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& Construções

Ano XXXIV | Nº 43
Jun. • Jul. • Ago. | 2006
ISSN 1809-7197 IBRACON
www.ibracon.org.br Instituto
Instituto Brasileiro
Brasileiro do
do Concreto
Concreto

tecnologia

Navios de concreto

Concreto
Protendido

Selantes para juntas


de barragens

Homenagem IBRACON
CONCRETO PRÉ-fabricado

70 anos
da ABCP

REVISTA CONCRETO 1
Concreto auto-adensável de
elevada resistência – inovação
tecnológica na indústria
de pré-fabricados
Ricardo Alencar
Paulo Helene
Escola Politécnica da USP1

Aborda-se a tecnologia do concreto auto- sensivelmente as imperfeições; tornam o concreto


adensável (SCC self-consolidating concrete), ade- auto-adensável ideal para a produção de elementos
quado a pré-fabricados, tendo como premissas: a pré-fabricados, onde o controle de qualidade e con-
caracterização das propriedades do SCC no estado seqüente acabamento final dos elementos são muito
fresco, acompanhado de uma descrição crítica dos rigorosos. Racionalizando ainda mais o processo de
equipamentos mais comumente empregados pela produção e permitindo maior liberdade de formas
bibliografia técnica; a exposição de um novo método com alto valor agregado.
de dosagem proposto e o destacável resultado obtido Contudo, elevada fluidez, resistência à segre-
em produtividade e estética do acabamento na con- gação, capacidade de passar por regiões confinadas
fecção de elementos construtivos pré-fabricados, em e de se adensar somente pela ação do peso próprio,
comparação com o tradicional concreto vibrado. são alguns dos requisitos mais difíceis de serem aten-
didos, concomitantemente, quando o SCC é dosado
(REPETTE, 2005). E este é o desafio enfrentado no
Introdução presente trabalho.

Foi inicialmente desenvolvido no Japão, no Ensaios de trabalhabilidade


fim da década de 80, para resolver o problema da difi-
culdade de adensamento do concreto, decorrente da
complexidade de algumas estruturas executadas, assim Desenvolvidos, sobretudo, no Japão, os equipa-
como para reduzir o ruído de adensamento do concreto mentos a seguir, embora consagrados pela bibliografia
promovido pelos vibradores, viabilizando concretagens técnica, ainda não possuem uma normalização própria.
noturnas (OKAMURA, 1997). O concreto auto-adensável São fáceis de serem produzidos. Recomendando-se par-
é considerado o material cimentício mais avançado da ticularmente que estejam umedecidos ou lubrificados
atualidade (COLLEPARDI, 2001). Em virtude de algumas com óleo desmoldante, evitando absorção de água e
de suas vantagens, como concretagem mais rápida e atrito com o concreto ensaiado e, para maior fidelidade
ausência de vibração, têm sido crescentes os interesses às reais condições encontradas, sejam preferencialmente
sobre o seu emprego em todo o mundo. dos mesmos materiais das fôrmas empregadas para
Segundo a EFNARC (2001), uma mistura de moldagem das peças pré-fabricadas.
concreto só poderá ser classificada como auto-aden-
sável se apresentar, capacidade de:
a) preencher todos os espaços no interior da fôrma; Espalhamento & Espalhamento T50cm
b) passar através de pequenas aberturas, como
espaçamentos entre barras de aço;
c) permanecer uniforme e coeso durante o processo É o teste mais simples de ser realizado, como
de transporte e lançamento. uma espécie de adaptação do ensaio de abatimento
Que somados à diminuição da necessidade de para concretos fluidos. Composto pelo mesmo molde
aplainamento das superfícies devido à sua proprie- tronco-cônico de Abrams, posicionado sobre o centro
dade auto-nivelante nos elementos horizontais; e à de uma base plana; elevando-se o cone, o concreto
menor necessidade de acabamento nas superfícies flui livremente e determina-se aqui o diâmetro do
verticais, que são mais suaves, uniformes, reduzindo círculo formado. O que permite ainda observar

46 REVISTA CONCRETo 1 – Obs.: este artigo é parte da pesquisa de pós-graduação


do Arq. Ricardo Alencar na Escola Politécnica da USP
visualmente se está havendo segregação ou não.
Uma variante desse ensaio, normalmente realizado
simultaneamente, consiste na medição de tempo que
o concreto atinge uma marca de 50cm de diâmetro
centrado nessa mesma base. Normalmente, são con-
siderados auto-adensável os concretos que tem um
diâmetro maior ou igual a 600mm e que levam entre 2
a 5 segundos para chegam na marca referenciada.

Caixa-L

Caixa munida de uma portinhola móvel para


separação do compartimento vertical, onde é arma-
zenado primeiramente o concreto, separado do com-
partimento horizontal, onde ele escoa, por entre três
(3) barras de aço 12,5mm, espaçados 40,5mm entre
si; medidas usualmente empregadas, que pretendem Figura 2 – Corte esquemático da Caixa-U
simular as armaduras de estruturas em condições
reais. Objetivando medir a fluidez simultaneamente bloqueio por obstáculos sem segregar. Para tanto,
com a capacidade do concreto passar por obstáculos são empregadas à mesma armadura e espaçamento
permanecendo coeso, verifica-se a relação entre a já apresentado para a caixa L. Determina-se o valor
altura H1 e H2, depois de realizada a intercomuni- de R1 – R2. Sendo que, quanto mais fluida for a
cação do SCC entre as partes, observada na Fig. 1. O mistura, mais próxima de zero será o resultado. Os
resultado deve estar entre 0,8 e 1. Algumas vezes, é valores admitidos divergem um pouco de autor para
considerado o tempo que o concreto escoa a distância autor, porém os mais exigentes admitem diferenças
de 20cm e 40cm da face de contenção, mas este ensaio de até 30mm.
não resultou muito operacional. A caixa-L mostrou-se,
neste estudo experimental, um dos mais exigentes
equipamentos para a análise do SCC. Funil-V & Funil-V 5min

O registro do tempo em que o concreto


leva para escoar neste aparelho é uma medida
de fluidez do SCC em passar por espaços restri-
tos. Porém, ao preencher o funil novamente,

CONCRETO AUTO-ADENSÁVEL

Figura 1 – Corte esquemático da Caixa-L

Caixa-U

De menor sensibilidade que a caixa L, a cai-


xa-U avalia a habilidade do concreto em resistir ao Figura 3 – Corte esquemático do Funil-V

REVISTA CONCRETO 47
aguardando-se 5 minutos, tem-se informações Metodologia de dosagem
importantes quanto à resistência à segregação,
pois se o tempo de escoamento aumentar signi-
ficativamente é sinal de que houve um acúmulo Os métodos normalmente empregados
dos agregados na base do funil. Este ensaio é para dosificação do concreto auto-adensável são
interessante antes de se proceder para um teste complexos e baseam-se na incorporação de agrega-
mais efetivo, porém bem mais demorado como dos. É definido inicialmente o teor de aditivo com
o Tubo-U. base na saturação da pasta, que é posteriormente
ajustado novamente na fase de composição da ar-
gamassa e só por fim no concreto; ensaiados em um
Tubo-U laboratório bem equipado e com aparelhos muito
específicos. Um processo demorado e difícil de ser
realizado em planta industrial de pré-fabricados ou
Grandes têm sido as dificuldades em se centrais dosadoras.
obter um método consolidado para a avaliação Diferentemente desse método anterior,
da resistência à segregação do concreto auto- complexo e demorado, TUTIKIAN (2004) tomando
adensável, como apontado por alguns especialistas por base o método de dosagem IBRACON, considera
(REPETTE, 2005). Dada a importância da coesão nas o ajuste do aditivo diretamente no concreto, pois
características do concreto, foi despendido grande o teor ideal de superplastificante é resultado da
esforço no sentido de aprimorar o ensaio do tubo confluência entre todos os elementos da mistura.
em forma “u”, primeiramente desenvolvido por Adicionalmente, elabora um importante conceito de
GOMES (2002). Este método baseia-se basicamente acertar a coesão do SCC com adições por substituição
em determinar a razão entre a massa de agrega- do cimento por finos pozolânicos ou do agregado
do graúdo do SCC, pela lavagem e peneiramento miúdo por finos não pozolânicos.
de uma amostra referência P1 dada em relação Nos estudos experimentais deste autor que
às porções P2 e P3, coletadas após repouso de também usa o método IBRACON, observou-se que a
aproximadamente 2,5h, do concreto moldado substituição de materiais finos resolve a questão da
neste tubo. Este tempo depende muito do tipo do coesão, porém deve ser acompanhado por um acrés-
concreto e das características climáticas. O ideal cimo gradual do teor de argamassa, necessário para
é que a relação estabelecida esteja entre 0,9 e 1, que o concreto adquira maior habilidade passante.
ou apenas ligeiramente inferior. Foi verificado Sendo que, a porcentagem dos finos depende do
em ensaios práticos que, para a maior precisão tipo de traço, formulações mais pobres em cimento
na execução deste teste, a localização de coleta exigem maior teor de substituição de finos para
das amostras deve prever condições semelhantes manter a coesão quando comparado com compo-
de confinamento entre elas, o que constitui fator sições mais ricas. O que possibilitou a criação de
fundamental para a maior precisão dos resultados. uma correlação entre a relação agregado/cimento
Para tanto, é indicado que a amostra de referên- (m) e teor ótimo de substituição (T), acrescentan-
cia seja extraída a pelo menos 10cm da posição do um 4° quadrante para o diagrama de dosagem
onde o concreto foi despejado, em indicação na de concreto auto-adensável (diagrama IBRACON)
Fig. 4. É constituído por um tudo de PVC, serrado proposto por HELENE (2005), desenvolvido inicial-
ao meio e unidos ou por braçadeira metálica ou mente para concretos comuns. Além disso, este
preferencialmente por fita adesiva, que garantem trabalho prevê um método de dosagem para o SCC
uma melhor contenção do material. sem adições, já que grandes partes das empresas
ainda não incorporaram operacionalmente
esses materiais a sua produção; como será
ilustrado a seguir.

Teor de argamassa seca

(equação 1)

onde:
m=a+b: relação em massa de agregado
seco/cimento, em kg/kg;
a: relação agregado miúdo seco/cimento
em massa, em kg/kg;
b: relação agregado graúdo seco/cimento
Figura 4 – Posição de extração das amostras no Tubo-U em massa, em kg/kg.

48 REVISTA CONCRETo
Concreto auto-adensável sem adições 4° verificar para cada um dos traços: 1:3; 1:3,5;
1:5; 1:4,5, a quantidade necessária de adição para
manter as propriedades necessárias do SCC, man-
1° no traço intermediário, aqui considerado 1:4,0, de tendo o α3, com o teor de aditivo ideal e montar o
teor de argamassa (α1), normalmente empregado diagrama.
para os materiais utilizados;
determinar o teor de aditivo, começando com pe-
quenas quantidades, aumentando-se pouco a pouco Resultados
até chegar ao ponto ideal, que ocorre quando o
concreto está bastante fluido, abatimento maior
que 600mm. Nesta etapa, não se preocupar com a MATERIAIS
segregação do material;
Foi utilizado cimento Portland de alta resis-
2° acrescentar cimento e areia pouco a pouco, para tência inicial – ARI PLUS; aditivo de última geração
tornar o concreto mais coeso, pela maio quantidade Viscocrete 3535; areia rosa de quartzo; e uma compo-
de finos, mas que também ocasionará uma maior sição ótima de agregado graúdo obtidos na prática
habilidade passante, chegando a um novo teor de ar- para resultar o maior grau de empacotamento das
gamassa (α2), para o mesmo valor de espalhamento. partículas, formado por brita 1 de granito, com di-
Observe que, na medida que há um aumento do α, mensão máxima característica de 19mm e brita ½ de
há a necessidade de aumentar também a quantidade granito - peneira não normalizada que constitui uma
de aditivo para manter o espalhamento; fase intermediária da brita 1 e 0, muito empregada
para pré-fabricados. E como adições o metacaulim
3° realizar, além do: 1) espalhamento, ensaios, como: HP Branco e filer calcário.
2) espalhamento T 50cm; 3) caixa-l; 4) caixa-u; 5) fu-
nil-v; 6) funil-v T5min; e 7) tubo-u; para verificar se DIAGRAMAS DE DOSAGEM
o concreto já está ideal ou se ainda são necessárias
algumas correções. Considerando que os testes para São adotadas como leis de comportamento
análise do material podem ser demorados, deve-se os seguintes modelos que governam a interação das
realizá-los apenas na eminência da obtenção do SCC, principais variáveis em jogo:
sob pena do aditivo perder o efeito;
Abrams (1918)
4° produzir os traços auxiliares, que neste trabalho
são: 1:3 (muito rico), 1:3,5 (rico), 1:5 (muito pobre) e
1:4,5 (pobre), a partir do α2 determinado, com um
teor ótimo de aditivo, para as características reque-
ridas, e montar o diagrama de dosagem proposto.

Concreto auto-adensável com adições


(equação 2)

1° com o traço intermediário de teor de argamassa

CONCRETO AUTO-ADENSÁVEL
(α1), adicionar o aditivo, na quantidade determinada Lyse (1932)
primeiramente, para obter um concreto bastante
fluido;

2° correção da segregação do concreto, com substi-


tuição do cimento por metacaulim ou de areia por
fíler calcário, tornando-o coeso. (equação 3)
Observa-se, contudo, que a simples substituição
de materiais não é suficiente para obter um SCC, é
necessário que haja um também aumento gradual Priszkulnik & Kirilos (1974)
do α, obtendo-se α3. No entanto, o objetiva-se que
o teor de substituição seja o quanto maior para que
o α seja o mais baixo possível. Como citado anterior-
mente, na medida que há um aumento do α, há a
necessidade de aumentar também a quantidade de
aditivo para manter o espalhamento;

3° realizar todos os ensaios supra mencionados, para


verificar se o concreto já esta ideal ou se ainda são
necessárias algumas correções; (equação 4)

REVISTA CONCRETO 49
Alencar (2006)

(equação 5)

onde:
fc: resistência à compressão axial, em MPa;
a/c: relação em massa de água/cimento, em kg/kg;
a/ag: relação em massa de água/aglomerante, em kg/kg;
C: consumo de cimento por m³ de concreto, em kg/m³;
T: teor de substituição em massa de cimento ou areia seca
por finos correspondentes, em kg/kg;
k1, k2, k3, k4, k5, k6, k7, k8 : são constantes particulares de
cada conjunto de materiais.

ENSAIOS DE TRABALHABILIDADE
Figura 8 – Peça do tipo I com elevada taxa de armadura
Segue na Tabela 1 os resultados dos ensaios
de trabalhabilidade obtidos. com 2 X 1,2m, de elevada taxa de armadura: 14cabos
passando pela pista de proteção, distanciados 2,5cm
ESTUDO COMPARATIVO entre si, como pode ser observado na Fig. 8.
Como as etapas de mistura e transporte são
Para efeito comparativo de desempenho do padrão, as mesmas não foram objeto do presente
concreto comum em relação ao concreto auto-aden- estudo. Consideraram-se aqui apenas as fases de mol-
sável, foram moldadas duas vigas tipo I, idênticas, dagem e acabamento. Para tanto, foram necessárias

50 REVISTA CONCRETo
duas betonadas em cada um das peças, despejadas em
uma caçamba com grande capacidade e transportados
através de ponte rolante. E o resultado de duração
de cada uma das etapas mencionadas seguem na
Tabela 2.
Foram empregados na confecção da viga
com concreto corrente operários trabalhando como:
vibrador (1), caçamba (2), acabamento (1) e ponteiro
(1). E para o SCC: caçamba (2) e ponteiro (1). O que
resultou em uma produtividade dessas duas etapas
para o CC de 0,87 homens/hora m³ de concreto,
comparativamente para o SCC obteve-se apenas
0,081 h/h m³ de concreto. Adicionalmente, pode ser
observada na Fig. 9 uma brutal diferença de estética
no acabamento superficial dessas peças, que não
sofreram nenhum tipo de estucagem (reparo).
Além disso, considera-se que em moldagens
Figura 5 – Diagrama de dosagem para concreto auto- pelo processo tradicional é difícil evitar a fissuração do
adensável sem adições. gesso (devido a ação do
vibrador) usado para con-
tenção contra o vazamento
na interface armadura-fôr-
ma, que acaba deixando
um pouco de concreto
vazar. A implantação des-
sa nova técnica pode vir
a proporcionar, além dos
beneficios já mencionados,
diminuição dos custos com
energia elétrica e manu-
tenção periódica de vibra-
dores, menos desgastes das
fôrmas, menor dispêndio
de material, resultando
canteiro mais limpo, au-
mentando também a qua-
lidade de trabalho dos
operários, pela também
redução substancial do ba-
rulho e proporcionando a
possibilidade de trabalhos
Figura 6 – Diagrama de dosagem para concreto auto-adensável com adição de metacaulim. em turnos noturnos.

CONCRETO AUTO-ADENSÁVEL
Conclusões

Dos ensaios de tra-


balhabilidade realizados
eleger-se-á três como prin-
cipais: o espalhamento, pela
simplicidade na avaliação
da fluidez; a caixa-L, por
apresentar-se como o mais
exigente em atender a ca-
pacidade do concreto em
passar por restrições de for-
ma coesa; e o tubo-u, que se
mostrou o mais confiável na
verificação da coesão;
O acerto do teor
de argamassa no SCC sem
adição é processado com
Figura 7 – Diagrama de dosagem para concreto auto-adensável com adição de filler calcário. base no traço intermediá-

REVISTA CONCRETO 51
rio, com resistência em torno da qual se pretende atingir, com a menor evolução de calor, devido à diminuição do
que é mantido sempre constante, para traços da mesma cimento, durante a hidratação, com menor risco de fissu-
família. Então, a confecção dos traços auxiliares acontece ração por retração térmica. Além, dos benefícios quanto
teoricamente nos traços mais ricos por acesso de arga- à durabilidade pelo efeito de refinamento dos poros;
massa e nos mais pobres por falta. Contudo, mesmo os A aplicação do SCC exige uma qualidade muito
traços mais críticos atenderam as exigências. maior dos equipamentos envolvidos bem como um
A incorporação de adições minerais colaborou controle mais rigoroso de todo o processo de produção.
para a redução do teor de argamassa do concreto auto- Porém, todas as vantagens apresentadas podem fazer
adensável. Pois, apresentam uma área superficial maior com que o SCC seja um material altamente favorável,
do que a do material substituído correspondente, que tornando-se uma excelente opção para o setor de pré-
dão maior coesão. O que adicionalmente contribuem fabricados de concreto.

Figura 9 – Peça após concretagem. A – moldada com concreto corrente. B – moldada com concreto auto-adensável.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

COLLEPARDI, M. Avery close precursor of self-compacting concrete (SCC). In: Supplementary volume of the
proceedings of three-day CANME/ACI Internacional Symposium on Sustainable Development and Concrete
Technology, Setembro 16-19, 2001;

EUROPEAN FEDERATION FOR SPECIALIST CONSTRUCTION CHEMICALS AND CONCRETE SYSTEMS (EFNARC).
Specification and Guidelies for Self-compacting Concrete. In: EFNARC. London, Fevereiro, 2001;

GOMES, P. C. C. Optimization and characterization of high-strength self-compacting concrete. Tese de doutorado,


Barcelona, 2002;

HELENE, P. Dosagem dos Concretos de Cimento Portland. In: Concreto: Ensino, Pesquisa e Realizações. IBRACON,
São Paulo, p.439-471, 2005;

OKAMURA, H. Self-compacting high performance concrete. Concrete International, v.19, n. 7, p. 50-54, July 1997;

REPETTE, W. L. Concreto de Última Geração: Presente e Futuro. In: Concreto: Ensino, Pesquisa e Realizações.

IBRACON, São Paulo, p.1509-1550, 2005;

TUTIKIAN, B. F. Métodos para dosagem de concretos auto-adensáveis – Porto Alegre: Programa de Pós-graduação
em Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2004;

O autor agradece ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq – Brasil e,


principalmente, à Munte Construções Industrializadas de Concreto.

52 REVISTA CONCRETo

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