Decreto Nº 44.844 25 de Junho de 2008

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Decreto nº 44.844, de 25 de junho de 2008.

 
 
Estabelece normas para licenciamento ambiental e
autorização ambiental de funcionamento, tipifica e classifica
infrações às normas de proteção ao meio ambiente e aos
recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos
de fiscalização e aplicação das penalidades.
 
           
(Publicação – Diário do Executivo – “Minas Gerais” - 26/06/2008)
           
O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de atribuição que lhe
confere o inciso VII do art. 90, da Constituição do Estado, e tendo em vista o disposto na
Lei Delegada nº 125, de 25 de janeiro de 2007, e nas Leis nº 7.772, de 8 de setembro de
1980, nº 13.199, de 29 de janeiro de 1999, nº 14.181, de 17 de janeiro de 2002, nº
14.184, de 31 de janeiro de 2002, e nº 14.309, de 19 de junho de 2002, [1]
           
DECRETA:
           
CAPÍTULO I
DA COMPETÊNCIA
           
            Art. 1º Ao Conselho Estadual de Política Ambiental - COPAM, ao Conselho Estadual de
Recursos Hídricos - CERH, à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
- SEMAD, à Fundação Estadual do Meio Ambiente - FEAM, ao Instituto Estadual de Florestas - IEF e
ao Instituto Mineiro de Gestão das Águas - IGAM compete a aplicação das Leis nº 7.772, de 8 de
setembro de 1980, nº 14.309, de 19 de junho de 2002, nº 14.181, de 17 de janeiro de 2002 e da Lei nº
13.199, de 29 de janeiro de 1999, deste Decreto e das normas deles decorrentes, no âmbito de suas
respectivas competências.[2][3]

           
            Art. 1º Ao Conselho Estadual de Política Ambiental – COPAM, ao Conselho
Estadual de Recursos Hídricos – CERH, à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e
Desenvolvimento Sustentável – SEMAD, à Fundação Estadual do Meio Ambiente –
FEAM, ao Instituto Estadual de Florestas – IEF e ao Instituto Mineiro de Gestão das
Águas – IGAM, compete aplicação das Leis nº 7.772, de 08 de setembro de 1980, nº
20.922, de 16 de outubro de 2013, nº 14.181, de 17 de janeiro de 2002 e nº 13.199, de 29
de janeiro de 1999, deste Decreto e das normas deles decorrentes, no âmbito de suas
respectivas competências.
 
           
            Art. 2º O COPAM e o CERH, na execução do disposto neste Decreto,
se articularão com os órgãos federais, estaduais e municipais que, direta ou
indiretamente, exerçam atribuições de proteção, conservação e melhoria do meio
ambiente e dos recursos hídricos, visando a uma atuação coordenada que resguarde as
respectivas competências.
           
            CAPÍTULO II
            DA CLASSIFICAÇÃO DOS EMPREENDIMENTOS E DAS ATIVIDADES
           
            Art. 3º Compete ao COPAM estabelecer, por meio de Deliberação Normativa, os
critérios para classificação dos empreendimentos ou atividades efetiva ou potencialmente
poluidores ou degradadores do meio ambiente, especificando quais serão passíveis de
Licenciamento Ambiental ou de Autorização Ambiental de Funcionamento - AAF.
Parágrafo único. Compete ao CERH estabelecer, por meio de Deliberação Normativa, a
classificação dos empreendimentos ou atividades quanto ao porte e potencial poluidor
para os fins de cessão de outorga de uso de recursos hídricos, aplicação de penalidades
e demais instrumentos de gestão das águas.
           
CAPÍTULO III
            DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL E DA AUTORIZAÇÃO AMBIENTAL DE
FUNCIONAMENTO - AAF
           
            Art. 4º A localização, construção, instalação, ampliação, modificação e operação
de empreendimentos ou atividades utilizadoras de recursos ambientais considerados
efetiva ou potencialmente poluidores, bem como dos que possam causar degradação
ambiental, na forma estabelecida pelo COPAM, nos termos do caput do art. 3º,
dependerão de prévio Licenciamento Ambiental ou da AAF.
           
            Art. 5º Os empreendimentos ou atividades considerados de impacto ambiental não
significativo ficam dispensados do processo de licenciamento ambiental no nível estadual,
mas sujeitos à AAF, pelo órgão ambiental estadual competente, na forma e de acordo com
os requisitos dispostos pelo COPAM, em Deliberação Normativa específica, sem prejuízo
da obtenção de outras licenças ou autorizações cabíveis.
            §1º Fica facultada aos empreendimentos ou atividades dispensados dos instrumentos de
Licença Ambiental ou AAF, a obtenção de Certidão de Dispensa emitida pelo órgão ambiental
estadual competente, sendo admitida a emissão por meio de autenticação eletrônica, mesmo sendo
passível de licenciamento ambiental junto ao município. [4][5]  (REVOGADO)
            §2º A SEMAD, por meio de resolução, designará a autoridade competente para assinar a
certidão de que trata o SS 1º, caso seja requerida via ofício, bem como estabelecerá forma, conteúdo
e validade da sobredita certidão.[6] [7] (REVOGADO)
            Art. 6º O COPAM poderá convocar ao licenciamento ambiental qualquer
empreendimento ou atividade, ainda que, por sua classificação em função do porte e
potencial poluidor ou degradador, não esteja sujeito ao licenciamento ambiental.
           
            Art. 7º A ampliação ou modificação de empreendimento ou atividade que já tenha
sido objeto de Licença Ambiental ou AAF deverá ser precedida de consulta prévia e formal
ao órgão ambiental, para que seja verificada a necessidade ou não de novo
Licenciamento Ambiental ou de nova AAF.
           
            Art. 8º Entende-se por formalização do processo de Licenciamento Ambiental e de
AAF a apresentação do respectivo requerimento, acompanhado dos documentos, projetos
e estudos ambientais exigidos pelo órgão ambiental competente.
           
            Art. 9º O COPAM, no exercício de sua competência de controle, poderá expedir as
seguintes licenças:[8]
           
            I - Licença Prévia - LP: concedida na fase preliminar de planejamento do empreendimento ou
atividade aprovando sua localização e concepção, atestando a viabilidade ambiental e
estabelecendo os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos nas próximas fases de
suaimplementação, observados os planos municipais, estaduais ou federais de uso e ocupação do
solo;
           
            II - Licença de Instalação - LI: autoriza a instalação de empreendimento ou atividade de
acordo com as especificações constantes dos planos, programas e projetos aprovados, incluindo as
medidas de controle ambiental e demais condicionantes, da qual constituem motivo
determinante; e  
           
            III - Licença de Operação - LO: autoriza a operação de empreendimento ou atividade, após a
verificação do efetivo cumprimento do que consta das licenças anteriores, com as medidas de
controle ambiental e condicionantes determinados para a operação.
           
            § 1º Poderão ser concedidas concomitantemente as licenças prévia e de instalação, na forma
que dispuser o COPAM, por meio de Deliberação Normativa.
           
            § 2º Para as atividades industriais, de extração mineral, de exploração agrossilvipastoril e de
disposição final de esgoto sanitário e de resíduos sólidos urbanos, que tiverem obtido LP e LI, ainda
que esta última em caráter corretivo, poderá ser concedida Autorização Provisória para Operar, por
meio de requerimento expresso do interessado, a ser protocolado quando da formalização do
processo de LO.
 
            § 2º Formalizado o processo de LO, o órgão ambiental poderá, mediante requerimento
expresso do interessado, conceder Autorização Provisória para Operar – APO – para as atividades
industriais, de extração mineral, de exploração agrossilvopastoril, atividades de tratamento e
disposição final de esgoto sanitário e de resíduos sólidos que obtiverem LP e LI, ainda que, esta
última, em caráter corretivo.[9]
           
            § 3º A concessão da Autorização Provisória para Operar não desobriga o empreendedor de
cumprir todas as exigências de controle ambiental previstas, notadamente aquelas emanadas do
COPAM e de seus órgãos de apoio, inclusive as medidas de caráter mitigador e de monitoramento
dos impactos sobre o meio ambiente, constante(s) da(s) licença(s) já concedida(s), sujeitando-se o
infrator à aplicação das penalidades previstas neste regulamento.
           
            § 4º Se o processo de LO estiver devidamente formalizado, o Certificado de Autorização
Provisória para Operar será emitido pelo órgão ambiental competente, no prazo de até dez dias,
contados da data do protocolo do requerimento de que trata o § 2º.
 
Art. 9º – A SEMAD e o COPAM, no exercício de suas competências, poderão
expedir as seguintes licenças:
I – Licença Prévia – LP: atesta a viabilidade ambiental da atividade ou do
empreendimento quanto à sua concepção e localização, com o estabelecimento dos
requisitos básicos e das condicionantes a serem atendidos nas próximas fases de
sua implementação;
II – Licença de Instalação – LI: autoriza a instalação da atividade ou do
empreendimento, de acordo com as especificações constantes dos planos, programas e
projetos aprovados, incluindo as medidas de controle ambiental e demais condicionantes;
III – Licença de Operação – LO: autoriza a operação da atividade ou do
empreendimento, após a verificação do efetivo cumprimento do que consta da LP e da LI,
com as medidas de controle ambiental e condicionantes determinadas para a operação e,
quando necessário, para a desativação.
 
§ 1º – A LP, a LI e a LO poderão ser solicitadas concomitantemente, em uma
única fase, para os seguintes empreendimentos:
a) de pequeno porte e grande potencial poluidor;
b) de médio porte e médio potencial poluidor;
c) de grande porte e pequeno potencial poluidor.
 
§ 2º – A LP e a LI poderão ser solicitadas concomitantemente para os seguintes
empreendimentos:
a) de médio porte e grande potencial poluidor;
b) de grande porte e médio potencial poluidor;
c) de grande porte e grande potencial poluidor.
 
§ 3º – A LI e a LO poderão ser concedidas concomitantemente quando a instalação
implicar na operação do empreendimento.
 
§ 4º – A SEMAD, quando o critério técnico assim o exigir, poderá determinar que o
licenciamento se proceda no modelo trifásico para empreendimentos enquadrados em
qualquer classe.
 
§ 5º – Formalizado o processo de LO e comprovada a instalação das medidas de
controle ambiental necessárias à operação, o órgão ambiental poderá, mediante
requerimento expresso do interessado, conceder Autorização Provisória para Operar –
APO – para as atividades industriais, de extração mineral, de
exploração agrossilvipastoril, atividades de tratamento e disposição final de esgoto
sanitário e de resíduos sólidos que obtiveram LP e LI, ainda que esta última em caráter
corretivo.
 
§ 6º – A concessão da APO não desobriga o empreendedor de cumprir as
exigências de controle ambiental previstas, notadamente aquelas emanadas do COPAM e
de seus órgãos seccionais de apoio, inclusive as medidas de caráter mitigador e de
monitoramento dos impactos sobre o meio ambiente, constantes das licenças já
concedidas, sujeitando-se o infrator à aplicação das penalidades previstas neste decreto.
            Art. 10. O procedimento administrativo para a concessão e renovação das licenças
ambientais referidas no art. 9º será estabelecido em ato normativo do COPAM, respeitadas as
disposições gerais da Lei nº 14.184, de 31 de janeiro de 2002.[10] [11]
 
Art. 10 – As licenças ambientais serão outorgadas com os seguintes prazos
máximos de validade:
I – LP: cinco anos;
II – LI: seis anos;
III – LP e LI concomitantes: seis anos;
IV – LO: dez anos;
V – licenças concomitantes com a LO: dez anos.
 
§ 1º – As licenças de operação para ampliação de atividade ou empreendimento
terão prazo de validade coincidente ao prazo remanescente da LO principal do
empreendimento.
 
§ 2º – Caso a LI seja concedida concomitantemente à LO, a instalação do
empreendimento deverá ser concluída no prazo previsto no inciso II, sob pena de
revogação das licenças.
 
§ 3º – Na renovação da LO, a licença subsequente terá seu prazo de validade
reduzido em dois anos a cada infração administrativa aplicada ao empreendimento ou
atividade objeto do licenciamento, com aplicação de penalidade da qual não caiba mais
recurso, não podendo tal prazo ser inferior a seis anos.
 
§ 4º – O empreendedor deverá requerer a renovação da licença ambiental com
antecedência mínima de cento e vinte dias da expiração do seu prazo de validade, fixado
na respectiva licença, ficando este automaticamente prorrogado até a manifestação
definitiva do órgão ambiental competente.
 
§ 5º – Não sendo observada a antecedência mínima prevista no § 4º, a licença
ambiental a ser revalidada expirará no prazo nela fixado, ficando o empreendedor sujeito
às sanções cabíveis.
 
§ 6º – No caso de impossibilidade técnica de cumprimento de medida
condicionante estabelecida pelo órgão ambiental competente, o empreendedor poderá
requerer a exclusão da medida, a prorrogação do prazo para cumprimento ou a alteração
de seu conteúdo, formalizando requerimento escrito devidamente instruído com a
justificativa e a comprovação da impossibilidade de cumprimento, com antecedência
mínima de sessenta dias em relação ao prazo estabelecido na respectiva condicionante.
 
§ 7º – O requerimento a que se refere o § 6º será apreciado pelo órgão competente
para decidir, em grau de recurso, sobre a licença concedida, admitida a reconsideração
pelo órgão concedente.
           
            Art. 11. O prazo para decisão acerca dos requerimentos de concessão das licenças referidas
neste Capítulo será de até seis meses, ressalvados os casos em que houver a necessidade de
apresentação de Estudo de Impacto Ambiental - EIA e respectivo Relatório de Impacto Ambiental -
RIMA, ou realização de audiência pública, quando o prazo será de até doze meses, contados, em
qualquer hipótese, da data formalização do processo. [12]
            § 1º A contagem dos prazos previstos neste artigo será suspensa durante a elaboração dos
estudos ambientais complementares ou preparação de esclarecimentos que tenham sido
formalmente solicitados ao empreendedor.
            § 2º O empreendedor deverá atender à solicitação de esclarecimentos e complementações
formuladas pelo órgão ambiental competente dentro do prazo máximo de quatro meses, contados
do recebimento da respectiva notificação, admitida prorrogação justificada e ajustada entre o
empreendedor e o órgão ambiental licenciador.
           
            § 3º O COPAM poderá estabelecer prazos diferenciados para a análise do requerimento de
cada modalidade de licença, em função das peculiaridades da atividade ou do empreendimento, bem
como para a formulação de exigências complementares, respeitados os prazos máximos
estabelecidos no caput e no § 2º.  (REVOGADO)[13]
 
Art. 11 – A SEMAD poderá estabelecer prazos de análise diferenciados para cada
modalidade de licenciamento ambiental, desde que observado o prazo máximo de seis
meses entre a formalização do respectivo requerimento devidamente instruído e a
decisão, ressalvados os casos em que houver Estudo de Impacto Ambiental – EIA – e
Relatório de Impacto Ambiental – Rima –, ou, ainda, nos casos em que se fizer necessária
audiência pública, quando o prazo máximo para análise e decisão será de doze meses.
§ 1º – Caso o órgão ambiental solicite esclarecimentos adicionais, documentos ou
informações complementares, o empreendedor deverá atender à solicitação no prazo
máximo de sessenta dias, contados da data do recebimento da respectiva notificação,
admitida prorrogação justificada por igual período, nos termos do art. 22 da Lei nº 21.972,
de 21 de janeiro de 2016.
§ 2º – O prazo previsto no § 1º poderá ser sobrestado quando os estudos
solicitados exigirem prazos para elaboração maiores que os previstos no § 1º, desde que
o empreendedor apresente o cronograma de execução, a ser avaliado pelo órgão
ambiental competente.
 
Art.11-A – Os órgãos e entidades públicas a que se refere o art. 27 da Lei nº
21.972, de 2016, poderão manifestar-se quanto ao objeto do processo de licenciamento ambiental,
de maneira não vinculante, no prazo de cento e vinte dias, contados da data em que o empreendedor
formalizar, junto aos referidos órgãos e entidades intervenientes, as informações e documentos
necessários à avaliação das intervenções.[14]
§ 1º – A não vinculação a que se refere o caput implica na continuidade e na conclusão da
análise do processo de licenciamento ambiental, com a eventual emissão de licença ambiental, sem
prejuízo das ações de competência dos referidos órgãos ou entidades públicas intervenientes em
face do empreendedor.
§ 2º – A licença ambiental emitida não produzirá efeitos até que o empreendedor obtenha a
manifestação dos órgãos ou entidades públicas intervenientes, o que deverá estar expresso no
certificado de licença.
§ 3º – Caso as manifestações dos órgãos ou entidades públicas intervenientes importem em
alteração no projeto ou em critérios avaliados no licenciamento ambiental, a licença emitida será
suspensa e o processo de licenciamento ambiental será encaminhado para nova análise e decisão
pela autoridade competente.
§ 4º – A critério do órgão ambiental licenciador, a manifestação dos órgãos e entidades
públicas intervenientes poderá ser exigida como requisito para formalização do processo de
licenciamento ambiental, ou para seu prosseguimento, hipótese em que o empreendedor
deverá protocolizar, junto ao órgão licenciador, a decisão do órgão ou entidade pública
interveniente, no prazo máximo de trinta dias contados do recebimento da manifestação.
 
            Art. 12. No caso de AAF, o prazo máximo para exame e decisão do ato não será
superior a três meses, contados da data de formalização do processo.  
           
            Art. 13. Esgotados os prazos previstos nos arts. 11 e 12 sem que o órgão ambiental
competente tenha se pronunciado acerca do requerimento de Licença Ambiental ou de AAF, deverão
ser cumpridos os seguintes procedimentos:[15]
           
            I - os processos de Licença ou de AAF serão incluídos na pauta de discussão e julgamento
da Unidade Regional Colegiada - URC do COPAM, sobrestando-se a deliberação quanto aos demais
assuntos;
           
            II - o Presidente da URC designará Relator, que, no prazo de até quarenta e oito horas, emitirá
parecer sobre o pedido; e  
           
            III - transcorridos trinta dias contados do sobrestamento da pauta, o Secretário Executivo do
COPAM decidirá sobre o pedido de requerimento de Licença Ambiental ou de AAF, no prazo de até
cinco dias úteis; [16] (REVOGADO)

 
Art. 13 – Esgotados os prazos previstos nos arts. 11 e 12 sem que o órgão
ambiental competente tenha se pronunciado acerca do requerimento de licença ambiental,
deverão ser cumpridos os seguintes procedimentos, mediante requerimento do
empreendedor:
I – o Secretário Executivo da unidade competente do COPAM designará conselheiro
relator que, no prazo de trinta dias, apresentará parecer conclusivo sobre o pedido;
II – o processo de licenciamento ambiental será incluído na pauta de discussão e
julgamento da unidade competente do COPAM, sobrestando-se a deliberação quanto aos
demais assuntos;
§ 1° – As competências originárias de análise e decisão pelas unidades do
COPAM permanecem inalteradas, caso não haja requerimento do empreendedor.
§ 2º – O decurso dos prazos de licenciamento sem a emissão da licença ambiental
não implica emissão tácita nem autoriza a prática de ato que dela dependa ou decorra.
 
           
            Art. 14. O empreendimento ou atividade instalado, em instalação ou em operação,
sem a licença ambiental pertinente deverá regulariza-se obtendo LI ou LO, em caráter
corretivo, mediante a comprovação de viabilidade ambiental do empreendimento.  
           
            § 1º O empreendimento ou atividade instalado, em instalação ou em operação,
sem a devida AAF deverá regularizar-se obtendo a respectiva AAF, em caráter corretivo.
           
            § 2º A demonstração da viabilidade ambiental do empreendimento dependerá de
análise pelo órgão ambiental competente dos documentos, projetos e estudos exigíveis
para a obtenção das licenças anteriores, ou quando for o caso, AAF.  
           
            § 3º A continuidade da instalação ou do funcionamento de empreendimento ou
atividade concomitantemente com o trâmite do processo de Licenciamento Ambiental ou
de AAF previstos pelo caput e § 1º, respectivamente, dependerá de assinatura de Termo
de Ajustamento de Conduta com o órgão ambiental, com previsão de condições e prazos
para instalação e funcionamento do empreendimento ou atividade até a sua
regularização.  
           
            § 4º A possibilidade de concessão de LI e de LO, em caráter corretivo, não
desobriga os empreendimentos e atividades considerados efetiva ou potencialmente
poluidores, bem como os que possam causar degradação ambiental, de obterem o prévio
licenciamento ambiental, nem impede a aplicação de penalidades pela instalação ou
operação sem a licença competente, exceto nos casos e condições previstas no § 2º do
art. 9º e no caput do art. 15.  
           
            Art. 15. Será excluída a aplicação da penalidade decorrente da instalação ou
operação de empreendimentos ou atividades ambientais e hídricas, anteriores a
publicação deste Decreto, sem as Licenças Ambientais, ou AAF ou outorga de uso de
recursos hídricos, pela denúncia espontânea, se o infrator, formalizar pedido de LI ou LO
ou AAF, em caráter corretivo, ou outorga pela utilização de recursos hídricos e demonstrar
a viabilidade ambiental do empreendimento ou atividade.
           
             § 1º Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de
qualquer procedimento administrativo junto à SEMAD e às suas entidades vinculadas ou
medida de fiscalização relacionados com o empreendimento ou atividade.  
           
            § 2º A denúncia espontânea na forma do caput não exclui a responsabilidade
administrativa pelas demais infrações cometidas em decorrência da instalação ou
operação do empreendimento ou atividade.  
           
            § 3º A denúncia espontânea opera efeitos desde a data da caracterização do
empreendimento ou atividade, por meio de Formulário de Caracterização do
Empreendimento - FCE, até a data de vencimento do Formulário de Orientação Básica -
FOB, no caso de não formalização tempestiva do processo.  
           
            § 4º Na hipótese de formalização tempestiva do processo, os efeitos da denúncia
espontânea operarão até obtenção da Licença Ambiental, AAF e outorga.  
           
            Art. 16. A análise do requerimento de licença ambiental, em caráter corretivo,
dependerá de indenização dos custos de análise da licença inerente à fase em que se
encontra o empreendimento, bem como das licenças anteriores, não obtidas, incluídos os
custos de análise de EIA-Rima, quando for o caso.
           
             Art. 17. Os valores correspondentes à indenização pelos custos de análise da
Licença Ambiental e da AAF serão fixados pela SEMAD, em norma específica.  
           
            CAPÍTULO IV
            DO RECURSO QUANTO AO LICENCIAMENTO AMBIENTAL E AAF
           
            Art. 18. Compete à URC do COPAM decidir, como última instância administrativa,
recurso de decisão relativa ao requerimento de AAF, emitida pela respectiva
Superintendência Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - SUPRAM.
 
Parágrafo único. O juízo de admissibilidade dos recursos a que se refere
o caput compete ao Presidente da URC.
           
            Art. 19. Compete à Câmara Normativa e Recursal - CNR do COPAM decidir, como
última instância administrativa, recurso de decisão relativa ao requerimento de licença
ambiental emitida pela URC ou SUPRAM, admitida reconsideração por estas unidades.  
 
Parágrafo único. O juízo de admissibilidade do recurso a que se refere
o caput compete ao Secretário Executivo do COPAM.
           
            Art. 20. O prazo para interposição do recurso contra decisão referente ao
Licenciamento Ambiental ou à AAF a que se referem os arts. 18 e 19 é de trinta dias,
contados da publicação da decisão.  
           
            Art. 21. O recurso será interposto por meio de requerimento fundamentado, dirigido
às instâncias competentes a que se referem os arts. 18, 19 e 26, facultado ao requerente
a juntada de documentos que considerar convenientes.  
           
            Art. 22. Terão legitimidade para interpor os recursos, a que se referem os arts. 18 e
19:
           
            I - o titular de direito atingido pela decisão, que for parte no processo;  
           
            II - o terceiro, cujos direitos e interesses forem afetados pela decisão; e
           
            III - o cidadão, a organização ou associação que represente os direitos e interesses
coletivos ou difusos.
           
            Art. 23. A peça de recurso deverá conter:  
           
            I - a autoridade administrativa ou unidade a que se dirige;
           
            II - identificação completa do recorrente, com a apresentação do documento de
inscrição no Ministério da Fazenda - CPF ou CNPJ e, quando for o caso, contrato social e
sua última alteração;
           
            III - número do processo correspondente;  
           
            IV - endereço do recorrente ou indicação do local para o recebimento de
notificações, intimações e comunicações;  
           
            V - formulação do pedido, com exposição dos fatos e seus fundamentos;  
           
            VI - apresentação de documentos de interesse do recorrente; e  
           
            VII - data e assinatura do recorrente ou de seu procurador.  
           
            Parágrafo único. O recorrente poderá ser representado por advogado ou
procurador legalmente constituído, devendo, para tanto, anexar ao requerimento o
respectivo instrumento de procuração.  
           
            Art. 24. O recurso não será conhecido quando intempestivo ou sem os requisitos
de que trata o art.23.
           
             Art. 25. Apresentado o recurso ter-se-á por consumado o ato, não se admitindo
emendas.  
           
            Art. 26. O recurso será submetido preliminarmente à análise do órgão ambiental
competente ou entidade responsável pela decisão relativa ao requerimento de
Licenciamento Ambiental ou AAF que, entendendo cabível, reconsiderará a sua decisão.
Parágrafo único. Não havendo reconsideração na forma prevista no caput, o recurso será
submetido à apreciação da instância competente a que se referem os arts. 18 e 19.  
            CAPÍTULO V
            DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE FISCALIZAÇÃO, AUTUAÇÃO E
PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO
           
            Art. 27. A fiscalização e a aplicação de sanções por infração às normas contidas na Lei nº
7.772, de 1980, Lei nº 14.309, de 2002, Lei nº 14.181, de 2002, e Lei nº 13.199, de 1999, serão
exercidas, no âmbito de suas respectivas competências, pela SEMAD, por intermédio das SUPRAMs,
pela FEAM, pelo IEF, pelo IGAM e por delegação pela Polícia Militar de Minas Gerais - PMMG.[17]
            Art. 27. A fiscalização e a aplicação de sanções por infração às normas contidas na
Lei nº 7.772, de 1980, na Lei nº 20.922, de 2013, na Lei nº 14.181, de 2002, e na Lei nº
13.199, de 1999, serão exercidas, no âmbito de suas respectivas competências, pela
SEMAD, por intermédio da Subsecretaria de Controle e Fiscalização Ambiental Integrada
– SUCFIS – e das Superintendências Regionais de Regularização Ambiental - SUPRAMs,
pela FEAM, pelo IEF, pelo IGAM e por delegação pela Polícia Militar de Minas Gerais -
PMMG.[18]
           
            § 1º O titular do respectivo órgão ou entidade, em ato próprio, credenciará servidores para
realizar a fiscalização e lavrar auto de infração, com fundamento em vistoria realizada
pelas SUPRAMs, IEF, IGAM e FEAM, competindo-lhes:
            § 1º O titular do respectivo órgão ou entidade, em ato próprio, credenciará
servidores para realizar a fiscalização e lavrar notificação para regularização de situação,
auto de fiscalização ou boletim de ocorrência e auto de infração, com fundamento em
vistoria realizada pela SUCIFS, SUPRAM´s, IEF, IGAM e FEAM, competindo-lhes:[19]
             
            I - verificar a ocorrência de infração às normas a que se refere o caput;
             
            II - verificar a ocorrência de infração à legislação ambiental;  
           
            III - lavrar auto de fiscalização ou boletim de ocorrência e auto de infração, aplicando as
penalidades cabíveis, observando os seguintes critérios na forma definida neste Decreto:
            III – lavrar notificação para regularização de situação, auto de fiscalização ou
boletim de ocorrência e auto de infração, aplicando as penalidades cabíveis, observando
os seguintes critérios na forma definida neste Decreto.[20]  
           
            a) a gravidade do fato, tendo em vista os motivos da infração e suas
conseqüências para a saúde pública e para o meio ambiente e recursos hídricos;  
           
            b) os antecedentes do infrator ou do empreendimento ou instalação relacionados à
infração, quanto ao cumprimento da legislação ambiental estadual;  
           
            c) a situação econômica do infrator, no caso de multa;  
           
            d) a efetividade das medidas adotadas pelo infrator para a correção dos danos
causados ao meio ambiente e recursos hídricos; e  
           
            e) a colaboração do infrator com os órgãos ambientais na solução dos problemas
advindos de sua conduta; e  
           
IV - determinar, em caso de grave e iminente risco para vidas humanas, para o
meio ambiente, recursos hídricos ou para as atividades sociais e econômicas, medidas
emergenciais e a suspensão ou redução de atividades durante o período necessário para
a supressão do risco.
           
            § 2º O servidor credenciado, ao lavrar os autos de fiscalização ou boletim de
ocorrência e de infração, deverá fundamentar a aplicação da penalidade, tendo em vista
os critérios previstos no inciso III.  
           
            § 3º Nos autos de fiscalização, cabe ao servidor credenciado identificar-se através
da respectiva credencial funcional.  
           
            § 4º O titular do respectivo órgão ou entidade, em ato próprio, credenciará
servidores para lavrar auto de infração, com fundamento em Boletim de Ocorrência
emitido pela PMMG, competindo-lhes o disposto no § 1º.  
           
            Art. 28. A SEMAD, a FEAM, o IEF e o IGAM poderão delegar à PMMG, mediante
convênio, as competências de fiscalização previstas neste Decreto.
           
            § 1º Pelo só efeito da celebração do convênio a que se refere
o caput, ficam credenciados os militares lotados na PMMG.  
           
            § 2º Não será objeto de delegação à PMMG a aplicação de pena, de multa simples
ou diária em valor superior a R$100.000,00 (cem mil reais) por infração, salvo em
assuntos de caça, pesca e desmatamento.
           
            § 3º A suspensão ou redução de atividades e o embargo de obra ou atividade pela PMMG,
deverão estar amparadas por laudo elaborado por técnico habilitado, dispensado este em assuntos
de fauna, pesca e flora, bem como nos casos de instalação sem LI e de perfuração de poço sem a
autorização.  [21]
           
            § 3º – A suspensão ou redução de atividades e o embargo de obra ou atividade
pela PMMG deverão estar amparadas por laudo elaborado por profissional habilitado,
dispensado este em assuntos de fauna silvestre, pesca e flora, bem como nos casos de
instalação ou operação de atividade ou empreendimento sem a respectiva licença ou AAF,
perfuração de poço sem autorização e intervenção em recurso hídrico sem outorga.
 
            § 4º Nos casos dos convênios realizados entre FEAM, IEF, IGAM e PMMG, a
SEMAD figurará como interveniente.
           
            § 5º Ainda que a PMMG não tenha competência para aplicar multa, na hipótese do
§ 2º fica-lhe assegurada competência para constatar o descumprimento do disposto na
legislação ambiental e de recursos hídricos, devendo encaminhar à SEMAD ou às suas
entidades vinculadas o registro da ocorrência.
           
            §º 6º No âmbito de suas competências, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de
Minas Gerais - CBMMG poderá receber delegação da SEMAD, da FEAM, do IEF e do
IGAM para exercer a fiscalização exclusivamente no que se refere às atividades de
combate a incêndio florestal. 
           
            Art. 29. Para garantir a execução das medidas estabelecidas neste Decreto e nas
normas dele decorrentes, fica assegurada aos servidores credenciados na forma dos art.
27 e 28 a entrada em estabelecimento público ou privado, durante o período de qualquer
atividade, ainda que noturno, e a permanência nele pelo tempo necessário, respeitado o
domicílio nos termos inciso XI do art. 5º, da Constituição Federal.  
           
            § 1º O servidor credenciado, sempre que julgar necessário poderá requisitar apoio
policial para garantir o cumprimento do disposto neste artigo.
           
            § 2º Nos casos de ausência do empreendedor, de seus representantes legais ou
seus prepostos, ou de empreendimentos inativos ou fechados o servidor credenciado
procederá a fiscalização acompanhado de duas testemunhas.  
 
            Art. 29-A. A fiscalização terá sempre natureza orientadora e, desde que não seja
constatado dano ambiental, será cabível a notificação para regularização de situação, nos
seguintes casos:[22]
 
          I - entidade sem fins lucrativos;
          II - microempresa ou empresa de pequeno porte;
          III - microempreendedor individual;
          IV - agricultor familiar;
          V - proprietário ou possuidor de imóvel rural de até quatro módulos fiscais;
          VI - praticante de pesca amadora;
          VII - pessoa física de baixo poder aquisitivo e baixo grau de instrução.
 
          § 1º Será considerada pessoa física de baixo poder aquisitivo e baixo grau de
instrução, para fins do inciso VII do caput, aquela cuja renda familiar for inferior a um
salário mínimo per capita ou cadastrada em programas oficiais sociais e de distribuição de
rendas dos Governos Federal ou Estadual e que possua ensino médio fundamental
incompleto a ser declarado sob as penas legais.
 
          § 2º A ausência de dano ambiental será certificada em formulário próprio pelo
agente responsável por sua lavratura.
 
            Art. 29-B. As hipóteses previstas nos incisos do art. 29-A deverão ser
comprovadas no ato da fiscalização, sob pena de lavratura do competente auto de
infração, nos termos deste Decreto.[23]
         
          § 1º A notificação para regularização de situação prevista no art. 29-A será
oportunizada uma única vez ao infrator e deverá ser autuada por meio de procedimento
administrativo próprio e inserida nos sistemas de informação do órgão ambiental ou
equivalente pela unidade administrativa responsável pela sua elaboração.
          § 2º Verificada a ocorrência de uma das hipóteses dos incisos do art. 29-A,
comprovada no prazo de defesa do auto de infração, serão excluídas as penalidades
aplicadas, sendo lavrada notificação para regularização da situação pelo agente
responsável pela lavratura do auto de infração ou por outro indicado pela autoridade
competente.
 
            Art. 29-C. O notificado nos termos do art. 29-A deverá regularizar-se, dar início ao
processo de regularização ambiental de sua atividade, prestar informações solicitadas ou
cumprir as determinações impostas no prazo máximo de vinte dias, contados da
notificação.[24]
 
          § 1º O funcionamento, a instalação ou operação das atividades, o uso e intervenção
dos recursos hídricos, a exploração da flora e as atividades de pesca poderão ser
suspensas até sua regularização junto ao órgão ambiental competente.
          § 2º Caberá ao notificado comprovar, junto à unidade administrativa responsável
pela elaboração da notificação, o cumprimento do estabelecido pela
autoridade notificadora, no prazo máximo de vinte dias, contados a partir do fim do prazo
estabelecido para cumprir as determinações impostas.
          § 3º Iniciado o processo administrativo de licenciamento ambiental, a continuidade
da operação do empreendimento ou atividade estará condicionada, ainda, à assinatura de
Termo de Ajustamento de Conduta com o órgão ambiental competente, com previsão de
condições e prazos para instalação e funcionamento do empreendimento ou atividade até
a sua regularização.
 
            Art. 29-D. O não atendimento ao disposto no art. 29-C importará na lavratura do
respectivo auto de infração, pelo responsável pela lavratura da notificação ou por outro
indicado pela autoridade competente, com a aplicação das penalidades cabíveis,
conforme previsto na legislação ambiental vigente.
 
          § 1º O auto de infração também será lavrado naquelas hipóteses em que, após
iniciado o processo de regularização ambiental, observado o disposto no art. 29-C, o
mesmo for indeferido ou não for finalizado dentro dos prazos legalmente estabelecidos.
          § 2º Não caberá aplicação da penalidade de advertência no caso em que for
constatado o descumprimento do previsto no art. 29-C.
          § 3º O processo administrativo de auto de infração decorrente do não atendimento à
notificação deverá ter seguimento nos mesmos autos da notificação.”
 
           
            Art. 30. Realizada a fiscalização, será lavrado de imediato o auto de fiscalização
ou boletim de ocorrência, registrando-se os fatos constatados e as informações
prestadas, observadas as diretrizes do inciso III do art. 27.  
           
            § 1º Se presente o empreendedor, seus representantes legais ou prepostos, ser-
lhe-á fornecida cópia do auto de fiscalização ou boletim de ocorrência ambiental, contra
recibo; boletim de ocorrência feito pela PMMG será preenchido no ato da fiscalização e
fornecido contra recibo pelo respectivo batalhão após numeração e digitalização.  
           
            § 2º Na ausência do empreendedor, de seus representantes legais ou prepostos,
ou na inviabilidade de entrega imediata do auto de fiscalização ou boletim de ocorrência
ambiental, uma cópia do mesmo lhe será remetida pelo correio com aviso de recebimento
- AR.  
           
            Art. 31. Verificada a ocorrência de infração à legislação ambiental ou de recursos
hídricos, será lavrado auto de infração, em três vias, destinando-se a primeira ao autuado
e as demais à formação de processo administrativo, devendo o instrumento conter:
           
            I - nome ou razão social do autuado, com o respectivo endereço;  
           
            II - fato constitutivo da infração;
             
            III - disposição legal ou regulamentar em que fundamenta a autuação;  
           
            IV - circunstâncias agravantes e atenuantes;
           
            V - reincidência;  
           
            VI - aplicação das penas;  
           
            VII - o prazo para pagamento ou defesa;
           
            VIII - local, data e hora da autuação;  
           
            IX - identificação e assinatura do servidor credenciado responsável pela
autuação; e  
           
            X - assinatura do infrator ou de seu preposto, sempre que possível, valendo esta
como notificação.  
           
            § 1º Na hipótese prevista no art. 64, são competentes para lavrar o auto de infração os
Superintendentes Regionais de Meio Ambiente, o Presidente da FEAM, o Diretor-Geral do IEF ou o

Diretor-Geral do IGAM, conforme o caso.  [25]


           
            § 1º – Na hipótese prevista no art. 64, são competentes para lavrar o auto de
infração o Subsecretário de Fiscalização Ambiental, os Superintendentes Regionais de
Meio Ambiente, o Presidente da FEAM, o Diretor–Geral do IEF ou o Diretor–Geral do
IGAM, observadas as finalidades e competências dos respectivos órgãos e entidades.
           
            § 2º O servidor credenciado deverá identificar no auto de infração ou boletim de
ocorrência o(s) autor(es), bem como, conforme o caso, aquele(s) que tenha(m)
contribuído, direta ou indiretamente, para a prática da infração.  
           
            § 3º Deverá ser remetida ao Ministério Público Estadual cópia do auto de infração
ou boletim de ocorrência.  
           
            Art. 32. Não sendo possível a autuação em flagrante, o autuado será notificado,
pessoalmente ou interposta pessoa, por via postal com aviso de recebimento, por
telegrama, por publicação no Órgão Oficial dos Poderes do Estado ou mediante qualquer
outro meio que assegure a ciência da autuação.  Parágrafo único. Para produzir efeitos, a
notificação por via postal independe do recebimento pessoal do interessado, sendo
suficiente que a correspondência seja entregue no endereço por ele indicado ou no local
da infração.  
           
CAPÍTULO VI
            DA DEFESA E DO RECURSO CONTRA A APLICAÇÃO DE PENALIDADE
           
            Art. 33. O autuado poderá apresentar defesa dirigida ao órgão ou entidade
responsável pela autuação, no prazo de vinte dias contados da notificação do auto de
infração, lhe sendo facultada a juntada de todos os documentos que julgar convenientes à
defesa, independente de depósito prévio ou caução.  
           
            Art. 34. A peça de defesa deverá conter os seguintes dados:
           
            I - autoridade administrativa ou órgão a que se dirige;
           
            II - identificação completa do autuado, com a apresentação de cópia do documento
de inscrição no Ministério da Fazenda - CPF ou CNPJ e, quando for o caso, contrato
social e última alteração;
           
            III - número do auto de infração correspondente;
              
            IV - o endereço do autuado ou indicação do local para o recebimento de
notificações, intimações e comunicações;
           
            V - formulação do pedido, com exposição dos fatos e seus fundamentos; e
           
            VI - a data e assinatura do requerente ou de seu procurador.  
           
            § 1º O autuado poderá ser representado por advogado ou procurador legalmente
constituído, devendo, para tanto, anexar ao requerimento o respectivo instrumento de
procuração.  
           
            § 2º Cabe ao autuado a prova dos fatos que tenha alegado, sem prejuízo do dever
atribuído a autoridade julgadora para instrução do processo.  
           
            § 3º As provas propostas pelo autuado poderão ser recusadas, mediante decisão
fundamentada da autoridade julgadora competente.  
           
            § 4º O autuado poderá protestar, no ato da apresentação da defesa, pela juntada
de outros documentos até que o processo seja remetido à conclusão da autoridade
julgadora.
           
             Art. 35. A defesa não será conhecida quando intempestiva, caso em que se
tornará definitiva a aplicação da penalidade.
           
             § 1º Os requisitos formais indicados no art. 34, quando ausentes da peça de
defesa apresentada no prazo assinalado no art. 33, deverão ser emendados dez dias,
após sua notificação, sob pena de aplicação da penalidade.
           
            § 2º Na hipótese de não apresentação da defesa se aplicará definitivamente a
penalidade.
           
            Art. 36. Apresentada defesa, o processo será instruído na forma e nos prazos
estabelecidos pela Lei nº 14.184, de 2002.  
 
            Parágrafo único. Os processos administrativos tramitarão pelo rito ordinário ou
pelo rito sumário nas hipóteses e na forma previstas neste Decreto. [26]
           
            Art. 37. Finda a instrução, o processo será submetido à decisão pelo órgão ou
entidade responsável pela autuação, nos termos deste Decreto.
           
            § 1º Nos casos de autuação pelos servidores credenciados lotados nas SUPRAMs,
os processos serão decididos pelos respectivos Superintendentes.  
           
            § 2º Nos casos de autuação pelos servidores credenciados lotados na FEAM, no
IEF ou no IGAM, os processos serão decididos pelo Presidente da FEAM, pelo Diretor-
Geral do IEF ou pelo Diretor-Geral do IGAM, os quais poderão delegar expressamente
essas competências, sendo vedada subdelegação.  
           
            § 3º No caso de atuação com base no art. 64, a defesa será dirigida à correlata
URC do COPAM e CERH.
           
            § 4º No caso de atuação pela Polícia Ambiental da PMMG a defesa será julgada
pela respectiva SUPRAM, conforme o local da infração.  
           
            Art. 38. A autoridade deverá fundamentar sua decisão, podendo valer-se de
análises técnica e jurídica do corpo técnico da respectiva unidade.  
           
            Art. 39. Será admitida a apresentação de defesa ou recurso via postal, mediante
carta registrada, verificando-se a tempestividade pela data da postagem.
           
            Art. 40. Apresentada a defesa ou recurso ter-se-á por consumado o ato, não se
admitindo emendas, salvo o disposto no § 1º do art. 35 deste Decreto.  
           
            Art. 41. O processo será decidido no prazo de sessenta dias, contados da
conclusão da instrução.
           
            § 1º O prazo a que se refere o caput poderá ser prorrogado uma vez, por igual
período, mediante motivação expressa.  
           
            § 2º Nas hipóteses em que houver suspensão de atividades ou embargo de obra ou atividade,
o processo deverá ser decidido no prazo de cinco dias, contados da conclusão da instrução.
[27] (REVOGADO)
           
            Art. 42. O autuado será notificado da decisão do processo, pessoalmente, na
pessoa de seu representante legal ou preposto, por via postal com aviso de recebimento,
por telegrama, por publicação no Órgão Oficial dos Poderes do Estado ou mediante
qualquer outro meio que assegure a ciência da decisão.  Parágrafo único. Para produzir
efeitos, a notificação por via postal independe do recebimento pessoal do interessado,
bastando que a correspondência seja entregue no endereço por ele indicado e que o
aviso de recebimento - AR retorne ao órgão ambiental assinado para compor o processo
administrativo. 
           
            Art. 43. Da decisão a que se refere o art. 41 cabe recurso, no prazo de trinta dias,
contados da notificação a que se refere o art. 42, independentemente de depósito ou
caução, dirigido ao COPAM, ao CERH ou ao Conselho de Administração do IEF, conforme
o caso.
           
            § 1º O recurso da decisão proferida pelo Superintendente Regional de Meio
Ambiente será dirigido:  
           
            I - à respectiva URC, no caso de infração às normas contidas na Lei nº 7.772, de
1980; ou  [28]
           
            II - à Câmara de Proteção à Biodiversidade - CPB do COPAM, no caso de infração
às normas contidas na Lei nº 14.181, de 2002, e terá decisão definitiva prolatada pela
CNR, nos casos em que a CPB não reconsiderar a decisão inicial; ou  
           
            III - ao Conselho de Administração do IEF, no caso de infração às normas contidas
na Lei nº 14.309, de 2002; ou [29]  
           
            IV - ao CERH, no caso de infração às normas contidas na Lei nº 13.199, de 1999.  
           
            § 2º O recurso da decisão proferida pelo Presidente da FEAM será dirigido à CNR
do COPAM.
           
            § 3º O recurso da decisão proferida pelo Diretor-Geral do IEF será dirigido:  
           
            I - à CNR do COPAM, no caso de infração às normas contidas na Lei nº 7.772, de
1980;
           
            II - à CPB do COPAM, no caso de infração às normas contidas na Lei nº 14.181, de
2002, e terá decisão definitiva prolatada pela CNR, nos casos em que a CPB não
reconsiderar a decisão inicial; ou § [30]  
           
            III - ao Conselho de Administração do IEF, no caso de infração às normas contidas
na Lei nº 14.309, de 2002.  
           
            § 4º O recurso da decisão proferida pelo Diretor-Geral do IGAM será dirigido ao
CERH.
           
            § 5º Da decisão contra penalidade imposta nos termos do art. 64 cabe recurso
dirigido à CNR do COPAM, ao Plenário do CERH ou ao Conselho de Administração do
IEF, conforme o caso.
           
            Art. 44. No recurso, é facultada ao requerente, no prazo a que se refere o art. 43,
a juntada de novos documentos que julgar convenientes. 
           
            Art. 45. Na sessão de julgamento do recurso o requerente poderá apresentar
alegações orais, sendo vedada a juntada ou apresentação de novos documentos.  
           
            Art. 46. A decisão proferida nos termos do art. 45 é irrecorrível.  
           
            Art. 47. A defesa ou a interposição de recurso contra a penalidade imposta por
infração às normas ambientais e de recursos hídricos não terão efeito suspensivo, salvo
mediante assinatura e cumprimento no prazo fixado pelos órgãos, do termo de
compromisso firmado pelo infrator com a SEMAD e entidades vinculadas.  
           
            § 1º O Termo de Compromisso a que se refere o caput deverá ser requerido no
prazo de apresentação da defesa ou do recurso.  
           
            § 2º No caso de autuação por ausência de Licença Ambiental ou de AAF não se
aplica o disposto no caput.  
 
            Art. 47-A. O rito sumário aplica-se:[31]
 
            I - ao processo administrativo decorrente de auto de infração cuja penalidade de
multa simples e/ou multa diária tenham sido aplicadas com valor igual ou inferior a cinco
mil Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais - UFEMGs;
            II - ao processo administrativo decorrente de auto de infração que,
independentemente dos valores aplicados para as penalidades de multa simples e/ou
multa diária, relacione-se exclusivamente com as seguintes situações:
 
            a) funcionamento de empreendimento ou atividade sem a devida autorização
ambiental, desde que não amparado por Termo de Ajustamento de Conduta firmado com
o órgão ou entidade ambiental competente;
 
            b) instalação, construção, teste, operação ou ampliação de atividade efetiva ou
potencialmente poluidora ou degradadora do meio ambiente, sem as devidas licenças ou
autorizações, desde que inexistente o Termo de Ajustamento de Conduta firmado com o
órgão ou entidade ambiental competente;
 
            c) ausência de cadastro de uso insignificante ou outorga do direito do uso de
recursos hídricos;
 
            d) ausência de autorização ou licença para intervenção ambiental e/ou proceder à
sua execução em desrespeito às normas de exploração sustentável, em áreas comuns,
áreas inseridas no Bioma de Mata Atlântica, áreas de reserva legal, áreas de preservação
permanente ou em unidades conservação;
 
            e) ausência ou utilização indevida, para fins diversos do autorizado ou licenciado,
de autorização, licença, cadastro ou registro de pesca, flora e fauna;
 
            III - ao processo administrativo decorrente de auto de infração em que tenha havido
conversão da penalidade de advertência em multa simples, independentemente do valor
dessa conversão.
 
            § 1° Para fins do disposto no inciso I, será considerado o valor da penalidade de
multa simples ou de multa diária aplicada para cada infração às normas de proteção ao
meio ambiente e recursos hídricos tipificada no auto de infração.
 
            § 2° Será convertido para o rito sumário o processo administrativo decorrente de
auto de infração que, após a revisão pela autoridade competente, nos termos do art. 81,
tiver seu valor reduzido para os valores mencionados no inciso I deste artigo.
 
            Art. 47-B. No rito sumário caberá recurso da decisão administrativa, dirigido ao
Secretário Executivo do CERH, no caso de infração às normas contidas na Lei nº 13.199,
de 29 de janeiro de 1999, ou ao Secretário Executivo do COPAM, nos demais casos, no
prazo de trinta dias, contados da notificação da decisão de julgamento da defesa. [32]
 
            Art. 47-C. Aplica-se ao processo administrativo submetido ao rito sumário, no
que for compatível, as demais disposições deste Capítulo. [33]
           
            CAPÍTULO VII
            DO RECOLHIMENTO DAS MULTAS E DO PARCELAMENTO DOS DÉBITOS
           
            Art. 48. As multas previstas neste Decreto deverão ser recolhidas no prazo de
vinte dias da notificação da decisão administrativa definitiva, ressalvadas as hipóteses
previstas no art. 47 e desde que acatada a proposta de assinatura de Termo de
Compromisso.  
           
            § 1º Na hipótese de apresentação de defesa ou recurso, as multas deverão ser
recolhidas no prazo de vinte dias, contados da notificação da decisão administrativa
definitiva, sob pena de inscrição em dívida ativa.  
           
            § 2º O valor referente às multas arrecadadas com a aplicação de penalidades
administrativas previstas neste Decreto constituirá receita própria da entidade vinculada à
SEMAD, responsável pela fiscalização e lavratura do respectivo auto de infração.  
           
            § 3º O valor da multa será corrigido monetariamente a partir da data da autuação e,
a partir do vencimento incidirão juros de mora de um por cento ao mês.  
           
            § 4º A SEMAD ou entidade vinculada responsável pela fiscalização e lavratura do
respectivo auto de infração deverá encaminhar à Advocacia-Geral do Estado - AGE, o
processo administrativo após os prazos a que se referem o caput e § 1º, para inscrição do
débito em dívida ativa, no prazo de trinta dias.  
           
            Art. 49. As multas poderão ter sua exigibilidade suspensa nos seguintes casos:
           
            I - assinatura do termo de ajustamento de conduta a que se refere o § 3º do art. 76
quando houver cumulação da penalidade de multa com a penalidade de
suspensão;      II - assinatura do termo de ajustamento de conduta a que se refere o § 2º
do art. 75 quando houver cumulação da penalidade de multa com a penalidade de
embargo; e             III - assinatura do termo de ajustamento de conduta, quando houver
aplicação da penalidade de multa, exclusivamente ou cumulada com penalidades distintas
das de suspensão ou de embargo.  
           
            § 1º O descumprimento do termo de ajustamento de conduta que se referem os incisos I, II e
III implicará na exigibilidade imediata da multa em seu valor integral.  
            § 2º A multa poderá ter o seu valor reduzido em até cinqüenta por cento, na hipótese de
cumprimento das obrigações relativas a medidas específicas para reparar o dano ambiental, corrigir
ou cessar a poluição ou degradação assumidas pelo infrator no termo de ajustamento de conduta,
desde que promovidas dentro dos prazos e condições nele previstos.
             § 3º O termo de ajustamento de conduta a que se referem os incisos I, II e III deverá ser
firmado no mesmo prazo previsto para o recolhimento da multa.  [34]

 
§ 1º – O descumprimento total ou parcial da obrigação prevista no termo de
ajustamento de conduta a que se referem os incisos I, II e III, por culpa do interessado,
implicará na exigibilidade imediata da multa, acrescida de juros de mora e correção
monetária.
§ 2º – A multa poderá ter o seu valor reduzido em até cinquenta por cento, na
hipótese de cumprimento das obrigações relativas a medidas específicas para reparar o
dano ambiental, corrigir ou cessar a poluição ou degradação ambiental, ou
alternativamente com a realização de ações ou o fornecimento de materiais que visem à
promoção e melhoria de atividades de educação ambiental, regularização e fiscalização
ambiental, assumidas pelo infrator no termo de ajustamento de conduta, desde que
promovidas dentro dos prazos e condições nele previstos.
§ 3º – O termo de ajustamento de conduta a que se referem os incisos I, II e III
poderá ser firmado até a inscrição em dívida ativa do crédito decorrente da
multa aplicada.
§ 4º – Na hipótese da multa ter seu valor reduzido nos termos do § 2º e houver
descumprimento total ou parcial das obrigações previstas no termo de ajustamento de
conduta, por culpa do interessado, a multa será cobrada integralmente, incluído o valor
reduzido e acrescida de juros de mora e correção monetária.
 
            Art. 50. Os débitos resultantes de multas aplicadas em decorrência de infração às
normas de proteção ao meio ambiente e aos recursos hídricos poderão ser parcelados
em até sessenta parcelas mensais, a critério da SEMAD ou de suas entidades vinculadas.
            Parágrafo único. Os débitos referidos no caput não poderão ser parcelados nas seguintes
hipóteses:  
            Parágrafo único. O parcelamento dos débitos referidos no caput deverá observar os valores
mínimos de parcela, critérios, procedimentos e formalidades a serem previamente estabelecidos em
resolução conjunta do Secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e do
Advogado-Geral do Estado.[35]   (REVOGADO)  [36]

           
            I - débitos inferiores aos valores definidos em resolução conjunta do Secretário de
Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e do Advogado-Geral do
Estado;
            II - se o infrator não estiver licenciado ou não tiver formalizado o respectivo
requerimento, ainda que em caráter corretivo;  
           
            III - se o infrator não possuir AAF ou não tiver formalizado o respectivo
requerimento;  
           
            IV - se o infrator não possuir outorga do direito de uso de recursos hídricos, ou não
tiver formalizado o respectivo requerimento;  
           
            V - se o infrator não possuir autorização para exploração florestal ou autorização
para intervenção em área de preservação permanente e demais autorizações exigíveis na
legislação florestal e de pesca; e  
           
            VI - se o infrator não possuir reserva legal averbada e preservada.  
           
            Art. 51. A adesão ao regime de parcelamento se efetivará junto ao órgão ou
entidade responsável pela fiscalização e lavratura do respectivo auto de infração,
mediante a assinatura de termo de confissão e parcelamento do débito, que deverá
conter:  
           
            I - reconhecimento do débito respectivo e renúncia ao direito de defesa ou de
recurso contra a aplicação da penalidade;  
           
            II - desistência de eventual ação mediante a qual o infrator discuta o débito;  
           
            III - confissão extrajudicial, irrevogável e irretratável do débito, nos termos
dos arts. 348, 353 e 354 do Código de Processo Civil;  
           
            IV - data, local e forma de pagamento das parcelas;  
           
            V - a forma de correção e juros incidentes sobre as parcelas e saldo devedor;  
           
            VI - multa pelo pagamento em atraso de qualquer das parcelas e pelo
descumprimento do parcelamento; e
           
            VII - vencimento antecipado nas hipóteses de não pagamento:  
           
            a) da primeira parcela no prazo do termo de confissão e parcelamento do
débito; ou  
           
            b) de três parcelas, consecutivas ou não.  
           
            Art. 52. O parcelamento incidirá sobre o total do débito consolidado na data da
assinatura de confissão e parcelamento do débito, incluindo juros e outros acréscimos
legais.  
           
           
            Parágrafo único. Quando o débito estiver inscrito em dívida ativa, o parcelamento
dependerá do pronunciamento prévio da AGE, que orientará quanto à forma de
pagamento das despesas judiciais e dos honorários advocatícios.  
           
            Art. 53. O parcelamento não poderá ter parcelas inferiores aos valores definidos em
resolução conjunta do Secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e do
Advogado-Geral do Estado.  [37]
           
            Art. 54. O parcelamento em andamento, descumprido ou vencido
antecipadamente, somente será objeto de novo parcelamento mediante o pagamento à
vista de vinte por cento do saldo devedor apurado na data do novo parcelamento,
despesas processuais e honorários advocatícios.  
           
            Parágrafo único. Ocorrido um segundo parcelamento, nos termos do caput, caso
ele seja descumprido ou vencido antecipadamente, não será admitido um terceiro
parcelamento, devendo o autuado ser inscrito na Dívida Ativa do Estado.  
           
            Art. 55. Resolução conjunta do Secretário de Estado de Meio Ambiente e
Desenvolvimento Sustentável e do Advogado-Geral do Estado detalhará os
procedimentos e formalidades a serem adotados no parcelamento e aprovará o modelo
de termo de confissão e parcelamento de débito.  
           
            CAPÍTULO VIII
            DAS PENALIDADES E INFRAÇÕES ADMINISTRATIVAS
           
            Art. 56. As infrações administrativas previstas neste Decreto são punidas com as
seguintes sanções, independente da reparação do dano:  
           
            I - advertência;  
           
            II - multa simples;  
           
            III - multa diária;
             
            IV - apreensão dos animais, produtos e subprodutos da fauna e flora, instrumentos,
petrechos, equipamentos ou veículos de qualquer natureza utilizados na prática da
infração;  
           
            V - destruição ou inutilização do produto;  
           
            VI - suspensão de venda e fabricação do produto;  
           
            VII - embargo de obra ou atividade;  
           
            VIII - demolição de obra;  
           
            IX - suspensão parcial ou total das atividades; e  
            X - restritiva de direitos.  
           
            Art. 57. Se o infrator cometer, simultaneamente, duas ou mais infrações, serão
aplicadas, cumulativamente, as sanções a elas cominadas.  
           
            Art. 58. A advertência será aplicada quando forem praticadas infrações
classificadas como leves.  
           
            Parágrafo único. Será determinado prazo de no máximo noventa dias àquele que
houver cometido infração leve, para a regularização cabível, cujo descumprimento
implicará conversão da penalidade de advertência em multa simples.  
           
            Art. 59. A multa simples será aplicada sempre que o agente:  
           
            I - reincidir em infração classificada como leve;  
           
            II - praticar infração grave ou gravíssima; e  
           
            III - obstar ou dificultar ação fiscalizadora.
           
            Art. 60. O valor da multa simples aplicada por infração às normas previstas na Lei
nº 7.772, de 1980, e na Lei nº 13.199, de 1999, será de no mínimo, R$50,00 (cinqüenta
reais) e, no máximo, R$500.000,00 (quinhentos mil reais), podendo atingir o valor de
R$50.000.000,00 (cinqüenta milhões de reais), no caso previsto no art. 64, observados os
critérios de valoração das multas constantes nos anexos I e II, deste Decreto.
           
            Parágrafo único. Para fins de aplicação a que se refere o caput, os portes dos
empreendimentos e atividades serão os definidos pelo COPAM ou CERH, conforme o
caso.  
           
            Art. 61. O valor da multa simples aplicável a infrações por descumprimento da Lei nº 14.309,
de 2002, será de no mínimo, R$50,00 (cinqüenta reais) e, no máximo, R$50.000.000,00 (cinqüenta
milhões de reais), corrigido anualmente, com base na variação da Unidade Fiscal do Estado de
Minas Gerais - UFEMG, calculado por unidade, hectare, metro cúbico, quilograma, metro, fração
destas medidas ou outra medida pertinente, de acordo com a natureza da infração cometida,
observados o disposto no Anexo III.  
            Art. 61. O valor da multa simples aplicável a infrações por descumprimento da Lei
nº 20.922, de 2013, será de, no mínimo, R$69,00 (sessenta e nove reais) e, no máximo,
R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), corrigido anualmente, com base na
variação da Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais - UFEMG, calculado por unidade,
hectare, metro cúbico, quilograma, metro, fração destas medidas ou outra medida
pertinente, de acordo com a natureza da infração cometida, observado o disposto no
Anexo III.[38]
           
            Parágrafo único. Nos casos de reincidência em infração leve, o valor da multa
simples aplicada variará de R$100,00 (cem reais) a R$2.000,00 (dois mil reais).  
           
            Art. 62. O valor da multa simples aplicável a infrações por descumprimento das
normas previstas pela Lei nº 14.181, de 2002, será calculado conforme o disposto no
Anexos IV e V deste Decreto.  
           
            Art. 63. Até cinqüenta por cento do valor da multa de que tratam os arts. 60, 61, 62
e 64 poderão ser convertidos, mediante assinatura de Termo de Compromisso com o
órgão ambiental competente, em medidas de controle, que poderão incluir ação
reparadora a ser realizada em qualquer parte do Estado, desde que cumpridos os
seguintes requisitos:  
           
            I - comprovação pelo infrator de reparação do dano ambiental diretamente causado
pelo empreendimento e da adoção das medidas de controle ambiental exigidas pelo
órgão ambiental competente;  
           
            II - comprovação do recolhimento do valor restante da multa, que não será
convertido em medidas de interesse de proteção ambiental e de recursos hídricos, nos
termos deste artigo se não aplicada a redução a que se refere o § 2º do art. 49;  
           
            III - o infrator possua atos autorizativos ambientais, ou os tenha formalizado, ainda
que em caráter corretivo;  
           
            IV - aprovação pelo COPAM, CERH ou Conselho de Administração do IEF, da
proposta de conversão elaborada pelo infrator. e  
           
            V - assinatura de Termo de Compromisso com o órgão ambiental competente,
fixando prazo e condições de cumprimento da proposta aprovada pelos dirigentes dos
órgãos ambientais competentes.  
           
            § 1º O requerimento de conversão de que trata este artigo somente poderá ser
realizado antes que o débito resultante da multa seja inscrito em dívida ativa.  
           
            § 2º A reincidência específica por agente beneficiado com a conversão de multa
simples em prestação de serviços de preservação, melhoria e recuperação da qualidade
do meio ambiente, implicará a aplicação de multa em dobro do valor daquela
anteriormente imposta.  
           
            Art. 64. As multas simples cominadas às infrações gravíssimas previstas neste
Decreto terão seu valor fixado entre o mínimo de R$20.000.000,00 (vinte milhões e reais)
e o máximo de R$50.000.000,00 (cinqüenta milhões de reais), se a infração for cometida
por empreendimento ou atividade de grande porte e causar dano ou perigo de dano à
saúde pública, ao bem-estar da população ou aos recursos econômicos do Estado.  
           
            Art. 65. Para os efeitos deste Decreto, considera-se:  
           
            I - reincidência específica: prática de nova infração de mesma tipificação daquela
previamente cometida; e  
           
            II - reincidência genérica: prática de nova infração de tipificação diversa daquela
anteriormente cometida.  
           
            Parágrafo único. Para os fins deste artigo somente serão consideradas as
infrações cuja aplicação da penalidade tornou-se definitiva há menos de três anos da data
da nova autuação.  
 
            Art. 66. Para fins da fixação do valor da multa a que se referem os arts. 60, 61, 62,
64 e 70 deverão ser levados em consideração os antecedentes do infrator, do
empreendimento ou instalação relacionados à infração, quanto ao cumprimento da
legislação ambiental estadual, observados os seguintes critérios:  
           
            I - se não houver reincidência, o valor base da multa será fixado no valor mínimo
da respectiva faixa.  
           
            II - se houver cometimento anterior de infração leve, com decisão administrativa
definitiva, o valor-base da multa será fixado no valor mínimo da faixa da multa acrescido
de um terço da variação correspondente;  
           
            III - se houver cometimento anterior de infração grave, com decisão administrativa
definitiva, o valor-base da multa será fixado no valor mínimo da faixa acrescido de dois
terços da variação correspondente; e  
           
            IV - se houver cometimento anterior de infração gravíssima, com decisão
administrativa definitiva, o valor-base da multa será fixado no valor máximo da faixa.  
           
            § 1º Para fins de aplicação deste artigo, considera-se:  
           
            I - faixa: intervalo de valores estabelecidos pelos arts. 60, 61, 62 e 64; e  
           
            II - variação: diferença entre o valor máximo e mínimo da faixa.  
           
            § 2º Havendo cometimento anterior de mais de uma infração, considerará, para fins
de fixação do valor-base, aquela de maior gravidade.  
           
            Art. 67. A reincidência específica implica a fixação do valor-base da multa no valor
máximo da faixa.  
           
            Art. 68. Sobre o valor-base da multa serão aplicadas circunstâncias atenuantes e
agravantes, conforme o que se segue:  
           
            I - ATENUANTES:  
           
            a) a efetividade das medidas adotadas pelo infrator para a correção dos danos
causados ao meio ambiente e recursos hídricos, incluídas medidas de reparação ou de
limitação da degradação causada, se realizadas de modo imediato, hipóteses em que
ocorrerá a redução da multa em trinta por cento.  
           
            b) comunicação imediata do dano ou perigo à autoridade ambiental hipótese em
que ocorrerá a redução da multa quinze por cento;  
           
            c) menor gravidade dos fatos tendo em vista os motivos e suas conseqüências
para a saúde pública e para o meio ambiente e recursos hídricos, hipótese em que
ocorrerá a redução da multa em trinta por cento;  
           
            d) tratar-se o infrator de entidade sem fins lucrativos, micro-empresa, micro-
produtor rural ou unidade produtiva em regime de agricultura familiar, mediante
apresentação de documentos comprobatórios atualizados emitidos pelo órgão
competente, ou ainda tratar-se de infrator de baixo nível socioeconômico com hipóteses
em que ocorrerá a redução da multa em trinta por cento;  
           
            e) a colaboração do infrator com os órgãos ambientais na solução dos problemas
advindos de sua conduta, hipótese em que ocorrerá a redução da multa em até trinta por
cento;  
           
            f) tratar-se de infração cometida em por produtor rural em propriedade rural que
possua reserva legal devidamente averbada e preservada hipótese em que ocorrerá a
redução da multa em até trinta por cento;  
           
            g) tratar-se de utilização de recursos hídricos para fins exclusivos de consumo
humano, hipótese em que ocorrerá redução de trinta por cento;  
           
            h) tratar-se de utilização de recursos hídricos para fins de dessedentação de
animais em propriedades rurais de pequeno porte, hipótese em que ocorrerá redução de
trinta por cento;
           
            i) a existência de matas ciliares e nascentes preservadas, hipótese em que
ocorrerá a redução da multa em trinta por cento;
           
            j) tratar-se de infrator que detenha certificação ambiental válida, de adesão
voluntária, devidamente aprovada pela instituição certificadora, hipótese em que ocorrerá
redução de trinta por cento;  
           
            II - AGRAVANTES:  
           
            a) maior gravidade dos fatos, tendo em vista os motivos e suas conseqüências
para a saúde pública, para o meio ambiente e para os recursos hídricos, inclusive
interrupção do abastecimento público, hipótese que ocorrerá aumento da multa em trinta
por cento;  
            b) danos ou perigo de dano à saúde humana, hipótese que ocorrerá aumento da
multa em trinta por cento;  
           
            c) danos sobre a propriedade alheia, hipótese que ocorrerá aumento da multa em
trinta por cento;  
           
            d) danos sobre Unidade de Conservação, hipótese que ocorrerá aumento da multa
em trinta por cento;  
            e) emprego de métodos cruéis na morte ou captura de animais, hipótese que
ocorrerá aumento da multa em trinta por cento;
           
            f) poluição ou degradação que provoque morte de espécie rara ou considerada
ameaçada de extinção, assim indicada em lista oficial, hipótese que ocorrerá aumento da
multa em trinta por cento;  
           
            g) ter o agente cometido a infração em período de estiagem, hipótese que ocorrerá
aumento da multa em trinta por cento;  
           
            h) os atos de dano ou perigo de dano praticados à noite, em domingos ou feriados,
hipótese que ocorrerá aumento da multa em trinta por cento;  
           
            i) poluição que provoque a retirada, ainda que momentânea, dos habitantes de
área ou região, hipótese que ocorrerá aumento da multa em trinta por cento;  
           
            j) poluição ou degradação do solo que torne uma área, urbana ou rural, imprópria
para a ocupação humana, para o cultivo ou pastoreio, hipótese que ocorrerá aumento da
multa em trinta por cento;
           
            l) o dano a florestas primárias ou em estágio avançado de regeneração, hipótese
que ocorrerá aumento da multa em trinta por cento;  
           
            m) obtenção de vantagem pecuniária, no caso de infrações às normas da Lei nº
14.181, de 2002, hipótese que ocorrerá aumento da multa em trinta por cento;  
           
            n) cometimento de infração aproveitando-se da ocorrência de fenômenos naturais
que a facilitem, no caso de infrações às normas da Lei nº 14.181, de 2002, hipótese que
ocorrerá aumento da multa em trinta por cento; e  
           
            o) cometimento de infração em Unidade de Conservação ou lagoa marginal, no
caso de infrações às normas da Lei nº 14.181, de 2002, hipótese que ocorrerá aumento
da multa em trinta por cento.  
           
            Art. 69. As atenuantes e agravantes incidirão, cumulativamente, sobre o valor-base
da multa, desde que não implique a elevação do valor da multa a mais de cinqüenta por
cento do limite superior da faixa correspondente da multa, nem a redução do seu valor a
menos de cinqüenta por cento do valor mínimo da faixa correspondente da multa.  
           
            Art. 70. A multa diária incidirá a partir da constatação do descumprimento de medidas
impostas ao infrator pelo órgão competente quando da lavratura de auto de infração cujo fato
constitutivo caracterize a existência de poluição ou degradação ambiental.  
            § 1º O órgão competente indicará as medidas e prazos adequados à cessação da poluição ou
degradação ambiental, por meio de Auto de Fiscalização, Parecer ou Termo de Ajustamento de
Conduta Ambiental, com a participação do empreendedor que se responsabilizará pela comprovação
da regularização da situação.  
            § 2º Caso verificado a inveracidade da comunicação referente à cessação do fato que
ensejou a autuação, após notificação do empreendedor, a multa diária incidirá durante os próximos
trinta dias até que o infrator evidencie a execução das medidas acordadas com o órgão competente.
            § 3º O valor da multa diária corresponderá a cinco por cento do valor da multa simples
multiplicado pelo período que se prolongou no tempo a poluição ou degradação a que se refere o §
2º.  
            § 4º Ultrapassados trinta dias do prazo improrrogável a que se refere o § 2º, caso o infrator
não tenha comunicado a regularização da situação, aplicar-se-ão cumulativamente as penalidades
de suspensão das atividades, multa simples e multa diária, após notificação do empreendedor. [39] 
 
Art. 70 – A multa diária será aplicada sempre que o cometimento da infração se prolongar
no tempo e será computada até que o infrator demonstre a regularização da situação à autoridade
competente.
§ 1º – O órgão competente indicará as medidas e prazos adequados à cessação da poluição
ou degradação ambiental, por meio de auto de fiscalização, parecer ou termo de ajustamento de
conduta, nessa última hipótese com a participação do empreendedor.
§ 2º – O empreendedor se responsabilizará pela comprovação da regularização da situação
até o último dia do prazo estipulado para cumprimento das medidas de cessação da poluição ou
degradação ambiental.
§ 3º – Constatado pelo órgão competente que não foi regularizada a situação que deu causa à
lavratura do auto de infração, voltará a ser imposta multa diária desde a data em que deixou de ser
aplicada, cumulativamente com suspensão das atividades e multa simples, notificando-se o autuado.
§ 4º – O valor da multa diária corresponderá a cinco por cento do valor máximo da multa
simples cominada multiplicado pelo período que se prolongou no tempo a poluição ou degradação.
 
           
            Art. 71. A apreensão dos animais, produtos e subprodutos da fauna e flora, instrumentos,
petrechos, equipamentos ou veículos de qualquer natureza utilizados na infração observará o
seguinte:  
            § 2º Após a decisão administrativa definitiva, os produtos e subprodutos da fauna e flora, os
equipamentos, os veículos de qualquer natureza, os petrechos e os demais instrumentos utilizados
na prática da infração úteis aos órgãos ou entidades ambientais, entidades científicas, culturais,
educacionais, hospitalares, penais, policiais, públicas e outras entidades com fins beneficentes,
serão destinados a estas, após prévia avaliação do órgão responsável pela apreensão ou confiados
a depositário até a sua alienação.  
            § 3º Caso não ocorra a hipótese do § 2º, os produtos e subprodutos da fauna e da flora, os
equipamentos, os veículos de qualquer natureza, os petrechos e os demais instrumentos utilizados
na prática da infração serão avaliados e, a critério da autoridade competente, alienados em hasta
pública.  
            § 4º Os produtos e subprodutos de que tratam o § 2º não retirados pelo beneficiário no prazo
estabelecido no documento de doação, sem justificativa, serão objeto de nova doação, leilão ou
destruição, a critério do órgão ambiental.  
            § 5º Os produtos e subprodutos perecíveis ou a madeira apreendidos pela fiscalização serão
avaliados e doados pela autoridade competente às instituições científicas, hospitalares, penais,
militares, públicas e outras com fins beneficentes, bem como às comunidades carentes, lavrando-se
os respectivos termos.  
            § 6º Os recursos provenientes de hasta pública dos produtos e subprodutos de que trata este
artigo constituem receita própria do órgão ou entidade responsável pela autuação
e serão destinaos para a preservação, melhoria da qualidade do meio ambiente e dos recursos
hídricos.  
            § 7º Os custos operacionais de depósito, remoção, transporte, beneficiamento e demais
encargos legais correrão à conta do beneficiário, a partir da data da doação ou da arrematação.  
            § 8º Somente poderão participar da hasta pública prevista neste artigo as pessoas e as
empresas que demonstrarem não terem praticado infração ambiental nos três anos anteriores e que
estejam regularmente licenciadas ou autorizadas para as atividades que desempenhem.  
           
            Art. 71. Os produtos e subprodutos da fauna e flora, bem como os instrumentos,
petrechos, equipamentos ou veículos de qualquer natureza, decorrentes ou utilizados na
infração, quando apreendidos, deverão ter a seguinte destinação: [40]
           
      I - alienação em hasta pública;
II - doação a instituições públicas, científicas, hospitalares, penais ou com fins
beneficentes;
III - destruição.
 

Parágrafo único. Os animais silvestres apreendidos serão libertados em seu habitat


natural ou entregues nos Centros de Triagem de Animais Silvestres - CETAS -, observado
o disposto no art. 71-G.

Art. 71-A. Os bens apreendidos poderão ser confiados a depositário até sua
destinação definitiva pela autoridade competente.[41]

§ 1° O depósito previsto no caput será constituído mediante o uso de formulários


próprios do órgão ambiental e poderá ser confiado:

I - a órgãos e entidades de caráter ambiental, beneficente, cientifico, cultural,


educacional, hospitalar, penal e militar;
II - ao próprio autuado, em casos excepcionais e a critério do órgão ambiental,
mediante assinatura de termo de compromisso, por meio do qual se obrigará a não utilizar
o bem para a prática de novas infrações ambientais e a zelar pela sua guarda para que,
após decisão administrativa definitiva, encontre-se no mesmo estado quando da data da
lavratura do auto de infração.

§ 2º O depositário é obrigado a restituir o bem no estado em que se encontrar, quando


da realização do depósito, sem prejuízo do disposto no § 6º.

§ 3º Na hipótese de impossibilidade de restituição do bem na forma prevista no § 2º, o


depositário deverá indenizar o proprietário pelo valor de avaliação do bem fixado nos
termos do art. 71-I, salvo se comprovar que a deterioração ou o perecimento se deu por
força maior.

§ 4º Na hipótese prevista no inciso I do § 1º, havendo comprovação do interesse


público na utilização de quaisquer dos bens apreendidos, o depositário poderá utilizá-los,
sob sua responsabilidade e zelando pela sua manutenção e conservação, mediante
decisão fundamentada da autoridade competente e comunicação prévia ao Ministério
Público.

§ 5º A decisão da autoridade competente a que se refere o § 4º se dará nos autos do


respectivo processo administrativo de apuração do auto de infração, devendo demonstrar
o interesse público relevante e finalidade do uso do bem.

§ 6º Após a decisão administrativa definitiva, poderá haver a incorporação do bem ao


patrimônio do depositário, nas hipóteses do inciso I do § 1º, desde que
comprovada arelevância de seu emprego para o exercício de suas finalidades
institucionais, com foco na preservação e melhoria do meio ambiente.

§ 7º O depositário poderá ser substituído a qualquer tempo por decisão da autoridade
competente, na qual constará promoção de novo depositário.

§ 8º Aplica-se ao depósito a que se refere o caput, no que couber, os arts. 627 a 646


da Lei Federal nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, que institui o Código Civil.

Art. 71-B. Os produtos e subprodutos perecíveis ou a madeira apreendidos pela


fiscalização, quando a sua alienação ou guarda forem inviáveis econômica ou
operacionalmente, serão avaliados e destinados sumariamente, por decisão da
autoridade competente, às instituições científicas, hospitalares, penais, militares, públicas
e outras com fins beneficentes, bem como às comunidades carentes, lavrando-se os
respectivos termos.[42]

 
Art. 71-C. A doação, de que trata o inciso II do art. 71, dos produtos e subprodutos da
fauna e flora, bem como dos instrumentos, petrechos, equipamentos ou veículos de
qualquer natureza, decorrentes ou utilizados na infração, será procedida após a decisão
administrativa definitiva e dependerá de prévia avaliação do órgão responsável pela
apreensão.[43]

Parágrafo único. Os produtos e subprodutos da fauna e da flora, bem como os


instrumentos, petrechos, equipamentos ou veículos de qualquer natureza, de que trata o
caput, não retirados pelo beneficiário no prazo estabelecido no documento de doação,
sem justificativa, serão objeto de nova destinação, a critério do órgão ambiental,
observado o disposto no art. 71.

Art. 71-D. Os produtos e subprodutos da fauna e da flora, os equipamentos, veículos


de qualquer natureza, petrechos e demais instrumentos, decorrentes ou utilizados na
infração, serão avaliados e, a critério da autoridade competente, alienados em hasta
pública, após a decisão administrativa definitiva.

§ 1º Os recursos provenientes da hasta pública de que trata este artigo constituem
receita própria do órgão ou entidade e serão destinados para a preservação, melhoria da
qualidade do meio ambiente e dos recursos hídricos.

§ 2º Somente poderão participar da hasta pública prevista neste artigo as pessoas e


as empresas que demonstrarem não terem praticado infração ambiental nos três anos
anteriores e que estejam regularmente licenciadas ou autorizadas para as atividades que
desempenhem.

Art. 71-E. Os custos operacionais de depósito, remoção, transporte, beneficiamento e


demais encargos legais correrão à conta do beneficiário, a partir da data da doação ou da
arrematação.[44]

Art. 71-F. A destruição, a que se refere o inciso III do art. 71, dos produtos e
subprodutos da fauna e flora, bem como dos instrumentos, petrechos ou equipamentos de
qualquer natureza, decorrentes ou utilizados na infração, será efetivada após a decisão
administrativa definitiva, nas hipóteses em que não houver outra forma de destinação,
quando não houver possibilidade de uso lícito ou quando não estiverem de acordo com as
normas e os padrões ambientais e de recursos hídricos previstos em lei ou regulamento.
[45]

§ 1º Os produtos e subprodutos da fauna e flora, bem como os instrumentos,


petrechos ou equipamentos de qualquer natureza, decorrentes ou utilizados na infração,
que forem inservíveis, que tenham sido modificados ou forem de uso proibido deverão ter
sua condição atestada pelo agente autuante no auto de infração e poderão ser destruídos
antes da decisão administrativa definitiva, por decisão fundamentada da autoridade
competente, que explicitará as suas condições atuais e as razões de fato que ensejaram
a necessidade de sua destruição.

§ 2° As despesas com a destruição ou inutilização dos produtos a que se refere o


caput correrão às expensas do infrator.

Art. 71-G. Os animais silvestres apreendidos vivos, atendidos os respectivos critérios,


terão a seguinte destinação:[46]

I - prioritariamente, libertados em seu habitat natural, após atestado por técnico


habilitado e observadas as seguintes diretrizes:

a) o espécime for recém capturado na natureza, com a comprovação do local da


captura;

b) a espécie ocorrer naturalmente no local da captura;

c) o espécime não apresentar problemas que impeçam sua sobrevivência ou


adaptação em vida livre;

II - entregues aos CETAS, que poderão destiná-los conforme critérios a serem
definidos por meio de resolução.

§ 1º Na hipótese do inciso I, não será permitida a libertação de animais em unidades


de conservação, exceto Área de Proteção Ambiental e Reserva Particular do Patrimônio
Natural, sem a prévia autorização do órgão gestor da unidade;

§ 2º Na impossibilidade de atendimento imediato das condições previstas nos incisos I


e II, o órgão autuante poderá confiar os animais a depositário, até a implementação das
medidas antes mencionadas, observado o disposto no art. 71-A, no que couber.

§ 3º Na resolução a que se refere o inciso II, deverão ser definidos critérios que
privilegiem a entrega dos animais silvestres apreendidos vivos a jardins zoológicos,
fundações ou entidades assemelhadas.

Art. 71-H. Nas hipóteses em que houver decisão administrativa definitiva pela
manutenção da penalidade de apreensão ou, ainda, quando os bens apreendidos sejam
comprovadamente ilícitos ou não tenham comprovação de origem, não haverá devolução
ao infrator.[47]
Parágrafo único. A devolução de produtos e subprodutos da fauna e flora, dos
veículos, equipamentos, aparelhos, instrumentos e petrechos de uso
permitido será admitidanaqueles casos em que a infração for classificada como leve ou
nos casos previstos nos Anexos deste Decreto, mediante a apresentação de documentos
que comprovem a sua devida regularização e a inexistência de débitos no órgão
ambiental, sendo expressamente vedada nos casos de reincidência.

Art. 71-I. A valoração dos bens apreendidos deverá, sempre que possível, levar em
consideração o valor de mercado auferido em pesquisa ou obtido por meio de quaisquer
formas de comunicação que divulguem a comercialização de bens da mesma natureza.
[48]

§ 1° Na hipótese de impossibilidade da valoração de que trata o caput no momento da


autuação, sua realização deverá ocorrer na primeira oportunidade e deverá ser certificada
nos autos do processo.

§ 2° O órgão ambiental poderá manter tabela atualizada, anualmente, contendo a lista
dos bens usualmente apreendidos, com os valores de mercado praticados, hipótese em
que será dispensada a avaliação individual dos bens apreendidos.

Art. 71-J. Nas hipóteses de anulação, cancelamento ou revogação da penalidade de


apreensão, o órgão ou a entidade ambiental responsável pela apreensão deverá restituir
o bem no estado em que se encontra ou, na impossibilidade de fazê-lo, deverá indenizar
o proprietário pelo valor de avaliação fixado nos termos do art. 71-I. [49]

Parágrafo único. O Estado não responderá pela deterioração ou pelo perecimento do


bem na hipótese de comprovado motivo de força maior.

Art. 71-K. Nas hipóteses em que não for possível identificar o autor da infração, bem
como o proprietário do bem apreendido, o órgão ambiental deverá promover a sua
destinação.[50]

§ 1° O agente atuante deverá atestar no auto de fiscalização ou boletim de ocorrência


a não identificação do autor da infração ou proprietário do bem, assim como as
características e condições do bem.

§ 2° O órgão ambiental deverá publicar no Diário Oficial dos Poderes do Estado o
local e a data de recolhimento do bem, inclusive suas características e condições,
concedendo o prazo de trinta dias para manifestação do interessado.
§ 3° Havendo manifestação do interessado, comprovada a propriedade do bem, este
poderá ser restituído, desde que observado o disposto no art. 71-H, impondo-se, ainda, a
competente lavratura do auto de infração, conforme o caso.

§ 4° Não havendo quaisquer manifestações no prazo estabelecido no § 2º, o bem


estará apto a ser destinado de acordo com as hipóteses previstas nos arts. 71-C, 71-D e
71-F.
            Art. 72. A destruição ou inutilização de produto, inclusive os tóxicos, perigosos ou nocivos à
saúde humana ou ao meio ambiente, será determinada, sem prejuízo das demais sanções previstas
pelo art. 56, sempre que o produto estiver desobedecendo às normas e padrões ambientais e de
recursos hídricos previstos em lei ou regulamento e será efetivada quando a decisão se tornar
definitiva no âmbito administrativo.  
            Parágrafo único. As despesas com a destruição ou inutilização dos produtos a que se refere
o caput correrão às expensas do infrator.  [51]
           
            Art. 73. A penalidade de suspensão de venda e fabricação de produto será
determinada e efetivada, de imediato nas hipóteses previstas neste Decreto, sempre que
o produto estiver desobedecendo às normas e padrões ambientais e de recursos hídricos
previstos em lei ou regulamento.  
           
            Art. 74. O embargo de obra ou atividade será determinado e efetivado, de
imediato, nas hipóteses previstas neste Decreto.  
           
            § 1º O embargo de obra ou atividade prevalecerá até que o infrator tome as
medidas específicas para cessar ou corrigir a poluição ou degradação ambiental ou firme
Termo de Ajustamento de Conduta com o órgão ambiental, com as condições e prazos
para funcionamento até a sua regularização.  
           
            § 2º O embargo de atividades será efetivado tão logo seja verificada a infração.
  
            § 3º Se não houver viabilidade técnica para o imediato embargo das atividades,
deverá ser estabelecido cronograma para cumprimento da penalidade.
           
            § 4º O Termo de Ajustamento de Conduta a que se refere o § 1º será firmado pelo
prazo máximo de doze meses, prorrogável uma única vez, por até o mesmo período.  
           
            § 5º O Termo de Ajustamento de Conduta a que se refere o § 1º poderá prever a
suspensão da exigibilidade da multa aplicada, nos termos do art. 49 no caso de
cumulação da multa com a penalidade de embargo de obra ou de atividades.  
 
            § 6º O embargo de obra ou atividade restringe-se aos locais onde efetivamente se
caracterizou a infração ambiental, não alcançando as demais atividades realizadas em
áreas não embargadas da propriedade ou posse, ou não correlacionadas com a infração.
[52]
           
            Art. 75. A demolição de obra será determinada nas hipóteses previstas neste
Decreto e será efetivada quando a decisão se tornar definitiva no âmbito administrativo.  
           
            § 1º Assim que a decisão administrativa tornar-se definitiva, o infrator será
notificado para efetivar a demolição e dar a devida destinação aos materiais dela
resultantes, de acordo com o cronograma estabelecido pela SEMAD ou à entidade a ela
vinculada.  
           
            § 2º Na hipótese de obra localizada em Unidades de Conservação de Proteção
Integral, havendo viabilidade técnica, a demolição deverá ser efetivada de imediato tão
logo seja verificada a infração.
           
            § 3º Caso a demolição não seja realizada no prazo estabelecido nos §§ 1º e 2º,
competirá à SEMAD ou à entidade a ela vinculada efetuar a demolição, devendo o infrator
ressarcir os custos da demolição.  
           
            Art. 76. A penalidade de suspensão de atividade será aplicada, pelo servidor
credenciado, nas hipóteses em que o infrator estiver exercendo atividade sem a licença
ou a autorização ambiental competente e poderá ser aplicada nos casos de segunda
reincidência em infração punida com multa.
           
            § 1º A suspensão de atividades será efetivada tão logo seja verificada a infração.  
            § 2º Se não houver viabilidade técnica para a imediata suspensão das atividades,
deverá ser estabelecido cronograma para cumprimento da penalidade.  
           
            § 3º A suspensão de atividade, nos termos do disposto no § 9º do art. 16, da Lei nº 7.772, de
1980, prevalecerá até que o infrator obtenha a licença ou autorização devida ou firme Termo de
Ajustamento de Conduta com o órgão ambiental, assinado pelo Secretário de Estado ou por
dirigentes máximos da FEAM, IEF, IGAM, ou por quem deles receber delegação, vedada a
subdelegação, com as condições e prazos para funcionamento do empreendimento até a sua
regularização.
            § 3º A suspensão de atividade, nos termos do disposto no § 9º do art. 16 da Lei nº
7.772, de 1980, e no § 11 do art. 106 da Lei nº 20.922, de 2013, prevalecerá até que o
infrator obtenha a licença ou autorização devida ou firme Termo de Ajustamento de
Conduta com o órgão ambiental, assinado pelo Secretário de Estado ou por dirigentes
máximos da FEAM, IEF, IGAM, ou por quem deles receber delegação, vedada a
subdelegação, com as condições e prazos para funcionamento do empreendimento até a
sua regularização.[53]
           
            § 4º O Termo de Ajustamento de Conduta a que se refere o § 3º será firmado pelo
prazo máximo de doze meses, prorrogável uma única vez, por até o mesmo período,
desde que tenha sido providenciada a regularização ambiental.  
           
            Art. 77. As sanções restritivas de direito aplicáveis às pessoas físicas ou jurídicas poderão
ser cumuladas com quaisquer das penas atribuídas às infrações previstas neste Decreto e serão
efetivadas quando a decisão se tornar definitiva no âmbito administrativo.  
            Art. 77. As penalidades restritivas de direito aplicáveis poderão ser cumuladas com
quaisquer das demais sanções atribuídas às infrações previstas neste Decreto e serão
efetivadas quando a decisão se tornar definitiva, ressalvados os casos previstos no inciso
I e VI do art. 78, oportunidade em que a aplicação da penalidade restritiva de direitos
surtirá efeitos tão logo seja verificada a infração.[54]
           
            Art. 78. As sanções restritivas de direito são:  
           
            I - suspensão de registro, licença, permissão ou autorização;        
            II - cancelamento de registro, licença, outorga, permissão ou autorização;          
            III - perda ou restrição de incentivos e benefícios fiscais;     
            IV - perda ou suspensão da participação em linhas de financiamento em
estabelecimentos oficiais de crédito; e           
            V - proibição de contratar com a Administração Pública, pelo período de até três
anos.
            VI – suspensão de entrega ou utilização de documentos de controle ou registro
expedidos pelo órgão ambiental competente, aplicável às infrações capituladas no Anexo
III a que se refere o art. 86.” Art. 9º A Seção III do Capítulo VIII do Decreto nº 44.844, de
2008, passa a vigorar com a seguinte denominação:
           
             Art. 79. No caso de empreendimentos ou atividades sujeitos à AAF que estiverem
funcionando com sistema de controle ambiental inadequado ou em desacordo com
orientação elaborada por responsável técnico, bem como quando o ato tiver sido
concedido com base em informações falsas prestadas pelo empreendedor, será aplicada
a pena a que se refere o inciso II do art. 78, sem prejuízo da aplicação das demais
penalidades previstas neste Decreto. 
           
            Art. 80. Para efeito da aplicação das penalidades previstas neste Capítulo, as
infrações classificam-se como leves, graves e gravíssimas, na forma das seções
subseqüentes.
           
            Art. 81. Lavrado o auto de infração, o mesmo será revisto pela autoridade competente, para a
verificação da legalidade, razoabilidade, proporcionalidade, e dos demais critérios estabelecidos
neste Capítulo.  
            Parágrafo único. Integra a revisão prevista do caput a observância da existência de
reincidência que, eventualmente, não tenha sido constatada, pelo agente atuante, no momento da
lavratura do auto de infração.  [55] (REVOGADO)
 
            Art. 82. Na hipótese prevista no art. 81 de alteração no auto de infração pela
autoridade competente o infrator será notificado da mesma sendo-lhe reaberto o prazo
para defesa.  
           
            SEÇÃO I
            Das infrações por descumprimento das normas previstas pela Lei nº 7.772, de
1980.
           
            Art. 83. Constituem infrações às normas sobre a proteção, conservação e melhoria
do meio ambiente, as tipificadas no Anexo I.
           
            SEÇÃO II
            Das infrações por descumprimento das normas previstas pela Lei nº 13.199,
de 1999.
           
            Art. 84. Constituem infrações às normas de utilização de recursos hídricos
superficiais ou subterrâneos, as tipificadas no Anexo II.  
           
            SEÇÃO III
            Das infrações por descumprimento das normas previstas pelas Leis nºs 14.181, de 2002, e nº
14.309, de 2002
Das infrações por descumprimento das normas previstas na Lei nº 14.181, de 2002
e Lei 20.922, de 2013 [56]
           
            Art. 85. Constituem infrações às normas previstas na Lei nº 14.181, de 2002, as
tipificadas no Anexo IV deste Decreto.
           
            § 1º As penalidades previstas no Anexo IV a que se refere o caput incidirão sobre
os autores, sejam eles diretos, contratuais, e bem como a todos aqueles, que de qualquer
modo, concorra para a prática da infração, ou para dela obter vantagem.  
           
            § 2º Os valores das penalidades previstas no Anexo IV a que se refere
o caput serão indicadas através da UFEMG.  
           
            Art. 86. Constituem infrações às normas previstas na Lei nº 14.309, de 2002, as tipificadas no
Anexo III deste Decreto.  
            Art. 86. Constituem infrações às normas previstas na Lei nº 20.922, de 2013, as
tipificadas no Anexo III deste Decreto.[57]
 
            Parágrafo único. As penalidades previstas no Anexo III a que se refere o caput
incidirão sobre os autores, sejam eles diretos, representantes legais ou contratuais, ou
sobre quem concorra para a prática da infração ou para obter vantagem dela.[58]
           
            § 1º As penalidades previstas no Anexo III a que se refere o caput incidirão sobre
os autores, sejam eles diretos, contratuais, e bem como a todos aqueles, que de qualquer
modo, concorra para a prática da infração, ou para dela obter vantagem.  
           
            § 2º Os valores das penalidades previstas no Anexo III a que se refere
o caput serão indicadas através da UFEMG.  
           
            Art. 87. Constituem infrações às normas de proteção à fauna as tipificadas pelo
Anexo V deste Decreto.  
           
            § 1º As penalidades previstas no Anexo V a que se refere o caput incidirão sobre
os autores, sejam eles diretos, contratuais, e bem como a todos aqueles, que de qualquer
modo, concorra para a prática da infração, ou para dela obter vantagem.  
           
            § 2º Os valores das penalidades previstas no Anexo V a que se refere
o caput serão indicadas através da UFEMG.  
           
            CAPÍTULO IX
            DA SUSPENSÃO PREVENTIVA DE ATIVIDADES
           
           
            Art. 88. O servidor credenciado da SEMAD ou de suas entidades vinculadas
determinará, em caso de grave e iminente risco para vidas humanas, para o meio
ambiente, recursos hídricos ou para os recursos econômicos do Estado, medidas
emergenciais e a suspensão ou redução de atividades durante o período necessário para
a supressão do risco.  
           
            Parágrafo único. Lavrado o auto que determina medidas emergenciais,
suspensão ou redução de atividades, o mesmo será encaminhado à SEMAD ou à
entidade a ela vinculada, para que a autoridade competente, independentemente da
apresentação de defesa, verifique a legalidade, razoabilidade e proporcionalidade,
cabendo-lhe a manutenção, anulação ou revogação do ato, mediante decisão
fundamentada.  
           
            Art. 89. As medidas emergenciais e a suspensão ou redução de atividades serão
executadas imediatamente, podendo o interessado apresentar defesa no prazo de até dez
dias, a qual será submetida ao Superintendente Regional de Meio Ambiente, ao
Presidente da FEAM, ao Diretor-Geral do IEF ou ao Diretor-Geral do IGAM, conforme o
caso, que decidirá a questão no prazo de cinco dias, contados da data de apresentação
da defesa, sob pena de cancelamento da medida. 
           
            CAPÍTULO X
            DAS OBRIGAÇÕES E PROCEDIMENTOS DOS RESPONSÁVEIS POR
ACIDENTE AMBIENTAL
           
            Art. 90. Fica a pessoa física ou jurídica responsável por empreendimento que
provocar acidente com dano ambiental obrigada a:  
           
            I - comunicar imediatamente o acidente à Superintendência Regional de Meio Ambiente da
SEMAD ou à FEAM ou ao IEF ou ao IGAM, solicitando registro da data e horário da comunicação,

para fins de futura comprovação;  [59]


            I – comunicar imediatamente o acidente ao Núcleo de Emergência Ambiental da
SEMAD ou à PMMG, solicitando registro da data e horário da comunicação, para fins de
futura comprovação;
           
            II - adotar, com meios e recursos próprios, as medidas necessárias para o controle
das conseqüências do acidente, com vistas a minimizar os danos à saúde pública e ao
meio ambiente, incluindo as ações de contenção, recolhimento, neutralização, tratamento
e disposição final dos resíduos gerados no acidente, bem como para a recuperação das
áreas impactadas, de acordo com as condições e os procedimentos estabelecidos ou
aprovados pelo órgão ambiental competente;
           
            III - adotar as providências que se fizerem necessárias para prover as
comunidades com os serviços básicos, caso os existentes fiquem prejudicados ou
suspensos em decorrência do acidente ambiental;  
           
            IV - reembolsar ao Estado e às entidades da administração indireta as despesas e
os custos decorrentes da adoção de medidas emergenciais para o controle da ocorrência
e dos efeitos nocivos que possa causar à população, ao meio ambiente e ao patrimônio
do Estado ou de terceiros; e  
           
            V - indenizar ao Estado e às entidades da administração indireta as despesas com
transporte, hospedagem e alimentação relativas ao deslocamento de pessoal necessário
para atender à ocorrência, bem como outras despesas realizadas em decorrência do
acidente.  
           
            § 1º A obrigação prevista no caput independe da indenização dos custos de
licenciamento do empreendimento e da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental -
TFAMG, instituída pela Lei nº 14.940, de 29 de dezembro de 2003, bem como
independente do recolhimento do valor correspondente à pena pecuniária porventura
aplicada em decorrência da lavratura de auto de infração, por conta do acidente
ambiental.[60]  
           
            § 2º Os valores de que tratam os incisos III e IV poderão ser objeto de contestação
por parte do infrator, por meio de recurso interposto no prazo de trinta dias contados da
data da notificação.  
           
            § 3º Os recursos a que se refere o § 2º serão analisados, quando relativos a
valores inferiores a R$500.000,00 (quinhentos mil reais), pelos Superintendentes
Regionais de Meio Ambiente, pelo Presidente da FEAM, pelo Diretor-Geral do IEF ou pelo
Diretor-Geral do IGAM, conforme o caso, e os relativos a valores superiores serão
analisados pelo Presidente do COPAM.  
           
            CAPÍTULO XI
            DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
           
            Art. 91. O Poder Executivo, para a concessão de incentivo e financiamento a
projeto de desenvolvimento econômico ou a sua implementação, levará em consideração
o cumprimento, pelo requerente, dos dispositivos constantes das Leis nº 7.772, de 1980,
nº 13.199, de 1999, nº 14.181, de 2002, nº 14.309, de 2002, e deste Decreto. [61] 
           
            Art. 92. No caso de concessão de incentivos fiscais ou financeiros, a empresa ou
atividade beneficiária deverá comprovar a sua regularização ambiental para a liberação
dos recursos.
           
            Art. 93. O fato de haver implementado ou estar implementando ações voluntárias
com vistas à recuperação ou à conservação de recursos naturais constituem fatores
relevantes a serem considerados pelo Estado na concessão de estímulos em forma de
financiamento ou incentivo fiscal.  
           
            Parágrafo único. Não poderão ser consideradas, para fins do previsto neste
artigo:  
           
            I - as ações de recuperação ou de conservação dos recursos
naturais implementadas a título de compensação ambiental, nos termos da legislação
vigente;  
           
            II - as ações de recuperação ou de conservação dos recursos
naturais implementadas a título de medida compensatória ou reparadora de danos
causados direta ou indiretamente pelo empreendimento;  
           
            III - as medidas mitigadoras de impactos ambientais inerentes à instalação ou à
operação do empreendimento; e  
           
            IV - as ações de recuperação ou conservação dos recursos
naturais implementadas nos termos do art. 63.
           
            Art. 94. Ao COPAM e ao CERH compete baixar deliberações aprovando
instruções, normas, padrões e diretrizes e outros atos complementares relativos à
proteção, conservação e melhoria do meio ambiente e recursos hídricos, bem como à
concessão de Licenças e AAF.  
           
            Art. 95. O COPAM, o CERH, e a SEMAD, no âmbito das respectivas
competências, poderão expedir normas complementares para o cumprimento deste
Decreto.
            Parágrafo único. Normas complementares necessárias ao cumprimento deste
Decreto editadas pelo IEF, pela FEAM e pelo IGAM deverão ser previamente
homologadas pelo Secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento
Sustentável.  
           
            Art. 96. As alterações nos valores das multas promovidas por este Decreto
implicam a incidência das normas pertinentes, quando mais benéficas ao infrator e desde
que não tenha havido decisão definitiva na esfera administrativa. 
           
            Art. 97. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.  
           
            Art. 98. Fica revogado o Decreto nº 44.309, de 5 de junho de 2006.[62]  
           
            Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, aos 25 de junho de 2008; 220º da
Inconfidência Mineira e 187º da Independência do Brasil.
           
            AÉCIO NEVES
            Danilo de Castro
            Renata Maria Paes de Vilhena
            José Carlos Carvalho
           
            ANEXO I
            (a que se refere o art. 83 do Decreto nº 44.844, de 25 de junho de 2008.)[63]
           
  FAIXAS Porte Inferior Pequeno

    Mínimo Máximo Mínimo Máximo

  Leve 50,00 250,00 251,00 500,00

  Grave 250,00 2.500,00 2.501,00 10.000,00

  Gravíssima 2.500,00 10.000,00 10.001,00 20.000,00

 
Médio Grande

Mínimo Máximo Mínimo Máximo

501,00 2.000,00 2.001,00 5.000,00

10.001,00 20.000,00 20.001,00 100.000,00

20.001,00 50.000,00 50.001,00 500.000,00

 
    Porte Inferior Pequeno Médio Grande

Leve Sem Reincidência 50,00 251,00 501,00 2.001,00

  Reincidência 116,67 334,00 1.000,67 3.000,67


Genérica

  Reincidência 250,00 500,00 2.000,00 5.000,00


Específica

 
    Porte Inferior Pequeno Médio Grande
Grave Sem Reincidência 250,00 2.501,00 10.001,00 20.001,00

  Reincidência 1.000,00 7.500,33 16.667,00 73.333,67


Genérica

  Reincidência 2.500,00 10.000,00 20.000,00 100.000,00


Específica

 
    Porte Inferior Pequeno Médio Grande

Gravíssima Sem Reincidência 2.500,00 10.001,00 20.001,00 50.001,00

  Reincidência 10.000,00 20.000,00 50.000,00 500.000,00


Genérica

  Reincidência 10.000,00 20.000,00 50.000,00 500.000,00


Específica

 
Código 101

Especificação das Deixar de informar ao órgão ambiental a mudança de responsável técnico, no caso
Infrações de autorização ambiental de funcionamento .

Classificação Leve

Pena Advertência, sob pena de conversão em multa simples.

 
Código 102

Especificação das Advertência, sob pena de conversão em multa simples. Deixar de atender ou


Infrações descumprir determinação de servidor credenciado, que não seja objeto de infração
específica -

Pena Advertência, sob pena de conversão em multa simples.

Classificação Leve

 
Código 103

Especificação das Especificação das Infrações Descumprir condicionantes aprovadas nas Licenças


Infrações Prévia e de Instalação, relativas às essas fases, ou cumpri-las fora do prazo fixado,
se não constatada a existência de poluição ou degradação ambiental.

Pena Advertência, sob pena de conversão em multa simples.

Classificação Leve

 
Código 104

Especificação das Deixar de atender à primeira convocação para licenciamento, autorização ambiental
Infrações de funcionamento ou procedimento corretivo formulada pelo COPAM ou
pelas URCs.

Pena Advertência, sob pena de conversão em multa simples.

Classificação Leve

 
Código 105

Especificação das Descumprir condicionantes aprovadas na Licença de Operação, inclusive planos de


Infrações controle ambiental, de medidas mitigadoras, de monitoração, ou equivalentes, ou
cumpri-las fora do prazo fixado, se não constatada a existência de poluição ou
degradação ambiental .

Classificação Grave

Pena - multa simples, - ou multa simples e embargo da atividade ou obra em


implantação; - ou multa simples, embargo e demolição de obras e das atividades
em implantação; - ou multa simples e demolição de obras em implantação; - ou
multa simples e suspensão da atividade em operação; ou multa simples, suspensão
de atividades e demolição de obras das atividades em operação.

Outras cominações Quando for o caso, apreensão dos instrumentos, petrechos, equipamentos ou
veículos de qualquer natureza utilizados na infração.

 
Código 106

Especificação das Instalar, construir, testar, operar ou ampliar atividade efetiva ou potencialmente
Infrações poluidora ou degradadora do meio ambiente sem as licenças de instalação ou de
operação, desde que não amparado por termo de ajustamento de conduta com o
órgão ou entidade ambiental competente, se não constatada a existência de
poluição ou degradação ambiental.
Classificação Grave

Pena - multa simples; - ou multa simples e suspensão de atividades no caso de


empreendimento ou atividade em operação ou em instalação.

Outras Cominações Quando for o caso, demolição de obra, apreensão dos instrumentos, petrechos,
equipamentos ou veículos de qualquer natureza utilizados na infração.

 
Código 107

Especificação das Deixar de atender a convocações posteriores para licenciamento, autorização


Infrações ambiental de funcionamento ou procedimento corretivo formulada pelo COPAM ou
pelas URCs.

Classificação Grave

 
Pena Multa simples.

 
Código 108

Especificação das Funcionar sem autorização ambiental de funcionamento, desde que não amparado
Infrações por termo de ajustamento de conduta com o órgão ou entidade ambiental
competente, se não constatada a existência de poluição ou degradação ambiental.

Classificação Grave

Pena - multa simples, - ou multa simples e suspensão da atividade; - ou multa simples,


suspensão da atividade e demolição de obra.

Outras Cominações Quando for o caso, apreensão dos instrumentos, petrechos, equipamentos ou
veículos de qualquer natureza utilizados na infração.

 
Código 109

Especificações das Sonegar dados ou informações solicitadas pelo COPAM, pelas URCs ou pela
Infrações SEMAD e suas entidades vinculadas.

Classificação Grave
Pena Multa simples.

 
Código 110

Especificação das Contribuir para que a qualidade do ar ou das águas seja inferior aos padrões
Infrações estabelecidos.

Classificação Grave

Pena - multa diária e demolição de obra;  - ou multa diária;  - ou multa simples,  - ou


multa simples e demolição de obra;  - ou multa simples e embargo

 
Código 111

Especificação das Descumprir total ou parcialmente Termo de Compromisso ou Termo de Ajustamento


Infrações de Conduta, se não verificada a existência de poluição ou degradação ambiental.

Classificação Grave

Pena Multa simples

 
Código 112

Especificação das Instalar, construir, testar, operar ou ampliar atividade efetiva ou potencialmente
Infrações poluidora ou degradadora do meio ambiente em propriedade rural cuja reserva
legal não tenha sido averbada.

Classificação Grave

Pena Multa simples

 
Código 113

Especificação das Fabricar, transportar, comercializar ou armazenar produtos em desacordo com as


Infrações normas e padrões ambientais vigentes.

Classificação Grave

Pena - multa simples;  - ou multa simples e suspensão de venda e fabricação do produto


e destruição do produto;  - ou multa simples e destruição dos produtos.

Outras Cominações Quando for o caso, apreensão do produto, instrumentos, petrechos, equipamentos
ou veículos de qualquer natureza utilizados na infração.

Código 114

Especificação das Descumprir condicionantes aprovadas nas Licenças Prévia, de Instalação e de


Infrações Operação, inclusive planos de controle ambiental, de medidas mitigadoras, de
monitoração, ou equivalentes, ou cumpri-las fora do prazo fixado, se constatada a
existência de poluição ou degradação ambiental.

Classificação Gravíssima

 
Pena - multa simples;  - ou multa simples e embargo de obra;  - ou multa simples e
demolição de obra;

 
Código 115

Especificação das Instalar, construir, testar, operar ou ampliar atividade efetiva ou potencialmente
infrações poluidora ou degradadora do meio ambiente sem Licenças de Instalação ou de
Operação, se constatada a existência de poluição ou degradação ambiental -

Classificação Gravíssima

Pena - multa simples;  - ou multa simples e demolição de obra;  - ou multa simples e


demolição de obra em implantação;  - ou multa simples e suspensão da atividade;  -
ou multa simples, suspensão de atividades e demolição de obras das atividades.

Outras Cominações Quando for o caso, apreensão dos instrumentos, petrechos, equipamentos ou
veículos de qualquer natureza utilizados na infração.

 
Código 116

Especificação das Descumprir determinação ou deliberação do COPAM.


Infrações

Classificação Gravíssima

Incidência da Pena Multa simples


 
Código 117

Especificação das Funcionar sem autorização ambiental de funcionamento, desde que não amparado
Infrações por termo de ajustamento de conduta com o órgão ou entidade ambiental
competente, se constatada a existência de poluição ou degradação ambiental.

Classificação Gravíssima

Pena - multa simples;  - ou multa simples e suspensão da atividade;  - ou multa simples,


suspensão da atividade e demolição de obra.

Outras Cominações Quando for o caso, apreensão dos instrumentos, petrechos, equipamentos ou
veículos de qualquer natureza utilizados na infração.

 
Código 118

Especificação das Descumprir total ou parcialmente orientação técnica prevista na legislação


Infrações ambiental ou nas normas técnicas brasileiras (ABNT), no caso de autorização
ambiental de funcionamento.

Classificação Gravíssima

Pena - Pena multa simples;  - ou multa simples e embargo de atividade;  - ou multa


simples e demolição de obra.

Código 119

Especificação das Descumprir total ou parcialmente Termo de Compromisso ou Termo de Ajustamento


Infrações de Conduta, se constatada a existência de poluição ou degradação ambiental.

Classificação Gravíssima

Pena - Pena multa simples;  - ou multa simples e embargo de atividade ou obra.

Código 120

Especificação das Obstar ou dificultar a ação fiscalizadora do COPAM ou da SEMAD e suas entidades
Infrações vinculadas.

Classificação Gravíssima

Pena Multa simples.


 
Código 121

Especificação das Prestar informação falsa ou adulterar dado técnico solicitado pelo COPAM ou
Infrações SEMAD e suas entidades vinculadas, independentemente de dolo.

Classificação Gravíssima

Pena Multa simples.

 
Código 122

Especificação das Causar poluição ou degradação ambiental de qualquer natureza que resulte ou
Infrações possa resultar em dano aos recursos hídricos, às espécies vegetais e animais, aos
ecossistemas e habitats ou ao patrimônio natural ou cultural, ou que prejudique a
saúde, a segurança, e o bem estar da população.

Classificação Gravíssima

Pena - multa simples;  - ou multa simples e embargo de obra ou atividade;  - ou multa


diária.

Outras Cominações Quando for o caso, apreensão dos instrumentos, petrechos, equipamentos ou
veículos de qualquer natureza utilizados na infração.

 
Código 123

Especificação das Realizar atividade que cause degradação ambiental mediante assoreamento de
Infrações coleções de água ou erosão acelerada nas Unidades de Conservação.

Classificação Gravíssima

Pena - Pena multa simples;  - ou multa simples e embargo de obra ou atividade;  - ou


multa diária.

Outras Cominações Quando for o caso, apreensão dos instrumentos, petrechos, equipamentos ou
veículos de qualquer natureza utilizados na infração;

 
Código 124[64]
Especificação das Infrações Deixar de comunicar a ocorrência de acidentes com danos
ambientais às autoridades ambientais competentes.

Classificação Gravíssima

Pena Multa simples.

Outras Cominações O valor da multa aplicada pela infração tipificada será


aplicado em dobro a cada hora em que não ocorrer a
comunicação.

Código 124
Descrição Especificação da infraçãoinfração Deixar de comunicar imediatamente ao NEA ou à PMMG a
ocorrência de acidente com danos ambientais.
Classificação Gravíssima.
Penalidade Multa simples.
Outras Cominações
Observações A comunicação deverá ser realizada pelo empreendedor
responsável pelo acidente, ou por seu representante ou
contratado, ao NEA ou à PMMG por telefone, imediatamente à
ocorrência do sinistro;.
A comunicação realizada por terceiros (incluindo órgãos
públicos, mídia, etc.) não exime a obrigação de comunicação
por parte do empreendedor, para fins de aplicação
desta infração;.
Em caso de comunicação ocorrida após a primeira hora, até o
transcurso de 4 quatro horas da ocorrência do acidente, será
aplicado o valor da multa simples;.
Após o transcurso de 4quatro horas da ocorrência do acidente
até o prazo de 24 vinte e quatro horas, o valor da multa simples
será multiplicado por 2 (dois);.
No caso de não comunicação do acidente em até 24 vinte e
quatro horas, o valor da multa aplicada pela infração será
multiplicado por 3 (três), sem prejuízo de outros agravantes
e/ou acréscimos previstos neste decreto;.
O cálculo de multa será feito, considerando o momento da
comunicação pelo empreendedor ou representante, registrada
por telefone;.
Os contatos do NEA serão disponibilizados no sítio eletrônico
do órgão ambiental.

 
Código 125

Especificação das Instalar, construir, testar, operar ou ampliar atividade efetiva ou potencialmente
Infrações poluidora ou degradadora do meio ambiente em área de reserva legal sem licença
ou autorização ambiental ou em desacordo com ela.
Classificação Gravíssima

Pena - multa simples;  -

ou multa simples e demolição de obra;  

 ou multa simples e suspensão de atividade;  -

ou multa simples, suspensão de atividades e demolição de obras das atividades.

Outras Cominações Quando for o caso, apreensão dos instrumentos, petrechos, equipamentos ou
veículos de qualquer natureza utilizados na infração;

Código 126

Especificação das Transportar, comercializar, armazenar, dispor ou utilizar resíduos perigosos em


Infrações fabricação de produtos sem licenciamento ambiental ou em desacordo com ele.

Classificação Gravíssima

Pena - Pena multa simples;  

- ou multa simples, suspensão de venda e fabricação do produto e destruição do


produto;  

- ou multa simples e destruição dos produtos.

Outras Cominações  

 
Código 127

Especificação das Fabricar, transportar, comercializar ou armazenar produtos em desacordo com as


Infrações normas e padrões ambientais vigentes, que impliquem dano à saúde humana, meio
ambiente ou recursos hídricos.

Classificação Gravíssima

Pena - Pena multa simples;

 - ou multa simples, suspensão de venda e fabricação do produto e destruição do


produto;

Outras Cominações Quando for o caso, apreensão do produto, instrumentos, petrechos, equipamentos
ou veículos de qualquer natureza utilizados na infração.

 
 
(Item acrescentado pelo Anexo do Decreto nº 45.181, de 25/9/2009.)
(Vide art. 15 do Decreto nº 45.181, de 25/9/2009.)[65]
 
Código 128
Ocorrer em áreas de destinação final de resíduos sólidos a utilização destes
Especificação das
resíduos para a alimentação animal, ou a catação destes resíduos em qualquer
Infrações
hipótese ou a fixação de habitações temporárias ou permanentes.
Classificação Grave.
Multa simples;
Pena multa simples e embargo de obra ou atividade;
ou multa diária.
Quando for o caso, apreensão dos instrumentos, petrechos, equipamentos ou
Outras Cominações
veículos de qualquer natureza utilizados na infração.
Código 129
Especificação das Lançar resíduo sólido in natura a céu aberto, sem tratamento prévio, em áreas
Infrações urbanas e rurais.
Classificação Gravíssima.
Multa simples;
Pena multa simples e embargo de obra ou atividade;
ou multa diária.
Quando for o caso, apreensão dos instrumentos, petrechos, equipamentos ou
Outras Cominações
veículos de qualquer natureza utilizados na infração.
Código 130
Queimar resíduos sólidos a céu aberto ou em recipientes, instalações ou
Especificação das
equipamentos não licenciados para esta finalidade, salvo em caso de decretação
Infrações
de emergência sanitária e desde que autorizada pelo órgão competente;
Classificação Gravíssima.
Multa simples;
Pena multa simples e embargo de obra ou atividade;
 ou multa diária.
Quando for o caso, apreensão dos instrumentos, petrechos, equipamentos ou
Outras Cominações
veículos de qualquer natureza utilizados na infração.
Código 131
Lançar ou dispor resíduo sólido em lagoa, curso d'água, área de várzea, cavidade
subterrânea ou dolina, terreno baldio, poço, cacimba, rede de drenagem de águas
Especificação das
pluviais, galeria de esgoto, duto condutor de eletricidade ou telefone, mesmo que
Infrações
abandonados, em área sujeita a inundação e em área de proteção ambiental
integral.
Classificação Gravíssima.
Multa simples;
Pena multa simples e embargo de obra ou atividade;
ou multa diária.
Quando for o caso, apreensão dos instrumentos, petrechos, equipamentos ou
Outras Cominações
veículos de qualquer natureza utilizados na infração.
 
 
 
 
 
(Item acrescentado pelo Anexo do Decreto nº 46.993, de 2/5/2016)
(Vide art. 11 do Decreto nº 46.993, de 2/5/2016).[66]

Código 132
Especificação da Deixar de realizar qualquer tipo de auditoria técnica de segurança de barragem de
Infração contenção de rejeitos ou resíduos, localizadas em empreendimentos industriais ou
de mineração, conforme previsto na legislação ambiental vigente.
Classificação Gravíssima.
Pena Pena Multa simples
ou multa simples e suspensão de atividade
ou multa simples e embargo de obra ou atividade ou multa diária.
Código 133
Especificação da Deixar de inserir, nos prazos especificados, a Declaração de Condição de
Infração Estabilidade no Banco de Declarações Ambientais, em qualquer um dos casos
previstos na legislação ambiental vigente.
Classificação Grave.
Pena Multa simples.
Código 134
Especificação da Não disponibilizar, para fins de fiscalização ambiental, os relatórios de auditoria
Infração técnica de segurança de barragem nos empreendimentos onde existem barragens
de contenção de rejeitos ou resíduos localizadas em empreendimentos industriais
ou de mineração, conforme estabelecido na legislação ambiental vigente.
Classificação Grave
Pena Multa simples.
Código 135
Especificação da Deixar de implantar, sem a devida justificação técnica, recomendações, ações e
Infração medidas corretivas contidas em relatórios de auditoria técnica de segurança de
barragem de contenção de rejeitos ou resíduos, localizadas em empreendimentos
industriais ou de mineração, conforme estabelecido na legislação ambiental
vigente.

Classificação Gravíssima.
Pena Multa simples ou
multa simples e suspensão de atividade ou
multa simples e embargo de obra ou atividade ou
multa diária.

Código 136 [67]
Descrição Especificação da Deixar de apresentar ao órgão ambiental a manifestação de órgão ou entidade
infração pública interveniente relativa ao processo de licenciamento ambiental, no prazo
de 30 dias, contados de seu recebimento.
Classificação Gravíssima.
Penalidade Multa simples.
Outras Cominações A multa simples poderá ser aplicada isoladamente ou cumulativamente
com o cancelamento de licença ou autorização ambiental.
Observações
Código 137 [68]
Especificação Descrição da Desrespeitar, total ou parcialmente, penalidade de suspensão ou de embargo
infração de atividades.
Classificação Gravíssima.
Penalidade Multa simples.
Outras Cominações – Multa simples;.
– Multa diária;.
– Suspensão de atividades;.
– Embargo de atividades;.
– Apreensão dos instrumentos, petrechos, equipamentos ou veículos de
qualquer natureza utilizados no cometimento da infração.
Observações
 
  ANEXO II 
(A QUE SE REFERE O ART. 84 DO DECRETO Nº 44.844, DE 25 DE JUNHO DE 2008.)
  FAIXAS Insignificante/Inferior Pequeno

    Mínimo Máximo Mínimo Máximo

  Leve 50,00 200,00 201,00 1.000,00

  Grave     1.000,00 5.000,00

  Gravíssima     5.000,00 30.000,00

 
Médio Grande

Mínimo Máximo Mínimo Máximo

1.001,00 2.000,00 2.001,00 5.000,00

5.001,00 15.000,00 15.001,00 50.000,00

30.001,00 100.000,00 100.001,00 500.000,00

  VALORES DAS MULTAS

    Insignificante Pequeno Médio Grande

Leve Sem Reincidência 50,00 201,00 1.001,00 2.001,00


  Reincidência 100,00 467,33 1.334,00 3.000,67
Genérica

  Reincidência 200,00 1.000,00 2.000,00 5.000,00


Específica

 
    Insignificante Pequeno Médio Grande

Grave Sem Reincidência   1.000,00 5.001,00 15.001,00

  Reincidência   3.666,67 11.667,00 38.333,67


Genérica

  Reincidência   5.000,00 15.000,00 50.000,00


Específica

 
    Insignificante Pequeno Médio Grande

Gravíssima Sem Reincidência   5.000,00 30.001,00 100.001,00

  Reincidência   30.000,00 100.000,00 500.000,00


Genérica

  Reincidência   30.000,00 100.000,00 500.000,00


Específica

 
Código 201
 
Descrição da Infração Derivar, utilizar e intervir em recursos hídricos, nos casos de Uso
Insignificantes definidos em Deliberação Normativa do CERH, sem o
 
respectivo cadastro.

Classificação Leve
 
Penalidade Advertência
 
Outras Cominações -
 
Observações No momento do enquadramento da infração verificar em Deliberação
Normativa do CERH a classificação do Uso Insignificante por UPGRH.  

   
Código 202
 
Descrição da Infração Desativar poço tubular, poço manual ou cisterna sem efetuar o
tamponamento em conformidade com os critérios técnicos exigidos
 
pelo Igam.

Classificação Leve
 
Penalidade Advertência
 
Outras Cominações Cancelar a Portaria de Outorga do respectivo poço tubular, caso encontre-se
em validade.  

Observações Caso a Legislação do CERH referente à classificação de portes não


contemple essa intervenção, dever-se-á considerar porte pequeno, para fins
 
de fixação do valor base da multa.

   
Código 203
 
Descrição da Infração Perfurar poço tubular sem a devida Autorização de Perfuração.
 
Classificação Leve
 
Penalidade Advertência
 
Outras Cominações Suspensão da perfuração do poço até a obtenção da autorização e/ou lacre
da perfuratiz se a mesma for permanecer no local  

Observações Caso a Legislação do CERH referente à classificação de portes não


contemple essa intervenção, dever-se-á considerar porte médio, para fins de
 
fixação do valor base da multa.

   
Código 204
 
Descrição da Infração Extrair água subterrânea, captar ou derivar águas superficiais para fins de
consumo humano, sem a respectiva outorga.  

Classificação Leve
 
Penalidade Advertência
 
Outras Cominações    
Observações Caso a Legislação do CERH referente à classificação de portes não
contemple essa intervenção, dever-se-á considerar porte médio, para fins de
 
fixação do valor base da multa.

   
Código 205
 
Descrição da Infração Extrair águas subterrâneas ou captar águas superficiais para fins
de dessedentação de animais, nos casos de produção rural em regime
 
familiar, sem a respectiva outorga.

Classificação Leve
 
Penalidade Advertência
 
Outras Cominações    
Observações 1 - Para consideração de pequeno produtor rural o empreendedor deverá
apresentar documento que comprove a referida situação;  2 - Caso a
Legislação do CERH referente à classificação de portes não contemple essa
 
intervenção, dever-se-á considerar porte médio, para fins de fixação do valor
base da multa.

   
Código 206
 
Descrição da Infração Utilizar recursos hídricos com outorga vencida, desde que o uso esteja em
conformidade com as condições estabelecidas na respectiva outorga.  

Classificação Leve
 
Penalidade Advertência
 
Outras Cominações    
Observações Para fins de fixação do valor da multa deve-se considerar o porte da
intervenção outorgada.  

   
Código 207
 
Descrição da Infração Intervir para fins de desassoreamento ou limpeza de cursos d'água, sem
outorga ou em desconformidade com a mesma.  

Classificação Grave
 
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades:  1 - Embargo ou suspensão de obras ou
atividades  2 - Pena restritiva de direito (Cancelamento da Portaria de  
Outorga).

Observações 1 - Caso a Legislação do CERH referente à classificação de portes não  


contemple essa intervenção, dever-se-á considerar porte médio, para fins de
fixação do valor base da multa.

   
Código 208
 
Descrição da Infração Construir ou utilizar barragens, sem a respectiva outorga ou em
desconformidade com a mesma.  

Classificação Grave
 
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades:  1 - Embargo ou suspensão de obras ou
atividades  2 - Demolição  3 - Pena restritiva de direito (Cancelamento da  
Portaria de Outorga).

Observações    

   
Código 209
 
Descrição da Infração Promover ou manter intervenções que altere o regime, quantidade e/ou
qualidade dos recursos hídricos sem a devida outorga ou em
 
desconformidade com a mesma.

Classificação Grave
 
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades:  1 - Embargo ou suspensão de obras ou
atividades  2 - Demolição  3 - Pena restritiva de direito (Cancelamento da  
Portaria de Outorga)  4 - Multa diária.

Observações Entende-se por intervenções todos os usos de recursos hídricos que não
estejam enquadrados nos demais dispositivos desse anexo.  

   
Código 210
 
Descrição da Infração Emitir ou lançar efluentes líquidos sem a devida outorga ou em
desconformidade com a mesma.  

Classificação Grave
 

   
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades:  1 - Embargo ou suspensão de obras ou
atividades  2 - Pena restritiva de direito (Cancelamento da Portaria de  
Outorga)  3 - Multa diária.

Observações Entende-se por intervenções todos os usos de recursos hídricos que não
estejam enquadrados nos demais dispositivos desse anexo.  

   
Código 210
 
Descrição da Infração Emitir ou lançar efluentes líquidos sem a devida outorga ou em
desconformidade com a mesma.  

Classificação Grave
 

   
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades: 1 - Embargo ou suspensão de obras ou
atividades 2 - Pena restritiva de direito (Cancelamento da Portaria de  
Outorga) 3 - Multa diária.

Observações    

   
Código 211
 
Descrição da Infração Obstar ou dificultar a ação fiscalizadora.
 
Classificação Grave
 
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações    
Observações Para fins de fixação do valor da multa deve-se considerar como porte médio.
 

   
Código 212
 
Descrição da Infração Desviar parcialmente ou manter desvio parcial de cursos de água sem a
respectiva outorga, ou em desconformidade com a mesma.  

Classificação Grave  
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades:  

  1 - Demolição  2 - Pena restritiva de direito (Cancelamento da Portaria de


Outorga).  

Observações    
Código 213
 
Descrição da Infração Extrair água subterrânea sem a devida outorga ou em desconformidade com
a mesma.  

Classificação Grave
 
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades:  1 - Embargo ou suspensão de obras ou
atividades  2 - Pena restritiva de direito (Cancelamento da Portaria de  
Outorga).

Observações O embargo ou suspensão não poderá aplicado nos casos de usos prioritários
(consumo humano e dessedentação de animais).  

   
Código 214
 
Descrição da Infração Captar ou derivar água superficial sem a devida outorga ou em
desconformidade com a mesma.  

Classificação Grave
 
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades:  1 - Embargo ou suspensão de obras ou
atividades  2 - Pena restritiva de direito (Cancelamento da Portaria de
Outorga).
 
 

Observações O embargo ou suspensão não poderá aplicado nos casos de usos prioritários  
(consumo humano e dessedentação de animais).

   
Código 215
 
Descrição da Infração Prestar informações falsas ou sonegar dados na formalização do processo
de autorizações ambientais e/ou quando solicitadas pelos órgãos ambientais.  

Classificação Grave
 
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades:  1 - Embargo ou suspensão de obras ou
atividades  2 - Pena restritiva de direito (Cancelamento da Portaria de  
Outorga).

Observações 1 - O embargo ou suspensão não poderá aplicado nos casos de usos


prioritários (consumo humano e dessedentação de animais).  2 - Para fins de
 
fixação do valor da multa deve-se considerar como porte médio.

   
Código 216
 
Descrição da Infração Causar intervenção que resulte ou possa resultar em danos aos recursos
hídricos.  

Classificação Grave
 
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades:  1 - Embargo ou suspensão  2 - Multa diária.  

Observações 1 - O embargo ou suspensão não poderá aplicado nos casos de usos


prioritários (consumo humano e dessedentação de animais).  2 - Caso a
Legislação do CERH referente à classificação de portes não contemplem
 
essa intervenção, dever-se-á considerar porte médio, para fins de fixação do
valor base da multa.

   
Código 217
 
Descrição da Infração Dragar para fins de extração mineral, nos cursos d'água ou em
áreas aluvionares, sem outorga ou em desconformidade com a mesma.  

Classificação Grave
 
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades:  1 - Embargo ou suspensão de obras ou
atividades  2 - Pena restritiva de direito (Cancelamento da Portaria de  
Outorga).

Observações    

   
Código 218
 
Descrição da Infração Impedir ou restringir os usos múltiplos dos recursos hídricos à jusante da
intervenção.  

Classificação Gravíssima
 
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades:  1 - Embargo ou suspensão de obras ou
atividades  2 - Pena restritiva de direito (Cancelamento da Portaria de  
Outorga)  3 - Multa diária.

Observações 1 - Caso a Legislação do CERH referente à classificação de portes não


contemplem essa intervenção, dever-se-á considerar porte médio, para fins
 
de fixação do valor base da multa.

   
Código 219
 
Descrição da Infração Desviar totalmente ou manter desvio total de cursos de água sem a devida
outorga ou em desconformidade com a mesma.  

Classificação Gravíssima
 
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades:  1 - Embargo ou suspensão de obras ou
atividades  2 - Pena restritiva de direito (Cancelamento da Portaria de  
Outorga).

Observações    

   
Código 220
 
Descrição da Infração Fraudar os medidores de vazão, quando exigidos na concessão da Portaria
de Outorga.  

Classificação Gravíssima
 
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades:  1 - Embargo ou suspensão de obras ou
atividades  2 - Pena restritiva de direito (Cancelamento da Portaria de  
Outorga).

Observações 1 - O embargo ou suspensão não poderá aplicado nos casos de usos


prioritários (consumo humano e dessedentação de animais).  2 - Caso a
Legislação do CERH referente à classificação de portes não contemplem
 
essa intervenção, dever-se-á considerar porte conforme intervenção
outorgada, para fins de fixação do valor base da multa.

   
Código 221
 
Descrição da Infração Poluir ou causar dano aos recursos hídricos, contribuindo para que o corpo
de água fique em classe de qualidade inferior ao enquadramento oficial.  

Classificação Gravíssima
 
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades:  1 - Embargo ou suspensão  2 - Multa diária.  

Observações 1 - A penalidade aplica-se mediante a apresentação de laudo técnico


atestando o novo enquadramento.  2 - Caso a Legislação do CERH referente
à classificação de portes não contemplem essa intervenção, dever-se-á  
considerar porte grande, para fins de fixação do valor base da multa.

   
Código 222
 
Descrição da Infração Descumprir as orientações técnicas dos órgãos ambientais, nos casos de
dano ou ameaça de dano à população e/ou recursos hídricos.  

Classificação Gravíssima
 
Penalidade Multa simples
 
Outras Cominações A multa simples poderá se aplicada isoladamente ou cumulativamente com
as seguintes penalidades:  1 - Embargo ou suspensão  2 - Demolição  
Observações Caso a Legislação do CERH referente à classificação de portes não
contemple essa intervenção, dever-se-á considerar porte pequeno, para fins
 
de fixação do valor base da multa.

  Código 223
Especificação Descrição da Desrespeitar, total ou parcialmente, penalidade de suspensão ou de embargo
 
infração de atividades.
  Classificação Gravíssima
Penalidade – Multa simples;.
– Multa diária;.
– Suspensão de atividades;.
 
– Embargo de atividades;.
– Apreensão dos instrumentos, petrechos, equipamentos ou veículos de
qualquer natureza utilizados no cometimento da infração.
  Outras Cominações
  Observações

    ANEXO III 
(a que se refere o art. 86 do Decreto nº 44.844, de 25 de junho de 2008.)
Código da infração 301 [69]
 
Descrição da infração Explorar, desmatar, destocar, suprimir, extrair, danificar ou provocar a
morte de florestas e demais formas de vegetação de espécies nativa,
em áreas comuns, sem licença ou autorização do órgão ambiental.  

Classificação Grave
 
Incidência da pena Por hectare ou fração.
 
Penalidades Multa simples
 
Valor da multa I-Explorar  II- desmatar, destocar, suprimir, extrair  III- danificar  IV-
provocar a morte de florestas e demais formas de vegetação de
espécies nativas, em áreas comuns.  a) - Formação florestal: R$ 450,00
a R$ 1.350,00 por hectare ou fração  b) - Formação campestre:
R$ 350,00 a R$ 1.050,00 por hectare ou fração  c) - Acrescido do valor  
base se o produto tiver sido retirado, calculado em razão da tipologia
vegetal e suas variações sucessionais.

Outras Cominações -Suspensão ou embargo das atividades  - Apreensão e perda dos


produtos e subprodutos florestais, se estiverem no local ou acréscimo
do valor estimativo quando o produto tiver sido retirado.  - Apreensão
dos equipamentos e materiais utilizados diretamente na atividade.  -  
Reparação ambiental  - Reposição florestal proporcional ao dano.

Observações Tabela Base para cálculo de rendimento lenhoso por hectare e por  
tipologia vegetal: a ser utilizada quando o produto estiver sido retirado.
A - Campo cerrado: 25 m st/ha  B - Cerrado Sensu Stricto:46 m3 /ha  C -
Cerradão: 100m st/ha  D - Floresta estacional decidual: 70m st/ha  E -
Floresta estacional semidecidual: 125m st/ha  F - Floresta
ombrófila: 200 m st/ha  Valor para base de cálculo monetário:  - R$ 20,00
por st de lenha, e madeira in natura R$ 250,00 por m3

   
  Código da infração 301
Especificação Descrição da Explorar, desmatar, destocar, suprimir, extrair, danificar ou provocar a morte de
infração florestas e demais formas de vegetação de espécies nativa, em áreas
 
comuns, sem licença ou autorização do órgão ambiental,  ou em desacordo
com a licença ou autorização concedida pelo órgão ambiental.
  Classificação Grave
  Incidência da pena Por hectare ou fração.
  Penalidades Multa simples
Valor da multa I – Explorar;
II – desmatar, destocar, suprimir, extrair;
III – danificar;
IV – provocar a morte de florestas e demais formas de vegetação de espécies
  nativas, em áreas comuns.
a) Formação florestal: R$ 450,00 a R$ 1.350,00 por hectare ou fração;
b) Formação campestre: R$ 350,00 a R$ 1.050,00 por hectare ou fração;
c) Acrescido do valor base se o produto tiver sido retirado, calculado em razão
da tipologia vegetal e suas variações sucessionais.
Outras Cominações – Suspensão ou embargo das atividades;.
– Apreensão e perda dos produtos e subprodutos florestais, se estiverem no
local ou acréscimo do valor estimativo quando o produto tiver sido retirado;.
  – Apreensão dos equipamentos e materiais utilizados diretamente
na atividade;.
– Reparação ambiental;.
– Reposição florestal proporcional ao dano.
Observações Tabela Base para cálculo de rendimento lenhoso por hectare e por tipologia
vegetal: a ser utilizada quando o produto estiver sido retirado.
a) Campo cerrado: 25 m st/ha;
b) Cerrado Sensu Stricto:46 m st/ha;
  c) Cerradão: 100m st/ha;
d) Floresta estacional decidual: 70m st/ha;
e) Floresta estacional semidecidual: 125m st/ha;
f) Floresta ombrófila: 200 m st/ha;
Valor para base de cálculo monetário: R$ 20,00 por st de lenha.
Código da infração 302 (REVOGADO)[70]
 
Descrição da infração Explorar floresta plantada sem a devida comunicação prévia ao órgão
competente.  
Classificação Grave
 
Incidência da pena Por hectare ou fração
 
Penalidades Multa simples
 
Valor da multa R$250,00 a R$750,00 por hectare ou fração.
 
Outras cominações - Embargo das atividades  - Apreensão dos produtos e subprodutos
florestais, equipamentos e materiais utilizados diretamente na atividade
de exploração, no ato da fiscalização.  - Não oficializando a
comunicação, no prazo de até 20 dias após a autuação, perda do
produto.  - Na ocorrência de perda do produto, se já sido realizada a  
retirada deste deverá ser acrescido ao valor da multa o quantitativo de
R$ 20,00 por st.

Observações    
Código da infração 303
 
Descrição da infração Explorar, desmatar, destocar, suprimir, extrair, danificar ou provocar a morte
de florestas e demais formas de vegetação natural em área de reserva legal,
sem prévia autorização do órgão competente e/ou sem respeitar as normas  
de exploração sustentável.

Classificação Gravíssima
 
Incidência da pena Por hectare ou fração
 
Penalidades Multa simples
 
Valor da multa I-Explorar  II- desmatar, destocar, suprimir, extrair  III- danificar  IV- provocar
a morte de florestas e demais formas de vegetação de espécies nativas, em
 
área de reserva legal.  R$ 800,00 a R$ 2.400,00 por hectare ou fração.

Outras cominações -Suspensão ou embargo das atividades  - Apreensão e perda dos produtos e
subprodutos florestais.  -Tendo ocorrido à retirada dos produtos o valor
estimativo destes será acrescido á multa, conforme tabela base.  -
Apreensão dos equipamentos e materiais utilizados diretamente na atividade.
 
- Impedimento do uso alternativo do solo no local, para regeneração natural.
- Reposição florestal.  - Demolição de obra irregular, após decisão
administrativa.

Observações    

 
Código da infração 304

Descrição da infração Explorar, desmatar, destocar, suprimir, extrair, danificar ou provocar a morte de
florestas e demais formas de vegetação em unidades de conservação sem prévia
autorização do órgão competente e/ou sem respeitar as normas de exploração
sustentável.

Classificação Gravíssima
Incidência da pena Por hectare ou fração

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Explorar  II- desmatar, destocar, suprimir, extrair  III- danificar  IV- provocar a morte
de florestas e demais formas de vegetação de espécies nativas, em Unidades de
Conservação.  R$ 900,00 a R$ 2.700,00 por hectare ou fração

Outras cominações - Suspensão das atividades  - Apreensão e perda dos produtos e subprodutos
florestais.  - Tendo ocorrido a retirada dos produtos o valor base destes será
acrescido á multa.  - Apreensão dos equipamentos e materiais utilizados diretamente
na atividade.  - Reparação ambiental  - Reposição florestal.  - Demolição de obra
irregular, após decisão administrativa.

Observações  

Código da infração 305

Descrição da infração Explorar, desmatar, extrair, suprimir, cortar, danificar ou provocar a morte de florestas
e demais formas de vegetação em área de preservação permanente, sem
autorização especial ou intervir em área de preservação permanente, ainda que esta
esteja descoberta de vegetação.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por hectare ou fração

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Explorar  II- desmatar, destocar, suprimir, extrair  III- danificar  IV- provocar a morte
de florestas e demais formas de vegetação de espécies nativas, em área de
preservação permanente.  R$ 900,00 a R$ 2.700,00 por hectare ou fração.

Outras cominações - Suspensão ou embargo das atividades  - Apreensão e perda dos produtos e
subprodutos florestais.  - Tendo ocorrido à retirada dos produtos o valor base
estimativo destes será acrescido á multa.  - Apreensão dos equipamentos e materiais
utilizados diretamente na atividade.  - Reparação ambiental  - Reposição florestal,
com replantio da área com espécies nativas e cercamento.  - Demolição de obra
irregular, após decisão administrativa.

Observações - Comunicação de crime á autoridade competente.

 
Código da infração 306

Descrição da infração Explorar, desmatar, destocar, suprimir, extrair florestas e demais formas de vegetação
com prévia autorização do órgão competente e não dar a devida comprovação do
uso alternativo do solo, sem justificativa, no curso do ano agrícola.
Classificação Grave

Incidência da pena Por hectare ou fração

Penalidades Multa simples

Valor da multa Explorar, desmatar, destocar, suprimir, extrair florestas e demais formas de vegetação
com prévia autorização do órgão competente e não dar a devida comprovação do
uso alternativo do solo, sem justificativa, no curso do ano agrícola.

Classificação Grave

Incidência da pena Por hectare ou fração

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Explorar  II- desmatar, destocar, suprimir, extrair florestas e não dar a devida
comprovação do uso alternativo do solo.  200,00 a 600,00 por hectare ou fração

Outras cominações - Reparação ambiental  - Cumprimento da obrigação

Observações  

Código da infração 307

Descrição da infração Cortar ou suprimir arvores esparsas, sem proteção especial, localizadas em áreas
comuns, sem autorização do órgão competente.

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 50,00 a R$ 150,00 por árvore

Outras cominações - Suspensão da atividade  - Apreensão e perda dos produtos e subprodutos


florestais.  - Tendo ocorrido à retirada dos produtos ao valor estimativo destes será
acrescido à multa o valor de R$ 20,00 por árvore.  - Apreensão dos equipamentos e
materiais utilizados diretamente na exploração.  - Reposição florestal, na
propriedade.

Observações  

Código de infração 308

Descrição da infração I-Realizar o corte ou a supressão de árvores isoladas em áreas:  a)- Área de


preservação permanente  b)- Área de reserva legal  c)- Unidades de Proteção
Integral.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por unidade

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$100,00 a R$300,00 por árvore.

Outras cominações - Suspensão das atividades  - Apreensão e perda dos produtos e subprodutos
florestais obtidos com a infração.  -Tendo ocorrido a retirada dos produtos será
acrescido à multa o valor de mais R$20,00 por árvore.  - Apreensão dos
equipamentos e materiais utilizados diretamente na atividade.  - Reparação
ambiental  - Reposição florestal, no local, com espécies nativas.

Observações _ Comunicação do crime pela intervenção na APP.

Código da infração 309

Descrição da infração Realizar o corte raso ou a supressão total de árvores em lotes urbanos sem
autorização do órgão ambiental.

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$100,00 a R$300,00 por árvore

Outras cominações - Suspensão da atividade  - Apreensão e perda do produto e subproduto utilizado  -


Apreensão dos equipamentos utilizados na infração.  - Custas do transporte para o
depósito.  - Reposição florestal na proporção de 10 mudas para cada árvore cortada,
devendo ser feito o replantio das cortadas, no próprio imóvel.

Observações  

Código da infração 310

Descrição da infração Cortar, matar, lesar ou maltratar, por qualquer modo ou meio árvores ou plantas de
ornamentação, de logradouros públicos, sem autorização, exceto poda simples.

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade

Penalidades Multa simples.


Valor da multa I-Cortar  II- matar  III- lesar ou maltratar árvores ou plantas de ornamentação, de
logradouros públicos.  a)-De R$ 300,00 a R$ 900,00 por unidade de árvore  b)-De
R$ 50,00 a R$ 150,00 por planta de ornamentação, com porte inferior á árvore.

Outras Cominações - Suspensão da atividade  - Apreensão e perda do produto ou subproduto florestal.  -


Apreensão dos equipamentos e materiais utilizados diretamente na atividade.  -
Custas de remoção das árvores para o depósito.  - Reposição florestal de 10 árvores
e replantio outra no local, da mesma espécie ou de espécie recomendada pelo
município.  Tendo ocorrido à retirada dos produtos será acrescido à multa o valor de
mais R$ 20,00 por árvore.

Observações - Comunicação do crime

 
Código da infração 311

Descrição da infração Realizar o corte, sem autorização, de árvore imune de corte, assim declarada por ato
do poder público.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 350,00 a R$ 1.050,00 por ato, acrescido de R$ 150,00 por árvore.

Outras cominações - Suspensão da atividade  - Apreensão e perda do produto ou subproduto florestal.  -


Tendo ocorrido a retirada dos produtos será acrescido á multa o valor de mais
R$20,00 por árvore.  - Custas de remoção.  - Apreensão dos aparelhos e
equipamentos utilizados no corte.  - Reposição florestal de 10 (dez) árvores por
unidade, sendo pelo menos 01 (uma)na propriedade.

Observações  

 
Código da infração 312

Descrição da infração Realizar o corte de árvores nativas constantes na lista oficial de espécimes da flora
brasileira ameaçada de extinção em Minas Gerais

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por unidade

Penalidades Multa simples

Valor da multa De R$500,00 a R$1.500,00 por árvore.


Outras cominações - Suspensão da atividade  - Apreensão e perda da essência florestal  - Apreensão
dos aparelhos e equipamentos utilizados no corte.  - Reposição florestal na
proporção de 10 (dez) unidades para cada árvore cortada.  - Tendo
ocorrido a retirada dos produtos será acrescido à multa o valor de R$20,00 por
árvore.

Observações  

 
Código de infração 313

Descrição da infração Utilizar árvores ou madeira de uso nobre, assim classificada por ato do poder público
na transformação para lenha e ou produção de carvão vegetal.

Classificação Grave

Incidência da pena Por st, mdc.

Penalidades Multa simples

Valor da multa a)-De R$ 150,00 a R$ 450,00 por st de lenha  b)-De R$ 300,00 a R$ 900,00 por
metro de carvão

Outras cominações Suspensão ou embargo da atividade  - Apreensão e perda do produto e subproduto. 


 

  - Apreensão dos equipamentos utilizados na infração.  - Reparação ambiental  -


Reposição florestal, na propriedade, na proporção de 10 mudas para cada árvore
cortada.  - Tendo ocorrido a retirada dos produtos será acrescido à multa o valor de
mais R$ 20,00 por árvore, R$ 20,00 por st de lenha e R$ 70,00 por metro de carvão.

Observações - A espécie em transformação deverá estar classificada por ato do poder público
como árvore de uso nobre.

 
Código da infração 314

Descrição da infração Utilizar árvores de madeira de lei, assim classificada por ato do poder público na
transformação para lenha ou produção de carvão vegetal.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por unidade

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-transformação para lenha  a)-De R$ 250,00 a R$ 750,00 por st de lenha  II-
produção de carvão vegetal.  b)-De R$ 300,00 a R$ 900,00 por metro de carvão
(mdc)

Outras cominações - Suspensão da atividade  - Apreensão e perda do produto e subproduto utilizado  -


Apreensão dos equipamentos utilizados na infração.  - Reparação ambiental  -
Reposição florestal, na propriedade, na proporção de 10 mudas para cada árvore
cortada.

Observações - A espécie em transformação deverá estar classificada por ato do poder público
como árvore de lei.

Código da infração 315

Descrição da infração Deixar de dar aproveitamento econômico aos produtos e subprodutos da flora.

Classificação Leve

Incidência da pena Por unidade

Penalidades Advertência com prazo para regularização sob pena  de conversão em multa

Valor da multa De R$100,00 a R$300,00 por st, mdc, m3, dz, un

Outras cominações - Não comprovando o aproveitamento ou destinação do produto em 20 dias após a


advertência, conversão em multa, apreensão do produto ou subproduto, seguida da
suspensão ou embargo da atividade.

Observações  

 
Código de infração 316 [71]

Descrição da infração Desenvolver atividades que dificultem ou impeçam a regeneração natural de


florestas e demais formas de vegetação.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por hectare ou fração

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Dificultar a regeneração natural  II- impedir a regeneração natural  a) -Reserva
Legal  b) -Área de Preservação Permanente  c) - Unidades de Conservação
Proteção Integral

Outras cominações - Suspensão das atividades  - Apreensão dos equipamentos utilizados na


infração  - Reparação ambiental  - Reposição florestal na área de ocorrência do
dano.

Observações -laudo técnico  - Comunicação de crime.


 
Código de infração 316
Especificação Descrição da Desenvolver atividades que dificultem ou impeçam a regeneração natural de
infração florestas e demais formas de vegetação.
Classificação Gravíssima
Incidência da pena Por hectare ou fração
Penalidades – Multa simples;
– suspensão das atividades;
– apreensão dos equipamentos utilizados na infração.
Valor da multa I – Dificultar;
II – impedir.
a) Reserva Legal: R$ 1.500,00 a R$ 4.500,00 por hectare ou fração;
b) Área de Preservação Permanente: R$ 2.000,00 a R$ 6.000,00 por hectare
ou fração;
c) Unidades de Conservação de Uso Sustentável:  R$ 2.000,00 a R$ 6.000,00
por hectare ou fração;
d) Unidades de Conservação Proteção Integral: R$ 4.000,00 a R$ 8.000,00 por
hectare ou fração.
Outras cominações – Reposição florestal.
Observações  
Código da infração 317

Descrição da infração Utilizar produtos nocivos às florestas e outras formas de vegetação sem a devida
autorização do órgão ambiental .

Classificação Grave

Incidência da pena Por hectare ou fração.

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Utilizar produtos nocivos às florestas e outras formas de vegetação  II-


lançar/depositar produtos em desconformidade com o autorizado (local, produto ou
quantidade diversa da autorizada.)  III- lançar/depositar produtos controlados sobre
áreas de florestas ou vegetação sem autorização do órgão ambiental.  R$ 250,00
a R$ 750,00 por hectare ou fração afetado pelo produto.

Outras cominações - Suspensão das atividades  - Apreensão dos produtos nocivos  - Obrigação de
remoção do produto e destinação adequada  - Destruição do produto, se for o caso  -
Reparação do dano ambiental  -Reposição florestal  -Descontaminação do solo.

Observações -Laudo técnico comprovando a nocividade do produto.

 
Código da infração depositar produtos em florestas e ou outras formas de vegetação, sem autorização
ou em desconformidade com o autorizado, ou alcançando áreas externas á
autorizada, quando o produto for controlado.( pó de balão de siderurgia)

Classificação Grave

Incidência da pena Por hectare ou fração.

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-lançar/depositar produtos em desconformidade com o autorizado (local, produto ou


quantidade diversa da autorizada.)  II- lançar/depositar produtos controlados sobre
áreas de florestas ou vegetação sem autorização do órgão ambiental.  III-
carreamento do produto para áreas externas á autorizada.  R$ 250,00 a R$ 750,00
por hectare ou fração afetado pelo produto.

Outras cominações - Suspensão das atividades  - Apreensão dos produtos nocivos  - Obrigação de
remoção do produto e destinação adequada  - Destruição do produto, se for o caso  -
Reparação do dano ambiental  -Reposição florestal  -Descontaminação do solo.

Observações -para todos os produtos controlados, sob a autorização do IEF, conforme dispuser as
normas.

 
Código da infração 319

Descrição da infração Suprimir ou retirar vegetação natural para implantação de parcelamento de solo ou
implantação de loteamento sem licença ou autorização ambiental para supressão de
vegetação.

Classificação Grave

Incidência da pena Por hectare ou fração, sobre o agente da infração, maquinista e proprietário do
equipamento solidariamente e concorrentemente o proprietário do loteamento

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 1.500,00 a R$ 4.500,00 por hectare

Outras cominações - Suspensão da atividade  - Apreensão e perda do produto e subproduto florestal  -


Apreensão dos equipamentos utilizados na infração.  - Custas do transporte do
material para o depósito.  - Interdição de uso da área até aprovação pelo órgão
ambiental.  - Reposição florestal na proporção de 10 mudas para cada árvore
cortada, devendo ser feito o replantio das cortadas, no próprio imóvel.  - Tendo
ocorrido à retirada dos produtos o valor base estimativo destes será acrescido á
multa.

Observações  

 
Código da infração 320

Descrição da infração Extrair de florestas de domínio público ou considerada de preservação permanente,


sem prévia autorização pedra, areia, cal ou qualquer espécie de minerais.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por hectare ou fração

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00 por hectare ou fração

Outras cominações - Embargo ou suspensão da atividade  - Suspensão da entrega dos documentos de


controle  - Apreensão dos produtos e subprodutos em estoque

Observações Comunicação do crime. A extração de substancias minerais sujeita o empreendedor


ao licenciamento ambiental.

 
Código da infração 321

Descrição da infração Fazer queimada controlada com autorização, sem tomar as precauções adequadas.

Classificação Grave

Incidência da pena Por hectare ou fração

Penalidades Multa simples

Valor da multa De R$ 250,00 a R$ 750,00, por hectare ou fração de área queimada.

Outras cominações - Embargo da atividade;  - Reparação dos danos

Observações  

 
Código da infração 322

Descrição da infração Fazer queimada sem autorização do órgão ambiental

Classificação Grave

Incidência da pena Por hectare ou fração

Penalidades Multa simples

Valor da multa A - De R$ 400,00 a R$ 1.200,00, por hectare ou fração, em áreas comuns.  B - De
R$ 600,00 a R$ 1.800,00, por hectare ou fração, ás margens de rodovias e ferrovias,
áreas de preservação permanente, reserva legal, unidades de conservação e seu
entorno.

Outras cominações - Suspensão da atividade;  - Interdição da área para uso alternativo do solo, por um
período de 12 meses;  - Reparação ambiental;  - Reposição florestal, na ocorrência
do dano;  - Apreensão dos equipamentos utilizados na infração.

Observações  

 
Código da infração 323

Descrição da infração Criar condições favoráveis á ocorrência de incêndios florestais em áreas


consideradas críticas, como margens de rodovias e ferrovias, áreas de preservação
permanente, reserva legal, unidades de conservação e seu entorno.

Classificação Leve

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Advertência, com prazo para adoção das medidas de proteção, sob pena de
conversão em multa e outras cominações.

Valor da multa a)-R$300,00 a R$ 900,00 por ato

Outras cominações - Obrigação de adotar medidas de proteção  - Remoção do material sujeito á


combustão  -Apreensão dos produtos e equipamentos que possam contribuir para a
ocorrência do incêndio.  -Deixando de adotar as providências: embargo da atividade.

Observações  

 
Código da infração 324

Descrição da infração Empregar, como combustível, produtos florestais ou hulha, sem uso de dispositivos
que impeçam a difusão de fagulhas, suscetíveis de provocar incêndio nas florestas.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato.


 

Penalidades Multa simples.

Valor da multa R$500,00 a R$ 1.500,00 por ato.

Outras cominações Embargo ou suspensão da atividade até a adequação das instalações.  - Apreensão
dos produtos florestais ou da hulha utilizada.

Observações  

   
Código de infração 325

Descrição da infração Fabricar, vender, transportar, ter a posse ou soltar balões que possam provocar
incêndios nas florestas e demais formas de vegetação.

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade - incidindo sobre o agente e sobre todos que concorrerem para a
infração.

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Fabricar ou vender  II- transportar ou ter a posse  III- soltar balões que possam
provocar incêndios nas florestas e demais formas de vegetação.  R$ R$500,00 a
R$1.500,00 por ato acrescido de R$100,00 por unidade

Outras cominações - Suspensão da atividade  - Apreensão, perda e destruição dos balões.  - Apreensão
dos materiais utilizados na fabricação.

Observações Comunicação do crime

 
Código da infração 326

Descrição da infração Provocar incêndio em florestas, matas ou qualquer outra forma de vegetação.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por hectare ou fração

Penalidades Multa simples

Valor da multa a)- de R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00 por hectare ou fração, em formação florestal densa
ou Reserva Legal:  b) - de R$ 600,00 a R$ 1.800,00 por hectare ou fração, em
formação campestre  c) - de R$ 400,00 a R$ 1.200,00 por hectare ou fração, em
pasto, gramíneas, monocultura da cana de açúcar e áreas com reduzido potencial
arbóreo.  d) - de R$ 1.500,00 a R$ 4.500,00 por hectare ou fração em área de
preservação permanente ou Unidades de Conservação Integral.

Outras cominações - Suspensão de atividade  - Embargo da área para uso alternativo do solo  -
Reparação ambiental  - Reposição florestal no próprio imóvel  - Apreensão dos
materiais utilizados na infração

Observações Por incêndio considera-se a ocorrência de fogo sem controle.  - Comunicação do


crime.

   
Código de infração 327

Descrição da infração Soltar animais ou não tomar precauções necessárias para que o animal de sua
propriedade não penetre em florestas sujeitas a regime especial.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Soltar animais  II-não tomar precaução  R$ 100,00 a R$ 300,00, pelo ato, acrescido
de R$20,00 por animal.

Outras cominações - Apreensão dos animais  - Pagamento das despesas decorrentes do transporte,
guarda e alimentação dos animais.  - Reparação ambiental

Observações - A floresta necessita ser de regime especial.

 
Código da infração 328

Descrição da infração Penetrar em Unidade de Conservação de proteção integral com substância ou


instrumento próprio para a exploração de produtos e subprodutos florestais, sem
estar munido de licença do órgão ambiental.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 300,00 a R$ 900,00 por ato.

Outras cominações - Apreensão dos objetos instrumentos, armas e produtos utilizados na infração.  - Se
resultar em dano aplicação da penalidade específica para a infração.  - Destruição
dos produtos, aparelhos ou petrechos proibidos.

Observações  

 
Código da infração 329

Descrição da infração Desrespeitar as normas ou os regulamentos administrativos das Unidades de


Conservação.
Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 250,00 a R$ 750,00 por ato.

Outras cominações - Suspensão da atividade ou permissão  - Interdição de uso  - Reparação do dano

Observações Para infrações referentes ao desrespeito ao regulamento da Unidade.

 
Código da infração 330

Descrição da infração Apanhar espécimes da flora nativa em Unidades de Conservação.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa De R$ 150,00 a R$ 450,00 por ato, acrescido de R$ 15,00 por muda ou R$ 40,00 por
árvore.

Outras cominações Suspensão da atividade  - Apreensão das espécies  - Reparação ambiental  -


Reposição florestal, na proporção de 10 ( dez) exemplares por unidade coletada.

Observações  

 
Código da infração 331

Descrição da infração Causar dano direto ou indireto em unidades de conservação

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por hectare ou fração

Penalidades Multa simples ou diária, se o dano persistir.

Outras cominações - Suspensão da atividade  - Apreensão dos aparelhos, equipamentos e objetos


utilizados na infração.  - Apreensão e perda dos produtos obtidos com a infração.  -
Reparação do dano  - Reposição florestal

Observações O dano deverá estar relatado em laudo técnico.

 
Código da infração 332

Descrição da infração Instalar e ou operar fornos de carvão, serrarias e outras atividades consumidoras de
produtos e subprodutos florestais, sem licença ou autorização ambiental, em:  a)
Áreas de Preservação Permanente  b) - Áreas de Reserva Legal  c) - Unidades de
Conservação Integral.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples, podendo ser transformada em multa diária se a irregularidade não for
sanada.

Valor da multa R$ 300,00 a R$ 900,00 por ato, acrescido de R$200,00 por forno ou empreendimento
consumidor de produto ou sub produto florestal.

Outras cominações - Suspensão da atividade  - Demolição dos fornos  - Destinação correta do entulho  -
Obrigação do desfazimento de outras obras, se a construção não for
comprovadamente antrópica e autorizada  - Recomposição da área  - Reparação
ambiental

Observações - Comunicação do crime.

 
Código da infração 333

Descrição da infração Instalar e ou operar fornos de carvão sem autorização ambiental para funcionamento
ou cadastro no IEF, em locais passíveis de funcionamento.

Classificação Leve

Incidência da pena Por unidade

Penalidades - Advertência, com prazo de 20 dias após a autuação para requerer a Autorização
Ambiental de Funcionamento ou realizar o cadastro, sob pena de conversão em
multa e suspensão da atividade.

Valor da multa 200,00 a 600,00 por forno.

Outras cominações Não regularizando no prazo concedido:  - Embargo ou suspensão da atividade  -


Demolição de obra, após decisão administrativa do órgão.  - Multa simples ou diária

Observações  

Código da infração 334

Descrição da infração Omitir dados e ou informações relevantes na elaboração da Autorização Ambiental


de Funcionamento para atividades florestais

Classificação Grave

Incidência da pena Por documento e pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa a) R$200,00 a R$600,00 por documento ou processo com omissão leve. b)
R$ 500,00 a R$1.500,00 quando implicar em alteração de categoria ou a atividade
estiver sendo exercida trazendo dano ou risco de dano ao meio ambiente.

Outras cominações - Se da omissão não implica na alteração da categoria do documento autorizado,


concessão de 20 dias de prazo para a regularização, sob pena de embargo. - Se da
omissão resultar risco para o meio ambiente ou altera a categoria de autorização
para licenciamento aplica-se as seguintes medidas: A - Embargo ou suspensão da
atividade até regularização. B - Aplicação das penalidades correspondentes às
demais infrações verificadas.

Observações O técnico é responsável solidadrio com o empreendedor.

 
Código da infração 335

Descrição da infração Executar ações em desconformidade com às da Autorização Ambiental de


Funcionamento para as atividades florestais ou agrossilvopastoris.

Classificação Grave

Incidência da pena Por hectare ou fração

Penalidades Multa simples.

Valor da multa R$ 300,00 a R$ 900,00 por hectare.

Outras cominações Notificação para adequação à AAF. Não às executando no prazo


estabelecido: - Embargo das atividades - Apreensão e suspensão da
autorização - Reparação ambiental - Reposição florestal - Caracterizando
outra infração administrativa aplicar a especifica.

Observações  

 
Código da infração 336

Descrição da infração Executar ações em desconformidade com as operações previstas nos


projetos de reparação ambiental.

Classificação Grave

Incidência da pena Por hectare ou fração

Penalidades Multa simples.

Valor da multa R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por hectare ou fração.

Outras cominações - Notificação para adequação ao projeto. Não às executando no prazo


estabelecido: - Embargo das atividades até regularização - Replantio das
falhas - Indenização dos custos necessários à execução, caso não a realize.

Observações  

 
Código da infração 337

Descrição da infração Executar as ações em desconformidade com as operações previstas no plano


de manejo.

Classificação Leve

Incidência da pena Por hectare ou fração

Penalidades - Advertência, com prazo de 20 dias para regularização, sob pena de


conversão em multa.

Valor da multa De 500,00 a 1.500,00 por hectare ou fração em desconformidade

Outras cominações Notificação para adequação ao projeto. - Não procedendo à correção no prazo
estabelecido - Embargo das atividades e suspensão da licença ou
autorização. - Apreensão dos equipamentos utilizados na operação. -
Aplicação da multa - Reparação ambiental - Replantio das falhas

Observações Causando dano aplicar a penalidade relativa à infração verificada.

 
Código da infração 338

Descrição da infração Executar ações em desconformidade com as orientações técnicas previstas


nos planos de recomposição da Reserva Legal.

Classificação Grave
Incidência da pena Por hectare ou fração.

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por hectare ou fração em desconformidade.

Outras cominações Notificação com orientação para correção da desconformidade. Não


procedendo a correção, no prazo estabelecido: - Embargo das atividades até
adequação - Apreensão dos equipamentos - Apreensão dos produtos - Novo
plano de recomposição da área

Observações Causando dano aplicar a penalidade relativa à infração verificada.

 
Código da infração 339

Descrição da infração Executar ações em desconformidade com as orientações técnicas previstas


nos planos de recomposição da Reserva Legal.

Classificação Grave

Incidência da pena Por hectare ou fração.

Valor da multa R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por hectare ou fração em desconformidade.

Outras cominações Notificação com orientação para a correção da desconformidade Não


procedendo a correção, no prazo estabelecido: - Embargo das atividades até
adequação - Apreensão dos equipamentos - Apreensão dos produtos - Novo
plano de recomposição da área

Observações Causando dano aplicar a penalidade relativa à infração verificada.

 
Código da infração 339

Descrição da infração Executar ações em desconformidade com as orientações técnicas previstas


nos planos de recomposição da Área de Preservação Permanente.

Classificação Grave

Incidência da pena Por hectare ou fração

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 700,00 a R$ 2.100,00 por hectare ou fração em desconformidade.


Outras cominações Notificação com orientação para a correção da desconformidade. Não
procedendo a correção, no prazo estabelecido: - Embargo das atividades até
regularização - Apreensão dos produtos - Apreensão dos equipamentos -
Recomposição da área - Suspensão das licenças para a propriedade e para o
proprietário

Observações  

 
Código da infração 340

Descrição da infração Deixar de cumprir condicionantes estabelecidas nos Termos de Ajustamento


de Conduta de flora ou não cumpri-las nos prazos estabelecidos

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por termo de compromisso

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por Termo de Compromisso descumprido

Outras cominações Não procedendo ao cumprimento da obrigação no prazo estabelecido ou


renegociado: - Embargo da atividade - Nulidade do termo de ajuste de
conduta, com validade das penalidades anteriormente aplicadas, conforme
estabelecido no Termo de Execução, corrigidas monetariamente. - Apreensão
dos produtos e subprodutos florestais - Apreensão dos equipamentos
utilizados na atividade - Reparação dos danos

Observações  

 
Código da infração 341

Descrição da infração Deixar de executar operações de reposição florestal ou prestar informações


incorretas sobre elas.

Descrição da infração Grave

Incidência da pena Pelo ato.

Penalidades Multa simples

Valor da multa De R$ 100,00 a R$ 300,00 por deixar de executar as operações, acrescido de
R$ 5,00 por árvore a ser resposta. - De R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por
documento, por informação incorreta.

Outras cominações - Embargo das atividades - Apreensão dos produtos e subprodutos florestais -
Apreensão dos equipamentos - Suspensão de licenças e autorizações
ambientais emitidas para a empresa e o proprietário.

Observações  

 
Código da infração 342

Descrição da infração Prestar informações incorretas sobre projetos de comprovação de auto-


suprimento ou mensurar volume inexistente.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por projeto, acrescido de R$ 5,00 por árvore nativa
R$ 2,00 por árvore de floresta plantada que for declarado a mais.

Outras cominações - Notificação para reparar a informação em até 20 dias após a autuação. Não
procedendo à retificação: - Embargo das atividades - Apreensão dos produtos
e subprodutos florestais - Suspensão de licenças e autorizações ambientais
emitidas para a empresa e o proprietário.

Observações  

 
Código da infração 343

Descrição da infração Iniciar atividades de aquisição, depósito, consumo, beneficiamento,


empacotamento, industrialização ou comércio, de produto ou subproduto
florestal sem o respectivo cadastro ou registro no órgão ambiental, conforme
previsto na legislação ou deixar de renová-lo no prazo estabelecido.

Classificação Leve

Incidência da pena Por atividade e exercício

Penalidades Advertência com 20 dias de prazo para regularização, sob pena de conversão


em multa.

Valor da multa I - Iniciar atividades sem o respectivo cadastro ou registro no órgão


ambiental II - deixar de renovar o cadastro no prazo estabelecido. a) -
Aquisição para consumo, nos casos que a norma exigir o registro. b)
beneficiamento, empacotamento, industrialização d)comércio de produto ou
subproduto florestal sem o respectivo cadastro ou registro no órgão
ambiental. R$ 300,00 a R$ 900,00 por exercício

Outras cominações No ato da fiscalização: - Apreensão dos produtos e subprodutos florestais


irregulares. Não procedendo à regularização ou apresentando justificativa ou
impedimento legal para fazê-lo no prazo estabelecido: - Multa simples -
Suspensão das atividades - Perda do produto ou subproduto florestal. - Na
ocorrência de outras infrações ambientais serão aplicadas as penalidades
específicas para as infrações verificadas.

Observações  

 
Código da infração 344

Descrição da infração Deixar de atualizar o cadastro quando ultrapassar o volume declarado e


autorizado pelo órgão competente

Classificação Grave

Incidência da pena Por exercício

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 200,00 a R$ 600,00 por exercício

Outras cominações - Apreensão do produto e subproduto florestal que ultrapassar o volume


declarado. - Na ocorrência de outras infrações ambientais serão aplicadas as
penalidades específicas para a infração verificada

Observações  

 
Código da infração 345

Descrição da infração Deixar de promover a baixa no registro, quando encerrar as atividades

Classificação Leve

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Advertência com prazo de até 20 dias para promover a baixa no registro, sob
pena de conversão em multa

Valor da multa R$150,00 a R$450,00

Outras cominações -

Observações  

 
Código da infração 346

Descrição da infração Comercializar motosserra sem o registro no órgão ambiental competente

Classificação Gravíssima

Incidência Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$300,00 a R$900,00 por ato de fiscalização acrescido de 200,00 por unidade
de equipamento exporto à venda

Outras cominações - Apreensão das motosserras até regularização. Não regularizando no prazo


estabelecido: - Suspensão da atividade de comércio do produto Na
reincidência: - Aplicação da multa e demais penalidades de imediato.

Observações Comunicação do crime

 
Código da infração 347

Descrição da infração Utilizar motosserra sem o registro no órgão ambiental competente

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$300,00 a R$900,00 por ato de fiscalização acrescido de 200,00 por unidade
de equipamento exposto á venda.

Outras cominações Apreensão das motosserras até regularização.  Não regularizando no prazo


estabelecido:  - Suspensão da atividade de comércio do produto  Na
reincidência:  - Aplicação da multa e demais penalidades de imediato.
Observações Comunicação do crime

 
Código da infração 348

Descrição da infração Portar ou transportar motosserra e aparelhos de uso controlado sem licença
ou com licença vencida.

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-portar  II-transportar  R$ 100,00 a R$ 300,00 por unidade

Outras cominações - Apreensão da motosserra, e demais equipamentos de uso controlado, no


momento em que constatar a falta do documento.

Observações -os equipamentos que exigem licença para porte ou transporte são os
descritos na legislação de flora.  - A devolução será realizada após
regularização no órgão ambiental.

   
Código da infração 349

Descrição da infração Utilizar trator de esteira ou similar, em floresta ou demais formas de vegetação
sem registro no órgão competente

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 300,00 a R$ 900,00 por ato. Se do ato resulta outra infração ambiental
aplica-se também a penalidade correspondente.

Outras cominações - Embargo ou suspensão da atividade.  - Apreensão do trator ou similar  - Se


da utilização resulta danos ambientais aplicação das penalidades específicas
para o proprietário do imóvel e responsabilidade concorrente para o
proprietário do trator.

Observações -Se a área for de preservação permanente, comunicação do crime.


 
Código da infração 350 [72]
 
Descrição da infração Transportar, adquirir, receber, armazenar, comercializar, utilizar,
consumir, beneficiar ou industrializar produtos ou subprodutos da flora
nativa sem documentos de controle ambiental obrigatórios.  

Classificação Gravíssima
 
Incidência da pena Pelo ato
 
Penalidades Multa simples
 
Valor da multa I- transportar  II- Adquirir, receber armazenar  III-comercializar  IV-
utilizar, consumir,  V-beneficiar, industrializar produtos ou subprodutos
da flora sem documentos de controle ambiental válidos.  R$ 500,00 a R$
1.500,00 por ato, acrescido de:  a)- R$ 20,00 por st de lenha  b) - R$
80,00 por mdc de carvão  c) - R$ 20,00 por moirão  d) - R$ 10,00 por
estaca para escoramento  e) - R$ 5,00 por caibro in natura  f) - R$ 200,00  
por m3 (metro cúbico) de madeira in natura.  g)- R$ 70,00 por kg de
folhas, raízes, caules de plantas nativas  h) R$ 100,00 por kg de folhas,
raízes, sementes e caules de plantas medicinais.

Outras cominações - Apreensão dos produtos e subprodutos florestais, com a perda, nos
casos que não se provar a legalidade da origem, dentro do prazo de
recurso.  - Reposição florestal, caso não tenha sido realizada.  - Custas
de remoção do material apreendido e custas de depósito.  - Na
reincidência suspensão da atividade ou embargo, a critério do órgão  
ambiental.  - Apreensão dos petrechos, máquinas, equipamentos ou
veículos, desde que utilizados para a prática da infração.

Observações O órgão ambiental publicará a relação das plantas com propriedades


medicinais protegidas.  - Comunicação do crime, nos casos de
aquisição ou recebimento para fins comerciais ou industriais sem  
documento.

  Código de infração 350


Especificação Descrição da Transportar, adquirir, receber, armazenar, comercializar, utilizar, consumir,
  infração beneficiar ou industrializar produtos ou subprodutos da flora nativa sem
documentos de controle ambiental obrigatórios.
  Classificação Gravíssima
  Incidência da pena Pelo ato
  Penalidades Multa simples;
  Valor da multa I – transportar;
II – adquirir, receber, armazenar;
III – comercializar;
IV – utilizar, consumir;
V – beneficiar, industrializar produtos ou subprodutos da flora sem
documentos de controle ambiental válidos.
R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por ato, acrescido de:
a) R$ 20,00 por st de lenha;
b) R$ 80,00 por mdc de carvão;
c) R$ 20,00 por moirão;
d) R$ 10,00 por estaca para escoramento;
e) R$ 5,00 por caibro in natura;
f) R$ 200,00 por m3 (metro cúbico) de madeira in natura;
g) R$ 70,00 por kg de folhas, raízes, caules de plantas nativas;
h) R$ 100,00 por kg de folhas, raízes, sementes e caules de plantas
medicinais;
i) R$ 200,00 por m3 (metro cúbico) de madeira serrada.
Outras cominações - Apreensão dos produtos e subprodutos florestais, com a perda, nos casos
que não se provar a legalidade da origem, dentro do prazo de recurso.
- Reposição florestal, caso não tenha sido realizada.
- Custas de remoção do material apreendido e custas de depósito.
 
- Na reincidência suspensão da atividade ou embargo, a critério do órgão
ambiental.
- Apreensão dos petrechos, máquinas, equipamentos ou veículos, desde que
utilizados para a prática da infração.
Observações O órgão ambiental publicará a relação das plantas com propriedades
medicinais protegidas.
 
- Comunicação do crime, nos casos de aquisição ou recebimento para fins
comerciais ou industriais sem documento.

 
Código da infração 351

Descrição da infração Transportar produtos da flora controlado oriundos de outros países ou estados


sem os documentos de prova de origem e de acobertamento do transporte.

Classificação Grave

Incidência da pena Por carga

Penalidades Multa simples

Valor da multa I- de 500,00 a 1.500,00 por carga, acrescido de:  a)- R$ 20,00 por st de lenha
b) - R$ 80,00 por mdc de carvão  c) - R$ 20,00 por moirão  d) - R$ 10,00 por
estaca para escoramento  e) - R$ 5,00 por caibro in natura  f) - R$ 200,00 por
m3 (metro cúbico) de madeira in natura.

Outras cominações -Apreensão do produto.  -Apreensão do veículo.  -Custas de remoção do


produto para o depósito e descarga.

Observações - Para os produtos e subprodutos que exigem controle ambiental no estado.

 
Código da infração 352
 
Descrição da infração Armazenar, embalar, transportar, comercializar carvão empacotado sem
documentos de controle ambiental válido.  

Classificação Grave
 
Incidência da pena Pelo ato
 
Penalidades Multa simples
 
Valor da multa I-Armazenar  II- embalar  III -transportar  IV -comercializar carvão
empacotado sem documentos de controle ambiental obrigatório. R$ 100,00
a R$ 300,00 por ato irregular, acrescido de R$1,50 por Kg de carvão  
empacotado.

Outras cominações - Apreensão do produto, com a perda, nos casos que não se provar a
legalidade da origem, dentro do prazo de recurso.  - Custas com o
deslocamento para o local de depósito e despesas de armazenamento.  - No
cometimento de nova infração, suspensão ou embargo da atividade.
 
Observações O material apreendido que possuir prova de origem poderá ser
devolvido após regularização perante o órgão ambiental, desde que ocorra
no período de até 20 dias após a apreensão.

Código da infração 353


 
Descrição da infração Adquirir, transportar, armazenar ou utilizar produtos e subprodutos da
flora oriundos de floresta plantada ou mata plantada, sem documento
de controle, na forma que estabelecer o órgão ambiental.  

Classificação Grave
 
Incidência da pena Por carga
 
Penalidades Multa simples
 
Valor da multa I-Adquirir  II-transportar  III-armazenar  IV-utilizar produtos e
subprodutos da flora oriundos de floresta ou mata plantada, sem
documento de controle.  a)- de R$300,00 a R$900,00 por carga,
acrescido de:  1)- R$ $20,00 por st de lenha  2) - R$ 80,00 por mdc de
carvão  3) - R$ 20,00 por moirão  4) - R$ 10,00 por estaca para  
escoramento  5) - R$ 5,00 por caibro in natura  6) - R$ 200,00 por
m3(metro cúbico) de madeira in natura.

Outras cominações - Apreensão do produto.


 
Observações Para os produtos e subprodutos que exigem controle ambiental no
estado.  

  Código de infração 353


Especificação Descrição da Adquirir, comercializar, transportar, armazenar ou utilizar produtos e
  infração subprodutos da flora oriundos de floresta plantada ou mata plantada, sem
documento de controle, na forma que estabelecer o órgão ambiental.
  Classificação Grave
  Incidência da pena Por carga
  Penalidades Multa simples;
Valor da multa I – Adquirir;
II – comercializar;
III – transportar;
IV – armazenar;
V – utilizar produtos e subprodutos da flora oriundos de floresta ou mata
plantada, sem documento de controle.
R$300,00 a R$900,00 por carga, acrescido de:
 
a) R$ $20,00 por st de lenha;
b) R$ 80,00 por mdc de carvão;
c) R$ 20,00 por moirão;
d) R$ 10,00 por estaca para escoramento;
e) R$ 5,00 por caibro in natura;
f) R$ 200,00 por m3 (metro cúbico) de madeira in natura;
g) R$ 200,00 por m3 (metro cúbico) de madeira serrada.
  Outras cominações - Apreensão do produto.
  Observações - Para os produtos e subprodutos que exigem controle ambiental no estado.
   
 
Código da infração 354
 
Descrição da infração Utilizar documento de controle ou autorização expedida pelo órgão
competente, de forma indevida:  I - com prazo de validade vencido  II - com
 
campo em branco

Classificação Grave
 
Incidência da pena Por documento
 
Penalidades Multa simples
 
Valor da multa R$ 350,00 a R$ 1.050,00
 
Outras cominações - Apreensão do documento  - Apreensão do produto
 
Observações    

 
Código da infração 355

Descrição da infração Utilizar documento de controle ou autorização, de forma indevida.

Classificação Gravíssima
Incidência da pena Por documento

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Rasurado  II-Produto diferente do declarado  III-Nº de processo


improcedente  IV-falsificado ou adulterado.  V- extraviado ou furtado.  I-
R$ 300,00 a R$ 900,00 por documento, acrescido de:  A - R$ 20,00 por st de
lenha  B - R$ 80,00 por mdc de carvão  C - R$ 20,00 por moirão  D - R$ 10,00
por estaca para escoramento  E - R$ 5,00 por caibro  F - R$ 220,00 por
m3 (metro cúbico) de madeira in natura

Outras cominações - Apreensão do documento  - Apreensão e perda dos produtos e subprodutos


florestais.  - Reposição florestal, caso não tenha sido realizada.  - Custas de
remoção do material apreendido  - Na reincidência suspensão da atividade ou
embargo, a critério do órgão ambiental.  - Quando for o caso, apreensão dos
petrechos, máquinas, equipamentos ou veículos, desde que utilizados para a
prática da infração.

Observações  

 
Código da infração 356

Descrição da infração Ceder a outrem documento ou autorização expedida pelo órgão competente

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por documento.

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 1.500,00 a R$ 4.500,00 por documento

Outras cominações - Apreensão do documento  - Apreensão e perda do produto florestal


acobertado indevidamente  - Apreensão dos equipamentos e veículos
utilizados na infração.  - Custas de deslocamento e depósito  - Suspensão ou
embargo das atividades do cedente e do beneficiado, pelo órgão, se for o
caso.

Observações  

 
Código da infração 357

Descrição da infração Deixar de vincular "a priori", fonte de suprimento para originar liberação de
documentos de controle.

Classificação Grave

Incidência da pena Por ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 150,00 a R$ 450,00

Outras cominações - Reposição florestal

Observações  

   
Código da infração 358

Descrição da infração Utilizar os documentos de controle, anteriormente liberados, em fonte de


suprimento e abastecimento diferente daquela que deu origem à sua
liberação.

Classificação Grave

Incidência da pena Por documento

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 300,00 a R$ 900,00

Outras cominações - Reposição florestal

Observações  

 
Código da infração 359

Descrição da infração Utilizar documento de controle ou autorização expedida pelo órgão


competente em área diferente da autorizada

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por documento

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por documento ou autorização utilizada.

Outras cominações - Apreensão do documento  - Apreensão dos produtos e subprodutos


florestais com a perda, nos casos em que não conseguir a legalização;  -
Reposição florestal, se for o caso.  - Suspensão da atividade ou embargo, a
critério do órgão ambiental.  - Quando for o caso, apreensão dos petrechos,
máquinas, equipamentos ou veículos, desde que utilizados para a prática da
infração.  - Aplicação das penalidades correspondentes á infração.

Observações  

 
Código da infração 360

Descrição da infração Emitir documentos de controle ambiental acobertando volume maior que o
produzido no empreendimento.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por documento

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$ 1.500,00 a R$ 4.500,00 por documento

Outras cominações - Apreensão do documento  - Apreensão e perda do produto florestal


acobertado indevidamente  - Apreensão dos equipamentos e veículos
utilizados na infração.  - Custas de deslocamento e depósito  - Suspensão ou
embargo das atividades do cedente e do beneficiado, pelo órgão, se for o
caso.

Observações  

 
Código da infração 361[73]
 
Descrição da infração Transportar produto ou subproduto florestal excedente acima de 5%
(cinco por cento) do efetivamente declarado ou acobertado.  
Classificação Grave
 
Incidência da pena Pelo ato
 
Penalidades Multa simples
 
Valor da multa R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por ato, acrescido de:  A - R$ 20,00 por st de
lenha  B - R$ 50,00 por mdc de carvão  C - R$ 20,00 por moirão  D - R$
10,00 por estaca para escoramento  E - R$ 5,00 por caibro  F - R$ 220,00 
por m3 de madeira in natura

Outras cominações - Apreensão de todo o produto ou subproduto florestal e perda do  


volume excedente  - Apreensão dos equipamentos e veículos utilizados
na infração até a realização do depósito do produto e liberação da
autoridade competente.  - Custas de deslocamento e de
armazenamento  - Reparação ambiental  - Reposição florestal

  Código de infração 361


Especificação Descrição da Transportar produto ou subproduto florestal excedente acima de 5% (cinco por
 
infração cento) do efetivamente declarado ou acobertado.
  Classificação Grave
  Incidência da pena Pelo ato.
  Penalidades Multa simples;
Valor da multa R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por ato, acrescido de:
A - R$ 20,00 por st de lenha;
B - R$ 50,00 por mdc de carvão;
C - R$ 20,00 por moirão;
 
D - R$ 10,00 por estaca para escoramento;
E - R$ 5,00 por caibro;
F - R$ 220,00 por m3 de madeira in natura;
G - R$ 220,00 por m3 de madeira serrada.
Outras cominações Apreensão de todo o produto ou subproduto florestal e perda do volume
excedente;
- Apreensão dos equipamentos e veículos utilizados na infração até a
  realização do depósito do produto e liberação da autoridade competente;
- Custas de deslocamento e de armazenamento;
- Reparação ambiental;
- Reposição florestal.

 
Código da infração 362

Descrição da infração Deixar de comunicar ao órgão ambiental o recebimento do produto ou


subproduto florestal, no prazo de até 24:00 horas após a entrada do produto
no pátio da empresa, quando a norma o exigir

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$300,00 a R$900,00 por carga.

Outras cominações Suspensão da entrega de documentos de controle

Observações  

   
Código da infração 363

Descrição da infração Receber ou entregar produto ou subproduto florestal controlado em local


diverso do constante na nota fiscal e documentos de controle ambiental.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Receber  II-entregar produto ou subproduto florestal controlado em local


diverso do constante na nota fiscal e ou documentos de controle ambiental.
R$ 2.000,00 a R$ 6.000,00 por ato

Outras cominações - Apreensão de todo o produto/subproduto florestal  - Apreensão do


documento  - Apreensão dos equipamentos e veículos utilizados na infração.
- Custas de deslocamento e depósito

 
Código da infração 364

Descrição da infração Atrasar a prestação de contas ou a devolução de documentos de controle


instituídos pelo órgão competente.

Classificação Leve

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Advertência com prazo de 20 dias para regularizar, sob pena de conversão


em multa.

Valor da multa R$ 100,00 a R$ 300,00 com acréscimo de 20,00 por documento

Outras cominações Suspensão da entrega de documentos de controle

Observações  

 
Código da infração 365

Descrição da infração Deixar de realizar a prestação de contas ou a devolução de documentos de


controle instituídos pelo órgão competente, no prazo estabelecido.

Classificação Gravíssima
Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Deixar de realizar a prestação de contas  II-Deixar de realizar a devolução


de documentos de controle instituídos.  -De R$ 100,00 a R$ 300,00 por ato
Deixar de realizar a prestação de contas ou a devolução de documentos de
controle instituídos com acréscimo de R$ 50,00 por documento.

Outras cominações Suspensão da entrega de documentos de controle

Observações  

 
Código da infração 366

Descrição da infração Desrespeitar embargo ou suspensão de atividades de flora.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-embargo  II-suspensão  R$ 1.500,00 a R$ 4.500,00 por ato.

Outras cominações - Apreensão dos produtos e subprodutos florestais  - Novo termo de


suspensão ou embargo  - Apreensão de maquinas, equipamentos e
instrumentos utilizados na infração.

Observações  

 
Código da infração 367

Descrição da infração Dificultar ou impedir a ação fiscalizadora do Poder Público em questões


ambientais relativas à flora

Classificação Grave

Incidência da pena Por ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Dificultar  a)R$ 500,00 a R$ 1.500,00  II-Impedir  b)R$ 1.500,00


a R$4.500,00

Outras cominações No impedimento da fiscalização:  - Embargo ou suspensão da atividade  -


Suspensão da entrega dos documentos de controle  - Apreensão dos
produtos e subprodutos em estoque

Observações  

    ANEXO IV
 (a que se refere o art. 85 do Decreto nº 44.844, de 25 de junho de 2008.)

Código da infração 401

Descrição da infração Praticar ato de pesca estando sem licença ou com esta vencida, ou sem
cadastro.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa em R$ I-R$50,00 a R$150,00 por ato de pesca utilizando linha, anzol, ou caniço
simples e outros aparelhos permitidos na pesca não profissional,
excetuando os itens seguintes.  II-R$70,00 a R$210,00 por ato de pesca
utilizando linha, anzol, vara ou caniço e molinete ou carretilha .  III-R$90,00
a R$270,00 por ato, quando estiver utilizando além dos apetrechos acima
embarcação motorizada.

Outras cominações - Apreensão dos aparelhos, apetrechos e equipamentos de pesca  Se


constatado a captura de pescado:  - Apreensão e perda do pescado,  -
Pagamento de emolumentos de reposição de pesca, no valor de R$5,00
para cada Kg de pescado apreendido.

Observações - Ocorrendo o pagamento da multa ou deferimento do recurso e a obtenção


da licença no prazo estabelecido pelo órgão, o material de uso permitido
será devolvido.  -Infração aplicável a todas as categorias de pesca, exceto a
profissional e a de subsistência devidamente cadastrado no órgão
ambiental. -A licença é obrigatória para todas as categorias e tem finalidade
informativa e educativa. A isenção de pagamento de taxa não desobriga da
obtenção da licença e de custos de aquisição do manual de informações e
orientações para a prática de atos de pesca.

 
Código da infração 402
Descrição da infração Praticar, o pescador profissional, ato de pesca sem portar a licença ou com a
mesma vencida.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa em R$ I-R$50,00 a R$150,00 por ato de pesca utilizando linha, anzol, ou caniço
simples.  II-R$70,00 a R$210,00 por ato de pesca utilizando linha, anzol,
vara ou caniço e molinete ou carretilha.  III-R$90,00 a R$270,00 por ato,
quando estiver utilizando apetrechos de pesca com apoio de embarcação
motorizada.  IV-R$100,00 a R$300,00 por ato utilizando tarrafa;  V-R$150,00 a
R450,00 por ato utilizando rede de emalhar

Outras cominações - Apreensão dos aparelhos, apetrechos e equipamentos de pesca.  Se


constatado a captura de pescado:  - Apreensão e perda do pescado,  -
Pagamento de emolumentos de reposição de pesca, no valor de R$5,00 para
cada Kg de pescado apreendido.

Observações - Ocorrendo o pagamento da multa ou deferimento do recurso e a renovação


da licença no prazo estabelecido pelo órgão, o material de uso permitido será
devolvido.  -Infração aplicável ao pescador profissional.  -Considera-se
pescador profissional aquele devidamente autorizado pela SEAP.  -Verificar a
não existência de publicação da SEAP prorrogando o prazo para renovação.

 
Código da infração 403

Descrição da infração Realizar torneio de pesca sem autorização ou licença do órgão ambiental.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa em R$ I-Para o organizador: de R$500,00 a R$1.500,00 por ato.  II- Para os
participantes: de R$200,00 a R$600,00 por ato.

Outras cominações - Apreensão dos aparelhos, apetrechos e equipamentos de pesca  Se


constatado a captura de pescado:  - Apreensão e perda do pescado,  -
Pagamento de emolumentos de reposição de pesca, no valor de R$5,00 para
cada Kg de pescado apreendido.

Observações - Ocorrendo o pagamento da multa ou deferimento do recurso no prazo


estabelecido pelo órgão, o material de uso permitido será devolvido, se
requerido dentro do prazo de devolução estabelecido na legislação.  -Os
equipamentos, as espécies de pescados, os locais, as técnicas autorizadas e
o prazo de validade são os constantes nas licenças.

 
Código da infração 404

Descrição da infração Utilizar indevidamente, para fins diversos do autorizado licença, autorização
ou registro de pesca.

Classificação Grave

Incidência da pena Por utilização indevida

Penalidades Multa simples

Valor da multa De R$350,00 a R$1.050 por ato

Outras cominações -Apreensão dos aparelhos de pesca utilizados na infração.  -Apreensão e


perda de todo o pescado.  - Apreensão e cassação da licença, registro ou
autorização.

Observações -As categorias de pescadores, tipos de licença e autorizações encontram-se


definidas na legislação de pesca e no documento autorizativo.-

 
Código da infração 405

Descrição da infração Portar ou transportar aparelhos de pesca de uso permitido para a categoria
sem estar portando a licença de pesca.

Classificação Leve

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Advertência, com prazo de 20 dias para obtenção da licença e apresentação


ao agente fiscalizador, sob pena conversão da advertência em pena de multa.

Valor da multa Não procedendo á regularização:  I- R$50,00 a R$150,00 por ato de


transporte de vara caniço simples e linha, chumbada e anzol.  II- R$70,00 a
R$210,00 por ato de transporte para vara ou caniço com molinete, carretilha
ou similar.

Outras cominações - Apreensão imediata dos equipamentos de pesca, exceto veículos.  -


Deixando de apresentar a licença ou autorização no prazo estabelecido, além
da multa, perda dos equipamentos.  -Constatando a existência de pescado,
apreensão e perda.  -Emolumentos de reposição de pesca, no valor de
R$5,00 por kg de pescado apreendido.

Observações Devolução dos equipamentos após regularização perante o órgão, se


requerido dentro do prazo de devolução estabelecido na legislação

 
Código da infração 406

Descrição da infração Portar, transportar ou utilizar equipamentos, aparelhos ou apetrechos de


pesca em número excedente ao autorizado.

Classificação Grave

Incidência da pena Por aparelho excedente, conforme dispuser a legislação.

Penalidades Multa simples

Valor da multa Para aparelhos, apetrechos e instrumentos permitidos, excedendo o limite


autorizado:  I-de R$50,00 a R$150,00,por ato, acrescido de:  a) molinetes:
R$20,00 por unidade excedente  b) Embarcação: R$50,00 por unidade
excedente  c) Rede simples (para as categorias autorizadas) R$100,00 a
R$300,00 por unidade que exceder ao autorizado, com acréscimo de R$10,00
por m2.  d) tarrafa: R$300,00 a R$900,00 por unidade que exceder ao
autorizado.  e) espinhel simples: R$50,00 a R$150,00 por unidade que
exceder ao autorizado.  f) outros equipamentos excedentes: R$100,00 a
R$300,00 por unidade excedente.

Outras cominações - Apreensão dos aparelhos excedentes  - Apreensão e perda do pescado se


houver.  - Emolumento de reposição da pesca no valor de R$5,00 por kg de
pescado apreendido.

Observações - Devolução dos aparelhos de uso permitido apreendidos após regularização


perante o órgão se requerido dentro do prazo de devolução estabelecido na
legislação  -o órgão competente definirá o número de aparelhos, apetrechos
ou equipamentos a serem permitidos por pescador e ou por licença.

 
Código da infração 407

Descrição da infração Iniciar ou manter atividade de comércio, exposição à venda, armazenamento


de pescado ou beneficiamento sem o registro ou cadastro no órgão ambiental
ou com este vencido.

Classificação Leve
Incidência da pena Por exercício

Penalidades Advertência, com apreensão imediata do pescado, podendo ficar sob a


guarda do autuado e concessão de 20 dias prazo para regularização da
atividade, sob pena de conversão em multa.

Valor da multa Na falta de regularização e apresentação do documento ao agente


fiscalizador:  I-Pessoa física: R$100,00 a R$300,00 por exercício.  II-Pessoa
jurídica: R$500,00 a R$1.500,00 por exercício.

Outras cominações -Apreensão do pescado, e nomeação do responsável como depositário fiel até
regularização.  Não procedendo ao cadastramento ou registro no prazo
concedido:  - Embargo da atividade  - Apreensão e perda do pescado.

Observações - Estão isentas de cadastro ou registro as pessoas ou estabelecimentos que


vendem o produto beneficiado pronto para consumo final imediato.  -
Ocorrendo o desvio do pescado apreendido e depositado será acrescido á
multa o valor R$10, 00 por kg.  -Verificando-se outras infrações sujeitar-se-á
ás penalidades específicas.

 
Código da infração 408

Descrição da infração Realizar trabalhos técnico-científicos ou de pesquisa sem autorização do


órgão competente ou em desacordo com o autorizado.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples.

Valor da multa I-Sem autorização;  De R$500,00 a R$1.500,00.  II- Em desacordo com o


autorizado.  De R$500,00 a R$1500,00.

Outras cominações - Apreensão dos aparelhos de pesca.  - Apreensão e perda de todo o


pescado.  - Embargo ou suspensão da atividade.

Observações -Devolução dos aparelhos de uso permitido apreendidos após regularização


perante o órgão se requerido dentro do prazo de devolução estabelecido na
lei.  -Comunicação à entidade promotora ou patrocinadora da pesquisa.

 
Código da infração 409
Descrição da infração Exercer atividade de aqüicultura sem registro ou licença.

Classificação Leve, com prazo de até 20 dias após a autuação para iniciar a
regularização, sob pena de conversão em multa.

Incidência da pena Por exercício da atividade sem licença ou autorização.

Penalidades Multa simples

Valor da multa De 500,00 a 1.500,00 por atividade sem registro ou licença.

Outras cominações Deixando de se registrar no prazo concedido:  -Suspensão da atividade.  -


Aplicação de penalidades de acordo com as infrações classificadas para a
categoria amadora.

Observações Incluem nas atividades de aqüicultura a modalidade de "pesque-pague".  As


instituições de ensino, pesquisa e de piscicultura com fim social, ficam isentas
do pagamento da taxa de registro mediante anuência do órgão ambiental.

 
Código da infração 410

Descrição da infração Exercer atividade de aqüicultura contrariando normas técnicas

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa Simples

Valor da multa I-Não existindo danos ambientais: advertência, com prazo de 20 dias para
regularização;  II-Descumprindo o prazo ou reincidindo na infração, sem dano:
de R$500,00 a R$1.500,00 por empreendimento.  III- Com ocorrência de
dano: de R$1.500,00 a R$4.500,00 por empreendimento.

Outras cominações -Se o descumprimento da norma não estiver causando dano ambiental, o
órgão ambiental poderá reescalonar o prazo, por um único período, de acordo
as avaliações técnicas.  -Na ocorrência de dano, na reincidência ou no
descumprimento da obrigação, embargo da atividade.

Observações -As normas técnicas a serem cumpridas serão as constantes na licença e nas
normas ambientais.

 
Código da infração 411

Descrição da infração Instalar tanques-rede em rios ou reservatórios públicos sem autorização ou


licença do órgão ambiental ou em desacordo com o autorizado.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples.

Valor da multa I-Sem autorização: de R$500,00 a R$1.500,00 por empreendimento.  II-em


desacordo com o autorizado: advertência, com prazo de 20 dias para
regularização, sob pena de conversão em multa, no valor de R$500,00 a
R$1.500,00 por ato.

Outras cominações -Suspensão da atividade, até regularização perante o órgão ambiental.  -


apreensão do equipamento, se possível.  - Apreensão do pescado, se
possível.  - Reparação ambiental, se verificado o dano.

Observações -A continuação da atividade ficará condicionada á regularização e autorização


ambiental.  -A devolução do equipamento, de uso permitido, poderá ser
realizada após regularização.

 
Código da infração 412

Descrição da infração Realizar trabalhos de manejo sem autorização do órgão competente ou em


desacordo com o autorizado.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples.

Valor da multa I-Sem autorização  De R$500,00 a R$1.500,00 por ato.  II- em desacordo com
o autorizado.  de R$300,00 a R$900,00 por ato.

Outras cominações - Apreensão dos aparelhos de pesca.  - Apreensão e perda de todo o


pescado.  - Embargo ou suspensão da atividade.

Observações As atividades de manejo, sujeitas á autorização, são as especificadas na


licença e ou legislação de pesca.

 
Código da infração 413

Descrição da infração Iniciar ou manter atividade de fabricação, exposição à venda ou


comercialização de aparelhos, apetrechos e equipamentos de pesca sem o
registro ou cadastro no órgão ambiental ou com este vencido.

Classificação Leve

Incidência da pena Por exercício

Penalidades Advertência, com prazo de 20 dias para registro ou cadastramento sob


penade conversão em multa.

Valor da multa I- Fabricação  II- exposição á venda ou comercialização.  a)- Pessoa física:


R$ 100,00 a 300,00 por exercício  b)- Pessoa jurídica: 500,00 a 1.500,00 por
exercício

Outras cominações Não regularizando no prazo estabelecido:  - Multa simples  - Embargo da


atividade  - Apreensão dos produtos de pesca fabricados ou expostos à
venda.

Observações - Os produtos de uso permitido serão devolvidos ou liberados quando da


regularização junto ao órgão ambiental.  - Estão isentos os estabelecimentos
que comercializam sem exclusividade apenas vara, linha, chumbada, anzol e
caniço simples.

 
Código da infração 414

Descrição da infração Deixar de dar baixa do registro ou cadastro de atividades de pesca junto ao
órgão competente quando do encerramento da atividade.

Classificação Leve

Incidência da pena Por cadastro ou registro.

Penalidades Advertência, com prazo de 20 (vinte) dias para regularização, sob pena de


conversão em multa.

Valor da multa R$100,00 a R$300,00 por empreendimento/estabelecimento.

Outras cominações - recolhimento do Certificado de Cadastro ou Registro no momento da


autuação.

Observações  
 
Código da infração 415

Descrição da infração Produtos de pesca (pescado) sem documentos que comprovem a origem.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-adquirir  II-transportar  III-guardar, armazenar, comercializar  IV-doar  V-


beneficiar  a) De R$ 150,00 a R$ 450,00 pelo ato, acrescido de R$ 5,00 por
Kg para a pessoa física, quando o volume for de até 30 Kg de pescado .  b)
De R$ 300,00 a R$ 900,00 quando o volume for superior a 31 kg para a
pessoa física.  c) De R$ 500,00 a R$ 1.500,00 em qualquer quantidade, para
a pessoa jurídica.

Outras cominações - Apreensão dos aparelhos de pesca utilizados na infração, exceto veículos e
câmaras frigoríficas fixas.  - Apreensão e perda de todo o pescado sem prova
de origem.  - Emolumento de Reposição da pesca - ERP no valor de R$5,00
por kg de pescado apreendido.  - Para estabelecimentos comerciais, na
reincidência, embargo da atividade e suspensão da atividade pelo prazo que
fixar a autoridade.

Observações - A Guia de Transporte Origem /Destino de Pescados, a ser emitida pelo


pescador profissional ou pelo aquicultor, no momento da venda do produto
não desobriga do fornecimento de outros documentos de prova de origem e
nem de documentos fiscais conforme estabelecer a legislação.  -Comunicação
do crime

   
Código da infração 416

Descrição da infração Deixar de fornecer de prova de origem e /ou Guia de Transporte origem/
destino do pescado ao adquirente do produto, para fins de acobertamento
deste.

Classificação Grave

Incidência da pena Por ato de venda

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-o aqüicultor  II-o pescador profissional  III-o comerciante de pescados  De


R$100,00 a R$300,00 por ato

Outras cominações - Suspensão ou embargo da atividade  - Apreensão do pescado.

Observações -O documento de controle emitido pelo aquicultor e pelo pescador profissional,


para fins de controle deverá conter numeração seqüencial, a quantidade de
pescado em kg, por espécie, local de captura, destino do produto,
identificação da fonte fornecedora e data de aquisição, além de outros dados
julgados úteis ao órgão ambiental.  -Para recebimento do Bloco de Guias de
Transporte de Pescado o empreendedor deverá estar cadastrado no IEF e
atender o disposto na legislação pertinente conforme estipular o órgão.

 
Código da infração 417

Descrição da infração Utilizar incorretamente a Guia de transporte de Origem/Destino do Pescado.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Com rasuras, que prejudique a fiscalização(data, origem, destino,


quantidade);  II-Com campo em branco;  III- com quantidade superior á
declarada;  IV-com espécies diversas das declaradas;  V- Com orígem/destino
diversa da declarada.  a)-De R$ 200,00 a R$600,00 por documento, acrescido
de R$5,00 por Kg de pescado apreendido.  b)-Apreensão e perda do pescado,
pelas infrações constantes nos incisos I,II, IV e V.  c)-Apreensão e perda da
quantidade excedente, por infração ao disposto no inciso III.

Outras cominações - Apreensão e perda de todo pescado, pelas infrações constantes nos
incisos I,II, IV e V.  -Apreensão e perda da quantidade excedente, por infração
ao disposto no inciso III.  -Emolumentos de Reposição da Pesca no valor de
R$5,00 por Kg de pescado apreendido.

Observações  

 
Código da infração 418

Descrição da infração Deixar de remeter, ao IEF, no prazo estabelecido na norma, as vias das Guias
de Controle de Origem/Destino do Pescado destinadas ao IEF e ou os
Relatórios de Controle de Captura/ Comércio de Pescado, conforme
estabelecer o órgão competente.
Classificação Leve

Incidência Pelo ato

Penalidades Advertência, com prazo de 20 dias para apresentação dos documentos sob


pena conversão da advertência em pena de multa.

Valor da multa I-Aquicultor;  II-Pescador Profissional;  III-Comerciante de pescado.  IV-


Colônia de pescadores  V-Federação de Pescadores  a)De R$150,00 a
R$450,00 por relatório.  b)De R$50,00 a R$150,00 por Guia.

Outras cominações Não apresentando a documentação:  -Suspensão do fornecimento de blocos


de Guias de Controle de Orígem/Destino do pescado.  -Suspensão da
Licença, Registro ou Cadastro

Observações A responsabilidade do envio das vias ao IEF será do profissional que assinar
o recebimento do bloco ou daquele que estiver representando-o perante o
órgão ambiental.

 
Código da infração 419

Descrição da infração Falsificar ou reproduzir indevidamente Guia de transporte de Origem/Destino


do Pescado.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-falsificar  II-Reproduzir  -De R$500,00 a R$1.500,00 por Guia.  III-Utilizar


Guia falsificada  De R$250,00 a R$750,00 por Guia, acrescido de R$5,00 por
kg de pescado.

Outras cominações -Suspensão do registro, cadastro ou licença, se cadastrado junto ao IEF, para
incisos I e II.  -Apreensão e perda do pescado acobertado pelo documento,
em todas as situações.  -Emolumentos de Reposição da Pesca no valor de
R$5,00 por Kg de pescado apreendido.

Observações -Comunicação do crime á autoridade competente.

 
Código da infração 420

Descrição da infração Comercializar ou expor à venda pescado não proveniente de pesca


profissional ou de despesca autorizada (aqüicultura).

Classificação Grave

Incidência da pena Por ato de venda ou aquisição

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Pescador amador  II-Feirante ou vendedor ambulante  De R$100,00 a


R$300,00 pelo ato, acrescido de R$5,00 por kg de pescado.  III-Comerciante
pessoa jurídica:  De R$300,00 a R$900,00 pelo ato, acrescido de R$5,00 por
kg de pescado.

Outras cominações - Apreensão e perda de todo o pescado oriundo da pesca irregular.  -


Emolumento de Reposição da pesca - ERP no valor de R$5,00 por kg de
pescado apreendido.  -Embargo da atividade.

Observações  

 
Código da infração 421

Descrição da infração adquirir pescado não proveniente de pesca profissional ou despesca


autorizada.

Classificação Grave

Incidência da pena Por ato de venda ou aquisição. Incide sobre ambas as partes

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Pessoa física: de R$100,00 a R$300,00 pelo ato, acrescido de R$5,00 por
kg de pescado irregular  II-Pessoa Jurídica, comerciante de pescado: de
R$300,00 a R$900,00 pelo ato, acrescido de R$5,00 por kg de pescado.

Outras cominações - Apreensão e perda de todo o pescado  - Emolumento de Reposição da


pesca - ERP no valor de R$5,00 por kg de pescado

Observações - Comunicação do crime

 
Código da infração 422

Descrição da infração Exercer atividade de pesca profissional, tendo como principal fonte de renda
outra atividade que contrarie a legislação da pesca.
Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa De R$1.000,00 a R$3.000,00 a ser aplicada após apurado em procedimento


administrativo, por autoridade competente.

Outras cominações - Comunicação ao Ministério Público Estadual  - Comunicação à Secretária


Especial de Aqüicultura e Pesca - SEAP e ao Ministério Público Federal do
Trabalho.

Observações  

 
Código da infração 423

Descrição da infração Utilizar redes de emalhar, espinhel e outros aparelhos na modalidade de


espera, permitidos somente ao pescador profissional, sem plaqueta de
identificação do proprietário.

Classificação Grave

Incidência da pena Por aparelho

Penalidades Multa simples

Valor da multa R$100,00 a R$300,00 por aparelho, petrecho ou equipamento sem plaqueta.

Outras cominações - Apreensão do material sem plaqueta quando o proprietário for identificado.  -
Recolhimento dos aparelhos, petrechos e equipamentos sem plaqueta. Se o
infrator não for identificado ocorrerá à perda do material.

Observações - A plaqueta deverá ser confeccionada em chapa de alumínio ou acrílico na


medida de 10x 10x10 cm no formato triangular, contendo as inscrições por
ordem: Iniciais do nome do pescador, colônia, RGP, CIC/CPF e Nº de
cadastro no IEF.  -As plaquetas utilizadas atualmente continuam válidas até
outubro de 2010, devendo ser complementadas com os novos dados até o
mês de outubro de 2009, podendo-se utilizar o verso.  -Não será exigida
plaqueta de identificação em tarrafa, quando na posse do profissional.  - as
plaquetas deverão estar fixadas nos equipamentos em uso dentro d'água ou
na embarcação, e nas imediações dos locais de pesca, assim compreendido
até a distância de 500 m do ambiente aquático.

 
Código da infração 424

Descrição da infração Praticar, o pescador profissional, ato de pesca em conjunto com outras
categorias de pescadores utilizando equipamentos não autorizados para as
demais categorias, conduzindo espécies não autorizadas para a pesca
amadora, ou em quantidade superior á permitida para o amador

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa I - Conduzindo e/ou utilizando aparelhos, petrechos ou equipamentos de


pesca não autorizados para a categoria de pesca amadora;  II- Conduzindo
quantidade superior á permitida para a categoria de pesca amadora.  III-
Portando espécies não autorizadas ao pescador amador.  a)-Para o pescador
profissional:  R$300,00 a R$900,00 por ato de pesca em conjunto,
contrariando normas.  b)-Para o pescador amador:  R$200,00 a R$600,00
para cada pescador, por ato de pesca em conjunto contrariando normas.

Outras cominações - apreensão e perda do pescado  -apreensão aparelhos e petrechos de pesca.


-perda dos equipamentos, exceto embarcação e motor, que poderão ser
devolvidos após regularização das partes perante o órgão.  - Comunicação á
SEAP/PR e ao Ministério Público do Trabalho.  - Emolumentos de Reposição
da Pesca - ERP, no valor de R$5,00 por kg de pescado apreendido.

Observações A quantidade de pescado será calculada em razão do número de pescadores


licenciados e sua categoria, respeitado a redução da quantidade e limitação
de espécies durante a piracema.

 
Código da infração 425

Descrição da infração Deixar o comerciante de pescado, o pescador profissional e as demais


pessoas físicas ou jurídicas definidas na legislação de pesca de realizar a
Declaração de Estoque do Pescado no prazo estabelecido na norma.

Classificação Grave

Incidência da pena Por ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa I- de R$200,00 a R$600,00 para o pescador profissional e pessoas físicas.  II-
de R$400,00 a R$1.200,00 para pessoas jurídicas.
Outras cominações Apreensão do estoque não declarado.

Observações -O pescado aprendido, que estiver regular quanto aos demais aspectos
poderá ser liberado após a regularização perante o órgão.  -A declaração de
estoque do pescado é obrigatória anualmente, no início da piracema.

 
Código da infração 426

Descrição da infração Declarar, o comerciante de pescado, o pescador profissional e as demais


pessoas físicas ou jurídicas definidas na legislação de pesca incorretamente o
Estoque de Pescado, por ocasião do início da piracema.

Classificação Grave

Incidência da pena Por ato.

Penalidades Multa simples

Valor da multa I- de R$200,00 a R$600,00 para o pescador profissional e pessoas físicas.  II-
de R$400,00 a R$1.200,00 para pessoas jurídicas

Outras cominações Apreensão e perda do estoque não declarado.

Observações -As incorreções a serem observadas serão com relação ás espécies,


quantidade e origem do pescado.

 
Código da infração 427

Descrição da infração Capturar, portar, transportar animais aquáticos em quantidade superior à


prevista e autorizada para a categoria.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-pescador de subsistência  a)-De R$50,00 a R$150,00, acrescido de R$ 5,00


por kg excedente,  II- pescador amador  a)-De R$150,00 a R$450,00,
acrescido de R$ 5,00 por kg excedente quando exceder em até 10 kg a cota
autorizada para a categoria.  b)-De R$250,00 a R$750,00, acrescido de R$
5,00 por kg excedente, quando exceder 11 kg ou mais a cota autorizada para
a categoria.  III-pescador profissional  a)-De R$150,00 a R$450,00, acrescido
de R$ 5,00 por kg excedente quando exceder a cota autorizada para a
categoria.  b)-De R$300,00 a R$900,00, acrescido de R$ 5,00 por kg
excedente, quando exceder 10 kg ou mais a cota autorizada para a categoria.

Outras cominações - Apreensão dos aparelhos de pesca utilizados na infração, exceto veículos e
câmaras frigoríficas fixas.  - Apreensão e perda de todo o pescado  -
Emolumento de Reposição da Pesca - ERP no valor de R$5,00 por kg de
pescado.

Observação - Comunicação do crime

 
Código da infração 428

Descrição da infração Capturar, portar, guardar, acumular, transportar, durante o período da


piracema, quantidade superior de espécies nativas autorizadas por dia e ou
jornada.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Pescador amador  II-Pescador profissional  a)capturar  b)guardar, acumular


c)portar  d)transportar  1)De R$200,00 a R$600,00 por ato, acrescido de
R$10,00 por kg, quando a quantidade exceder em até 10 (dez) quilogramas
ao limite autorizado.  2)De R$300,00 a R$900,00 por ato, acrescido de
R$10,00 por kg, quando a quantidade for superior a 10(dez) quilogramas do
limite autorizado.

Outras cominações - Apreensão e perda de todo o pescado.  - Apreensão e perda dos apetrechos,
aparelhos e equipamentos de pesca.

Observações -A captura de uma pequena cota de espécies nativas, no período da


piracema, somente poderá ser autorizada nos casos em que o órgão
ambiental apresentar estudos ou fundamentos que justifique a autorização e
não contrarie a legislação federal, constituindo-se em uma exceção.  -Por
jornada entende-se o conjunto ou total de dias em que o pescador se dedicou
á pesca, não podendo ocorrer acumulação diária.  -Quando a infração for
praticada por pescador profissional, deverá ser realizada a comunicação da
infração á SEAP/PR e ao Ministério Público do Trabalho.

 
Código da infração 429

Descrição da infração Comercializar, doar, ceder a outrem, ou adquirir, no período da piracema,


espécimes de peixes nativos, que o órgão ambiental venha excepcionalmente
autorizar a captura de uma cota para fins de consumo próprio do pescador e
de seus dependentes.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por ato.

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-Comercializar, doar ou ceder a outrem  a)-Pescador amador  1) De


R$100,00 a R$300,00 por ato, acrescido de R$10,00 por kg, quando a
quantidade exceder em até 5 (cinco) quilogramas ao limite autorizado.  2) De
R$200,00 a R$600,00 por ato, acrescido de R$10,00 por kg, quando a
quantidade exceder a 5 (cinco) quilogramas ao limite autorizado  b)-Pescador
profissional  1) De R$80,00 a R$240,00 por ato, acrescido de R$10,00 por kg,
quando a quantidade exceder em até 10 (dez) quilogramas ao limite
autorizado.  2) De R$150,00 a R$450,00 por ato, acrescido de R$10,00 por
kg, quando a quantidade exceder a 10 (dez) quilogramas ao limite autorizado
II- adquirir  a)- Consumidor final  1) De R$100,00 a R$300,00 por ato,
acrescido de R$10,00 por kg, quando a quantidade exceder em até 10 (dez)
quilogramas ao limite autorizado.  2) De R$200,00 a R$600,00 por ato,
acrescido de R$10,00 por kg, quando a quantidade exceder a 10 (dez)
quilogramas ao limite autorizado.  b)- Comerciante de pescado  1)De
R$200,00 a R$600,00 por ato, acrescido de R$10,00 por kg, quando a
quantidade exceder em até 10 (dez) quilogramas ao limite autorizado.  2)De
R$300,00 a R$900,00 por ato, acrescido de R$10,00 por kg, quando a
quantidade for iqual ou superior a 11(onze) quilogramas do limite autorizado.

Outras cominações - Apreensão e perda de todo o pescado.  - Apreensão e perda dos apetrechos,
aparelhos e equipamentos de pesca.

Observações - Quando tratar-se de pescador profissional, comunicação á SEAP/PR e ao


Ministério Público do Trabalho.

 
Código da infração 430

Descrição da infração Utilizar como isca, animais da fauna silvestres vivos ou mortos, répteis e
anfíbios. Excetuam-se minhocas, e peixes cujas espécies e mensurações
forem autorizadas pelo órgão competente.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples.


Valor da multa I-Pescador amador:  II- Pescador profissional:  a)De R$500,00 a R$1.500,00,
por ato acrescido de R$50,00 por animal utilizado.  b)De R$50,00 a R$150,00
por ato de utilização de peixe não autorizado, acrescido de R$20,00 por
unidade de espécie.

Outras cominações - Apreensão dos equipamentos de pesca e iscas proibidas.  - Apreensão e


perda do pescado.

Observações O órgão ambiental normatizará quanto ás espécies de peixes a serem


permitidas, sua mensuração, locais e épocas, bem como as categorias de
pescadores autorizadas.

 
Código da infração 431

Descrição da infração Fabricar, comercializar ou expor á venda transportar ou utilizar aparelhos de


pesca de uso proibido para todas as categorias de pesca.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa Simples

Valor da multa I-Fabricar;  II-comercializar ou expor à venda;  III-transportar;  IV-utilizar  a)


pescador amador.  b) Pescador profissional.  De R$500,00 a R$1.500,00 por
ato.

Outras cominações -Apreensão e perda de todos os aparelhos e equipamentos de uso proibido.  -


apreensão e perda do pescado obtido com a utilização do equipamento.  -
Emolumento de reposição da pesca no valor de R$5,00 por kg de pescado
apreendido.  - Na reincidência, embargo da atividade e cancelamento do
registro.

Observações  

 
Código da infração 432

Descrição da infração Portar, guardar ou transportar aparelhos de pesca de uso proibido para a
categoria, ou não autorizado na licença.

Classificação Grave
Incidência da pena Por aparelho

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-pescador de subsistência;  II-pescador amador;  III- pescador desportivo


(competição);  IV- pescador profissional.  V- Pesca científica.  a) Rede
simples: R$200,00 a R$600,00 por unidade, com acréscimo de R$5,00 por
m2.  b) redes capeadas, superpostas ou de tresmalho: R$250,00 a R$750,00
por rede, com acréscimo de R$ 10,00 por M2.  c) tarrafa: R$200,00 a
R$600,00 por unidade.  d) espinhel simples: R$70,00 a R$210,00 por
unidade, com acréscimo de R$ 3,00 por anzol.  e) espinhel com cabo de aço:
R$100,00 a R$300,00 por unidade, com acréscimo de R$ 3,00 por anzol.
f) Fisga, gancho, arpão (sem autorização), e aparelhos que podem causar
mutilação aos peixes: R$250,00 a R$750,00 por aparelho.  g) Covo ou Jequi:
R$300,00 a R$900,00  h) Garatéia (exceto em isca artificial, conforme dispor a
norma): R$ 50,00 a R$ 150,00 por ato  i) Outros equipamentos de captura não
autorizados: R$150,00 a R$450,00.

Outras cominações - Apreensão e perda dos equipamentos de pesca de uso proibido.  -


Destruição de armadilhas do tipo pari, tapagem ou cercada, covo ou jequi.  -
Apreensão e perda de todo o pescado, se houver.  - Emolumento de
Reposição da Pesca - ERP no valor de R$5,00 por kg de pescado apreendido.

Observações -Os aparelhos, petrechos ou equipamentos serão autorizados de acordo com


a categoria de pescador.

 
Código da infração 433

Descrição da infração Utilizar aparelhos ou equipamentos de pesca de uso proibido para a


categoria, em locais onde não exista proibição de atos de pesca.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por ato, cabível quando o equipamento for proibido para a categoria ou estiver
temporariamente proibido/ não permitido pelo órgão ambiental.

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-pescador de subsistência;  II-pescador amador;  III- pesca desportiva


(competição);  IV- pescador profissional.  V- Pescador científico.  a) Rede
simples: R$300,00 a R$900,00 por unidade, com acréscimo de R$5,00 por
m2.  b) Redes capeadas, superpostas ou de tresmalho: R$500,00 a
R$1.500,00 por rede, com acréscimo de R$ 10,00 por m2.(proibido para todas
as categorias)  c) Tarrafa: R$250,00 a R$750,00 por unidade.  d) Espinhel
simples: R$150,00 a R$450,00 por unidade, com acréscimo de R$ 3,00 por
anzol.  e) Espinhel com cabo de aço: R$200,00 a R$600,00 por unidade, com
acréscimo de R$ 3,00 por anzol.  f) Fisga, gancho, arpão (sem autorização), e
aparelhos que podem causar mutilação aos peixes: R$300,00 a R$900,00 por
ato de pesca.  g) Parí: R$1.000,00 a R$3.000,00 por unidade.  h) Covo ou
Jequi: R$300,00 a R$900,00  i) Garateia: R$50,00 por ato, acrescido de
R$15,00 por conjunto excedente (exceto em isca artificial)  j) Pinda, anzol de
galho, caçador, não autorizados para a categoria: R$70,00 a R$210,00 pelo
ato acrescido de R$20,00 por unidade de equipamento.  K) outros
equipamentos não autorizados ou proibidos para a categoria: de R$300,00 a
R$900,00

Outras cominações - Apreensão e perda dos equipamentos de pesca de uso proibido.  -


Destruição de armadilhas do tipo pari, tapagem ou cercada, covo ou jequi.  -
Apreensão e perda de todo o pescado, se houver.  - Emolumento de
Reposição da Pesca - ERP no valor de R$5,00 para cada kg de pescado
apreendido.

Observação -Os aparelhos, apetrechos ou equipamentos de pesca de uso permitido


encontram-se definidos na legislação ou descritos nas licenças.  -Em sendo o
local proibido as penalidades a serem aplicadas serão apenas as codificadas
para a realização de atos de pesca em locais proibidos.  -Comunicação do
crime

 
Código da infração 434

Descrição da infração Fica proibida a realização de atos de pesca em locais proibidos ou


interditados, em especial:  I - para todas as modalidades de pesca:  a)-no
interior das unidades de conservação e proteção integral e seu entorno num
raio de 10 quilômetros ou como definir o plano de manejo da U.C, exceto se
houver autorização especial do órgão ambiental;  b)-nas lagoas marginais
temporárias ou permanentes e criadouros naturais, exceto para fins científicos
ou de manejo devidamente autorizado pelo órgão ambiental;  c)a menos de
200m (duzentos metros) a montante e a jusante de cachoeiras e corredeiras;
d) a menos de 200m (duzentos metros) da confluência do rio principal com
seus afluentes;  e) a menos de 300m (trezentos metros) dos barramentos;  f)
a menos de 500 m (quinhentos metros) das saídas de esgotos urbanos com
volume médio de deságüe igual ou superior a 50mm;  g) no Rio Pandeiros e
nos seus afluentes, em toda a sua extensão;  h) nos locais a serem definidos
como Área de Proteção Integral da Pesca ou Prioritária para a Conservação
da Biodiversidade;  i) noutros locais definidos por ato do poder público
estadual ou federal;  j)- num raio mínimo de 100 metros dos locais com
vegetação aquática dedensa e sob estas inclusive com quaisquer aparelhos
ou petrechos, permitindo-se o uso apenas de anzol, linha, chumbada e
caniço;  K) no Rio Cipó, desde a sua nascente até sua desembocadura no Rio
Paraúna;  l) no Rio Grande, em Minas Gerais, no trecho compreendido entre a
ponte rodo-ferroviária do município de Ribeirão Vermelho e o barramento da
UHE Funil, no município de Lavras e Ijaci;  m)no Rio da Prata, de sua
nascente no município de Presidente Olegário até sua foz no Rio Paracatú, no
Município de Lagoa Grande;  n) no trecho do Rio das Mortes, desde a sua
nascente até a cachoeira das Lavras a jusante de Severiano Rezende;  m) em
outros locais definidos pelo órgão ambiental estadual ou federal.  II - Para a
pesca profissional, além dos estabelecidos acima:  a) no Rio das Velhas e no
Rio Paraopeba e seus afluentes, das cabeceiras até a desembocadura no Rio
São Francisco;  b) num raio de até 200 metros das enseadas ou remansos
nos rios, com a utilização de redes, tarrafas, espinhéis e outros instrumentos
fixos de espera, não autorizados pelo órgão.  c) nos cursos, cujo espelho de
água possua largura igual ou inferior a 20 metros para o exercício da pesca
profissional.  d) no Rio Salitre, de sua nascente no município de Serra do
Salitre até sua foz na Represa de Nova Ponte;  e) no Rio Quebra-Anzol, de
sua nascente na divisa dos municípios de Ibiá e Tapira até a sua foz na
Represa de Nova Ponte;  f) no Rio Tijuco, de sua nascente no município de
Uberaba até sua foz no Rio Paranaíba, entre os municípios de Santa Vitória
e Ipiaçu;  g)no Rio da Prata, de sua nascente no município de Veríssimo até a
sua foz no Rio Tijuco;  h) em outros locais definidos por ato do poder público
estadual ou federal.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por ato realizado em local proibido

Penalidades Multa simples

Valor da multa 1) com anzol, linha, vara ou caniço, acoplado ou não de carretilha ou
molinete:R$100,00 a R$300,00 por ato de pesca.  2)Rede simples: R$400,00
a R$1.200,00 por unidade, com acréscimo de R$5,00 por m2.  3) Redes
capeadas, superpostas ou de tresmalho: R$500,00 a R$1.500,00 por rede,
com acréscimo de R$ 10,00 por m2.(proibido para todas as categorias)  4)
Tarrafa: R$500,00 a R$1.500,00 por unidade.  5) Espinhel simples: R$200,00
a R$250,00 por unidade, com acréscimo de R$ 5,00 por anzol.  6) Espinhel
com cabo de aço: R$250,00 a R$750,00 por unidade, com acréscimo de R$
5,00 por anzol.  7) Fisga, gancho, arpão (sem autorização), e aparelhos que
podem causar mutilação aos peixes: R$500,00 a R$1.500,00 por ato de
pesca.  8) Parí: R$1.000,00 a R$3.000,00 por unidade.  9) Covo ou Jequi:
R$400,00 a R$1.200,00  10) Garateia: R$50,00 por ato de pesca, acrescido
de R$20,00 por conjunto excedente a 02 unidades, por isca artificial.
11)Pinda, anzol de galho, caçador, não autorizados para a categoria: R$70,00
a R$210,00 pelo ato acrescido de R$20,00 por unidade de equipamento.  m)
outros equipamentos não autorizados ou proibidos para a categoria: de
R$250,00 a R$750,00.

Outras cominações Apreensão e perda do pescado e apreensão e perda dos equipamentos


utilizados na pesca. Emolumentos de Reposição da Pesca - ERP no valor de
R$5,00 por kg de peixe apreendido.

Observações - Quando o pescador estiver realizando pesca em local proibido aplicar-se-á


esta pena e não haverá cumulação com a do uso do petrecho proibido;  -
Comunicação do crime.

 
Código da infração 435

Descrição da infração Portar, guardar ou transportar material de pesca em locais onde a pesca


estiver proibida, incluindo as margens dos cursos d água.

Classificação Média

Incidência da pena Sobre o detentor do equipamento

Penalidades Multa simples

Valor da multa Para aparelhos, apetrechos e instrumentos permitidos para a categoria:  I- de


R$50,00 a R$150,00,por ato, acrescido de:  a) molinetes: R$20,00 por
unidade ;  b) Rede simples (para as categorias autorizadas) R$100,00 a
R$300,00 por unidade ;  d) tarrafa: R$150,00 a R$450,00 por unidade.  e)
espinhel simples: R$50,00 a R$150,00 por unidade.  f) outros equipamentos:
R$50,00 a R$150,00 por unidade.

Outras cominações Aplicação de penalidades de acordo com as infrações verificadas.

Observações Este procedimento caracteriza o ato tendente à realização da pesca em local


proibido.

 
Código da infração 436

Descrição da infração Utilizar aparelhos, apetrechos ou equipamentos de pesca com medidas de


malhas e especificações em desacordo às autorizadas.

Classificação gravíssima

Incidência da pena Por aparelho

Penalidades - multa simples

Valor da multa I-Redes de emalhar com medidas de malha menor que a autorizada.  De
R$350,00 a R$1.050,00 por unidade, acrescido de R$10,00 por metro.  II-
tarrafas de emalhar com medidas de malha menor que a autorizada.  De
R$350,00 a R$1.050,00 por unidade  III- Outros aparelhos com mensuração
de malha/especificações diversas da autorizada. De R$200,00 a R$600,00
por unidade
Outras cominações -apreensão e perda do aparelho, apetrecho ou equipamento;  -apreensão e
perda do pescado;  - Emolumentos de Reposição da Pesca - ERP no valor de
R$ 5,00 por Kg de pescado apreendido.

Observações -As especificações das medidas de malha autorizadas ao pescador


profissional são as definidas na legislação pertinente.

 
Código da infração 437

Descrição da infração Utilizar aparelhos, petrechos ou equipamentos de pesca com comprimento


superior ao permitido para o local.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por aparelho

Penalidades - multa simples

Valor da multa I-Redes de emalhar ultrapassando o limite de comprimento autorizado para o


ambiente aquático  De R$200,00 a R$600,00 por unidade, acrescida de
R$5,00 por metro que ultrapassar.  II - espinhel ultrapassando o limite de
comprimento autorizado para o ambiente aquático.  De R$70,00 a R$210,00
por unidade, acrescida de R$5,00 por metro que ultrapassar.

Outras cominações -apreensão e perda do equipamento;  -apreensão do pescado;  -


Emolumentos de Reposição da Pesca - ERP no valor de R$ 5,00 por Kg de
pescado apreendido.

Observações -no período da piracema os atos irregulares de pesca praticados por pescador
profissional devem ser comunicados ao Ministério Publico do Trabalho e à
SEAP.  -Equipamentos permitidos somente ao pescador profissional com
restrição em algumas épocas ou locais.

 
Código da infração 438

Descrição da infração Utilizar aparelhos, apetrechos ou equipamentos de pesca com distância


inferior á mínima permitida entre eles.

Classificação gravíssima

Incidência da pena Por aparelho

Penalidades - multa simples


Valor da multa I-Redes de emalhar com distância inferior á mínima permitida.  De R$200,00 a
R$600,00 por unidade  II- Espinhel com distância inferior á mínima permitida.
De R$70,00 a R$210,00 por unidade

Outras cominações -apreensão e perda do aparelho, petrecho ou equipamento;  -apreensão e


perda do pescado;  - Emolumentos de Reposição da Pesca - ERP no valor de
R$ 5,00 por Kg de pescado apreendido.

Observações -As distâncias mínimas encontram-se definidas na legislação de pesca,


podendo alterar no período da piracema.(petrecho autorizado para o pescador
profissional).

 
Código da infração 439

Descrição da infração Realizar atos de pesca com técnicas ou métodos proibidos ou não
autorizados e em especial:  I-pescador amador  II- pescador profissional  a)
com artes de cerco.  b) com técnicas de arrasto dos instrumentos, utilizando-
se redes, tarrafas, tarrafões e outros instrumentos de emalhar em
deslocamento no curso d'água, mediante tração humana ou mecânica ou
redes de arrasto de fundo.  c) com a técnica de parelha, assim
compreendendo o deslocamento de uma embarcação ao lado de outra
tracionando aparelhos e equipamentos de pesca de emalhar;  d) com outros
métodos ou outras técnicas não autorizadas ou proibidas em atos normativos
pelo órgão ambiental.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por técnica utilizada em desacordo.

Penalidades Multa simples

Valor da multa De R$700,00 a R$2.100,00 por ato.

Outras cominações - Apreensão e perda de todo o pescado.  - Apreensão e perda de todo os


petrechos, equipamentos e substâncias utilizadas na prática da infração.  -
Demolição das artes de cerco, pelo infrator, ou por terceiros ás suas
expensas.  - Emolumentos de Reposição da Pesca - ERP no valor de R$ 5,00
por Kg de pescado apreendido.

Observações -O métodos ou técnicas não autorizadas são aquelas não especificadas na


legislação.  Comunicação do crime.

 
Código da infração 440
Descrição da infração Realizar atos de pesca com substâncias proibidas, em especial:  a) com a
utilização de substâncias tóxicas ou que em contato com a água produzam
efeitos análogos;  b) com a utilização de: substâncias explosivas ou que em
contato com a água produzam efeitos análogos;  c) com substâncias que
produzam efeitos de estupefação.  d) com substâncias que causam a
desoxigenação da água.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-pescador amador  II-pescador profissional  De R$1.500,00 a R$4.500, 00 por


ato.

Outras cominações - Apreensão e perda de todo o pescado.  - Apreensão e perda de todos os


apetrechos, equipamentos e substâncias utilizada na prática da infração.  -
Reparação ambiental e/ou reposição com nativas conforme dispuser o órgão
ambiental.  -Custos de analises laboratoriais e despesas com técnicos.  -
Descontaminação do local se possível.

Observações - Comunicação do crime para substâncias tóxicas ou explosivas.

 
Código da infração 441

Descrição da infração Capturar, adquirir, portar, guardar, utilizar, doar ou receber, transportar,
comercializar, armazenar, manter em depósito para comércio, Industrializar ou
beneficiar espécies protegidas no estado com tamanho inferior ao mínimo
estabelecido pelas normas vigentes ou seccionados em partes com tamanho
inferior ao mínimo estabelecido para a espécie.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-capturar  a) pescador amador  b) pescador profissional  c) outra categoria  II-
adquirir, portar, guardar, utilizar, doar ou receber;  III-transportar;  IV-
comercializar, armazenar ou manter em depósito para comércio;  V-
Industrializar ou beneficiar.  1)- De R$300,00 a R$900,00 por ato, acrescido
de R$5,00 por kg de pescado irregular.  2)- Em períodos de piracema, de
R$500,00 a R$1.500,00 por ato, acrescido de R$10,00 por kg de pescado
irregular.
Outras cominações - Apreensão e perda dos aparelhos de pesca utilizados na infração, exceto
veículos e câmaras frigoríficas fixas.  -Apreensão e perda de todo o pescado
irregular.  -Emolumento de reposição da pesca no valor de R$10,00 por kg de
pescado irregular.

Observações -As infrações descritas neste código não são cumulativas para o mesmo
agente.  -Comunicação do crime.

 
Código da infração 442

Descrição da infração Capturar, adquirir, portar, guardar, utilizar, doar, receber, transportar,
comercializar, manter em depósito para comércio, industrializar ou beneficiar
espécies que devam ser preservadas ou que estejam ameaçadas de extinção,
conforme estabelecido em normas vigentes.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato praticado.

Penalidades Multa simples

Valor da multa I-capturar  a)pescador amador  b)pescador profissional  c)outra categoria  II-


adquirir, portar, guardar, utilizar, doar ou receber;  III-transportar;  IV-
comercializar, armazenar ou manter em depósito para comércio;  V-
Industrializar ou beneficiar.  1)De R$700,00 a R$2.100,00 por ato, com
acréscimo de R$10,00 por kg de pescado que deva ser preservado, quando o
número de espécies for iqual ou inferior a 05 exemplares.  2)De R$1.000,00 a
R$3.000,00, por ato, com acréscimo de R$10,00 por kg de pescado que deva
ser preservado, quando o número de espécies ameaçadas de extinção
for iqual ou superior a 03 unidades.

Outras cominações - Apreensão e perda de todo o pescado irregular  - Apreensão e perda dos
aparelhos, apetrechos e instrumentos de pesca utilizados na infração, exceto
veículos e câmaras frigoríficas fixas.  - Reparação ambiental  - Emolumentos
de Reposição da Pesca - ERP, no valor de R$5,00 por kg, calculado sobre
todo o pescado apreendido.

Observações Comunicação do crime.

 
Código da infração 443

Descrição da infração Realizar peixamento (soltura de peixes) sem parecer técnico favorável ou


autorização do órgão competente.
Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato.

Penalidades Multa simples

Valor da multa - Com espécies nativas: multa de R$500,00 a R$1.500,00 por ato.  - Com
espécies exóticas: De R$3.000,00 a R$9.000,00 por ato.  Outras cominações
- Custas com realização e acompanhamento de estudos técnico-científicos a
serem definidos pelo órgão competente.  - Reparação ambiental e mitigação
do dano.

Observações Comunicação do crime no caso de espécies exóticas

   
Código da infração 444

Descrição da infração Introduzir espécies nativas ou exóticas em cursos d'água sem autorização do
órgão ambiental.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa - Introdução de espécies nativas: multa de R$500,00 a R$1.500,00 por ato.  -
Introdução de espécies exóticas: De R$3.000,00 a R$9.000,00 por ato.

Outras cominações - Reparação ambiental.  - Custas da realização e acompanhamento de


estudos técnico-científicos a serem definidos pelo órgão competente.  -
Adoção de medidas para mitigação do dano.

Observações Comunicação do crime no caso de espécies exóticas

 
Código da infração 445

Descrição da infração Deixar de tomar providências ou impedir adoção de medidas de proteção à


fauna e flora aquáticas, resultando em danos, de pequeno potencial.

Classificação Grave

Incidência da pena Por omissão ou ação.

Penalidades Multa simples


Valor da multa Resultando em dano: R$1.000,00 a R$3.000,00 por ato.

Outras cominações - Custas laboratoriais  - Reparação ambiental e reposição ou recomposição da


fauna e flora

Observações Elaborar laudo técnico

 
Código da infração 446

Descrição da infração Provocar o esvaziamento, secamento, barramento de lagos, lagoas,


reservatórios e cursos d'água públicos, causando danos à flora e fauna
aquáticas, sem estar devidamente autorizado pelo órgão competente.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato praticado.

Penalidades Multa simples

Valor da multa De R$5.000,00 a R$15.000,00

Outras cominações - Realização e acompanhamento de estudos técnico-científicos a serem


definidos pelo órgão competente  - Apreensão e perda do pescado  -
Reparação ambiental.

Observações - Comunicação do crime

 
Código da infração 447

Descrição da infração Provocar a morte dos peixes ou lesões irreversíveis:  I-pela contaminação por


produtos químicos ou tóxicos.  II-pela emissão de efluentes ou carreamento
de materiais.  III-pela alteração da qualidade da água ou redução do índice de
oxigenação.  IV-pela alteração do volume d'agua, por barramento, desvio,
esvaziamento, secamento, ou aumento de vazão sem autorização do órgão
ambiental e ou sem adoção de medidas técnicas eficientes para evitar o dano.
V- por falhas no sistema de manutenção ou operação dos barramentos e
reservatórios.  VI- Por falhas no sistema de operação de usinas e
reservatórios e ou falta de adoção de medidas de proteção preventivas.  VIII-
decorrente da operação de máquinas e equipamentos.

Classificação Gravíssima
Incidência da pena Por mortandade ou registro de lesão.

Penalidades Multa simples e diária, se os efeitos da infração não forem cessados.

Valor da multa De R$5.000,00 a R$25.000.000, 00 de acordo com a extensão do dano.

Outras cominações - Apreensão e perda de todo o pescado, se for o caso.  - Apreensão e perda
de todo os petrechos, equipamentos e substâncias utilizadas na prática da
infração.  - Reparação ambiental com reposição de espécies nativas indicadas
pelo órgão ambiental.  - Custos de análise, laboratoriais, despesas com
técnicos e custos de descontaminação do curso d'água.  - Embargo ou
suspensão de atividades, após decisão administrativa, se for o caso.

Observações -Necessidade de laudo técnico.  - Comunicação do crime

 
Código da infração 448

Descrição da infração Abrigar, acobertar, dar fuga aos infratores da legislação de pesca, quando
estiverem fugindo dos agentes de fiscalização ou guardando os aparelhos e
produtos irregulares destes.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por ato praticado, incidindo a penalidade sobre aquele que o abrigar,
acobertar ou dar fuga.

Penalidades Multa simples

Valor da multa De R$500,00 a R$1.500,00 por ato.

Outras cominações Aplicação de penalidades de acordo com as demais infrações verificadas.

Observações - Se no local constatar outras infrações por parte daquele que abriga,
acoberta ou da à fuga, aplicação de penalidade de acordo com a infração
verificada.

 
Código da infração 449

Descrição da infração Dificultar, evadir, impedir, por qualquer meio ou modo às ações fiscalizadoras
desenvolvidas pelos agentes de fiscalização.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato


Penalidades Pelo ato

Valor da multa a) Dificultar: de R$200,00 a R$600,00 por ato.  b) evadir: de R$300,00 a
R$900,00  b) Impedir: de 1.500,00 a 4.500,00 por ato

Outras cominações Aplicação de penalidades de acordo com as infrações verificadas.

Observações Comunicação do crime

    ANEXO V
 (a que se refere o art. 87 do Decreto nº 44.844, de 25 de junho de 2008.)
Código da infração 501

Descrição da infração Penetrar em Unidade de Conservação de Proteção Integral conduzindo


armas, armadilhas, substâncias e ou produtos próprios para a caça, sem estar
munido de licença do órgão ambiental.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidades Multa simples

Valor da multa 1- armas:  1.1-de fogo;  1.2-outras armas;  2- armadilhas próprias para a caça;
3- substâncias e ou produtos próprios para a caça.  I- R$ 1.000,00 aR$
3.000,00 por ato.

Outras cominações - Apreensão e perda dos objetos, armas, produtos e substancias.  Destruição
dos produtos, objetos ou substâncias de uso proibido.  Suspensão das
atividades

Observações -Comunicação de crime à autoridade competente

 
Código da infração 502

Descrição da infração Exercer a caça profissional

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Sobre o caçador profissional e sobre todos que estiverem participando do ato.

Penalidade Multa simples


Valor da multa I-de R$5.000,00 a R$ 15.000,00 por por ato, acréscimo por exemplar de
animal excedente, de:  a) R$ 10.000,00 (dez mil reais), por unidade de
espécie constante da lista oficial da fauna brasileira e do Anexo I da lista de
Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo
de Extinção - CITES;  b)R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por unidade de espécie
constante da lista oficial de fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo
II da CITES.

Outras cominações - Apreensão e perda dos animais.  - Apreensão e perda das armas, petrechos
e equipamentos utilizados na prática da infração.  - Apreensão dos veículos,
se utilizados para a prática da infração.  - Se da caça ou perseguição ocorrer
lesões, custas da assistência.  - suspensão de registro ou licença para criação
ou guarda de animais silvestres.

Observações - A infração somente se caracteriza para aqueles que praticam o ato de caça
como profissão, agindo para si ou no interesse de outrem .  - Comunicação de
crime à autoridade competente.

 
Código da infração 503

Descrição da infração Caçar, perseguir ou matar espécimes da fauna silvestre nativas ou em rota


migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade
competente, ou em desacordo com a obtida.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Sobre o agente da infração com responsabilidade concorrente de todos


aqueles que participam e colaboram diretamente no ato.

Penalidade Multa simples

Valor da multa 1-Caçar ou perseguir espécimes da fauna silvestre;  2-matar espécimes da


fauna silvestre:  2.1-sem licença;  2.2-em desacordo com a licença.  I-
R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por unidade com acréscimo por exemplar excedente
de:  a) R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por unidade de espécie constante da lista
oficial da fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo I da Convenção
do Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em
Perigo de Extinção - CITES;  b) R$3.000,00 (três mil reais), por unidade de
espécie constante da lista oficial de fauna brasileira ameaçada de extinção e
do Anexo II da CITES.

Outras cominações Apreensão e perda dos animais.  - Apreensão das armas, petrechos e
equipamentos utilizados na prática da infração.  - Apreensão dos veículos, se
utilizados para a prática da infração.  - Se da caça ou perseguição ocorrer
lesões, custas da assistência.  - Suspensão da licença ou registro, se houver .
Observações - Comunicação de crime à autoridade competente

 
Código da infração 504

Descrição da infração Apanhar espécimes da fauna silvestre nativas ou em rota migratória, sem a


devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente.

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade

Penalidade Multa simples

Valor da multa I- R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por unidade com acréscimo por exemplar
excedente de:  a)-de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por unidade de espécie
constante da lista oficial da fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo
I da Convenção do Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna
Selvagens em Perigo de Extinção - CITES;  b)- Acréscimo de R$3.000,00
(três mil reais), por unidade de espécie constante da lista oficial de fauna
brasileira ameaçada de extinção e do Anexo II da CITES.

Outras cominações - Apreensão e perda dos animais.  - Apreensão e perda dos aparelhos,
petrechos e instrumentos e equipamentos usados na prática da infração.  -
Destruição das armadilhas.  - Embargo da atividade.  - Suspensão total ou
parcial das atividades.

Observações - Estando sem licença, comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 505

Descrição da infração Capturar, coletar, matar, quando autorizado por licença especial, animais da
fauna silvestre, larvas e ovos, em desacordo com o autorizado.

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade

Penalidade Multa simples

Valor da multa 1. em local proibido;  2. espécies diferente da autorizada;


3. utilizandotécnicas proibidas ou não autorizadas;  4. utilizando aparelhos,
petrechos ou equipamentos proibidos ou não autorizados;
5. quantidade superior á permitida ou autorizada;  6. contrariando outras
condicionantes da licença ou autorização;  I- R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por
unidade, com acréscimo por exemplar excedente a uma unidade de:  a)R$
5.000,00 (cinco mil reais), por unidade de espécie constante da lista oficial da
fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo I da Convenção do
Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo
de Extinção - CITES;  b)R$3.000,00 (três mil reais), por unidade de espécie
constante da lista oficial de fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo
II da CITES.

Outras cominações - Apreensão e perda dos animais.  - Apreensão e perda dos aparelhos,
petrechos e instrumentos e equipamentos usados na prática da infração.  -
Destruição das armadilhas.  - Embargo da atividade.  - Suspensão total ou
parcial das atividades.  - Cassação da licença ou autorização.

Observações -

 
Código da infração 506

Descrição da infração Coletar material zoológico, destinado para fins científicos, sem licença
especial, expedida pela autoridade competente ou em desacordo com o
autorizado.

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade

Penalidade Multa simples

Valor da multa 1-sem licença  2-em desacordo.  I -De R$ 500,00 a R$1.500,00, acrescido de:


a)R$200,00 por unidade  b)R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por unidade de
espécie constante da lista oficial da fauna brasileira ameaçada de extinção e
do Anexo I da Convenção do Comércio Internacional das Espécies da Flora e
Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - CITES;  c)R$3.000,00 (três mil
reais), por unidade de espécie constante da lista oficial de fauna brasileira
ameaçada de extinção e do Anexo II da CITES.

Outras cominações - Apreensão e perda do material coletado.  - Apreensão e perda dos


aparelhos, petrechos, instrumentos e equipamentos usados na prática da
infração.  - Suspensão total ou parcial da atividade.  - Cancelamento do
registro no caso de reincidência.  - No caso de encerramento da atividade os
animais deverão ser transferidos para outras instituições indicadas pelo órgão
ambiental com custas para o proprietário e ou destinatário.

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 507

Descrição da infração Modificar, danificar ou destruir ninho, abrigo ou criadouro natural da fauna
silvestre.

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade

Penalidade Multa simples

Valor da multa 1-Modificar  2- danificar ou destruir ninho, abrigo ou criadouro natural da fauna
silvestre.  I- R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por unidade com acréscimo por
exemplar excedente de:  a)de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por unidade de
espécie constante da lista oficial da fauna brasileira ameaçada de extinção e
do Anexo I da Convenção do Comércio Internacional das Espécies da Flora e
Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - CITES;  b) Acréscimo de
R$3.000,00 (três mil reais), por unidade de espécie constante da lista oficial
de fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo II da CITES.

Outras cominações - suspensão da atividade  - Apreensão do ninho, abrigo ou criadouro natural


da fauna silvestre, se for o caso.  - Apreensão e perda dos aparelhos,
petrechos e instrumentos e equipamentos usados na prática da infração.  -
Reparação dos danos causados.

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 508

Descrição da infração Impedir a procriação da fauna silvestre sem licença, autorização ou em


desacordo com a obtida.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por unidade

Penalidade Multa simples

Valor da multa I -R$ 500,00 a R$1.500,00 por unidade unidade com acréscimo por exemplar


excedente de:  a)de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por unidade de espécie
constante da lista oficial da fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo
I da Convenção do Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna
Selvagens em Perigo de Extinção - CITES;  b) de R$3.000,00 (três mil reais),
por unidade de espécie constante da lista oficial de fauna brasileira ameaçada
de extinção e do Anexo II da CITES.
Outras cominações - Suspensão da atividade Apreensão e perda dos aparelhos, petrechos e
instrumentos e equipamentos usados na prática da infração.  -apreensão dos
animais.  -reparação dos danos.

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 509

Descrição da infração Guardar, ter em cativeiro ou depósito espécimes da fauna silvestre nativa ou
em rota migratória sem a devida permissão, licença ou autorização da
autoridade competente.

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade

Penalidade Multa simples

Valor da multa I-R$ 500,00 a R$1.500,00 por unidade unidade com acréscimo por exemplar


excedente de:  a)-de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por unidade de espécie
constante da lista oficial da fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo
I da Convenção do Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna
Selvagens em Perigo de Extinção - CITES;  b)de R$3.000,00 (três mil reais),
por unidade de espécie constante da lista oficial de fauna brasileira ameaçada
de extinção e do Anexo II da CITES.

Outras cominações - Apreensão e perda dos animais.  - Apreensão e perda dos aparelhos,
petrechos e instrumentos e equipamentos usados na prática da infração.  -
Suspensão ou embargo da atividade  No cometimento de nova infração:  -
Cancelamento do registro ou licença do proprietário dos animais e do
responsável pela guarda ou depósito.

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente

 
Código da infração 510

Descrição da infração Guardar, ter em depósito, vender, expor a venda ou utilizar ovos de animais
da fauna silvestre nativa ou em rota migratória sem a devida permissão,
licença ou autorização da autoridade competente.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por unidade


Penalidade Multa simples

Valor da multa 1-Guardar ou ter em depósito;  2-vender ou expor a venda;  3-utilizar ovos de


animais da fauna silvestre sem a devida permissão, licença ou autorização do
órgão competente;  I- R$ 500,00 a R$1.500,00 por ato com acréscimo por
exemplar excedente de:  a) R$100,00 por ovo;  b)de R$ 5.000,00 (cinco mil
reais), por unidade de espécie constante da lista oficial da fauna brasileira
ameaçada de extinção e do Anexo I da Convenção do Comércio Internacional
das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - CITES;  c)
de R$3.000,00 (três mil reais), por unidade de espécie constante da lista
oficial de fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo II da CITES.

Outras cominações Apreensão dos ovos.  - Embargo da atividade  - Apreensão e perda dos
aparelhos, petrechos e instrumentos e equipamentos usados na prática da
infração.  - Na reincidência, suspensão do registro ou licença.

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 511

Descrição da infração Criar, manter em cativeiro espécimes da fauna silvestre brasileira ou exótica
proibidas, ou introduzi-las na natureza

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidade Multa simples

Valor da multa 1-Criar espécimes da fauna proibidas ou manter em cativeiro;  2- introduzir,
em qualquer local, espécimes da fauna proibida:  a)da fauna silvestre
brasileira;  b)da fauna exótica;  I -R$ 1.000,00 a R$3.000,00 pelo ato, com
acréscimo de R$ 500,00 por animal.

Outras cominações Apreensão dos animais, com prazo de 30 dias para abate ou destinação
correta dos animais  - embargo da atividade  - Não regularizando a situação:  -
perda dos animais  - Suspensão de registro ou licença de atividades de fauna.

Observações O órgão publicará a relação das espécies com proibição do manejo e


manutenção em cativeiro.

 
Código da infração 512

Descrição da infração Instalar ou manter atividade de fauna silvestre brasileira ou exótica sem
autorização ambiental.

Classificação Leve

Incidência da pena Pelo ato

Penalidade Advertência com 30 dias de prazo para iniciar a regularização, sob pena de


conversão em multa.

Valor da multa Licenciamento;  Cadastro;  Registro;  a) Jardim zoológico;  b) Mantenedor de


fauna silvestre;  c) Criadouro científico da fauna silvestre para fins de
pesquisa;  d) Criadouro científico da fauna silvestre para fins de pesquisa;  e)
Criadouro comercial de fauna silvestre;  f) Estabelecimento comercial de
fauna silvestre;  g) Abatedouro e frigorífico de vfauna silvestre;  h) Centro de
Triagem;  i) Centro de reabilitação e tratamento;  j) Atividades utilizadoras de
animais, com perigo de dano ou maus tratos;  k) Fabricação de produtos de
caça;  l) Comercialização de produtos de caça;  m) Outros estabelecidos na
norma;  I -R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00 pelo ato.

Outras cominações Apreensão dos animais com prova de origem ou devidamente


anilhados/marcados.  - Apreensão e perda dos animais irregulares e sem
possibilidade de regularização.  - Não iniciando a regularização:  - Apreensão
dos aparelhos, petrechos e equipamentos de manutenção dos animais em
cativeiro, exceto os destinados a clinicas, centros de triagem e assistência
veterinária.  - Embargo / suspensão da atividade  Perda de todos os animais e
custas da transferência para criadouro indicado pelo órgão ambiental.

Observações Os animais apreendidos poderão ficar depositados com o infrator durante o


período de carência para regularização.

 
Código da infração 513

Descrição da infração Instalar ou manter criadouro da fauna silvestre exótica ao ecossistema no raio
de 10 (dez) quilômetros das Unidades de conservação ou em outros locais
proibidos na legislação.

Classificação Leve

Incidência da pena Pelo ato

Penalidade Advertência com 30 dias de prazo para proceder a movimentação dos animais


para local adequado, sob pena de conversão em multa.

Valor da multa I -R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00 pelo ato, acrescido de:  a)R$ 200,00 por animal
da fauna silvestre exótica.
Outras cominações Apreensão dos animais com prova de origem ou devidamente
anilhados/marcados.  - Apreensão e perda dos animais irregulares e sem
possibilidade de regularização.  - Não procedendo a regularização:  -
Embargo e suspensão da atividade  Perda dos animais  Custos com a
transferência.

Observações O órgão ambiental poderá estabelecer exceções a esta proibição, quando se


tratar de animal de estimação com baixo risco ambiental.

 
Código da infração 514

Descrição da infração Deixar, o Jardim Zoológico de ter o livro de registro do acervo faunístico ou
mantê-lo de forma irregular.

Classificação Leve

Incidência da pena Por ato

Penalidade Advertência, com prazo de 20 dias para proceder a declaração, sob pena de


conversão em multa.

Valor da multa I -R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00.

Outras cominações Não procedendo à regularização:  - Embargo da atividade  - Apreensão dos


animais  - Cancelamento do Registro em caso de negligência técnica ou
reincidência específica.  - No caso de encerramento de atividades, os animais
vivos, caso existirem, deverão ser transferidos para outras instituições
indicadas pelo órgão ambiental competente e a despesa de transferência
deverá ser custeada pelo destinatário.

Observações  

 
Código da infração 515

Descrição da infração Descumprir, o jardim zoológico, os criadores ou mantenedores de animais


silvestres e as demais pessoas físicas ou jurídicas medidas específicas do
licenciamento, medidas de controle ambiental, recomendações técnicas e
condicionantes da licença ou registro, agindo em desacordo com o previsto ou
autorizado.

Classificação Leve

Incidência da pena Pelo ato


Penalidade Advertência, com prazo de 90 dias para proceder a regularização, sob pena
de conversão em multa.

Valor da multa I-Jardim Zoológico  II-Centro de Triagem  III-Centro de Reabilitação  IV-


Mantenedor de Fauna Silvestre  V-Criadouro científico de fauna silvestre para
fins de pesquisa  VI-Criadouro científico de fauna silvestre para fins de
conservação  VII-Criadouro comercial de fauna silvestre  VIII-
Estabalecimento comercial de fauna silvestre  XIX-Abatedouro e frigorífico de
fauna silvestre.  X-Clínicas veterinárias e de repouso de animais.  XI-outras  -
R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00.

Outras cominações Não procedendo à regularização:  - Embargo da atividade  - Apreensão dos


animais  - Cancelamento do Registro em caso de negligência técnica ou
reincidência específica.  - No caso de encerramento de atividades, os animais
vivos, caso existirem, deverão ser transferidos para outras instituições
indicadas pelo órgão ambiental competente e a despesa de transferência
deverá ser custeada pelo destinatário.

Observações  

 
Código da infração 516

Descrição da infração Utilizar licença especial de coleta de material zoológico, destinada para fins
científicos, para atividades comerciais, desportivas ou outros fins.

Classificação Grave

Incidência da pena Por documento

Penalidade Multa simples

Valor da multa I- atividades comerciais;  II- atividades desportivas;  III- para outros fins:  - De
R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00 por licença, acrescido de:  a) R$500,00 por animal
excedente a uma unidade;  b)-de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por unidade
de espécie constante da lista oficial da fauna brasileira ameaçada de extinção
e do Anexo I da Convenção do Comércio Internacional das Espécies da Flora
e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - CITES;  c) de R$3.000,00 (três
mil reais), por unidade de espécie constante da lista oficial de fauna brasileira
ameaçada de extinção e do Anexo II da CITES.

Outras cominações - Embargo da atividade  - Apreensão e recolhimento da licença.  - Apreensão


e perda do material coletado.  - Apreensão e perda dos aparelhos, petrechos
e instrumentos e equipamentos usados na prática da infração.  No
cometimento de nova infração  .Cassação do registro  Transferência do
plantel para outros estabelecimentos, por indicação do órgão ambiental, com
despesas de remoção a cargo do detentor da autorização.  Declaração de
inidoneidade para obtenção de novas licenças.

Observações  

 
Código da infração 517

Descrição da infração Transportar animais da fauna silvestre nativa ou em rota migratória sem a
devida permissão, licença ou autorização ambiental .

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade

Penalidade Multa simples

Valor da multa I-Pássaros e animais anilhados, marcados e registrados, sem a Guia de


Transporte e Permanecia:  -R$200,00 por unidade.  II- Sem identificação ou
regulamentação perante o órgão ambiental:  - R$500,00 por unidade, com
acréscimo de:  a)R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por unidade de espécie
constante da lista oficial da fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo
I da Convenção para Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna
Selvagens em Perigo de Extinção - CITES;  b)R$ 3.000,00 (três mil reais), por
unidade de espécime constante da lista oficial de fauna brasileira ameaçada
de extinção e do Anexo II da CITES.

Outras cominações Animais com identificação e registro e aparelhos petrechos e instrumentos


utilizados no transporte:  - Apreensão, até regularização ambiental.  - Animais
sem identificação:  - Apreensão e perda dos e perda dos animais.  -
Apreensão e perda dos aparelhos, petrechos, instrumentos, equipamentos
usados na prática da infração. Sendo o veículo estiver sendo utilizado
especialmente para o tráfico, o órgão ambiental poderá aplicar a pena de
perda do veículo.  - No cometimento de nova infração acrescentam-se as
penalidades:  - Cancelamento do registro ou licença do proprietário dos
animais, destinatário e do responsável pelo transporte, caso tenham.

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 518

Descrição da infração Transportar produtos ou subprodutos de espécimes da fauna silvestre e


objetos dela oriundos, ou provenientes de criadoras não autorizados ou sem a
devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente.

Classificação Grave
Incidência da pena Por unidade

Penalidade Multa simples

Valor da multa I-R$500,00 por unidade, com acréscimo de:  a)R$ 5.000,00 (cinco mil reais),
por unidade de espécie constante da lista oficial da fauna brasileira ameaçada
de extinção e do Anexo I da Convenção para Comércio Internacional das
Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - CITES;  b)R$
3.000,00 (três mil reais), por unidade de espécime constante da lista oficial de
fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo II da CITES.
II) R$1.000,00 para peles e couros sem documentos de cobertura obrigatória,
com acréscimo de:  a)R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por unidade;  b)R$ 5.000,00
(cinco mil reais), por unidade de espécie constante da lista oficial da fauna
brasileira ameaçada de extinção e do Anexo I da Convenção para Comércio
Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de
Extinção - CITES;  c)R$ 3.000,00 (três mil reais), por unidade de espécime
constante da lista oficial de fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo
II da CITES.

Outras cominações - Apreensão e perda do produto e subproduto  - Apreensão e perda dos


aparelhos, petrechos, instrumentos, equipamentos usados na prática da
infração.  - Se pelo volume caracterizar o tráfico comercial, apreensão do
veículo, podendo o órgão ambiental determinar a sua perda.  - Suspensão ou
embargo da atividade  No cometimento de nova infração:  - Cancelamento do
registro, licenças ou autorizações para o infrator.

Observações - Excetuam-se ovos, larvas e animais para os quais já existem codificações.  -


Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 519

Descrição da infração Transportar larvas ou ovos de animais da fauna silvestre nativa ou em rota
migratória sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade
competente.

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade

Penalidade Multa simples

Valor da multa 1-larvas  2-ovos  I -R$500,00 por ato, com acréscimo de:  a) R$200,00 por
unidade.  b)R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por unidade de espécie constante
da lista oficial da fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo I da
Convenção para Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna
Selvagens em Perigo de Extinção - CITES;  c))R$ 3.000,00 (três mil reais),
por unidade de espécime constante da lista oficial de fauna brasileira
ameaçada de extinção e do Anexo II da CITES.

Outras cominações - Apreensão e perda dos ovos ou larvas.  - Apreensão e perda dos aparelhos,
petrechos, instrumentos, equipamentos e veículo usados na prática da
infração.  - Suspensão ou embargo da atividade  - No cometimento de nova
infração acrescenta-se a penalidade:  - Cancelamento do registro do
proprietário das larvas e ovos e do responsável pelo transporte.

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente

 
Código da infração 520

Descrição da infração Utilizar espécimes da fauna silvestre nativa ou em rota migratória, sem a
devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em
desacordo com a obtida.

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade

Penalidade Multa simples

Valor da multa I)R$500,00 por unidade, com acréscimo de:  a)R$ 5.000,00 (cinco mil reais),
por unidade de espécie constante da lista oficial da fauna brasileira ameaçada
de extinção e do Anexo I da Convenção para Comércio Internacional das
Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - CITES;  b)R$
3.000,00 (três mil reais), por unidade de espécime constante da lista oficial de
fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo II da CITES.

Outras cominações - Apreensão e perda dos animais.  -Apreensão e perda dos aparelhos,
petrechos e instrumentos e equipamentos usados na prática da infração.  -
Suspensão da licença  -Na reincidência:  -Cassação da licença, registro ou
licenciamento para atividades de fauna.

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 521

Descrição da infração Adquirir espécimes da fauna silvestre nativa ou em rota migratória sem a
devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente.
Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade

Penalidade Multa simples

Valor da multa I)R$500,00 por unidade, com acréscimo de:  a)R$ 5.000,00 (cinco mil reais),
por unidade de espécie constante da lista oficial da fauna brasileira ameaçada
de extinção e do Anexo I da Convenção para Comércio Internacional das
Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - CITES;  b)R$
3.000,00 (três mil reais), por unidade de espécime constante da lista oficial de
fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo II da CITES.

Outras cominações -Apreensão e perda dos animais.  -Apreensão e perda dos aparelhos,
petrechos e instrumentos e equipamentos usados na prática da infração.  No
cometimento de nova infração:  - Cancelamento do registro.

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 522

Descrição da infração Vender ou expor à venda espécimes da fauna silvestre nativas ou em rota


migratória sem a devida permissão, licença, registro ou autorização da
autoridade competente.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por unidade

Penalidade Multa simples

Valor da multa I)R$500,00 por unidade, com acréscimo de:  a)R$ 5.000,00 (cinco mil reais),
por unidade de espécie constante da lista oficial da fauna brasileira ameaçada
de extinção e do Anexo I da Convenção para Comércio Internacional das
Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - CITES;  b)R$
3.000,00 (três mil reais), por unidade de espécime constante da lista oficial de
fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo II da CITES.

Outras cominações Apreensão e perda dos animais.  - Apreensão e perda dos aparelhos,
petrechos e instrumentos e equipamentos usados na prática da infração.  No
cometimento de nova infração:  - Embargo ou suspensão da atividade  -
Cancelamento do registro.

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.


 
Código da infração 523

Descrição da infração Deixar, o comerciante de animais silvestres, pessoa física ou jurídica, de fazer
declaração de estoque e valores, sempre que exigida pela autoridade
competente.

Classificação Leve

Incidência da pena Pelo ato

Penalidade Advertência, com prazo de 20 dias para proceder à declaração, sob pena de


conversão em multa.

Valor da multa 1-Pessoa física  2-pessoa jurídica  I-de R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00, com


acréscimo de R$ 200,00 por unidade em estoque e ou comercializado.

Outras cominações -Apreensão dos animais silvestres, ficando sob sua guarda até a
regularização.  Não procedendo à regularização:  - Perda dos animais  -
Suspensão ou embargo da atividade  - Cassação do Registro.

Observações - os animais apreendidos poderão ficar depositados com o infrator durante o


período de carência para regularização.

 
Código da infração 524

Descrição da infração Fazer falsa declaração para obter autorizações e ou documentos ambientais.

Classificação Grave

Incidência da pena Por documento

Penalidade Multa simples

Valor da multa I-R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00 por documento obtido

Outras cominações - Apreensão do documento  - Apreensão e perda dos animais, produtos e


subprodutos, se for o caso.  - Cancelamento do registro / autorização

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 525
Descrição da infração Adulterar relação de passeriformes ou de Plantel de animais controlados

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por documento

Penalidade Multa simples

Valor da multa 1-relação de passeriformes  2-relação de animais controlados  I- R$ 1.500,00


a R$ 4.500,00 por documento adulterado

Outras cominações - Apreensão do documento  - Apreensão e perda dos animais  - Apreensão e


perda dos equipamentos utilizados para a manutenção dos animais em
cativeiro e necessários á sua condução.  - Cancelamento da licença / registro

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 526

Descrição da infração Comercializar ou ceder indevidamente anilhas e ou outros sistemas de


marcação.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por unidade

Penalidade Multa

Valor da multa 1-Comercializar  2-ceder  I-R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por ato, acrescido de


R$100,00 por anilha ou marca.

Outras cominações - Apreensão e perda das anilhas ou marcas  - Cassação da licença / registro
do detentor da licença e do adquirente.

Observações  

 
Código da infração 527

Descrição da infração Adulterar ou falsificar marcas e ou sistemas de identificação de animais


controlados ou utilizá-los em desconformidade com a norma

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Por unidade


Penalidade Multa simples

Valor da multa 1-adulterar ou falsificar  2- utilizá-los em desconformidade com a norma  I-


R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00 por marca adulterada ou falsificada  II- R$ 500,00
a R$1.500,00 por utilização em desconformidade.

Outras cominações - Apreensão da (s) marca (s) adulterada (s) ou falsificada (s)  - Apreensão e
perda dos animais portadores desta (s) marca (s)  - Apreensão e perda de
equipamentos e instrumentos utilizados na prática  - Cancelamento de licença
/ registro.

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 528

Descrição da infração Deixar de comunicar a morte ou extravio de animais controlados ou deixar de


atualizar o cadastro sempre que ocorrer alterações no plantel.

Classificação Leve

Incidência da pena Pelo ato

Penalidade Advertência, com 15 dias de prazo para regularizar, sob pena de conversão
em multa

Valor da multa 1-deixar de comunicar a morte de animal  2-deixar de comunicar o extravio de


animal.  3- deixar de atualizar o cadastro sempre que ocorrer alterações no
plantel.  I-R$ 500,00 a R$ 1.500,00 pelo ato

Outras cominações Se não regularizar no prazo estabelecido  - Perda dos animais, se for o caso.
- Embargo da atividade  - Cassação do registro.

Observações  

 
Código da infração 529

Descrição da infração Extraviar espécimes da fauna de que detenha a guarda ou deixar de mantê-
los nos locais declarados ou confiados.

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade


Penalidade Multa simples

Valor da multa I-De R$500,00 a R$ 1.500,00 por animal extraviado.  II-De R$500,00 a


R$1.500,00 pela manutenção de animais em local diverso mdo declarado ou
autorizado, acrescido de R$200,00 por animal.

Outras cominações Apreensão dos animais mantidos fora do local declarado ou confiado, até
regularização.  - Na reincidência:  - Cassação do registro / autorização

Observações  

 
Código da infração 530

Descrição da infração Extraviar espécimes da fauna de que seja depositário fiel.

Classificação Grave

Incidência da pena Por unidade

Penalidade Multa simples

Valor da multa I -De R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00 por animal extraviado.  a)Acréscimo de R$


5.000,00 (cinco mil reais), por unidade de espécime constante do Anexo I da
Convenção para Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna
Selvagens em Perigo de Extinção - CITES;  b)Acréscimo de R$ 3.000,00 (três
mil reais), por unidade de espécime constante da lista oficial da fauna
brasileira ameaçada de extinção e/ou do Anexo II da CITES.

Outras cominações Cassação do registro / autorização  - Transferência do plantel para outro


criador, por indicação do órgão ambiental.

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 531

Descrição da infração I-Atuar como promotor do evento, colaborador ou auxiliar na realização de


rinhas e outras formas de torneios ou competições que possam promover
lesões, maus tratos, impingir sofrimento ou a morte de animais da fauna
silvestre, exótica ou doméstica.  II-Ceder o imóvel para a realização de rinhas
e outras formas de torneios ou competições que possam promover lesões,
maus tratos, impingir sofrimento ou a morte de animais da fauna silvestre,
exótica ou doméstica.  III-Manter locais preparados para a praticade rinhas e
competições de lutas entre animais.  IV-Montar as instalações para a
realização de rinhas e outras formas de torneios ou competições que possam
promover lesões, maus tratos, crueldadade, impingir sofrimento ou a morte de
animais.  V-participar como torcedor ou espectador, estar presente em locais
de rinha, ainda que a competição esteja prestes a se iniciar.  VI-Utilizar
animais para fins de rinha e ou lutas.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidade Multa simples

Valor da multa I-R$ 2.000,00 a R$ 6.000,00 por ato para o promotor do evento e o cedente
do imóvel, com acréscimo de R$ 500,00 por animal.  II-R$1.000,00 a R$
3.000,00 pelo ato, para o torcedor ou expectador e demais práticas.

Outras cominações - Apreensão e perda dos animais.  - Se do abuso ou dos maus tratos
ocorrerem lesões ou necessidade de assistência especial, custas da
assistência.  - Apreensão e perda dos aparelhos, petrechos e instrumentos e
equipamentos usados na prática da infração.  - Suspensão ou embargo da
atividade  - Cancelamento do registro, licenças ou autorizações e para o
infrator.

Observações - Verificada a situação de maus tratos comunicação de crime à autoridade


competente.

 
Código da infração 532

Descrição da infração Abusar, maltratar, ferir ou mutilar animais silvestres nativos ou em rota
migratória, domésticos, domesticados ou exóticos.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Sobre o agente da ação e concorrentemente todos aqueles que contribuíram
diretamente na ação.

Penalidade Multa simples

Valor da multa 1-animais silvestres nativos ou em rota migratória  2-domésticos ou


domesticados:  3- exóticos.  I)R$ 1.000,00 a R$3.000,00 pelo ato, com
acréscimo R$ 500,00 por exemplar.  a) Acréscimo de R$ 10.000,00 (dez mil
reais), por unidade de espécime constante do Anexo I da
ComércioInternacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo
de Extinção - CITES;  b)Acréscimo de - R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por
unidade de espécime constante da lista oficial de fauna brasileira ameaçada
de extinção e/ou do Anexo II da CITES.

Outras cominações Apreensão e perda dos animais.  Se do abuso ou maltrato ocorrer lesões ou
necessidade de assistência especial, custas da assistência.  - Suspensão ou
embargo da atividade  Na prática de nova infração:  - Cancelamento do
registro, licenças ou autorizações.  - Declaração de inidoneidade para
obtenção de licenças e autorizações para manutenção de animais da fauna
silvestre.

Observações Comunicação de crime à autoridade competente.  - O laudo pericial por


profissional habilitado é o documento comprobatório dos maus tratos, abuso,
mutilações ou lesões.  - Para efeitos desta norma, considera-se abusos ou
maus tratos:  a)-Realizar experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda
que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
b) promover a morte de animais ou a debilitação por envenenamento ou outro
meio hostil ou cruel, ou com o emprego de substâncias tóxicas, químicas,
explosivas, escaldantes, fogo, asfixia, afogamento ou espancamento.
c)obrigar animais a trabalhos excessivo, superiores às suas forças de
trabalho, obtido em razão do castigo e sofrimento.  d)abandonar animal
doente, ferido, extenuado ou mutilado, bem como deixar de prover-lhe tudo o
que humanitariamente se deva lhe prover, impingindo-lhe sofrimento;  e)
abater para o consumo ou fazer trabalhar animais em adiantado período de
gestação;  f)utilizar em serviço animal cego, ferido, enfermo, extenuado ou
desferrado, sendo que para este último somente se aplica quando as ruas
forem calçadas ou asfaltadas;  g)açoitar, golpear ou castigar por qualquer
forma a um animal caído sob o veículo que traciona ou com ele, devendo o
condutor desprendê-lo para levantar-se.  h)utilizar esporas com rosetas
pontiagudas ou qualquer outro instrumento que possua extremidades
cortantes e que cause ferimentos nos animais ou aparelhos, ou ainda que
provoquem choques elétricos;  I) manter animal encerrado junto com outros,
que os aterrorizem, molestem, promovendo ferimentos ou a morte.
j)Despenar ou depelar animais ainda vivos;  K) atear substâncias inflamáveis
e fogo aos animais vivos;  l) exercitar tiro ao alvo em animais, ferindo-lhes ou
mutilando-os, sem causar-lhes a morte instantânea;  m) realizar ou promover
lutas entre animais;  n) ministrar ensino ou treinamento a animais mediante o
emprego de maus tratos;  o)privar o animal de alimentação adequada ou por
tempo superior á necessária para a espécie ;  p)realizar cirurgias invasivas em
animais, sem o emprego de anestésicos, ressalvado os casos em que a
prática médica assim o recomendar.  q)não dar morte rápida e livre de
sofrimento a todo animal cujo abate seja para consumo alimentar ou que se
doente, ferido, mutilado, ou por qualquer outro motivo for incapaz de
sobreviver, utilizando técnicas, métodos, aparelhos e instrumentos que
reduzam ao máximo o sofrimento;  r)deixar sem ordenhar vacas utilizadas na
produção leiteira por mais de 24 horas;  s) conduzir veículo de tração animal,
com carga, sem dispositivos de frenagem, provocando-lhe ferimentos ou
lesões em razão de quedas.  t)fazer o animal ingerir bebida alcóolica, química,
tóxica ou outra substância não usual e prejudicial á sua saúde;  u)outras
formas de maus tratos verificadas em perícias por profissional habilitado;
v)outras ações ou omissões, tipificadas em normas, capazes de provocar a
privação das necessidades básicas, sofrimento físico, angústia, medo,
patologias ou morte.

 
Código da infração 533

Descrição da infração Realizar a vivissecação de animais praticando atos proibidos na legislação


específica.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidade Multa simples

Valor da multa I -R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00 por ato com acréscimo de R$ 500,00 por animal

Outras cominações - Apreensão e perda do animal  - Declaração de Inidoneidade do infrator para


fins de obtenção ou manutenção de registro ou licença para criação ou guarda
de animais.  - Pagamento das custas do tratamento do animal  - Cassação da
licença ambiental ou registro.

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 534

Descrição da infração Deixar de socorrer animal que esteja sob sua guarda ou a que tenha causado
lesões

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidade Multa simples

Valor da multa I- R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00 por ato de omissão com acréscimo de R$
500,00 por animal

Outras cominações - Apreensão e perda do animal  - Declaração de Inidoneidade do infrator para


fins de obtenção ou manutenção de registro ou licença para criação ou guarda
de animais.  - Pagamento das custas do tratamento do animal  - Se da
omissão resulta a morte ou invalidez do animal, bem como na reincidência:  -
Declaração de Inidoneidade do infrator para fins de obtenção ou manutenção
de registro ou licença para criação ou guarda de animais.  - Cassação da
licença ambiental ou registro.

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 535

Descrição da infração Fabricar, vender, expor a venda produtos e objetos que impliquem na caça,
perseguição, destruição ou apanha de espécimes da fauna silvestre.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidade Multa simples

Valor da multa I- De R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por ato, com acréscimo de R$ 200,00 por
unidade de produto proibido, em estoque e/ou comercializado.

Outras cominações - Apreensão e perda de todos os produtos de uso proibido.  Na ocorrência de
nova exposição ou venda:  - Suspensão ou embargo da atividade  -
Cancelamento do Cadastro ou Registro.

Observações Comunicação do fato ao órgão competente.

 
Código da infração 536

Descrição da infração Transportar, guardar, ter a posse ou usar produtos e objetos que impliquem na
caça, perseguição, destruição ou apanha de espécimes da fauna silvestre,
sem autorização da autoridade competente.

Classificação Grave

Incidência da pena Pelo ato

Penalidade Multa simples

Valor da multa I- R$ 200,00 a R$ 600,00 por ato, acrescido de R$ 100,00 por unidade.

Outras cominações - Apreensão e perda de todo produto e objeto de uso proibido.  - Destruição
de todo o material de uso proibido.

Observações Comunicação do fato ao órgão competente


 
Código da infração 537

Descrição da infração Deixar, a instituição científica, de dar ciência ao órgão público estadual das
atividades dos cientistas licenciados no ano anterior.

Classificação Leve

Incidência da pena Pelo ato

Penalidade I- Advertência, com prazo de 20 dias para proceder à declaração, sob penade


conversão em multa.

Valor da multa II- Valor da multa R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00 pelo ato, se for descumprido o
prazo estabelecido

Outras cominações No descumprimento, suspensão da emissão de novas licenças.

Observações Comunicação do fato ao órgão patrocinador da pesquisa.

 
Código da infração 538

Descrição da infração Disseminar doenças ou pragas que possam causar danos à fauna.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidade Multa simples

Valor da multa I- R$ 5.000,00 a R$ 2.000.000,00 pelo ato, acrescido de R$500,00 por animal
morto.

Outras cominações - Apreensão e perda dos equipamentos  - Suspensão ou embargo da


atividade  - Cassação da licença

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 539

Descrição da infração Realizar soltura aleatória de espécimes da fauna sem observar normas
técnicas
Classificação Grave

Incidência da pena Sobre a pessoa que pratica o ato

Penalidade Multa simples

Valor da multa I-R$ 1.000,00 a R$3.000,00 pelo ato, com acréscimo de R$ 200,00 por animal

Outras cominações - Suspensão do ato  - cassação do registro / licença  - Apreensão e perda dos
equipamentos

Observações  

 
Código da infração 540

Descrição da infração Introduzir espécime animal no País, sem parecer técnico oficial favorável e
licença expedida por autoridade competente.

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidade Multa simples

Valor da multa I -R$ 2.000,00 a R$ 6.000,00 por ato, com acréscimo por exemplar de: R$
500,00 por unidade.  a- Acréscimo de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por
unidade de espécie constante do Anexo I da Convenção para Comércio
Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de
Extinção - CITES;  b- Acréscimo de R$ 3.000,00 (três mil reais), por unidade
de espécie constante do Anexo II da Convenção para Comércio Internacional
das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - CITES.

Outras cominações -Apreensão dos animais.  -Perda nos casos em que não for possível a
autorização ou legalização  Custas da re-exportação e manutenção do animal.
Suspensão da atividade.  Na reincidência:  Cassação do registro.

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

 
Código da infração 541

Descrição da infração Desrespeitar ou descumprir termo de embargo ou interdição de limitação ou


restrição de atividades de fauna

Classificação Grave
Incidência da pena Pelo ato

Penalidade Multa simples

Valor da multa I -R$ 1.500,00 a R$ 4.500,00

Outras cominações - Nova suspensão e embargo da atividade  - Cassação do registro / licença

Observações  

 
Código da infração 542

Descrição da infração Abrigar ou dar cobertura a agentes infratores da atividade da fauna

Classificação Grave

Incidência da pena Sobre a pessoa que abrigar ou dar cobertura

Penalidade Multa simples

Valor da multa I- R$1.500,00 a R$4.500,00 pelo ato

Outras cominações  

Observações  

 
Código da infração 543

Descrição da infração Impedir ou dificultar a ação fiscalizadora do Poder Público no trato de


questões da fauna

Classificação Gravíssima

Incidência da pena Pelo ato

Penalidade Multa simples

Valor da multa I -Dificultar - R$ 500,00 a R$ 1.500,00 por ato  II- Impedir - R$ 1.000,00 a R$
3.000,00 por ato.

Outras cominações - No caso de constatação de outra infração deverão ser adotadas as medidas
previstas

Observações - Comunicação de crime à autoridade competente.

       
           

[1] A Lei Delegada Estadual nº 125, de 25 de janeiro de 2007 (Publicação - Diário Oficial da União –


26/01/2007)(Retificação - Diário Oficial da União – 30/01/2007) dispõe sobre a estrutura orgânica básica da
Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - SEMAD - e dá outras
providências. A Lei Estadual nº 7.772, de 8 de setembro de 1980 (Publicação - Diário do Executivo - "Minas
Gerais" - 09/09/1980)dispõe sobre a proteção, conservação e melhoria do meio ambiente. A  Lei Estadual nº
14.309, de 19 de junho de 2002 (Publicação - Diário Do Executivo - Minas Gerais - 20/06/2002)  dispõe
sobre as políticas florestal e de proteção à biodiversidade no Estado.  
[2] A Lei Estadual nº 14.181, de 17 de janeiro de 2002  (Publicação - Diário do
Executivo - "Minas Gerais" - 18/01/2002) dispõe sobre a política de proteção à fauna
e à flora aquáticas e de desenvolvimento da pesca e da aqüicultura no Estado e dá
outras providências. A Lei Estadual nº 13.199, de 29 de janeiro de 1999(Publicação -
Diário do Executivo - "Minas Gerais" - 30/01/1999) dispõe sobre a Política  Estadual
de Recursos Hídricos e dá outras providências.
 
[3] O Decreto 46.381 de 20 de Dezembro de 2013, (Publicação – Diário do Executivo
– “Minas Gerais” – 21/12/2013) Altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho de 2008,
que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização ambiental de
funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao meio
ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades e da outras providências.
[4] O Decreto nº 45.246, de 15 de dezembro de 2009 (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 16/12/2009) alterou este parágrafo, que tinha a
seguinte redação original : “§ 1º Os empreendimentos ou atividades dispensados dos
instrumentos de Licença Ambiental ou AAF, deverão obter Certidão de Dispensa
emitida pelo órgão ambiental estadual competente mesmo sendo passível de
licenciamento ambiental junto ao município.”
[5] Revogado pelo inciso I do art. 13 do Decreto nº 47.137, de 24/1/2017
[6] O Decreto nº 45.246, de 15 de dezembro de 2009 (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 16/12/2009) alterou este parágrafo, que tinha a
seguinte redação original : “§ 2º A SEMAD, por meio de resolução, designará a
autoridade competente para assinar a certidão de que trata o § 1º bem como
estabelecerá forma, conteúdo e validade da sobredita certidão.”
[7] Revogado pelo inciso I do art. 13 do Decreto nº 47.137, de 24/1/2017
[8] O Artigo  1º do Decreto nº 47.137, de 24 de janeiro de 2017 , deu nova redação a
este dispositivo.
[9] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[10] A Lei Estadual nº 14.181, de 17 de janeiro de 2002  (Publicação - Diário do
Executivo - "Minas Gerais" - 18/01/2002) dispõe sobre a política de proteção à fauna
e à flora aquáticas e de desenvolvimento da pesca e da aqüicultura no Estado e dá
outras providências.
[11] O Artigo  2º do Decreto nº 47.137, de 24 de janeiro de 2017 , deu nova redação a
este dispositivo.
[12] O art. 11 do Decreto nº 44.844, de 2008, passa a vigorar com nova redação.
[13] Revogado pelo inciso II do art. 13 do Decreto nº 47.137, de 24 de janeiro
de 2017.
[14] Artigo acrescentado pelo art. 4º do Decreto nº 47.137.
[15]  O art. 5º do Decreto nº 47.137 deu nova redação a este dispositivo.
[16] Revogado pelo inciso III do art. 13 do Decreto nº 47.137
[17] A Lei Estadual nº 14.309, de 19 de junho de 2002 (Publicação - Diário Do
Executivo - Minas Gerais - 20/06/2002) dispõe sobre as políticas florestal e de
proteção à biodiversidade no Estado.
[18] O Decreto 46.381 de 20 de Dezembro de 2013, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 21/12/2013) Altera o Decreto nº 44.844, de 25 de
junho de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades e da outras providências.
 
[19] O Decreto 46.381 de 20 de Dezembro de 2013, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 21/12/2013) Altera o Decreto nº 44.844, de 25 de
junho de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades e da outras providências.
[20] O Decreto 46.381 de 20 de Dezembro de 2013, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 21/12/2013) Altera o Decreto nº 44.844, de 25 de
junho de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades e da outras providências.
[21] O Decreto 47.137 deu nova redação a este dispositivo.
[22] O Decreto 46.381 de 20 de Dezembro de 2013, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 21/12/2013) Altera o Decreto nº 44.844, de 25 de
junho de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades e da outras providências.
[23] O Decreto 46.381 de 20 de Dezembro de 2013, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 21/12/2013) Altera o Decreto nº 44.844, de 25 de
junho de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades e da outras providências.
[24] O Decreto 46.381 de 20 de Dezembro de 2013, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 21/12/2013) Altera o Decreto nº 44.844, de 25 de
junho de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades e da outras providências.
[25] O Decreto 47.137 deu nova redação a este dispositivo.
[26] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[27] O decreto 47.137, art. 13 revogou este parágrafo.
[28] A Lei Estadual nº 7.772, de 8 de setembro de 1988 (Publicação - Diário do
Executivo - "Minas Gerais" -09/09/1980) dispõe sobre a proteção, conservação e
melhoria do meio ambiente.
[29] A Lei Federal nº 14.309, de 19 de junho de 2002 (Publicação - Diário Do
Executivo - Minas Gerais - 20/06/2002) dispõe sobre as políticas florestal e de
proteção à biodiversidade no Estado.
 
[30] A Lei nº 14.181, de 17 de janeiro de 2002 (Publicação - Diário do Executivo -
"Minas Gerais" - 18/01/2002)dispõe sobre a política de proteção à fauna e à flora
aquáticas e de desenvolvimento da pesca e da aqüicultura no Estado e dá outras
providências.
 
 
[31] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[32] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[33] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015), altera o Decreto nº 44.844, de 25 de
junho de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[34] O Decreto 47.137 alterou a redação dos §1,2e 3 e acrescentou o §4º.
[35] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[36] O Decreto 46.668 de 15 de Dezembro de 2014, revogou este item.
[37] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),revogou este artigo.
[38] O Decreto 46.381 de 20 de Dezembro de 2013, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 21/12/2013) Altera o Decreto nº 44.844, de 25 de
junho de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades e da outras providências.
[39] O art. 9º do Decreto 47.137 deu nova redação a este dispositivo.
[40] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[41] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[42] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[43] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[44] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[45] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[46] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[47] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[48] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[49] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[50] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),altera o Decreto nº 44.844, de 25 de junho
de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades.
[51] O Decreto 46.652 de 25 de Novembro de 2014, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 26/11/2015),revogou este artigo.
[52] O Decreto 46.381 de 20 de Dezembro de 2013, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 21/12/2013) Altera o Decreto nº 44.844, de 25 de
junho de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades e da outras providências.
[53] O Decreto 46.381 de 20 de Dezembro de 2013, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 21/12/2013) Altera o Decreto nº 44.844, de 25 de
junho de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades e da outras providências.
 
[54] O Decreto 46.381 de 20 de Dezembro de 2013, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 21/12/2013) Altera o Decreto nº 44.844, de 25 de
junho de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades e da outras providências.
[55] O Decreto 47.137 em  seu art. 13 revogou este item.
[56] O Decreto 46.381 de 20 de Dezembro de 2013, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 21/12/2013) Altera o Decreto nº 44.844, de 25 de
junho de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades e da outras providências.
[57] O Decreto 46.381 de 20 de Dezembro de 2013, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 21/12/2013) Altera o Decreto nº 44.844, de 25 de
junho de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades e da outras providências.
 
[58] O Decreto 46.381 de 20 de Dezembro de 2013, (Publicação – Diário do
Executivo – “Minas Gerais” – 21/12/2013) Altera o Decreto nº 44.844, de 25 de
junho de 2008, que estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização
ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao
meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de
fiscalização e aplicação das penalidades e da outras providências.
[59] O Decreto 47.137 deu nova redação para este dispositivo.
[60] A Lei Estadual nº 14.940, de 29 de dezembro de 2003 (Publicação - Diário do
Executivo - "Minas Gerais" - 30/12/2003) institui o Cadastro Técnico Estadual de
Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais e a
Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental do Estado de Minas Gerais TFAMG e dá
outras providências.
 
 
[61] A Lei Estadual nº 7.772, de 8 de setembro de 1988 (Publicação - Diário do
Executivo - "Minas Gerais" -09/09/1980) dispõe sobre a proteção, conservação e
melhoria do meio ambiente. A Lei Estadual nº 13.199, de 29 de janeiro de
1999 (Publicação - Diário do Executivo - "Minas Gerais" - 30/01/1999) dispõe sobre
a Política Estadual de Recursos Hídricos e dá outras providências.
 
 
 
[62] O Decreto Estadual nº 44.309, de 05 de junho de 2006 (Publicação - Diário do
Executivo - "Minas Gerais" - 06/06/2006) estabelece normas para o licenciamento
ambiental e a autorização ambiental de funcionamento, tipifica e classifica as
infrações às normas de proteção ao meio ambiente e aos recursos hídricos e
estabelece o procedimento administrativo de fiscalização e aplicação das penalidades.
 
[63]  O Decreto nº 45.581, de 1º de Abril de 2011 (Publicação – Diário do Executivo
– “Minas Gerais” – 02/04/2011), alterou o cpodigo de infração nº 423. Sua antiga
redação dispunha
[64] O Decreto 47.137 deu nova redação a este dispositivo.
[65] (Item acrescentado pelo Anexo do Decreto nº 45.181, de 25/9/2009.)(Vide art. 15
do Decreto nº 45.181, de 25/9/2009.)
 
[66] (Item acrescentado pelo Anexo do Decreto nº 46.993, de 2/5/2016) (Vide art. 11
do Decreto nº 46.993, de 2/5/2016).
[67] O Art 11 do Decreto 47.137 acrescentou este dispositivo.
[68] O Art 11 do Decreto 47.137 acrescentou este dispositivo.
[69] O Decreto 47.137 deu nova redação a este dispositivo.
[70] O Decreto 47.137 revogou este item em seu art. 13.
[71]  O Decreto 47.137 deu nova redação a este dispositivo.
[72] O Decreto 47.137 deu nova redação a este dispositivo.
[73] O Decreto 47.137 deu nova redação a este dispositivo.

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