantação dos postes deverá ser elaborado conforme
manual de distribuição – Projetos de redes de distribuição aéreas urbanas – ND 3.1 e Projetos
de redes de distribuição subterrâneas – ND 3.3 sendo que as obras deverão ser executadas
conforme Manual de Obra Particular da Concessionária de Energia – Celpa. Os postes deverão
obedecer às normas técnicas e desenhos técnicos desta Concessionária.

Braços

Os braços para instalação de Luminárias deverão ser obrigatoriamente fabricados em


tubo de aço com espessura mínima da parede de 3,0 mm, conforme padrões a serem definidos
pela Concessionária de acordo com o projeto luminotécnico para o local de sua instalação. Os
braços deverão ser fabricados e galvanizados conforme normas técnicas ABNT – NBR.

Deve ser estampado no corpo do braço ou na chapa de fixação, de forma legível e


indelével, no mínimo, o nome ou marca do fabricante, mês e ano de fabricação.
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Cabos

Os cabos para rede exclusiva de IP subterrânea ou aérea deverão ser fabricados e


dimensionados conforme normas ABNT – NBR.

No caso de instalação de Rede de Iluminação Pública em postes que servirão também


para rede de distribuição de energia, os cabos de alimentação dos circuitos deverão ser
dimensionados e atender às especificações técnicas da distribuidora de energia.

Já os cabos de alimentação das Luminárias deverão ser de cobre, isolamento 0,75/1


KV, de bitola compatível com a potência a ser instalada.

Transformadores

Quando for necessário o uso de transformadores para alimentação da Rede de


Iluminação Pública, estes deverão ser especificados e dimensionados conforme as normas
técnicas da distribuidora de energia.

Demais Equipamentos de Iluminação

É de responsabilidade da Concessionária que os demais equipamentos que serão


utilizados no Sistema de Iluminação Pública do Município de Tomé Açu sejam de qualidade e
garantam o pleno cumprimento de todas as normas aplicáveis e prestação dos serviços
previstos no Contrato e em seus Anexos.

3.3 Sistema de Telegestão

O sistema de Telegestão é uma ferramenta usada para gerir, controlar e monitorar


redes de iluminação pública. A tecnologia de telegestão para iluminação pública, permite que
os gestores tenham controle, monitoramento e operação remota de sistemas de Iluminação
Pública através de uma operação mais simples e funcional. Cada luminária recebe
individualmente informações de configuração que melhor se adaptem à sua configuração
específica. É possível configurar com precisão a quantidade de luz necessária em quaisquer
circunstâncias, controlando a quantidade de energia utilizada. O principal benefício que o
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investimento nessa tecnologia pode gerar para o contratante é a economia de custos em


manutenção e energia elétrica.

3.3.1 Projetos Luminotécnicos – Plantas Esquemáticas

O Parceiro Privado, em conjunto com o Município de Tomé-Açu, deverá elaborar, além de um


Plano de Classificação das Vias do Município - em conformidade com a NBR-5101, um Plano de
Priorização dos Projetos, analisando a interação das diversas áreas do Município e avaliando
suas características e impactos.

3.3.2 Eficiência Energética

A Eficiência Energética é definida como uma atividade que procura aperfeiçoar o uso
das fontes de energia e que consiste em utilizar menos energia para fornecer a mesma
quantidade de valor energético.

De acordo com Plano Nacional de Eficiência Energética (PNEF ANEEL) existe uma meta
nacional para redução de 10% do consumo de energia elétrica até 2030 – 106.623 GWh – por
meio de ações que estimulam a aplicação de processos de eficiência energética para a
indústria, edificações, prédios públicos, iluminação pública, etc.

Os meios usuais para alcançar maior eficiência energética, podem ser listados como:

 Utilização de fontes luminosas mais eficientes (ex.: iluminação LED em comparação a


outras tecnologias);
 Otimização da manutenção de redes e equipamentos (menores perdas);
 Utilização de fontes de energias renováveis (ex.: solar, eólica, biomassa, etc.)

Conforme informações do INMETRO e de outras fontes públicas, é possível sumarizar
algumas vantagens da utilização da tecnologia de iluminação LED:
 Economia de energia maior que lâmpadas convencionais;
 Eficiência energética, pois grande parte da energia consumida é transformada
em luz e não tem calor);
 Não emite raio UV e por isso não atrai insetos;
 Poluição luminosa nula devido ao foco direcionado;
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 Compromisso com meio ambiente – São considerados lixo comum, não


demandando tratamento especial em sua fabricação ou descarte. Não tem em
sua composição substâncias tóxicas tais como mercúrio e chumbo, nem
filamentos; e grande parte do material é reciclável;
 Facilidade de integração – Sua utilização com outros componentes eletrônicos
como fibra óptica, painel solar, baterias, etc.- é natural, abrindo um vasto
leque de opções a ser explorado;
 Resistência a uso severo – Como se trata de um componente sólido, suporta
bem a vibração, variação de temperatura e uso pulsante constante sem
problemas.

3.4 Sistema de Gerenciamento


O Sistema Central de Gerenciamento deverá ser o sistema de controlo e
processamento central de todas as informações das equipes, CCO, almoxarifado, controle de
frotas, softwares e controles de informatizados da Concessionária. O gerenciamento da
operação da Concessionária terá como objetivo principal otimizar todos os processos da
gestão do Parque de Iluminação Pública do Município de Tomé Açu.

O Software do Sistema Central de Gerenciamento deverá ser compatível com os


principais sistemas operacionais do mercado, sendo aberto, permitindo o uso do software na
maioria dos sistemas computacionais disponíveis. O software deverá ser utilizado nos sistemas
móveis da Concessionária.

As funcionalidades descritas a seguir são as funções mínimas que o Sistema Central de


Gerenciamento deverá possuir para potencializar o desempenho da gestão do parque. Todas
informações geradas pelo sistema deverão ficar armazenadas e a disposição do Poder
Concedente durante toda a Concessão.

O CCO poderá estar fora dos limites do município, sendo possível o compartilhamento,
quando aplicável, desde que não prejudique o gerenciamento das atividades operacionais.

3.4.1 Gestão da Manutenção e Operação


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O Sistema deverá fazer a integração entre protocolos de manutenção ou operação de obras, e


os dados controle da frota e equipes em campo para o monitoramento da execução de cada
serviço e a localização da equipe responsável. Adicionalmente, deverá controlar e distribuir as
Ordens de Serviço para as equipes e realizar a atualização dos dados do Cadastro Técnico de
acordo com as informações enviadas pelas equipes de campo e os respectivos protocolos e
Ordem de Serviço.

Através dos smartphones e tablets das equipes de campo, os operadores poderão ter
acesso ao sistema, que deverá permitir a visualização do histórico de intervenções do ponto de
Iluminação Pública relacionado na solicitação de serviço. O Sistema deverá permitir o controle
de materiais utilizados por cada equipe.

O planejamento das rotas de vistoria das rondas deverá ser fornecido pelo Sistema
Central de Gerenciamento o qual deverá fazer o controlo das equipes de vistoria de todos os
pontos de Iluminação Pública e garantir que a inspeção completa do parque seja feita dentro
do prazo estabelecido.

3.4.2 Gestão da Energia

O Sistema Central de Gerenciamento deverá realizar o processamento entre todos os


dados do controle de monitoramento remoto das Luminárias para fins de cálculo do consumo
e gastos de energia.

As informações processadas deverão gerar relatórios para a análise do consumo por


logradouro, região, bairro e ponto por ponto do parque de Iluminação Pública.

3.4.3. Gestão do Patrimônio

O Sistema Central de Gerenciamento deverá processar todos os dados do Cadastro


Técnico referentes aos ativos de Iluminação Pública. O sistema deverá:

• permitir buscas na base patrimonial para verificação e análise dos materiais


existentes instalados no parque de iluminação;

• identificar as características e materiais instalados em um ponto específico de


Iluminação Pública;

• realizar a localização ponto a ponto georreferenciada de cada ponto de luz;


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• cruzar os dados entre as intervenções realizadas nos equipamentos e os dados


cadastrais dos equipamentos por períodos;

• gerar relatórios diversos para análise da gerência contratual e do Poder Concedente.

3.4.4 Gestão de Suprimentos

O Sistema Central de Gerenciamento deverá fornecer o suporte necessário para a


gestão dos materiais de estoque, incluindo:

• Monitoramento da quantidade mínima para atender as intervenções do parque de


Iluminação Pública;

• Controle dos materiais e preparação dos kits destinados aos projetos de ampliação e
modernização;

• Controle de e gerenciamento do estoque

• Controle da garantia dos equipamentos;

• Controle da destinação dos materiais e equipamentos proveniente da retirada do


parque de iluminação.

O Sistema ainda deverá gerar alerta para necessidades de compras e fazer a


atualização das informações do Cadastro Técnico.

3.4.5 Módulo de Telegestão

O módulo de Telegestão encontra-se dentro do Sistema Central de Gerenciamento –


SCG. Este deverá exibir os pontos luminosos em base cartográfica georeferenciada e possuir as
seguintes funcionalidades para interação com os equipamentos de campo:

 Gerenciador de programação;
 Gerenciador de relatório;
 Inventário de equipamentos;
 Rastreamento de falhas;
 Análise de falhas;
 Controle de energia;
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 Consumo mensal de energia;


 Vida útil das lâmpadas;
 Histórico de dados;
 Visualização de logs.
O software de gerenciamento do sistema de telegestão deve possuir 3 níveis de acesso
diferentes. Os níveis mínimos devem ser:

1. Nível Administrador: Deve permitir controlo total do sistema.


2. Nível Operador: Deve permitir acesso à modificação de configurações de liga/desliga,
mudanças de programação horárias e configuração dos dados de registro de cada
ponto controlado.
3. Nível de Report: Deve permitir acesso a relatórios de todos os dados medidos pelo
sistema, porém esse nível não pode modificar nenhuma configuração.

3.5. Centro de Controlo Operacional (CCO)


A Concessionária deverá disponibilizar uma base definitiva para a instalação do Centro
de Controle Operacional (CCO) e toda a infraestrutura necessária para o gerenciamento de
todas as operações, considerando a instalação da infraestrutura de tecnologia da informação e
acomodação de toda a equipe de operação. Adicionalmente, a Concessionária deverá realizar
as adequações necessárias ao CCO para garantir o bom serviço das instalações incluindo,
manutenção, reformas e modernizações.

A composição básica da estrutura do CCO é formada pelos ambientes para a


acomodação e setorização das equipes de gerência técnica e operacional, Call Center,
acomodação da infraestrutura de informática, sala de reuniões e conferências, Data Center e
segurança.

A Concessionária será responsável pelo fornecimento de todos os recursos humanos e


materiais necessários para o pleno funcionamento do CCO, assim como a conservação de suas
instalações/equipamentos e sua segurança.
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3.5.1 Instalações

As instalações do CCO deverão ser dimensionadas visando atender as necessidades de


acomodação de todas as equipes, possuir divisão por, equipes, setores e salas para
equipamentos e segurança.

Os principais ambientes que deverão ser contemplados pelo CCO são:

• Sala de controlo de operação: local de monitoramento e análise das informações dos


sistemas de gerenciamento do parque, gerenciamento, equipes de campo, fluxo de
protocolos, Ordens de Serviço, controle de frotas e demais necessidades da Concessionária. O
operador controlará o atendimento e os prazos das Ordens de Serviço e realizará alterações de
prioridade dos serviços.

• Concessionária e Poder Concedente e entre as empresas consorciadas.

• Call Center: destinado a atendimento aos munícipes,

• Data Center: ambiente controlado, disponibilidade e segurança para a acomodação


de sistemas e equipamentos utilizados em todo o CCO. O Data Center deverá possuir
redundância de todos os componentes para assegurar a operacionalidade de todos os dados
do sistema de gerenciamento do parque de Iluminação Pública

3.5.2 Equipamentos

A aquisição dos equipamentos para o pleno funcionamento do CCO será de


responsabilidade da Concessionária, bem como sua manutenção, substituição e modernização.
O prazo de vida útil de cada equipamento será considerado dentro do período de máximo 10
anos variando conforme o tipo de equipamento.

A qualidade dos equipamentos adquiridos pela Concessionária será de sua própria


responsabilidade, admitindo todas as consequências devido às falhas de funcionamento e as
punições, por parte do Poder Concedente, em consequência do não cumprimento da
qualidade do serviço prestado a Concessão.

Os equipamentos deverão ser dimensionados de forma que o sistema não trabalhe em


sua capacidade máxima, não superando 70% da capacidade projetada.

4. MEDIDA RELACIONADAS AO MEIO AMBIENTE E GESTÃO DE RESÍDUOS


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4.1 Responsabilidade Ambiental

A Concessionária deverá elaborar e manter um programa interno de treinamento de


seus empregados para a utilização correta de recursos visando à redução do consumo de
energia elétrica, de água e produção de resíduos sólidos.

4.2. Gerenciamento de Resíduos Sólidos

A presente proposta propõe a modernização do Parque de Iluminação Pública de


Tomé Açu, com o uso significativo de lâmpadas de LED. As lâmpadas de LED não apenas
consomem menos energia do que as lâmpadas convencionais para gerar um mesmo nível de
luminosidade, como também evitam o uso de produtos químicos que apresentam grande risco
para a saúde humana e do ambiente.

As lâmpadas utilizadas atualmente, que contêm mercúrio, após o uso, são classificadas
como resíduos perigosos (Classe 1) pela Norma ABNT 10.004/04. Diante disto, merecem
cuidados especiais quanto aos procedimentos de manuseio (retirada/coleta),
acondicionamento, transporte, armazenagem e destinação final, em função das suas
características peculiares e dos riscos que apresentam.

4.3 Descarte do Material Tóxico/Resíduos Perigosos

A Concessionária deverá possuir local específico para armazenamento e destinação


dos materiais e equipamentos que serão instalados e retirados do Parque de Iluminação
Pública ou poderá contratar terceiros para que efetuem o descarte nos termos da legislação
aplicável.

O local de armazenamento deverá ser dimensionado para garantir a estocagem


adequada, atendendo as normas ambientais e cumprir as garantias de cada fabricante dos
equipamentos.

O recebimento dos materiais e equipamentos deverá ser comunicado ao Poder


Concedente para fiscalizar a qualidade dos materiais. Amostras dos equipamentos e materiais
poderão ser retiradas pelos representantes do Poder Concedente para análise.
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Todos os materiais e equipamentos retirados do Parque de Iluminação Pública serão,


separados, registrados e armazenados até a destinação adequada. As lâmpadas retiradas
deverão ser devidamente descartadas junto aos órgãos competentes

4.4 Descarte das Lâmpadas

A Concessionária, diretamente ou por meio de terceiro contratado, deverá fazer o


descarte correto do todo o material classificado como CLASSE I perante os órgãos ambientais
por empresa especializada e deverá apresentar o certificado de descontaminação e destinação
do resíduo, emitido pela empresa especializada, ao Poder Concedente a cada remessa
descontaminada.

A Concessionária deverá atender às diretrizes de descarte, transporte, armazenamento


e acondicionamento de lâmpadas de iluminação pública previstas no Manual de Descarte de
Lâmpadas do Procel, divulgado pela Eletrobrás, na medida em que as diretrizes ali contidas se
baseiam nas normas ambientais aplicáveis e nas normas técnicas da ABNT. É da
responsabilidade da Concessionária, monitorar e acompanhar o processo de descarte correto
das do material CLASSE I desde sua retirada do parque de iluminação, manuseio,
armazenamento, transporte descontaminação até o descarte final.

4.5 Manuseio

Entende-se por manuseio de lâmpada, toda e qualquer manipulação e movimentação


da mesma, desde sua retirada do ponto luminoso, transporte até a estrutura operacional,
entrega e acondicionamento no almoxarifado até envio para o local do seu tratamento ou
disposição final.

As lâmpadas quebradas (casquilhos), em todas as fases de movimentação - retirada,


armazenamento e transporte - devem ser manuseadas com os equipamentos de proteção
(EPI´s) adequados. As lâmpadas substituídas que ainda estiverem em condições de uso na
iluminação pública poderão ser reutilizadas, após triagem na bancada de testes, respeitando
as condições de acondicionamento e armazenamento.
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4.6 Acondicionamento

As lâmpadas inteiras retiradas do parque de iluminação deverão ser armazenadas em


local seco, preferencialmente em sua embalagem original e acondicionada na caixa metálica
do eletricista quando este estiver em campo. Na ausência da embalagem original, a lâmpada
deve ser individualmente protegida com, por exemplo, plástico bolha, ou várias folhas de
papel.

As lâmpadas queimadas inteiras deverão ser acondicionadas em caixas de papelão,


identificadas com a informação de quantidade e data de fechamento, e acondicionadas em
local diferente ao de estocagem de lâmpadas novas ou usadas em condições ainda de uso,
mantendo um controle desse estoque. As lâmpadas quebradas (casquilhos) deverão ser
separadas das demais e colocadas em tambores (recipiente portátil, hermeticamente fechado,
feito com chapa metálica ou material plástico – tipo bombona) revestidos internamente com
saco plástico especial para evitar a sua contaminação

4.7 Estocagem

A estocagem deverá ser em área separada e demarcada em área coberta, seca e bem
ventilada. Os contêineres e/ou bombonas devem ser colocados sobre base de concreto ou
paletes que impeçam a percolação (ato de um fluído passar através de um meio poroso) de
substâncias para o solo e águas subterrâneas.

O acesso de pessoas estranhas deverá ser proibido, e o local será sinalizado com as
palavras “Lâmpadas para reciclagem”.

4.8 Transporte de lâmpadas

O transporte até a empresa responsável pela descontaminação será realizado por


transportadora habilitada pela Concessionária ou pela empresa de descontaminação, desde
que atenda às exigências legais de transporte de produtos perigosos. Cada lote enviado para
descontaminação deverá ser adequadamente identificado e caracterizado.

Ao acionar a empresa descontaminadora, deverão ser preenchidas em duas vias o


Manifesto de Transporte – MTR e a Ficha de Emergência pelo Representante da
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Sustentabilidade. Estes documentos deverão ser assinados e uma via ficará na estrutura
operacional e as demais serão entregues ao transportador.

Os veículos da empresa descontaminadora deverão apresentar, nas três faces de sua


carroceria, informações sobre o tipo de resíduo transportado e identificação da empresa.

4.9 Impacto Ambiental

A Política Nacional de Resíduos Sólidos, constituída pela Lei Federal nº. 12.305/2010,
tem por objetivo reunir o conjunto de princípios, instrumentos, diretrizes, metas e ações para
viabilizar a gestão integrada e o gerenciamento ambientalmente adequado dos resíduos
sólidos, exceto os rejeitos radioativos, regulados por legislação própria e específica.

Oconceitodegerenciamentoderesíduos,oraestabelecidopelanormafederal,segueasegui
nteordemdeprioridade:nãogeração,redução,reutilização,reciclagem,tratamentodosresíduos
sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos.

4.10 Redução do Material Tóxico/Resíduos Perigosos

A Concessionária deverá capacitar seu pessoal quanto ao uso racional de consumos,


utilizando materiais e equipamentos de qualidade e vida útil longa, para reduzir a quantidade
de resíduos sólidos gerados.

Deverá também, promover a implantação de Programa de Coleta Seletiva de Resíduos


Sólidos nos equipamentos obrigatórios com descarte apropriado.

4.11 Redução do Consumo de Energia Elétrica

O consumo energético é e deve ser, cada vez mais uma preocupação de todos. Não só
implica uma maior dependência dos combustíveis fósseis como são o petróleo e o gás, como
tem um forte impacto no ambiente pela poluição que cria. Gera também um outro problema
que não podemos descurar, os elevados custos associados. Calcula-se que só na Europa, seja
desperdiçada 20% da energia consumida com um custo anual associado de €100 biliões por
ano.
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4. 12 Redução dos Gases Poluentes/CO2

O CO2 é responsável por cerca de 64% do efeito estufa. O efeito estufa provoca um
desequilíbrio no sistema natural da Terra pelo que é urgente reduzir as emissões dos gases
prejudiciais e propor alternativas. A redução do consumo de energia é importante, e a
aquisição de produtos aprovados como modelos que consomem uma menor quantidade de
eletricidade também é fundamental.

Ao implementar lâmpadas LED permitirá compensar a emissão anual de Gases de


Efeito Estufa contribuindo com o esforço global para impedir o aquecimento de nosso planeta
e, ao mesmo tempo, estará proporcionando uma série de benefícios ambientais para a nossa e
as próximas gerações.

5. MODELAGEM DE SERVIÇOS

5.1 Estrutura Organizacional

A operação e manutenção do Sistema de Iluminação Pública deverá assegurar a


qualidade dos níveis de iluminação e luminotécnicos estabelecidos pelas normas técnicas
nacionais e internacionais equivalentes, a qualidade dos serviços prestados e a segurança dos
funcionários da Concessionária e de todos os munícipes.

A Concessionária deverá possuir processos e estrutura operacional e administrativa


adequada para realizar a gestão da Concessão, a manutenção dos serviços prestados aos
munícipes e a gestão das informações do Sistema de Iluminação Pública incluindo os dados
obtidos através do Call Center.

Deverá também possuir processos adequados de controle de armazenamento e


descarte dos materiais retirados do parque substituído, atendendo todas as exigências
ambientais legais pertinentes, assim como possuir setores para controlar a qualidade das
atividades e segurança dos funcionários de modo a atender as exigências mínimas das normas
nacionais vigentes.

A estrutura a seguir é meramente indicativa, podendo a concessionária optar por


outras desde que atenda ao definido nesse contrato.
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A gerência do Contrato deverá estar sempre à disposição do Poder Concedente e será


o responsável por responder a todos os processos e encargos necessários da administração da
Concessionária.

A Gerência administrativa deverá suportar à Alta Administração na tomada de


decisões.

O Centro de Controle Operacional (CCO) é o local determinado ao monitoramento e


controle de todas as operações do Sistema de Iluminação Pública, conforme já descrito.

Os setores de Suprimentos e Logística deverão fornecer suporte técnico e operacional


para o desenvolvimento das atividades de manutenção e obras.

5.2 Operação Manutenção e Inspeção

A manutenção deverá garantir o total funcionamento do Sistema de Iluminação


Pública. Os índices mínimos de fotometria e luminância devem atender as normas nacionais,
internacionais ou determinações do Poder Concedente, assim como os indicadores de
desempenho e disponibilidade detalhados no Sistema de Mensuração de Desempenho.

Deverá ainda realizar intervenções em períodos fora do pico de trânsito, quando


possível, e solicitar as aprovações necessárias do órgão de trânsito competente.
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Todos os serviços em campo deverão passar por análise e aprovação do Engenheiro


responsável sobre a operação e todas as medidas de segurança deverão ser adotadas quando
cabível, como, por exemplo, isolamento da área de trabalho e garantia de utilização dos EPI‘s e
EPC‘s dos trabalhadores.

A Concessionária deverá atender todas as Normas Regulamentadoras apropriadas para


cada serviço para garantir a segurança operacional dos procedimentos em campo, segurança
dos funcionários e munícipes, abaixo são destacadas algumas das normas que deverão ser
atendidas:

• NR 6 – Equipamento de Proteção Individual - EPI

• NR 10 – Segurança em instalações e serviços em eletricidade

• NR 11 – Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais.

• NR 12 – Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos

• NR-35 – Trabalho em altura

Ao término dos serviços, as equipes deverão realizar a limpeza do local do trabalho e a


liberação da via (quando cabível).

Os ativos de Iluminação Pública instalados e retirados do Parque de Iluminação Pública


deverão ser atualizados pelo CCO, para que os dados na base do cadastro dos ativos estejam
sempre atualizados. Os dados serão enviados em tempo real via software instalado nos
dispositivos móveis (tablet ou smartphone) para atualização do status do protocolo de
solicitação do serviço e controle de materiais.

As principais informações a ser registradas são relacionadas abaixo. Elas deverão


fornecer os dados necessários para a rastreabilidade do equipamento, histórico do serviço
executado relacionando equipe executora e atualização do Cadastro Técnico e controle da
frota:

• Dados da atividade realizada;

• Dados dos equipamentos e materiais retirados e instalados;

• Dados da equipe executora;

• Tempo de execução do serviço;

• Controle de frota.
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As operações de manutenção são classificadas em quadro categorias: Manutenção


Preventiva, Manutenção Preditiva, Manutenção Emergencial e Manutenção Corretiva. Cada
tipo de manutenção deverá possuir tratamento específico para atender as necessidades do
Sistema de Iluminação Pública do Município de Tomé Açu. A classificação do tipo de
manutenção que será considerado em cada ordem de serviço será realizada durante a
abertura do protocolo de solicitação de serviço, de acordo com a urgência de cada
atendimento. A classificação da urgência dos serviços será realizada através do Call Center da
Concessionária, instalado junto ao CCO, tanto para os casos de solicitação por munícipe, SAC,
ouvidoria da prefeitura e do Poder Concedente, e ordens de serviço abertas pelas rondas. As
ordens de serviço geradas pelo sistema de gerenciamento serão classificadas pelo próprio
sistema.

A Gestão de Manutenção Preventiva e Preditiva - visa garantir o funcionamento das


luminárias e equipamentos que fazem parte dos ativos de Iluminação Pública do município de
Tomé Açu, durante toda a vida útil dos equipamentos. Considera-se como gestão de
Manutenção Preventiva as intervenções programadas e periódicas dos ativos de Iluminação
Pública, desta forma minimizando taxas de falhas dos equipamentos, através da correção,
substituição ou adequação dos mesmos.

A Manutenção Preventiva deve ser solicitada através do software de gerenciamento e


rondas. A manutenção preventiva deverá ser programada para atender toda a extensão do
Parque de Iluminação Pública do município de Tomé Açu, através do software de gestão. As
ordens de serviços geradas pelo sistema serão encaminhadas eletronicamente através dos
dispositivos móveis (tablets/smartphones) das equipes. Os serviços deverão contemplar todos
os ativos de Iluminação Pública (Luminárias, equipamentos de gerenciamento, braços,
suportes, postes exclusivos, cabos, aterramento e demais acessórios).

A gestão de Manutenção Preditiva é o conjunto de medidas para evitar falhas no


sistema através de intervenções programadas com base no acompanhamento do ciclo de vida
do ponto luminoso e na vida útil e taxa de falha de cada ativo. Essas intervenções são feitas
antes da efetiva falha dos equipamentos. A programação da manutenção preditiva e o
controle dos dados deverão ser feitos por meio do software de telegestão e contemplar todos
os ativos que compõem o Sistema de Iluminação Pública.
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Os atendimentos de Manutenção Emergencial são aqueles relativos a avarias físicas


em luminárias ou em postes da Rede de Iluminação Pública, que possam causar danos físicos á
população. Os serviços caracterizados como emergencial deverão ser atendidos em no
máximo 24 (vinte e quatro) horas após a constatação ou solicitação. Ocorrências de
manutenção emergencial poderão ser registradas através do Poder Concedente, rondas,
atendimento aos munícipes e software de telegestão. A equipe de atendimento de
manutenção emergencial deve primeiramente identificar a ocorrência, verificar a necessidade
de reposição de equipamentos de Iluminação Pública, e isolar a área do atendimento. Após a
identificação da ocorrência, caso a responsabilidade do caso não seja da Concessionária, os
responsáveis pelos órgãos ou empresas deverão ser acionados.

A Gestão de Manutenção Corretiva deverá corrigir as eventuais falhas nos


equipamentos, desgaste de materiais, furto, vandalismo e demais ocorrências que
prejudiquem a qualidade dos serviços prestados pela Concessionária.

Em caso de serem detectadas em vistorias diurnas ou noturnas ocorrências de vandalismo ou


furto de equipamentos da Rede de Iluminação Pública, a Concessionaria deverá realizar a
abertura de Boletim de Ocorrência relatando o fato com o máximo de detalhes, informando os
elementos que foram vandalizados ou roubados, data provável e testemunhas se existirem. Ao
final deste procedimento a Concessionária deverá fazer a correção do ponto vandalizado.

5.3 Expansão (Obras)

Durante a execução dos serviços de modernização do Sistema de Iluminação Pública


do município de Tomé-Açu, a Concessionária deverá apresentar o planejamento mensal da
execução das implantações conforme o Plano de Modernização do Sistema de Iluminação
Pública. O planejamento mensal deverá ser apresentado ao Poder Concedente com no mínimo
10 dias de antecedência do início de cada mês para obtenção de Não Objeção.

O planejamento mensal deverá conter o cronograma de entregas do mês referente, as


devidas atualizações, os planos de contingência para evitar atrasos e garantir o prazo de
entrega dos serviços, os locais onde serão realizadas as instalações, as autorizações
necessárias para a execução dos serviços como liberação para interdição total ou parcial de
vias, períodos dos trabalhos e relação de equipamentos que serão utilizados (veículos,
equipes, Luminárias, braços).
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5.4 Gestão do Cadastro

A gestão do Cadastro técnico deverá ser realizada através do software de gestão dos
ativos de Iluminação Pública, que deve conter a vida útil dos equipamentos, informações
atualizadas das manutenções e controle dos ativos. Os dados deverão ser geridos com
recursos informatizados, via software de gestão.

O Cadastro Técnico deverá conter as informações do levantamento cadastral de toda a


instalação do Parque de Iluminação Pública. As informações mínimas referentes aos Pontos de
Iluminação Pública são:

• Bairro;

• Número do Logradouro;

• Tipo de unidade de iluminação;

• Altura do poste;

• Tipo e comprimento do braço;

• Rede de Iluminação Pública (aérea ou subterrânea);

• Transformador exclusivo para IP (número de fases e potência);

• Comando (Geral ou Individual);

• Tipo da Luminária;

• Nível de iluminância médio;

• Potência do ponto de luz;

• Características dos reatores e drivers associados;

• Posição georreferenciada;

• Valor nominal do fluxo luminoso/consumo (lúmen/watt), estabelecido para a fonte


luminosa utilizada no ponto de Iluminação Pública e nível de iluminância.

O Cadastro Técnico deverá registrar todas as informações de cada equipamento


instalado no Parque de Iluminação Pública para garantir a rastreabilidade de todos os
equipamentos utilizados.
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Em relação às luminárias, deverão ser registrados os seguintes dados: Potência, tensão


de alimentação, corrente, ocorrências de falta de energia, consumo de energia e número do
ponto de IP de instalação.

A atualização dos ativos de Iluminação pública deverá ser realizada no início do


contrato na fase de cadastro técnico e permanentemente ao longo de todo o contrato de
acordo com as ocorrências de atendimento do Parque de Iluminação Pública.

5.5 Gerenciamento do Uso de Energia Elétrica

O gerenciamento do consumo da energia elétrica do Sistema de Iluminação Pública


será de responsabilidade da Concessionária, que deverá realizar as medições através do
sistema de gerenciamento, devidamente homologado junto aos órgãos competentes. O
gerenciamento da energia elétrica do Parque de Iluminação Pública deverá seguir os requisitos
de estabelecidos pela Norma ISO 50001:2011 – Sistemas de Gestão de Energia: Requisitos com
orientações para o uso – o qual especifica os requisitos mínimos para estabelecer, implantar,
manter e aprimorar um sistema de gestão de energia.

No período de modernização do Sistema de Iluminação Pública, o consumo de


eletricidade deverá ser calculado por estimativa de acordo com a potência das novas
Luminárias com tecnologia LED. Durante o primeiro ano da fase de modernização, a
Concessionária deverá solicitar a validação da distribuidora de energia elétrica, da medição
energética através do software de gerenciamento como uma ferramenta para determinara
cobrança da fatura de energia elétrica de Iluminação Pública.

Durante a Concessão, o software de gerenciamento deverá fornecer relatórios


específicos sobre o consumo de energia do Parque de Iluminação Pública. Os relatórios
gerados pelo sistema de gerenciamento deverão visualizar o consumo por região, tipo de via,
potência de luminárias, desta maneira tornando-se possível estimar o consumo exato dos
novos projetos de modernização e eficientização.

Além de monitorar as variações do consumo energético do Parque de Iluminação


Pública, na ocorrência de desvios superiores a 3% do consumo médio, deverá ser gerado um
aviso no software de gestão, para a devida verificação por equipe de manutenção.
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A Concessionária poderá utilizar fontes alternativas de energia elétrica provenientes


de fontes renováveis de geração, podendo ser adquiridos no mercado livre, sob as regras dos
órgãos responsáveis e ANEEL.

5.6 Segurança da Informação

Todas as informações relacionadas ao Parque de Iluminação Pública do Município de


Tomé Açu são de propriedade do Poder Concedente. Desta forma, a Prefeitura terá acesso a
todas as informações que forem solicitadas.

A Concessionária poderá usufruir das informações do Sistema de Iluminação Pública


apenas para seu uso interno e exclusivo.

A Concessionária deverá elaborar uma Política de Segurança das Informações do


Sistema Central de Gerenciamento que deverá controlar os acessos de usuários ao Sistema de
Iluminação Pública.

A Política da Segurança da Informação da Concessionária deverá ser regida por todas


as normas nacionais, conforme as listadas abaixo:

• ABNT NBR ISO/IEC 27001:2013 – Tecnologia da informação — Técnicas de segurança.


• Sistemas de gestão da segurança da informação — Requisitos; ABNT NBR ISO/IEC
27002:2013 – Tecnologia da informação — Técnicas de segurança — Código de prática
para controles de segurança da informação; ABNT NBR ISO/IEC 27005:2011 –
Tecnologia da informação — Técnicas de segurança — Gestão de riscos de segurança
da informação.
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ANEXO II – CARTA DE APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA ECONÔMICA

CONCORRÊNCIA PÚBLICA n° 004/2018

CONCESSÃO ADMINISTRATIVA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE TOMÉ-AÇU

Prezados Senhores,

Nos termos do Edital e seus Anexos, bem como das demais informações disponibilizadas no
processo licitatório em Epígrafe, com os quais esta <Licitante>, <qualificação>, concorda
integralmente, apresentamos nossa Proposta Econômica para a modernização, expansão,
operação e manutenção da infraestrutura da Rede de Iluminação Pública de Tomé-Açu/Pará.

CONSIDERANDO QUE:

(i) Esta Proposta Preço reflete a intenção desta Licitante e é vinculante,


irrevogável, irretratável e incondicional;

(ii) Para a elaboração desta Proposta Econômica a Licitante considerou todos os


investimentos, tributos, custos e despesas necessários à execução do Contrato
de Concessão;

(iii) Na elaboração da Proposta Econômica esta Licitante tomou ciência, anuiu e


considerou todos os riscos assumidos em eventual contratação, caso sagre-se
vencedora desta Licitação;

(iv) A Proposta Econômica considerou o prazo de 24 anos de Concessão


Administrativa;

(v) Todos os investimentos necessários, serviços e demais características da


Concessão Administrativa foram considerados, bem como as informações
divulgadas foram suficientes para a apresentação desta Proposta Econômica;
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(vi) Para a elaboração desta Proposta Econômica a Licitante elaborou Plano de


Negócios, que foi submetido à avaliação de sociedades organizadas para
prestação de serviços de consultoria ou assessoria de natureza econômico-
financeira ou de instituição financeira, nacional ou estrangeira, para avaliação
e verificação de viabilidade econômico-financeira.

PROPOSTA DE CONTRAPRESTAÇÃO:

Esta Licitante, cujos dados estão apresentados abaixo vem, por seu representante legal,
apresentar a seguinte Proposta Econômica para os fins da Licitação em epígrafe:

R$ ..... (valor da Contraprestação Pública Máxima por extenso)

VALIDADE:
Esta Proposta Econômica terá validade de ...... (período por extenso)
DADOS DA LICITANTE:
Razão Social / Denominação do Consórcio: .....
CNPJ/MF (em caso de Consórcio, utilizar CNPJ/MF da empresa líder): ....
Composição Acionária / Participação Consorcial: ....
Empresa líder (quando aplicável): ......
Endereço: .......
Telefones de contato:.......
Fax: ..........
Representante Credenciado: ...........
E-mail: .........

Local e data

Assinatura Com Firma Reconhecida

_____________________________________________
LICITANTE
Por seu representante legal
RG nº
CPF/MF sob o nº
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ANEXO III

MODELO 01 - CARTA DE CREDENCIAMENTO

CONCORRÊNCIA PÚBLICA n° 004/2018

CONCESSÃO ADMINISTRATIVA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE TOMÉ-AÇU

Prezados Senhores,

<Licitante>, <qualificação>, por seu representante legal, em atendimento ao disposto no Edital


de Licitação referente à Concorrência Pública em epígrafe, solicita o credenciamento dos
seguintes Representantes da Licitante perante esta Comissão de Licitação:

Sr(a).<nome>, <qualificação>

Sr(a).<nome>, <qualificação>

Com o Credenciamento a <Licitante> tem ciência de que seus Representantes da Licitante,


serão os responsáveis pela integral representação da Licitante na Concorrência Pública em
epígrafe, detendo os poderes necessários e suficientes para representação durante todo o
processo licitatório.

Local e data

Assinatura com firma reconhecida


_____________________________________________
LICITANTE
Por seu representante legal
RG nº
CPF/MF sob o nº
ESTADO DO PARÁ
PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMÉ-AÇU
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ANEXO III

MODELO 02 - CARTA DE FIANÇA BANCÁRIA

CONCORRÊNCIA PÚBLICA n° 004/2018

CONCESSÃO ADMINISTRATIVA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE TOMÉ-AÇU

(Local e Data)

Prezados Senhores,

Ref.: FIANÇA BANCÁRIA

1) Pelo presente instrumento e na melhor forma de direito, o BANCO ..., com sede na Cidade
de ..... Estado de ...., na Rua ...., nº ...., inscrito no CNPJ sob o nº ...., por seus representantes
legais abaixo assinados, se declara fiador e principal pagador, até o limite de R$ ..... (.....), da
empresa <licitante>, estabelecida na Cidade de ...., Estado de ........, na Rua ............, nº .....,
inscrita no CNPJ sob o nº ...., em garantia à fiel, completa, cabal e perfeita manutenção das
condições da Proposta Econômica apresentada na Licitação - Concorrência Pública nº *●+, cujo
objeto compreende a modernização, expansão, operação e manutenção da infraestrutura da
Rede de Iluminação Pública da Tomé-Açu/Santa Catarina.

2) O valor limite acima estabelecido será automaticamente atualizado na mesma época, forma
e periodicidade determinada no Edital.

3) A fiança ora concedida visa assegurar, por parte da afiançada, todo e qualquer
descumprimento das obrigações previstas no Edital da Concorrência Pública em questão, da
qual participa a Licitante, podendo o valor de tal fiança ser recebido pela Comissão de Licitação
ou pelo Poder Concedente, a qualquer tempo, independentemente de autorização ou mera
concordância da afiançada, ou ainda de ordem judicial, bem como de qualquer prévia
justificativa.

4) Esta fiança tornar-se-á exigível se:


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a) a Licitante não mantiver sua proposta durante o período de validade


estabelecido;

b) a Licitante incorra em alguma conduta passível de penalização, nos termos


da legislação aplicável, do Edital e Anexos

c) a Licitante, se Adjudicatária, deixe de assinar o Contrato de Concessão por


qualquer motivo a ela imputado.

5) O valor desta fiança poderá ser recebido pela Comissão de Licitação ou pelo Poder
Concedente, a qualquer tempo, independentemente de autorização ou mera concordância da
afiançada, ou ainda de ordem judicial, bem como de qualquer prévia justificativa.

6) Este Banco, neste ato, renuncia expressamente aos benefícios do artigo 827, 835 e 838 do
Código Civil Brasileiro e, declara, sob as penas da Lei que:

(i) está legalmente autorizado a emitir a presente Carta de Fiança;

(ii) esta fiança se acha devidamente contabilizada, satisfazendo todas as


exigências da legislação bancária e regulamentações do Banco Central do Brasil,
aplicáveis;

(iii) o valor desta fiança está contido nos limites permitidos por aquela
instituição federal.

7) Esta fiança bancária vigorará pelo prazo de 180 (cento e oitenta) dias, após o prazo para
apresentação das propostas estabelecidas no Edital, prorrogáveis automaticamente por iguais
períodos, e serão devolvidas após a apresentação da Garantia de Execução contratual, estando
sua liberação, em qualquer caso, condicionada a comunicação formal desta Comissão de
Licitação ou do Poder Concedente.

Local e data

Assinatura Com Firma Reconhecida

_____________________________________________
BANCO
Por seu representante legal
RG nº
CPF/MF sob o nº
ESTADO DO PARÁ
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ANEXO III

MODELO 03 - DECLARAÇÃO DE CUMPRIMENTO DO INCISO XXXIII DO ARTIGO 7º DA


CONSTITUIÇÃO FEDERAL

CONCORRÊNCIA PÚBLICA n° 004/2018

CONCESSÃO ADMINISTRATIVA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE TOMÉ-AÇU

Prezados Senhores,

Pelo presente, <licitante>, <qualificação>, por seu representante legal, declara, para fins do
disposto no inciso V do art. 27 da Lei 8.666/93, sob as penas da legislação aplicável, que não
emprega menores de dezoito anos em trabalho noturno, perigoso ou insalubre e não emprega
menor de dezesseis anos, salvo aqueles em contrato de aprendiz, maiores de quatorze anos.

Local e data

Assinatura Com Firma Reconhecida

_____________________________________________
LICITANTE
Por seu representante legal
RG nº
CPF/MF sob o nº
ESTADO DO PARÁ
PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMÉ-AÇU
COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

ANEXO III

MODELO 04 - DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE PROCESSO FALIMENTAR

CONCORRÊNCIA PÚBLICA n° 004/2018

CONCESSÃO ADMINISTRATIVA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE TOMÉ-AÇU

Prezados Senhores,

Pelo presente, <licitante>, <qualificação>, por seu representante legal, declara, sob as penas
da legislação aplicável, que não se encontra em processo de falência, recuperação judicial ou
extrajudicial, liquidação judicial ou extrajudicial, insolvência, administração especial
temporária ou sob intervenção do órgão fiscalizador competente.

Local e data

Assinatura Com Firma Reconhecida

_____________________________________________
LICITANTE
Por seu representante legal
RG nº
CPF/MF sob o nº
ESTADO DO PARÁ
PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMÉ-AÇU
COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

ANEXO III

MODELO 05 - DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE FATO IMPEDITIVO

CONCORRÊNCIA PÚBLICA n° 004/2018

CONCESSÃO ADMINISTRATIVA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE TOMÉ-AÇU

Prezados Senhores,

Pelo presente, <licitante>, <qualificação>, por seu representante legal, declara, sob as penas
da legislação aplicável, que inexiste qualquer fato impeditivo à sua participação na
Concorrência Pública em epígrafe; que não foi declarada inidônea e não está impedida de
contratar com a Administração Pública Municipal; que não está em cumprimento de pena de
suspensão temporária de contratar com a Administração Pública Municipal; e que se
compromete a comunicar ocorrência de quaisquer fatos supervenientes relacionados com o
objeto dessa Declaração.

Local e data

Assinatura com firma reconhecida

_____________________________________________
LICITANTE
Por seu representante legal
RG nº
CPF/MF sob o nº
ESTADO DO PARÁ
PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMÉ-AÇU
COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

ANEXO III

MODELO 06 - TERMO DE ACEITAÇÃO ÀS CONDIÇÕES DO EDITAL

CONCORRÊNCIA PÚBLICA n° 004/2018

CONCESSÃO ADMINISTRATIVA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE TOMÉ-AÇU

Prezados Senhores,

Pelo presente, <licitante>, <qualificação>, por seu representante legal,


declara, sob as penas da legislação aplicável, que se sujeita a todas as condições do Edital,
tendo pleno conhecimento do objeto da Concessão Administrativa e dos local e respectivas
condições de onde estão localizados os ativos de iluminação pública de Tomé-Açu.

Declara, ainda, que responde pela veracidade de todas as informações


constantes da documentação e da proposta apresentadas e declara que recebeu todos os
elementos componentes do presente Edital e que tomou conhecimento de todas as
informações e das condições para o cumprimento das obrigações objeto da Licitação, tendo
considerado suficientes as informações recebidas para a elaboração da sua proposta.

Local e data

Assinatura com firma reconhecida

_____________________________________________
LICITANTE
Por seu representante legal
RG nº
CPF/MF sob o nº
ESTADO DO PARÁ
PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMÉ-AÇU
COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

ANEXO III

MODELO 07 - DECLARAÇÃO DE CAPACIDADE FINANCEIRA

CONCORRÊNCIA PÚBLICA n° 004/2018

CONCESSÃO ADMINISTRATIVA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA

Prezados Senhores,

Pelo presente, <licitante>, <qualificação>, por seu representante legal, declara, sob as penas
da legislação aplicável, que dispõe de capacidade para obter recursos financeiros suficientes
ao devido cumprimento das obrigações de aporte de recursos próprios e de terceiros,
necessários à consecução do objeto da Concessão Administrativa, nos termos do
detalhamento constante de seu Plano de Negócios. Declara, além disso, que (i) contratou ou
tem capacidade de contratar todos os seguros necessários à consecução do objeto da
Concessão Administrativa e (ii) dispõe ou tem capacidade de obter os recursos para a
integralização do capital social mínimo da SPE.

Local e data

Assinatura com firma reconhecida

_____________________________________________
LICITANTE
Por seu representante legal
RG nº
CPF/MF sob o nº
ESTADO DO PARÁ
PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMÉ-AÇU
COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

ANEXO III

MODELO 08 - TERMO DE COMPROMISSO DE CONSTITUIÇÃO DE SPE – SOCIEDADE DE


PROPÓSITO ESPECÍFICO

CONCORRÊNCIA PÚBLICA n° 004/2018

CONCESSÃO ADMINISTRATIVA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE TOMÉ-AÇU

Prezados Senhores,

A <Licitante>, <qualificação>, por meio de seu representante legal, se compromete a


constituir, para a assinatura do CONTRATO, SOCIEDADE DE PROPÓSITO ESPECÍFICO
(SPE) que será responsável pela execução do OBJETO DA CONCESSÃO.

Local e data

Assinatura com firma reconhecida


_____________________________________________
LICITANTE
Por seu representante legal
RG nº
CPF/MF sob o nº
ESTADO DO PARÁ
PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMÉ-AÇU
COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

ANEXO III

MODELO 09 – SOLICITAÇÃO DE ESCLARECIMENTOS

CONCORRÊNCIA PÚBLICA n° 004/2018

CONCESSÃO ADMINISTRATIVA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE TOMÉ-AÇU

Prezados Senhores,

A <Licitante>, <qualificação>, por meio de seu representante legal, apresenta a seguinte


solicitação de esclarecimentos relativa ao EDITAL:

Número da
Item do EDITAL Esclarecimento solicitado
questão

Local e data

Assinatura com firma reconhecida


_____________________________________________
LICITANTE
Por seu representante legal
RG nº
CPF/MF sob o nº
ESTADO DO PARÁ
PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMÉ-AÇU
COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

ANEXO III

MODELO 10 – CARTA DE ENCAMINHAMENTO DOS DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO

CONCORRÊNCIA PÚBLICA n° 004/2018

CONCESSÃO ADMINISTRATIVA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE TOMÉ-AÇU

Prezados Senhores,

A <Licitante>, <qualificação>, por meio de seu representante legal, encaminha a


documentação de habilitação contendo todos os documentos exigidos no Edital e atesta, sob
as penas de lei, que possui os poderes legais para assinar os documentos apresentados e que
os documentos de habilitação apresentados estão em conformidade com as regras do Edital.

Fica a Comissão de Licitação autorizada a conduzir diligências para verificar as declarações,


documentos e informações apresentadas, e a buscar quaisquer esclarecimentos que se façam
necessários para elucidar informações contidas nos documentos apresentados, bem como,
autoriza quaisquer empresas, entidades e/ou instituições mencionadas em qualquer
documento, a fornecer toda e qualquer informação e/ou declaração solicitada pelo poder
concedente.

A Comissão de Licitação será imediatamente informada a respeito de qualquer ocorrência ou


fato que possa comprometer ou impedir a habilitação até a homologação da licitação.

Local e data

Assinatura com firma reconhecida


_____________________________________________
LICITANTE
Por seu representante legal
RG nº
CPF/MF sob o nº
ESTADO DO PARÁ
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COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

ANEXO III

MODELO 11 – COMPROMISSO DE DISPONIBILIDADE DE CORPO TÉCNICO


ESPECIALIZADO

CONCORRÊNCIA PÚBLICA n° 004/2018

CONCESSÃO ADMINISTRATIVA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE TOMÉ-AÇU

Prezados Senhores,

A <Licitante>, <qualificação>, por meio de seu representante legal, declara para os fins
previstos no Edital que o corpo técnico especializado necessário à prestação dos serviços
relativos ao objeto da concessão estará à disposição para o início e para todo o
desenvolvimento dos serviços relativos ao objeto da concessão, consoante às exigências do
EDITAL em referência.

Local e data

Assinatura com firma reconhecida


_____________________________________________
LICITANTE
Por seu representante legal
RG nº
CPF/MF sob o nº
ESTADO DO PARÁ
PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMÉ-AÇU
COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

ANEXO IV – QUADRO DE INDICADORES DE QUALIDADE E DESEMPENHO

1. INTRODUÇÃO

Os Indicadores de Qualidade e Desempenho são o conjunto de metas, padrões de qualidade,


formas de aferição e periodicidade utilizados para a avaliação da qualidade dos serviços
prestados pela Concessionária.

Os Indicadores de Qualidade e Desempenho serão apurados mensalmente pelo Verificador


Independente, que irá atribuir uma nota ao nível de serviço executado pela Concessionária. A
nota atribuída pelo Verificador Independente irá balizar a Parcela Variável que integra a
Contraprestação Mensal Efetiva da Concessionária.

Conforme previsto no Contrato de Concessão, a Parcela Variável representa, no máximo, 5%


(cinco por cento) do valor da Contraprestação Mensal Variável.

2. COMPOSIÇÃO DOS INDICADORES DE QUALIDADE E DESEMPENHO

Os Indicadores de Desempenho avaliarão diferentes aspectos envolvidos na prestação dos


serviços pela Concessionária, de forma a proporcionar uma visão abrangente sobre a
qualidade e eficiência na prestação dos serviços.

Serão previstos 9 indicadores de desempenho distintos, incluindo aspectos relacionados à (i)


luminotécnica; (ii) manutenção; (iii) expansão da rede; (iv) cadastro; e (v) telegestão.

Todos os indicadores podem variar entre 0% (zero por cento) e 100% (cem por cento) e serão
medidos com até duas casas decimais (exemplo: 80,90%), devendo-se desconsiderar o
restante.

Todos os Indicadores de Desempenho serão aferidos mensalmente pelo Verificador


Independente, observadas as regras de fiscalização do Contrato.

Tendo em vista que os investimentos e a modernização da rede serão realizados ao longo do


tempo, faz-se necessária a avaliação de indicadores relativos aos serviços prestados tanto na
rede de iluminação pública original quanto na porção que já foi modernizada.
ESTADO DO PARÁ
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COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

Em vista disto, parte dos indicadores de desempenho será avaliada apenas após o transcurso
de um prazo mínimo de execução contratual, visando permitir que sejam feitos os
investimentos previstos na modernização da rede de iluminação pública, conforme indicado na
tabela abaixo.

A aferição dos indicadores de desempenho tem o propósito de atrelar a remuneração da


Concessionária à qualidade e eficiência na execução do objeto contratual, de forma que este
mecanismo cumpra uma função mais ampla correspondente a um incentivo à Concessionária
executar o objeto contratual com maior eficiência e qualidade. Assim, será previsto um
período de testes para a aferição dos indicadores de desempenho. Durante este período os
indicadores serão auferidos pelo Verificador Independente, sendo informado à Concessionária
e também ao Poder Concedente, mas durante tal período não haverá a aplicação do desconto
na remuneração da Concessionária. A aplicação efetiva dos indicadores de desempenho para
fins de definição da Parcela Variável da Contraprestação Pública ocorrerá apenas após o início
de medição efetiva dos indicadores, nos termos da tabela abaixo apresentada.

A tabela a seguir apresenta informações com a descrição de cada um dos indicadores de


desempenho, as datas de início de aferição do respectivo indicador considerando o período de
testes e o início da medição efetiva, e também a indicação se o indicador é relativo à parcela
da rede já modernizada ou da parcela ainda não modernizada.

Iníciode Início
Aplicação na
Indicador de desempenho Medição de
Rede
Teste Medição
Efetiva
Percentual de Pontos de Iluminação Pública
Não Modernizados Acesos Durante o Dia –
I1 Não Modernizada Mês 1 Mês 07
mensuração amostral.

Percentual de Pontos de Iluminação Pública


Modernizados Acesos Durante o Dia – mensuração
I2 Modernizada Mês 09 Mês 13
do parque inteiro por telegestão.

I3 Nível Mínimo de Iluminância Média. Modernizada Mês 09 Mês 13

I4 Nível Mínimo de Uniformidade. Modernizada Mês 09 Mês 13


ESTADO DO PARÁ
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COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

Percentual de Chamados atendidos dentro Não Modernizada /


I5 do Prazo. Modernizada Mês 01 Mês 07

I6 Taxa de Confiabilidade do Cadastro. Modernizada Mês 09 Mês 13

I7 Tempo de Atualização. Modernizada Mês 09 Mês 13

Taxade Disponibilidade do Sistema de


I8 Modernizada Mês 09 Mês 13
Gerenciamento Remoto.

Taxa de Conformidade na Transmissão de


I9 Modernizada Mês 09 Mês 13
Informações.

3. CÁLCULO DA NOTA DE DESEMPENHO

A Nota de desempenho, que será aplicada sobre o valor da Contraprestação Pública para a
definição da Parcela Variável, variará de 0 a 100% e será calculada por meio da média
aritmética simples, de acordo com os indicadores de desempenho aplicáveis no respectivo
mês, conforme a fórmula abaixo:

Assim, no mês 14 do prazo da concessão será aplicável a seguinte fórmula:

4. PERIODICIDADE DE REVISÃO DOS INDICADORES DE QUALIDADE E DESEMPENHO.

O sistema de mensuração do desempenho passará por revisão periódica a cada 5 (cinco) anos,
na qual serão analisados os indicadores utilizados e os parâmetros definidos, bem como a
periodicidade de aferição.

Os indicadores de desempenho determinados no Contrato de Concessão poderão ser revistos,


ainda, excepcionalmente, pelo Poder Concedente, em conjunto ou não com o Verificador
Independente, mediante proposição do Poder Concedente na ocorrência das seguintes
hipóteses:
ESTADO DO PARÁ
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COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

 Utilização de índices de desempenho ineficazes para proporcionar ao serviço


contratado a qualidade mínima exigida;
 Exigência, pelo Poder Concedente, de novos padrões de desempenho
motivados pelo surgimento de inovações tecnológicas ou adequações a
padrões internacionais;
A alteração dos indicadores que acarrete impacto comprovado na remuneração da
Concessionária dará ensejo à recomposição do equilíbrio econômico-financeiro do Contrato.
ESTADO DO PARÁ
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ANEXO V
MINUTA DE CONTRATO DE CONTA GARANTIA

CONTRATO DE NOMEAÇÃO DE AGENTE DE PAGAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DE CONTA

Por meio do presente instrumento particular (“INSTRUMENTO”) as partes contratantes


qualificadas abaixo (as “PARTES”);

(a) MUNICÍPIO De Tomé-Açu, pessoa jurídica de direito público, com sede na XXXX, no
Município de Tomé Açu, Estado de Pará, CEP: XXXX, inscrito no CNPJ/MF sob o nº XXXX, neste
ato representado pelo Senhor XXXXXX (“MUNICÍPIO” ou “PODER CONCEDENTE”);

(b) CONCESSIONÁRIA, sociedade de propósito específico constituída para a execução do


Contrato de Concessão Administrativa nº XXXX, com sede na XXXX, no Município de Tomé Açu,
Santa Catarina, neste ato representada pelo Sr. XXXXXX, na forma dos seus atos constitutivos,
CEP; XXXXXX, inscrita no CNPJ/MF sob o nº XXXX, representada na forma de seu estatuto social
(“CONCESSIONÁRIA”);

(c)[instituição financeira], [qualificação], neste ato representada por seu(s) representante(s)


legal(is) devidamente autorizado(s) e identificado(s) nas páginas de assinatura do presente
INSTRUMENTO (“AGENTE DE PAGAMENTO”);

E, como interveniente anuente,

(d) CELPA S.A., pessoa jurídica de direito privado, com sede na [endereço], neste ato
representada em conformidade com seu Estatuto Social e demais atos societários
(“DISTRIBUIDORA”);

CONSIDERANDO QUE:
(i) A Constituição Federal permitiu, em seu artigo 149-A, aos Municípios e ao Distrito Federal a
instituição, mediante lei, de Contribuição para Custeio de Serviço de Iluminação Pública
(“CIP”);
ESTADO DO PARÁ
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(ii) A Lei Complementar Municipal nº 1.817, de 30 de dezembro de 2003 (“LC 1.817/03”),


conforme alterada, instituiu a cobrança da CIP no Município de Tomé-Açu;
(iii) De acordo com o ar. 3º da LC 522/06 o sujeito passivo da CIP é o proprietário, o titular do
domínio útil ou o possuidor a qualquer título de imóveis edificados, localizados nas áreas
urbanas, de expansão urbana e zona rural do Município, excetuada apenas a incidência sobre
os imóveis nos quais o proprietário, detentor de domínio útil ou possuidor exerça atividade
agropecuária/rural;
(iv) O MUNICÍPIO e a DISTRIBUIDORA celebraram, em [data], convênio para a arrecadação da
CIP (“CONVÊNIO DE ARRECADAÇÃO”), conforme permitido pelo parágrafo único do artigo 149-
A da Constituição Federal e nos termos do art. 5º, §1º e §2º, e art. 7º da LC 522/06;
(v) Nos termos do art. 4º, da LC 522/06, a base de cálculo da CIP é o valor mensal doconsumo
total de energia elétrica constante nas faturas emitidas pela DISTRIBUIDORA a seus
consumidores;
(vi) Nos termos do Convênio de Arrecadação e do art. 5º, §2º da LC 522/06, a DISTRIBUIDORA
deduz do produto de receitas da CIP o montante relativo às faturas mensais de energia elétrica
e eventuais débitos do MUNICÍPIO, depositando o saldo remanescente na Conta Bancária
mantida junto à [Instituição Financeira], [Conta do Município para a CIP], de titularidade do
MUNICÍPIO;
(vii) O MUNICÍPIO celebrou com a CONCESSIONÁRIA, em *•+ de *•+ de *•+, Contrato de
Concessão Administrativa para a modernização, expansão, operação, manutenção da
infraestrutura da Rede de Iluminação Pública do Município de Tomé Açu (“CONTRATO DE
CONCESSÃO”);
(viii) Em decorrência do CONTRATO DE CONCESSÃO, o MUNICÍPIO assume obrigações
pecuniárias perante a CONCESSIONÁRIA, incluindo, sem limitação: (a) o pagamento da
CONTRAPRESTAÇÃO PÚBLICA MENSAL, incluindo todos os encargos moratórios e multas
decorrentes de eventual atraso, pelo PODER CONCEDENTE; (b) o pagamento de indenizações
destinadas a reequilibrar o CONTRATO DE CONCESSÃO, nos termos da lei e conforme
estabelecido no referido CONTRATO DE CONCESSÃO; e (c) o pagamento das indenizações
devidas em razão do término do CONTRATO DE CONCESSÃO (“OBRIGAÇÕES PECUNIÁRIAS”);
(ix) o MUNICÍPIO deseja vincular o produto de receitas da CIP, ressalvada apenas a parcela
devida pelas faturas mensais de energia elétrica do MUNICÍPIO junto à DISTRIBUIDORA, à
CONCESSIONÁRIA para o pagamento e em garantia do pontual e integral adimplemento das
OBRIGAÇÕES PECUNIÁRIAS (“MECANISMO DE PAGAMENTO E GARANTIA”);
(x) a Lei Municipal nº *●+ autorizou a concessão e a utilização dos recursos da CIP para fins de
composição de estrutura de garantias de parceria público-privada;
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COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

(xi) a [Instituição Financeira] atuará neste INSTRUMENTO como depositário dos Recursos da
Conta Vinculada (conforme abaixo definidos), e, ainda, como AGENTE DE PAGAMENTO, nos
termos deste INSTRUMENTO e do CONTRATO DE CONCESSÃO;
(xii) E ainda, a inexigibilidade de licitação para contratação da [Instituição Financeira] como
AGENTE DE PAGAMENTO e administrador do MECANISMO DE PAGAMENTO E GARANTIA,
atestada no Processo Administrativo *•+.

As Partes resolvem firmar o presente INSTRUMENTO, que será regido pelas seguintes cláusulas
e condições:

CLÁUSULA I – DEFINIÇÕES
1.1. Os termos utilizados no presente INSTRUMENTO, iniciados em letras maiúsculas (estejam
no singular ou no plural), que não sejam definidos de outra forma neste Instrumento terão o
significado que lhes é atribuído no CONTRATO DE CONCESSÃO.

CLÁUSULA II – OBJETO
2.1. Este Contrato estabelece em favor da CONCESSIONÁRIA um MECANISMO DE PAGAMENTO
E GARANTIA, administrado pelo AGENTE DE PAGAMENTO, cuja finalidade é assegurar o
integral, pontual e fiel adimplemento da totalidade das OBRIGAÇÕES PECUNIÁRIAS contraídas
pelo PODER CONCEDENTE.

2.2. O MECANISMO DE PAGAMENTO E GARANTIA é constituído mediante a utilização da Conta


Vinculada (conforme abaixo definida), a qual será custodiada e movimentada exclusivamente
pelo AGENTE DE PAGAMENTO, sem que sejam necessárias quaisquer autorizações ou
aprovações além das previstas neste Contrato, observado que a Conta Vinculada será
destinada ao pagamento das OBRIGAÇÕES PECUNIÁRIAS.

CLÁUSULA III - DA CONTA VINCULADA


3.1. A Conta Vinculada (“CONTA VINCULADA”) é a conta corrente mantida junto à *instituição
financeira], nº [Conta do Município para a CIP], de titularidade do MUNICÍPIO, destinada
exclusivamente ao pagamento das atividades relativas ao CONTRATO DE CONCESSÃO, sendo
uma conta restrita, na qual transitarão os recursos provenientes da arrecadação da CIP, nos
termos da legislação vigente.
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3.2. A CONTA VINCULADA terá sua movimentação condicionada ao disposto neste


INSTRUMENTO e no CONTRATO DE CONCESSÃO, cabendo ao MUNICÍPIO manter sempre
atualizadas as informações a ela relativas junto à [DISTRIBUIDORA].

3.2.1. A DISTRIBUIDORA e o MUNICÍPIO comprometem-se a não alterar, sem prévia e


escrita anuência da CONCESSIONÁRIA, durante toda a vigência do CONTRATO DE CONCESSÃO,
qualquer cláusula ou condição do CONVÊNIO DE ARRECADAÇÃO, ainda que nas eventuais
prorrogações ou necessárias renovações ou repactuações, que verse sobre a destinação dos
valores arrecadados pela [DISTRIBUIDORA], relativamente à CIP incidente sobre os imóveis
edificados e consumidores de energia elétrica do MUNICÍPIO, os quais deverão ser
depositados na CONTA VINCULADA.

3.3. A CONTA VINCULADA deverá ser mantida aberta e operante durante toda a vigência do
CONTRATO DE CONCESSÃO, não podendo o MUNICÍPIO encerrá-la, salvo situações
excepcionais, devidamente justificadas, observadas, em todos os casos, as seguintes
condicionantes:
a) tenha sido celebrado novo contrato de conta vinculada junto à instituição
financeira oficial, que aceite integralmente as obrigações fixadas no presente
INSTRUMENTO e concorde com todas as condições do CONTRATO DE
CONCESSÃO; e
b) já esteja aberta e em condições de operação, a nova conta vinculada, para
os mesmos propósitos contemplados no presente INSTRUMENTO.

3.3.1. O AGENTE DE PAGAMENTO obriga-se a manter aberta a CONTA VINCULADA até


o preenchimento prévio das condições indicadas na subcláusula anterior quando poderá
transferir eventual saldo remanescente para a nova conta vinculada constituída.

3.3.2. Eventual determinação do MUNICÍPIO para o encerramento da CONTA


VINCULADA, sem a observância das condições fixadas nesta cláusula, ou ainda, eventual
determinação por ele exarada relativa à movimentação, transferência ou retenção de valores,
fora das hipóteses admitidas neste INSTRUMENTO e no CONTRATO DE CONCESSÃO,
caracterizará o inadimplemento das obrigações do MUNICÍPIO e o descumprimento do
presente INSTRUMENTO, o mesmo ocorrendo em relação ao AGENTE DE PAGAMENTO que
efetivar, em tais circunstâncias, tal determinação.
ESTADO DO PARÁ
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COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

3.3.3. O encerramento da CONTA VINCULADA ou a extinção do presente


INSTRUMENTO sem a observância das condicionantes nele estipuladas e o descumprimento
das obrigações nele contidas levarão à aplicação das penalidades administrativas e civis
cabíveis, incluindo-se o pagamento de indenização por eventuais perdas e danos, sem prejuízo
do exercício dos direitos e prerrogativas reconhecidos à CONCESSIONÁRIA no âmbito do
CONTRATO DE CONCESSÃO, como o direito de requerer a extinção da CONCESSÃO e a
suspensão dos investimentos.

3.4. Em até 2 (dois) meses após a abertura da CONTA VINCULADA o PODER CONCEDENTE
deverá transferir para a CONTA VINCULADA recursos em valores correspondentes a, no
mínimo, 3 (três) parcelas da Contraprestação Pública Máxima prevista no CONTRATO DE
CONCESSÃO, montante denominado “SALDO MÍNIMO”.

3.4.1. O PODER CONCEDENTE se compromete a manter na CONTA VINCULADA ao


longo de todo o prazo do CONTRATO DE CONCESSÃO recursos equivalentes a no mínimo o
valor do SALDO MÍNIMO, sob pena de configuração de inadimplemento deste INSTRUMENTO
e inadimplemento do CONTRATO DE CONCESSÃO, sujeitando-o à aplicação das sanções
cabíveis.
CLÁUSULA IV
- NOMEAÇÃO DO AGENTE DE PAGAMENTO
4.1. O MUNICÍPIO neste ato, em caráter incondicional, irrevogável e irretratável, nomeia e
constitui a [INSTITUIÇÃO FINANCEIRA] como AGENTE DE PAGAMENTO, outorgando-lhe
suficientes poderes para, na qualidade de mandatário, custodiar, administrar e movimentar a
CONTA VINCULADA de acordo com os termos e condições abaixo estipulados, e o AGENTE DE
PAGAMENTO neste ato aceita tal nomeação, obrigando-se a cumprir todos os termos e
condições previstas neste INSTRUMENTO, empregando, na execução do mandato ora
outorgado, a mesma diligência que empregaria na gerência de seus próprios negócios.
4.2. Os deveres e responsabilidades do AGENTE DE PAGAMENTO estarão limitados aos termos
deste INSTRUMENTO, não estando implícita nenhuma outra função ou responsabilidade
adicional ou complementar e sendo certo que o MECANISMO DE PAGAMENTO E GARANTIA
somente poderá ser alterado por meio de instrumento escrito assinado por todas as Partes ora
signatárias do INSTRUMENTO.

CLÁUSULA V
- MANUTENÇÃO E CUSTÓDIA DA CONTA VINCULADA


5.1. O AGENTE DE PAGAMENTO deverá manter aberta durante toda a vigência deste
INSTRUMENTO a CONTA VINCULADA em nome do MUNICÍPIO, na qual está ou será depositada
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a totalidade do produto de receitas da CIP (“RECURSOS DA CONTA VINCULADA”), nos termos


da legislação em vigor, incluindo:
(a) A totalidade da receita arrecada e depositada pela DISTRIBUIDORA nos termos do
CONVÊNIO DE ARRECADAÇÃO, ressalvada apenas a parcela devida pelas faturas
mensais de energia elétrica do MUNICÍPIO junto à DISTRIBUIDORA;
(b) a totalidade do saldo existente na CONTA VINCULADA;
(d) direitos a rendimentos, reivindicações e outros recebíveis do MUNICÍPIO
decorrentes da CIP;
(e) todos os direitos de crédito detidos com relação à CONTA VINCULADA, na qual o
MUNICÍPIO ou a DISTRIBUIDORA depositam, depositarão ou farão com que sejam
depositados os recebíveis do MUNICÍPIO decorrentes da CIP; e

(f) todos os juros, dividendos e outras rendas decorrentes dos saldos e fundos
mantidos na CONTA VINCULADA.

CLÁUSULA VI - ADMINISTRAÇÃO DAS CONTAS


6.1. O MUNICÍPIO, por este ato, confere ao AGENTE DE PAGAMENTO plenos poderes para
administrar e direcionar os RECURSOS DA CONTA VINCULADA e fazer os pagamentos devidos à
CONCESSIONÁRIA estritamente em consonância com o MECANISMO DE PAGAMENTO E
GARANTIA.

6.2. Em razão dos poderes ora conferidos, o AGENTE DE PAGAMENTO fica, por meio presente
INSTRUMENTO, autorizado a movimentar os RECURSOS DA CONTA VINCULADA, com a
finalidade de assegurar o cumprimento das OBRIGAÇÕES PECUNIÁRIAS, estritamente de
acordo com o presente INSTRUMENTO, sem que qualquer ordem adicional venha a ser
necessária.

6.3. Em decorrência do disposto na Cláusula 6.2 acima, o MUNICÍPIO concorda que nenhuma
outra finalidade poderá ser dada pelo AGENTE DE PAGAMENTO aos RECURSOS DA CONTA
VINCULADA e ao MECANISMO DE PAGAMENTO E GARANTIA que não aquelas previstas neste
INSTRUMENTO, independentemente de qualquer notificação em sentido contrário recebida
pelo AGENTE DE PAGAMENTO de qualquer das Partes.

6.4. Todos os recursos a qualquer tempo depositados na CONTA VINCULADA serão de


titularidade do MUNICÍPIO, mas, até o término da vigência do CONTRATO DE CONCESSÃO,
serão considerados como recursos depositados para o benefício da CONCESSIONÁRIA, em
consonância com o MECANISMO DE PAGAMENTO E GARANTIA.
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6.4.1. Todos e quaisquer recursos a qualquer tempo depositados na CONTA VINCULADA serão
movimentados exclusivamente pelo AGENTE DE PAGAMENTO, nos termos deste
INSTRUMENTO, e terão como finalidade exclusiva, para fins orçamentários e fiscais, a
constituição de MECANISMO DE PAGAMENTO E GARANTIA, objeto deste INSTRUMENTO,
destinado a assegurar as OBRIGAÇÕES PECUNIÁRIAS contraídas pelo MUNICÍPIO no âmbito do
CONTRATO DE CONCESSÃO.

CLÁUSULA VII
- DOS INVESTIMENTOS E APLICAÇÕES


7.1. O AGENTE DE PAGAMENTO observará, quanto aos valores disponíveis na CONTA
VINCULADA, as diretrizes gerais de aplicação de disponibilidades adotadas pelo MUNICÍPIO,
assegurando-se, em todos os casos, a liquidez diária dos RECURSOS DA CONTA VINCULADA.

7.2. O AGENTE DE PAGAMENTO concederá acesso, em sistema eletrônico, ao MUNICÍPIO e à


CONCESSIONÁRIA, para que, sempre que necessário, ambos possam efetuar consulta ao
extrato detalhado das aplicações realizadas no mês anterior, assim como ao saldo existente na
CONTA VINCULADA.

CLÁUSULA VIII
- DOS PAGAMENTOS À CONCESSIONÁRIA


8.1. Nos termos do CONTRATO DE CONCESSÃO, caberá ao AGENTE DE PAGAMENTO realizar a
transferência dos valores mantidos na CONTA VINCULADA para fins de pagamento das
OBRIGAÇÕES PECUNIÁRIAS, observados os procedimentos e condicionantes pertinentes.

8.2. Para cada transferência dos valores referentes às OBRIGAÇÕES PECUNIÁRIAS, a


CONCESSIONÁRIA deverá encaminhar ao AGENTE DE PAGAMENTO os documentos exigidos
neste INSTRUMENTO, observadas as disposições do CONTRATO DE CONCESSÃO.

8.3. Os valores referentes à CONTRAPRESTAÇÃO MENSAL devida à CONCESSIONÁRIA variarão


conforme a aplicação dos indicadores de desempenho previstos no Anexo IV – Quadro de
Indicador de Qualidade e Desempenho, incidentes sobre a Parcela Variável da Contraprestação
Pública Mensal.

8.4. Os valores referentes às indenizações porventura devidas à CONCESSIONÁRIA serão pagos


após a apuração do valor devido, conforme previsto no CONTRATO DE CONCESSÃO.
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8.5. O AGENTE DE PAGAMENTO efetivará a transferência dos valores devidos à


CONCESSIONÁRIA, nos termos do CONTRATO DE CONCESSÃO, contra recebimento dos
documentos e notificações lá estabelecidos.

8.7. Caberá à CONCESSIONÁRIA indicar formalmente os dados da agência e da conta bancária


de sua titularidade para a efetivação das transferências previstas neste INSTRUMENTO,
devendo se responsabilizar pela permanente atualização das informações relacionadas.

8.8. Havendo a cessão, pela CONCESSIONÁRIA, de direitos a seu(s) financiador(es), nos termos
do CONTRATO DE CONCESSÃO, fica o AGENTE DE PAGAMENTO autorizado a realizar as
transferências de que trata este INSTRUMENTO diretamente ao(s) financiador(es) por ela
regularmente indicados.

8.9. O AGENTE DE PAGAMENTO deverá sempre comunicar ao MUNICÍPIO a realização das


transferências de valores para a CONCESSIONÁRIA.

8.10. Realizado o pagamento, o respectivo aviso de crédito emitido pelo AGENTE DE


PAGAMENTO valerá como recibo, para os efeitos legais.

8.11. Fica o AGENTE DE PAGAMENTO autorizado a realizar a transferência ou a retenção de


valores em face da CONCESSIONÁRIA, conforme decisão ou sentença judicial ou arbitral escrita
a ela devidamente comunicada, independentemente do disposto na subcláusula 8.6 deste
INSTRUMENTO, situação em que ficará exonerado e liberado de toda e qualquer
responsabilidade pela implementação das medidas necessárias ao fiel cumprimento de tais
ordens.
CLÁUSULA IX - OBRIGAÇÕES DO PODER CONCEDENTE
9.1. São obrigações do PODER CONCEDENTE, sem prejuízo de outras obrigações previstas
neste INSTRUMENTO, no CONTRATO DE CONCESSÃO e seus ANEXOS, bem como na legislação
aplicável:
(a) garantir o cumprimento integral e tempestivo do presente INSTRUMENTO, durante
todo o período de vigência do CONTRATO DE CONCESSÃO, agindo sempre de boa-fé e
garantindo que quaisquer medidas restritivas dos direitos conferidos às partes neste
INSTRUMENTO sejam efetivadas em conformidade com a lei e com a devida
motivação;
(b) não criar, incorrer ou permitir que sejam constituídos quaisquer ônus, gravames ou
embaraços sobre os valores depositados na CONTA VINCULADA;

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(c) cuidar para a manutenção da CONTA VINCULADA, por todo o prazo de vigência do
CONTRATO DE CONCESSÃO, mantendo-a livre de quaisquer restrições, e viabilizar,
sempre que necessária, a imediata contratação de nova conta vinculada, a fim de
assegurar a continuidade dos fluxos de pagamentos da CONCESSIONÁRIA, nos termos
da legislação e deste INSTRUMENTO;
(d) assegurar que os fluxos da CIP arrecadada pela DISTRIBUIDORA, sejam
regularmente e tempestivamente dirigidos para a CONTA VINCULADA;
(e) depositar os fluxos da CIP arrecadada pelo MUNICÍPIO na CONTA VINCULADA.

CLÁUSULA X
- DAS OBRIGAÇÕES DO AGENTE DE PAGAMENTO


10.1. São obrigações do AGENTE DE PAGAMENTO, sem prejuízo de outras obrigações previstas
neste contrato e na legislação aplicável:
(a) garantir o cumprimento integral e tempestivo do presente INSTRUMENTO durante
todo o período de vigência do CONTRATO DE CONCESSÃO, agindo sempre de boa-fé e
zelando pelos ativos sob sua custódia ou controle, com o mesmo grau de zelo
empregado em relação a seus próprios ativos;

(b) atuar, na qualidade de administrador da CONTA VINCULADA, como fiel depositário
dos valores nela existentes, realizando tempestivamente as transferências dos
recursos devidos, conforme previsto neste INSTRUMENTO e no CONTRATO DE
CONCESSÃO;
(c) desempenhar, única e exclusivamente, as funções expressamente previstas neste
INSTRUMENTO, não estando implícita nenhuma outra função ou responsabilidade
adicional ou complementar, como o saque ou a transferência de numerários de
maneira independente;

(d) recusar-se a efetivar determinações do MUNICÍPIO que contrariem,
expressamente, as disposições deste INSTRUMENTO e do CONTRATO DE CONCESSÃO,
devendo adotar as medidas administrativas e judiciais cabíveis a fim de zelar pelo
cumprimento das suas obrigações e evitar a caracterização do seu inadimplemento, na
condição de agente fiduciário das partes; e
(e) fornecer ao MUNICÍPIO e à CONCESSIONÁRIA, sempre que solicitado, as
informações da CONTA VINCULADA e das aplicações realizadas.
10.2. O AGENTE DE PAGAMENTO declara, para todos os efeitos, que conhece todos os termos
e condições do CONTRATO DE CONCESSÃO.

10.3. Caso os recursos depositados na CONTA VINCULADA se mostrarem, por qualquer razão,
insuficientes para os pagamentos devidos à CONCESSIONÁRIA, considerando sempre a
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projeção dos pagamentos a serem devidos no próximo trimestre, o AGENTE DE PAGAMENTO


deverá comunicar a situação por escrito ao MUNICÍPIO, com cópia para a CONCESSIONÁRIA, a
fim de que possam ser adotadas as providências visando à assegurar o pagamento pelo
AGENTE DE PAGAMENTO, podendo os recursos complementares indicados transitar pela
CONTA VINCULADA de que trata este INSTRUMENTO.

10.4. O PODER CONCEDENTE permanecerá responsável pelo adimplemento das OBRIGAÇÕES


PECUNIÁRIAS, caso os RECURSOS DA CONTA VINCULADA não sejam suficientes ao total
adimplemento das OBRIGAÇÕES PECUNIÁRIAS.

10.5. O AGENTE DE PAGAMENTO poderá, de maneira fundamentada, solicitar a confirmação


das instruções ou orientações recebidas no âmbito do presente INSTRUMENTO, caso visualize
imprecisões, ambiguidades ou inconsistências que possam ser razoavelmente apontadas,
podendo se valer, para tanto, da assessoria de qualquer profissional especializado.

10.6. Nenhuma responsabilidade será atribuída ao AGENTE DE PAGAMENTO por quaisquer


atos que venham a ser praticados de acordo com a disciplina do presente INSTRUMENTO,
salvo na hipótese em que se comprovar que os prejuízos sofridos pelas demais partes tenham
decorrido de sua culpa ou dolo.

10.7. O AGENTE DE PAGAMENTO poderá, a qualquer momento, denunciar o presente


INSTRUMENTO, devendo apresentar, para esse propósito, comunicação por escrito ao
MUNICÍPIO e à CONCESSIONÁRIA, informando a denúncia do contrato e a data a partir da qual
ela será efetivada, nunca inferior a 120 (cento e vinte) dias da data da notificação.

10.8. Da mesma forma, poderá a CONCESSIONÁRIA destituir o AGENTE DE PAGAMENTO de


suas funções, a qualquer tempo, mediante notificação prévia com antecedência mínima de 30
(trinta) dias úteis, no caso de inadimplemento das obrigações aqui estabelecidas.
10.9. Caberá ao MUNICÍPIO, dentro do prazo indicado na subcláusula 10.7 ou na subcláusula
10.8, conforme o caso, promover a contratação de novo AGENTE DE PAGAMENTO, observadas
as disposições deste CONTRATO.

CLÁUSULA XI
- DAS OBRIGAÇÕES DA DISTRIBUIDORA


11.1. A DISTRIBUIDORA obriga-se a depositar, mensalmente, sempre no 1º dia útil, a
totalidade dos valores, por ela arrecadados no mês anterior e relativos à CIP incidente sobre os
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imóveis edificados e consumidores de energia elétrica do MUNICÍPIO na CONTA VINCULADA,


observadas as deduções previstas no CONVÊNIO DE ARRECADAÇÃO.

CLÁUSULA XII
- DO INADIMPLEMENTO CONTRATUAL


12.1. Em caso de inadimplemento sem justificativas de quaisquer das obrigações assumidas no
presente INSTRUMENTO, e observado o direito à ampla defesa e ao contraditório da(s)
PARTE(s) envolvida(s), incidirão sobre o valor em atraso os acréscimos de mora compostos por
2% (dois por cento) de multa, jurosde 1% (um por cento) ao mês calendário ou fração e
correção monetária a cada uma das PARTES prejudicadas, até que a obrigação inadimplida seja
devidamente cumprida.

12.2. O pagamento das multas previstas nesta Cláusula não exclui a obrigação de pagamento,
pela parte inadimplente, de eventuais indenizações devidas à(s) parte(s) prejudicada(s)
relativamente às perdas e danos e lucros cessantes comprovadamente originados do
inadimplemento.

CLÁUSULA XIII – VIGÊNCIA


13.1. Este INSTRUMENTO vigerá por todo o prazo de duração do CONTRATO DE CONCESSÃO,
até a liquidação de todas as obrigações de pagamento assumidas pelo PODER CONCEDENTE no
referido contrato.

CLÁUSULA XIV - DA REMUNERAÇÃO DO AGENTE DE PAGAMENTO


14.1. A título de remuneração pelos serviços prestados, o AGENTE DE PAGAMENTO fará jus à
tarifa de R$ *•+ (*valor por extenso+), paga uma única vez em até 30 (trinta) dias da assinatura
do presente INSTRUMENTO, bem como à tarifa mensal no valor de R$ *•+ (*valor por extenso+),
a ser paga pelo PODER CONCEDENTE até o dia 15 (quinze) de cada mês, durante toda a
vigência deste INSTRUMENTO.

14.2. A remuneração do AGENTE DE PAGAMENTO será debitada na Conta Corrente *•+, de


titularidade do MUNICÍPIO.
14.3. O valor da tarifa mensal será reajustado anualmente pelo IPC-FIPE (Índice de Preços ao
Consumidor - FIPE), tendo por base a data de assinatura do presente INSTRUMENTO, sendo
aplicável, na sua falta, outro índice que vier a substituí-lo.
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CLÁUSULA XV - DO REGISTRO
15.1. O PODER CONCEDENTE providenciará o registro do presente INSTRUMENTO, no prazo de
até 15 (quinze) dias contados da sua celebração, nos Cartórios de Registro de Títulos e
Documentos de sua sede.

15.2. Quaisquer aditamentos a este INSTRUMENTO também serão registrados nos termos
acima, no prazo de 15 (quinze) dias da formalização.

15.3. As despesas incorridas com o registro do presente INSTRUMENTO e seus aditamentos, na


forma das subcláusulas acima, serão suportadas pelo MUNICÍPIO.

CLÁUSULA XVI – COMUNICAÇÕES

16.1. Todas as comunicações entre as partes neste INSTRUMENTO deverão ser sempre feitas
por escrito, inclusive quando destinadas ao encaminhamento de informações em meio digital,
sendo dirigidas para os seguintes endereços:
a) para o MUNICÍPIO: XXXXXXXX

b) para a CONCESSIONÁRIA: XXXXXXX

c) para o AGENTE DE PAGAMENTO: XXXXXXX

d) para a DISTRIBUIDORA: XXXXXX

16.2. Os documentos e as comunicações serão considerados recebidos quando entregues por


meio de protocolo ou mediante aviso de recebimento (AR) expedido pela Empresa Brasileira
de Correios e Telégrafos (“CORREIOS”), nos endereços acima indicados, ou quando da
confirmação do recebimento da transmissão via fac-símile, via e-mail ou outro meio de
transmissão eletrônica.

CLÁUSULA XVII - DISPOSIÇÕES FINAIS


17.1. Toda e qualquer modificação, alteração ou aditamento ao presente INSTRUMENTO
somente será válido e eficaz se feito por meio de instrumento escrito e assinado por todas as
PARTES.
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17.2. As PARTES celebram o presente INSTRUMENTO em caráter irrevogável e irretratável,


obrigando-se ao seu fiel, pontual e integral cumprimento, por si e por seus sucessores e
cessionários a qualquer título.

17.3. Salvo disposição expressa em sentido contrário neste INSTRUMENTO ou no CONTRATO


DE CONCESSÃO, é expressamente vedada a cessão a terceiros, por quaisquer das PARTES, dos
direitos e obrigações aqui estabelecidos.

17.4. A tolerância e as concessões recíprocas terão caráter eventual e transitório e não


configurarão, em qualquer hipótese, renúncia, transigência, remição, perda, modificação,
redução ou ampliação de qualquer direito, faculdade, privilégio, prerrogativa ou poder
conferido a quaisquer das partes nos termos deste INSTRUMENTO.

CLÁUSULA XVIII - ARBITRAGEM

18.1 As controvérsias ou disputas decorrentes do presente Contrato ou com este relacionadas,


que não puderem ser resolvidas amigavelmente entre as Partes serão definitivamente
dirimidas por meio da arbitragem, em conformidade com a Lei Federal nº 9.307/96, observado
ainda o disposto nesta cláusula.

18.2. A arbitragem será institucional e terá sede no Estado de Pará, e o idioma adotado será o
Português (Brasil).

18.3. Os conflitos submetidos à arbitragem serão julgados segundo as leis materiais brasileiras.

18.4. Os atos do processo arbitral serão públicos e os árbitros não poderão proferir juízo de
equidade.

18.5. As partes contratantes poderão submeter à arbitragem, além das hipóteses previstas na
legislação, os seguintes conflitos:
i. Reconhecimento do direito e determinação do montante devido, em favor de
qualquer das partes, em todas as situações previstas no Contrato;
ii. Aplicação dos mecanismos de mitigação de riscos previstos no Contrato;
iii. Reconhecimento de hipóteses de inadimplemento contratual de qualquer das Partes;
iv. Valor e critérios para apuração da indenização no caso de extinção contratual.

18.6. As partes poderão ainda, submeter à arbitragem, de comum acordo, outras controvérsias
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relacionadas com a interpretação ou execução do Contrato, delimitando claramente o seu


objeto no compromisso arbitral.

18.7. A instauração do procedimento arbitral não desonera as partes de cumprirem suas


obrigações contratuais.

18.8. O procedimento arbitral deverá ser realizado em conformidade com Regulamento da


Câmara de Comércio Internacional, com sede em São Paulo – Capital, bem como o disposto na
Lei nº 9.307/96 e subsequentes alterações, assim como com as disposições constantes deste
Contrato.

18.8.1. As Partes poderão escolher órgão ou entidade arbitral distinto da Câmara de Comércio
Internacional desde que haja concordância mútua.

18.8.2. Não havendo concordância para a escolha de outro órgão ou entidade arbitral,
prevalecerá o disposto na Subcláusula 18.8.

18.9. O Tribunal Arbitral será composto de 03 (três) árbitros, sendo que cada uma das Partes
em conflito poderá indicar 01 (um) árbitro cada, os quais, conjuntamente, indicarão o terceiro
árbitro, que atuará como presidente do Tribunal Arbitral. Caso os árbitros nomeados não
cheguem a uma decisão consensual sobre o nome do terceiro árbitro, este será nomeado pelo
Presidente da Câmara de Arbitragem eleita, dentre os nomes constantes da lista de árbitros
daquela Câmara, cabendo às Partes tomar todas as medidas cabíveis para a implementação de
tal nomeação de acordo com o Regulamento da Câmara. Eventualmente, mediante prévio
acordo entre as Partes, o Tribunal poderá ser constituído por árbitro único que venha ser
apontado pela Câmara de Arbitragem.

18.9.1. Os árbitros deverão, cumulativamente, serem profissionais vinculados a instituições


especializadas em arbitragem e possuir comprovada experiência na questão que será discutida
no processo arbitral.

18.10. A parte vencida no procedimento de arbitragem arcará com todos os custos do


procedimento, incluindo os honorários dos árbitros, excluídos apenas eventuais honorários
advocatícios contratuais. As custas serão adiantadas pela parte que suscitar a instauração do
procedimento arbitral.

18.11. A sentença arbitral será considerada como decisão final em relação à controvérsia entre
as Partes, irrecorrível e vinculante entre elas.
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18.12. Caso seja necessária a obtenção de medidas coercitivas ou de urgência antes da


constituição do Tribunal Arbitral, ou mesmo durante o procedimento amigável de solução de
divergências, as partes poderão requerê-las diretamente ao Poder Judiciário.

18.12.1. Caso tais medidas se façam necessárias após a constituição do Tribunal Arbitral, elas
deverão ser solicitadas nos termos do art. 22, § 4º, da Lei Federal nº 9.307/96.

18.13. As Partes concordam que a Concessionária arcará com os custos do procedimento


arbitral até que seja proferida a respectiva sentença, independentemente da Parte que
solicitar o seu início.

18.14. Após a sentença arbitral, se ela for inteiramente desfavorável ao Poder Concedente,
esse deverá reembolsar a Concessionária pelas despesas incorridas.

18.15. Na hipótese de sucumbência parcial de ambas as Partes, as despesas decorrentes do


procedimento arbitral serão rateadas conforme indicado na sentença arbitral.

18.16. Cada uma das Partes arcará com seus próprios custos referentes a honorários
advocatícios, independentemente da sucumbência determinada na sentença arbitral.

18.17. Será competente o Foro da Fazenda Pública da Comarca de Tomé Açu para dirimir
qualquer controvérsia não sujeita à arbitragem, nos termos do Contrato, assim como para as
medidas de urgência e para a ação de execução específica prevista no artigo 7º da Lei Federal
nº 9.307/96.

18.18. Sem prejuízo da ação de execução específica prevista no art. 7º da Lei Federal nº
9.307/96, a PARTE que recusar a assinatura do compromisso arbitral, após devidamente
intimada, incorrerá na multa no valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) por dia de atraso,
até que cumpra efetivamente a obrigação. A multa ficará sujeita a reajuste periódico, na
mesma data e pelo mesmo índice aplicável à parcela variável que compõe a Contraprestação
Pública da Concessionária.

18.19. As decisões e a sentença do tribunal arbitral serão definitivas e vincularão as PARTES e


seus sucessores.

E, por estarem justas e contratadas, as PARTES assinam o INSTRUMENTO em 5 (cinco) vias de


igual teor e forma, considerada cada uma delas um original.
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Tomé-Açu, ____ de __________ de 2018.

PODER CONCEDENTE
_______________________________________________

CONCESSIONÁRIA


_______________________________________________

[INSTITUIÇÃO FINANCEIRA]

_______________________________________________

DISTRIBUIDORA

_______________________________________________

Testemunhas:

_______________________________________________

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