Raciocínio Lógico Inss
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Equipe Exatas Estratégia
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05 de Abril de 2021
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Sumário
1.1. Introdução................................................................................................................................................ 7
2.1. Introdução.............................................................................................................................................. 20
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3. Tabelas-verdade ........................................................................................................................................... 53
3.1. Introdução.............................................................................................................................................. 53
4.1. Introdução.............................................................................................................................................. 60
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4.2. Tautologia.............................................................................................................................................. 60
4.4. Contingência.......................................................................................................................................... 63
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APRESENTAÇÃO DO CURSO
Olá, pessoal! Tudo bem?
É com enorme alegria que damos início ao nosso Curso de Raciocínio Lógico p/ INSS (Técnico do Seguro
Social)
O curso contemplará toda a abordagem teórica da disciplina, bem como a parte prática com a resolução de
muitas questões, visando uma preparação eficiente para concurso público.
Assim, procure realizar o estudo das aulas em PDF, realizando as marcações do material para otimizar as
suas futuras revisões. Além disso, não deixe de realizar as questões. Elas serão essenciais para lhe auxiliar
na fixação do conteúdo.
Além do livro digital, você também terá acesso a videoaulas, esquemas, slides e dicas de preparação no
estudo da Matemática. Ademais, você poderá fazer perguntas sobre as aulas em nosso fórum de dúvidas.
Quanto à metodologia de estudo, vale dizer que as aulas em PDF têm por característica essencial a didática.
O curso todo se desenvolverá com uma leitura de fácil compreensão e assimilação. Isso, contudo, não
significa superficialidade. Pelo contrário, sempre que necessário e importante os assuntos serão
aprofundados.
Com essa estrutura e proposta pretendemos conferir segurança e tranquilidade para uma preparação
completa, sem necessidade de recurso a outros materiais didáticos. Fique tranquilo que abordaremos todos
os tópicos exigidos para o seu concurso.
Cumpre destacar que este material conta originariamente com a produção intelectual do professor Alex Lira.
Nosso curso também contemplará as videoaulas ministradas pelos professores Brunno Lima e Carlos
Henrique, além de conteúdos desenvolvidos pela nossa equipe de professores do Estratégia Concursos.
Olá, amigos do Estratégia Concursos, tudo bem? Meu nome é Djefferson Maranhão, professor de Estatística
do Estratégia Concursos. Sou Graduado em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Maranhão
(UFMA). Desde 2015, sou Auditor da Controladoria Geral do Estado do Maranhão (2015 - 5º lugar). Antes,
porém, exerci os cargos de Analista de Sistemas na UFMA (2010 - 1º lugar) e no TJ-MA (2011 - 1º lugar). Já
estive na posição de vocês e sei o quanto a vida de um concurseiro é um tanto atribulada! São vários assuntos
para se dominar em um curto espaço de tempo. Por isso, contem comigo para auxiliá-los nessa jornada rumo
à aprovação. Um grande abraço.
Olá, concurseiros! Meu nome é Eduardo Mocellin e sou professor de Matemática e de Raciocínio Lógico do
Estratégia Concursos. Graduei-me em Engenharia Mecânica-Aeronáutica pelo Instituto Tecnológico de
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Aeronáutica (ITA). Sou Oficial Engenheiro de carreira da Aeronáutica. Fui aprovado, tendo sido classificado
dentro das vagas oferecidas, nos concursos de admissão à Escola de Formação de Oficiais da Marinha
Mercante (EFOMM), à Academia da Força Aérea (AFA) e ao Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).
Contem comigo nessa caminhada!
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Fala, alunos! Sou Francisco Rebouças, professor de Matemática do Estratégia Concursos. Graduei-me em
Engenharia Aeroespacial pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e atualmente trabalho como Oficial
Engenheiro na Força Aérea Brasileira. Saiba que será uma honra fazer parte da sua jornada rumo à
aprovação e que estaremos sempre aqui para auxiliá-los com o que precisarem. Um grande abraço e nos
vemos nas aulas!
Oi, pessoal! O meu nome é Luana Brandão e sou professora de Estatística do Estratégia Concursos. Sou
Graduada, Mestre e Doutora em Engenharia de Produção, pela Universidade Federal Fluminense. Passei nos
concursos de Auditor Fiscal (2009/2010) e Analista Tributário (2009) da Receita Federal e de Auditor Fiscal
do Estado do Rio de Janeiro (2010). Sou Auditora Fiscal do Estado do RJ desde 2010. Vamos juntos nesse
caminho até a aprovação?
Olá, caros alunos! Sou Auditor Fiscal do Estado do Rio Grande do Sul. Professor de Matemática e Matemática
Financeira do Estratégia Concursos. Aprovado nos Concursos de Auditor Fiscal da Secretaria da Fazenda dos
Estados do Rio Grande do Sul (SEFAZ RS - 2019), Santa Catarina (SEFAZ SC - 2018) e Goiás (SEFAZ GO - 2018).
Formado em Engenharia de Petróleo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com graduação
sanduíche em Engenharia Geológica pela Universidade Politécnica de Madrid (UPM). Pela UFRJ, fui campeão
sulamericano do Petrobowl (Buenos Aires) e, posteriormente, Campeão Mundial (Dubai). Cursei meu ensino
médio na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx). Contem comigo nessa trajetória!
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Bons estudos!
Equipe Exatas.
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CRONOGRAMA DE AULAS
Vejamos a distribuição das aulas:
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1. PROPOSIÇÕES LÓGICAS
1.1. Introdução
Este tópico inaugura o nosso estudo do Raciocínio Lógico conforme é cobrado em concursos públicos.
Iniciaremos pelo conceito mais elementar da nossa disciplina: proposição lógica.
Esse assunto é abrangido na maioria dos programas em tópicos como Estruturas Lógicas ou Lógica
Proposicional, em que também são abordados o que estudaremos nos próximos tópicos.
O entendimento correto do que será tratado neste tópico será fundamental para o seu desenvolvimento na
matéria.
Para isso, traremos tudo o que é mais importante sobre o assunto, isto é, teoria na medida certa, esquemas
para facilitar a sua aprendizagem e revisão, análise e esclarecimento dos pontos mais polêmicos e diversas
questões para evidenciar como tem sido a cobrança pelas bancas examinadoras.
Então, relaxe em sua cadeira e dedique atenção total às próximas páginas, pois o que veremos aqui, embora
trate-se de conceitos de simples compreensão, é um alicerce para o restante da disciplina.
1.2. Conceito
Inicialmente, precisamos ter em mente que uma Proposição Lógica é uma frase declarativa, de modo que
transmite pensamentos de sentido completo e exprime julgamentos a respeito de determinadas
informações, que serão analisadas quanto à sua veracidade.
Boa pergunta! De fato, algumas frases não se enquadram no conceito de proposição, justamente por não
serem declarativas ou por não permitirem fazer um julgamento quanto ao seu conteúdo.
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Já sabemos que toda proposição lógica deve permitir o julgamento do seu conteúdo. Em outras palavras,
quando estamos diante de uma proposição, podemos chegar a uma conclusão a respeito do que ela afirma.
A essa conclusão damos o nome de valor lógico, que pode ser ou verdadeiro (V) ou falso (F), mas não ambos.
Portanto, ao ler uma frase e não conseguir avaliá-la como ou verdadeira ou falsa, você pode concluir que
não está diante de uma proposição lógica.
Valor lógico é o resultado do julgamento que fazemos a respeito de uma proposição lógica,
que pode ser ou verdadeiro ou falso, mas não ambos.
Po àexe plo,àaàf aseà A seleção brasileira foi tetracampeã mundial na copa de 1994 à àu aàp oposiç oàl gi aà
cujo valor lógico é verdadeiro, pois o seu conteúdo condiz com a realidade dos fatos. Por outro lado, o valor
l gi oàdaàse te çaà O número 12 é ímpar à àfalso, já que a sua afirmação está incorreta.
De acordo com o que analisamos até o momento, é possível perceber que todas as proposições lógicas
possuem características fundamentais.
A primeira delas é que as proposições são orações. Logo, devem possuir sujeito e predicado (obviamente
com a presença de um VERBO). Dessa forma, expressões do tipoà Os apaixonados por forró não são
consideradas proposições, pois não há predicado.
Além disso, como vimos anteriormente, as proposições lógicas são frases declarativas, que possibilitam ao
leitor julgar a veracidade do seu conteúdo.
Por fim, dizemos que é possível atribuir a uma proposição lógica apenas um valor lógico. O que isso quer
dizer, colega? Ora, é impossível que uma proposição seja verdadeira e falsa ao mesmo tempo! Isto é, ou será
verdadeira ou será falsa, mas nunca os dois valores simultaneamente.
É declarativa
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CESPE/MTE/2013
áà se te çaà Que à à oà aio à defe so à deà u à Estadoà oà i te ve io ista,à ueà pe iteà ueà asà leisà deà
mercado sejam as únicas leis reguladoras da economia na sociedade: o presidente do Banco Central ou o
ministro da Fazenda? à à u aà p oposiç oà o postaà ueà podeà se à o eta e teà ep ese tadaà aà fo aààààààààààà
(P v Q) ^ R, em que P, Q e R são proposições simples convenientemente escolhidas.
Comentários:
Observe atentamente a sentença apresentada pela questão. E aí, colega, será que estamos diante de uma
proposição? Na verdade, essa frase é interrogativa. Acabamos de aprender que frases interrogativas não
são proposições lógicas, pois por meio delas não é possível realizarmos um julgamento.
Gabarito: ERRADO.
FCC/TCE-PB/2006
Sabe-se que sentenças são orações com sujeito (o termo a respeito do qual se declara algo) e predicado (o
que se declara sobre o sujeito). Na relação seguinte há expressões e sentenças:
1. Três mais nove é igual a doze.
2. Pelé é brasileiro.
3. O jogador de futebol.
4. A idade de Maria.
5. A metade de um número.
6. O triplo de 15 é maior do que 10.
É correto afirmar que, na relação dada, são sentenças apenas os itens de números:
a) 1, 2 e 6
b) 2, 3 e 4
c) 3, 4 e 5
d) 1, 2, 5 e 6
e) 2, 3, 4 e 5
Comentários:
O enunciado da questão inicia nos dando uma aulinha de português, definindo sentença. Sendo a sentença
uma oração, existe a necessidade de que possua verbo.
Opa! Já poderemos eliminar os itens que não possuem verbo. Assim, é fácil perceber que os itens 3, 4 e 5
não têm verbo na sua estrutura, não sendo sentença ou proposição lógica.
Assim, enquadram-se no conceito de sentença apenas os itens 1, 2 e 6.
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Gabarito: Letra A.
IBGP/Pref. Sarzedo/2018
Acerca das proposições, analise.
I. A árvore é vermelha. Pode-se dizer que essa afirmação ou é falsa ou é verdadeira. Portanto, trata-se de
uma proposição.
II. Bom dia! Trata-se de uma saudação. Não podemos dizer que a frase é falsa, nem mesmo que é verdadeira.
Portanto, a frase não é uma proposição.
III. As informações das proposições possuem valor lógico totalmente verdadeiro ou totalmente falso. Nunca
uma proposição será verdadeira e falsa ao mesmo tempo.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s).
a) I apenas.
b) III apenas.
c) I e II apenas.
d) I, II e III.
Comentários:
O nosso objetivo consiste em analisar se as afirmações presentes no enunciado são corretas. Vamos lá!
A primeira está certa, pois realmente a frase é uma proposição lógica e, sendo esse o caso, ela ou é falsa ou
é verdadeira.
Similarmente, a segunda também está certa.àáàexp ess oà Bom dia! ànão é uma proposição lógica. Trata-se,
apenas, de um cumprimento, sem verbo, e ainda corresponde a uma frase exclamativa.
Por fim, o conteúdo da terceira afirmação está certo. De fato, o valor lógico de uma proposição é único: ou
verdadeiro ou falso, mas não ambos.
Assim, as três afirmativas estão corretas.
Gabarito: Letra D.
As sentenças abertas são aquelas nas quais não podemos determinar o sujeito, não sendo possível julgá-
las como verdadeiras ou falsas. De fato, seu valor lógico (ou V ou F) depende do valor atribuído à variável
(x, y,...) ou a quem a frase se refere. Portanto, as sentenças abertas não são consideradas proposições lógicas.
É nesse sentido que uma sentença aberta é também conhecida como função proposicional, num paralelo
com as funções analisadas no âmbito da matemática. Pois a cada vez que substituímos x por alguma coisa,
obtemos uma proposição diferente, que então poderá ser julgada como V ou F, assim como acontece com
uma função.
Po àexe plo,à aàf aseà xà+à à=à ",àaàse te çaàse àve dadei aàseàat i ui osàaà x àoàvalo à .àDoà o t io,àelaà
se àfalsa.àNaàf aseà A cidade y é a capital do Brasil ,àseà osà efe i osàaàB asília,àaàse te çaà àverdadeira.
Caso contrário, é falsa.
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Eà aàf aseàa e taà Ela é a melhor esposa do mundo àoàp o o eàela funciona como uma variável, que pode
ser substituída pelo nome de pessoas específicas. Desse modo, a depender da mulher inserida na frase, o
valor pode ser V ou F, concorda?
Mas, será que é possível transformar uma sentença aberta numa proposição lógica? Sim, existem duas
formas de conseguirmos isso.
A primeira delas consiste em atribuir um valor às variáveis presentes na frase. Foi exatamente isso o que
fizemos nos exemplos dos parágrafos anteriores. Mas, para esclarecer ainda melhor esse aspecto, considere
aà segui teà f ase:à Ele era presidente do Brasil no ano 2000 .à áoà at i ui à aoà p o o eà ele à oà o eà deà
Fernando Henrique Cardoso, a frase passaria a ser uma proposição lógica, com valor lógico V.
Também podemos converter uma sentença aberta numa proposição por meio de quantificadores, como
todo, algum e nenhum.
Calma, estudaremos isso em detalhes em tópico posterior. De todo modo, o que você precisa ter em mente
nesse momento é que sentenças abertas não são consideradas proposições lógicas!
Exemplo: x + 2 = 7"
FUNIVERSA/SAPeJUS-GO/2015
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Considerando que uma proposição corresponde a uma sentença bem definida, isto é, que pode ser
classificada como verdadeira ou falsa, excluindo-se qualquer outro julgamento, assinale a alternativa em que
a sentença apresentada corresponde a uma proposição.
a) Ele foi detido sem ter cometido crime algum?
b) Aquela penitenciária não oferece segurança para o trabalho dos agentes prisionais.
c) Os agentes prisionais da penitenciária de Goiânia foram muito bem treinados.
d) Fique alerta a qualquer movimentação estranha no pátio do presídio.
e) Houve fuga de presidiários, que tragédia!
Comentários:
Analisando as cinco frases, percebemos que quatro delas (itens A, B, D e E) não são proposições. Vamos
comentar cada alternativa.
a) Sentença interrogativa.
b) Trata-se de uma sentença aberta. O pronome demonstrativo "aquela" funciona como uma variável. Para
ser possível a atribuição do valor verdadeiro ou falso à frase, seria necessário definir qual penitenciária ela
se refere.
c) Trata-se de uma proposição ou uma sentença declarativa, pois conseguimos fazer um julgamento face o
seu conteúdo. Este é o gabarito.
d) Sentença imperativa.
e) Sentença exclamativa.
Gabarito: Letra C.
FCC/SEFAZ-SP/2006
Considere as seguintes frases:
I. Ele foi o melhor jogador do mundo em 2005.
II. 5x + y é um número inteiro.
III. João da Silva foi o secretário da Fazenda do Estado de São Paulo em 2000.
É verdade que APENAS:
a) I e II são sentenças abertas.
b) I e III são sentenças abertas.
c) II e III são sentenças abertas.
d) I é uma sentença aberta.
e) II é uma sentença aberta.
Comentários:
Vamos aprofundar um pouco mais o conceito de sentenças abertas.
Bem, sentenças abertas são aquelas nas quais não podemos determinar o sujeito, não sendo possível julgá-
las como verdadeiras ou falsas. De fato, seu valor lógico (ou V ou F) depende do valor atribuído à variável
(x, z,...) ou a quem a frase se refere. Portanto, as sentenças abertas não são consideradas proposições lógicas.
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A frase I àu aàse te çaàa e ta,àpoisà Ele àpode,à estaà uest o,àestar se referindo a um homem qualquer.
Não podemos classificá-la em V ou F, pois não sabemos sobre quem estamos falando.
A frase II é, sem dúvida, uma sentença aberta, pois há duas variáveis e infinitos valores que podem tornar a
frase verdadeira ou falsa.
Já a frase III é uma sentença fechada, pois facilmente podemos verificar o sujeito e classificá-la em V ou F.
Gabarito: Letra A.
INAZ do Pará/CORE-SP/2019
Qual das sentenças abaixo é uma sentença aberta?
a) 5+4=8.
b) O jogo foi bom.
c) Pelé é considerado o rei do futebol no Brasil.
d) Que dia ensolarado.
e) 2 + x = 10 para x = 8.
Comentários:
Aprendemos que as sentenças abertas não permitem julgá-las como verdadeiras ou falsas, pois seu valor
lógico depende do valor atribuído à variável ou a quem a frase se refere.
Veja que a frase apresentada na alternativa E contém uma variável, mas ela se torna uma constante ao
atribuir a ela o valor 8, de modo que passamos a ter uma proposição lógica, pois temos condições de avaliar
seu conteúdo como V ou F.
Por outro lado, na alternativa B, foi trazida uma sentença aberta, pois não foi especificado qual jogo foi bom.
A depender dos times envolvidos, nem sempre assistir à partida é interessante. Ou seja, a depender de qual
sujeito foi escolhido, temos valores lógicos diferentes.
Gabarito: Letra B.
A Lógica Matemática adota como regras fundamentais do pensamento três princípios fundamentais, os
quais norteiam os estudos das proposições lógicas, sendo de fácil entendimento:
Princípio da Identidade
• Uma proposição verdadeira é sempre verdadeira. Uma proposição falsa é sempre falsa.
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CESPE/PGE-PE/2019
A lógica bivalente não obedece ao princípio da não contradição, segundo o qual uma proposição não assume
simultaneamente valores lógicos distintos.
Comentários:
O enunciado inicia falando a respeito da lógica bivalente. Essa é outra forma de chamar a lógica
proposicional que estamos estudando. Recebe esse nome devido ao fato de estarmos sempre analisando as
sentenças quanto aos dois valores lógicos possíveis: V e F. Daí vem o termo bivalente (dois valores).
Ela obedece ao princípio da não contradição, que pode ser representado por:
~(p ~p): não é verdade que p seja verdadeiro e não p seja verdadeiro.
Gabarito: ERRADO.
VUNESP/PC-SP/2014
A lógica clássica possui princípios fundamentais que servem de base para a produção de raciocínios válidos.
Esses princípios foram inicialmente postulados por Aristóteles (384 a 322 a.C.) e até hoje dão suporte a
sistemas lógicos. Tais princípios são os
a) da inferência, da não contradição e do terceiro incluído.
b) da diversidade, da dedução e do terceiro incluído.
c) da identidade, da inferência e da não contradição.
d) da identidade, da não contradição e do terceiro excluído.
e) da diversidade, da indução e da não contradição.
Comentários:
Colega, vimos que os princípios da lógica clássica são:
- Princípio da Identidade: uma proposição é igual a si mesma.
- Princípio da Não Contradição: uma proposição não pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo.
- Princípio do Terceiro Excluído: uma proposição pode ser V ou F, não havendo um terceiro valor lógico
possível.
Gabarito: Letra D.
CESPE/SEBRAE/2008
Toda proposição lógica pode assumir no mínimo dois valores lógicos.
Comentários:
O item está errado, pois segundo a informação da sentença, dá-se a entender que uma proposição pode
assumir uma quantidade de dois ou mais valores lógicos (V ou F), o que não respeita o Princípio Fundamental
do Terceiro Excluído.
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Gabarito: ERRADO.
CPCON UEPB/Pref. Gado Bravo/2016
áàafi aç o:à Ouàeleà àouà oà àp ofesso àest àseà efe i do:
a) Ao princípio da não contradição.
b) Ao princípio de liberdade.
c) Ao princípio do fim.
d) Ao princípio da identidade.
e) Ao princípio do terceiro excluído.
Comentários:
A frase apresentada indica que, considerando especificamente a função de professor, uma determinada
pessoa ou ocupa ou não ocupa esse posto, não existe uma terceira possibilidade.
Ora, isso é uma clara aplicação do Princípio do Terceiro Excluído, o qual afirma que uma proposição só pode
ter um dos dois valores lógicos, isto é, ou é verdadeira ou falsa, não podendo ter outro valor.
Gabarito: Letra E.
CESPE/BB/2007/Adaptada
A frase apresentada a seguir é uma proposição lógica simples.
"A frase dentro destas aspas é uma mentira."
Comentários:
A sentença trazida pelo enunciado é um paradoxo, pois corresponde a uma oração declarativa que não pode
ser classificada em V ou F.
De fato, se dissermos que essa frase é verdadeira, teremos uma contradição – pois será verdade que a frase
é falsa, logo a frase é falsa. Por sua vez, caso afirmássemos que a frase é falsa, teremos novamente uma
contradição. Se assim o fizermos, então será falso que a frase dentro daquelas aspas é falsa, portanto, a frase
é verdadeira.
Assim, a frase não pode ser nem verdadeira nem falsa. O que concluímos? Que esta frase não é uma
proposição lógica, por desrespeitar o Princípio da Não Contradição.
Gabarito: ERRADO.
Uma técnica que é muito interessante utilizarmos quando formos resolver uma questão envolvendo
proposições é a representação delas por meio de letras. Por exemplo:
p: João é professor.
q: 10 > 12.
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Daqui por diante, quando afirmarmos que é verdade ueà Evaà foià aoà hospitalà visita à Bia à p ,à
representaremos por VL (p) = V, ou seja, o valor lógico de p é verdadeiro.
Não se preocupe tanto com o conteúdo da proposição. Na maioria dos casos, quem nos
dirá se a proposição é verdadeira ou falsa é o enunciado do exercício. Ao resolver questões,
veremos que todas as proposições fornecidas são tomadas como sendo verdadeiras, a
menos que o exercício diga o contrário.
Uma proposição lógica é dita simples ou atômica quando declara uma única coisa sobre um único objeto.
Ou seja, não pode ser dividida em proposições menores e não contém nenhuma outra proposição como
parte integrante de si mesma. Assim, as proposições simples constituem as menores parcelas que podem
ser analisadas sob o ponto de vista lógico. Elas são representadas por letras minúsculas do alfabeto.
Exemplos:
p: Fernanda é empresária.
q: Bárbara é rica.
É possível perceber que em cada uma das frases temos uma única informação (profissão e grau da situação
financeira, respectivamente) a respeito de uma única pessoa (Fernanda e Bárbara, respectivamente). Logo,
certamente estamos diante de proposições lógicas simples.
Já as compostas ou moleculares são duas ou mais proposições conectadas entre si, resultando numa única
declaração. Elas são representadas por letras maiúsculas do alfabeto. Exemplo:
Notou como agora a situação é diferente? Na realidade, temos informações relativas a duas pessoas numa
única frase decla ativaà o e tadasàpo à eioàdaà o ju ç oà e ,àdeà odoàque concluímos que essa sentença
constitui uma proposição lógica composta.
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Simples Compostas
Não pode ser dividida em proposições São duas ou mais proposições conectadas
menores. entre si, resultando numa única declaração.
Repare que a frase usada para exemplificar uma proposição composta pode ser dividida em duas proposições
lógicas de sentido completo: 1) Eu estudo e 2) Eu serei aprovado.
Nesta e nas próximas aulas, daremos atenção especial às proposições compostas, tendo em mente que, ao
buscarmos identificar seu valor lógico, muito dependerá dos conectivos que as unem.
Para você não cair nessa cilada, basta procurar na frase a presença de um conectivo (dentre
os que veremos adiante) unindo as proposições simples. Caso não encontre o conectivo,
trata-se de uma proposição simples, não importa o tamanho da frase.
CESPE/TRE-GO/2015
áà p oposiç oà Noà B asil,à %àdosà a ide tesà deàt sito ocorrem com indivíduos que consumiram bebida
al o li a à àu aàp oposiç oàsi ples.
Comentários:
O examinador usou de algumas expressões para induzir o candidato a pensar que estamos diante de uma
proposição composta.
No entanto, basta analisarmos que a ideia básica da proposição é a seguinte:
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É preciso ficar bem atento à classificação adotada pelo CESPE, para o qual uma proposição é simples quando
é expressa por meio de uma única oração principal.
Deàfato,àaà a aà o side aà ueàaàp oposiç oà Ped oàeàPauloàs oàa alistas à àu aàp oposiç oàsi ples,à oà
caso com sujeito composto.
Ora, colega, a declaração proposta é a mesma ueà Ped oà àa alistaàE Pauloà àa alista ,àe,àpo ta to,àt ata-
se de uma proposição composta.
Nesse sentido, perceba que para atribuirmos um valor lógico de verdadeiro ou falso à proposição,
precisamos saber se Pedro é analista e se Paulo também o é. É possível que Pedro seja; e Paulo, não. Ou,
quem sabe, que Paulo seja; e Pedro, não. Talvez os dois sejam. Quem sabe nenhum deles seja analista.
E fi ,àest à la oà ueàte osàduasàp oposiç esàsi plesà o e tadasàpo à eioàdaà o ju ç oà E ,àe,àassi ,àaà
proposição deveria ser considerada como composta.
Ihhh, mestres, já estou me preparando para o nó que será dado na minha cabeça!
Na sua e na nossa cabeça, caro colega! Isso porque o CESPE já demonstrou em várias questões que não têm
uma posição uniforme na classificação dos tipos de proposições lógicas. Para exemplificar, numa questão de
o u so,à aà a aà o t a iouà suaàp p iaà eg aàeà o side ouà ueà B ou C é inocente à à u aà p oposiç oà
composta pelo conectivo lógico disjunção, e não uma proposição simples, segundo o seu posicionamento
tradicional no sentido de julgar a sentença em análise como uma única oração.
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E olha que esse não foi um caso isolado de contradição na posição do CESPE! Numa outra questão, a banca
ap ese taàaàp oposiç oà no mesmo mês em que José saiu de férias, ou Luiz ou Mário também saiu ,à ujaà
parte sublinhada deveria ser uma proposição simples, conforme a lógica adotada pela banca. Entretanto,
para resolver a questão o candidato teria que considerar que a sentença era uma proposição composta.
Depois, no concurso para Agente da Polícia Federal realizado em 2018, o CESPE apresentou o gabarito
preliminar ERRADO para a seguinte sentença:
Ou seja, a banca considerou que essa sentença seria uma proposição composta. Porém, diante da
argumentação contida nos recursos apresentados, o CESPE anulou a questão, de modo que permanece a
dúvida sobre o real posicionamento da banca sobre este tópico.
Portanto, colega, em sendo uma prova elaborada pelo CESPE, recomendamos que você tente perceber em
cada caso o que é que o examinador deseja, já que0lamentavelmente não há uma regra fixa! Absurdo? Na
nossa opinião, sim. Mas fazer o quê?!
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2. CONECTIVOS LÓGICOS
2.1. Introdução
A partir daqui se prepare para fortes emoções! Se você não conhecer bem o funcionamento de cada
conectivo ou operador lógico, dificilmente conseguirá acertar qualquer questão de lógica. Inclusive, nos
demais assuntos que estudaremos te e osà ueàsa e àdeàt sàpa aàaàf e teàoà a t a àdeà adaà o e tivo.
Na verdade, daremos continuidade ao que estudamos no tópico anterior. Analisaremos as várias formas que
as proposições simples podem ser conectadas para formarem proposições compostas.
Nos editais de concursos públicos, este tópico geralmente também é cobrado em Estruturas Lógicas ou em
Valoração Lógica.
Arriscamos a dizer que este é o mais importante dos tópicos de raciocínio lógico, pois serve de base para
todos os demais.
As bancas adoram este assunto. São muitas questões mesmo, colega. Todavia, relaxe, estude com calma o
que está por vir e faça anotações. Releia quantas vezes for necessário. E o mais importante: pratique
bastante, por isso teremos muitas questões para treinar.
2.2. Conceito
Os conectivos lógicos são elementos que unem as proposições simples para formar as proposições
compostas.
São eles: Conjunção (e), Disjunção (ou), Condicional (Se ... então), Bicondicional (Se e somente se) e Disjunção
Exclusiva (ou ... ou). Adicionalme te,àte osàoàope ado à o ,àutilizadoàpa aàfaze àaà egaç oàdeàp oposiç esà
lógicas.
Quando tivermos numa proposição composta a presença do conectivo e, estaremos trabalhando com uma
conjunção, que pode ser representada por .
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p: Estudar é necessário.
Uma conjunção só será verdadeira se ambas as proposições simples que a compõe forem também
verdadeiras; e será falsa nos demais casos.
Portanto, na conjunção o valor lógico predominante é o falso, visto que teremos apenas um caso em que a
conjunção será verdadeira.
A ideia (significado) do conectivo conjunção é abordar duas informações nas quais ambas
são verdadeiras ou acontecem ao mesmo tempo.
Basta que apenas uma das sentenças componentes seja falsa para que toda a conjunção seja falsa.
Logicamente, se as duas sentenças forem falsas, o valor lógico da conjunção também será falso.
Conectivo "e"
Conjunção
^
Representação
(circunflexo)
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Tabelas-verdade são tabelas simples que nos ajudam bastante a chegarmos de forma confiável ao valor
lógico das proposições.
p: Estudar é necessário
No caso de duas proposições simples a serem analisadas, trataremos apenas de quatro situações possíveis:
1ª) p e q são verdadeiras. Nessa situação, a conjunção formada por elas também será verdadeira.
p q p q
V V V
p q p q
V F F
p q p q
F V F
p q p q
F F F
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Portanto, com as quatro possibilidades analisadas, acabamos de obter a tabela-verdade que representa uma
conjunção:
p q peq
V V V
V F F
F V F
F F F
CESPE/IBAMA/2013
Considere que as proposições sejam representadas por letras maiúsculas e que se utilizem os seguintes
símbolos para os conectivos lógicos: ʌ – o ju ç o;à˅à– disjunção; → – condicional; – bicondicional. Nesse
sentido, julgue o item seguinte.
A proposição Fis aliza àosàpode esà o stituídosà àu àdosàpila es da democracia e garantir a liberdade de
exp ess o,àout oàpila àdaàde o a ia àpodeàse à o eta e teà ep ese tadaàpo àPàʌ Q.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
P: Fiscalizar os poderes constituídos é um dos pilares da democracia
Q: Garantir a liberdade de expressão é outro pilar da democracia
áàp oposiç oà o postaà ueàoàe u iadoà osàap ese taà àaàsegui te:à Fiscalizar os poderes constituídos é um
dos pilares da democracia e garantir a liberdade de expressão, outro pilar da democracia .
Fica claro que o conectivo que estamos trabalhando é a Conjunção e .
A questão quer saber como podemos representar essa proposição. Ora, isso já aprendemos: P Q.
Gabarito: CERTO.
CESPE/SUFRAMA/2014
Co side a doà ueàPàsejaàaàp oposiç oà Oàatualàdi ige teàdaàe p esaàXà oàape asà oàfoià apazàdeà esolve à
os antigos problemas da empresa como também não conseguiu ser inovador nas soluções para os novos
p o le as , julgue o item a seguir a respeito de lógica sentencial.
“eàaàp oposiç oà Oàatualàdi ige teàdaàe p esaàXà oàfoià apazàdeà esolve àosàa tigosàp o le asàdaàe p esa à
fo àve dadei aàeàseàaàp oposiç oà Oàatualàdi ige teàdaàempresa X não conseguiu ser inovador nas soluções
pa aàosà ovosàp o le asàdaàe p esa àfo àfalsa,àe t oàaàp oposiç oàPàse àfalsa.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
Q: O atual dirigente da empresa X não apenas não foi capaz de resolver os antigos problemas da empresa
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R: O atual dirigente da empresa X não conseguiu ser inovador nas soluções para os novos problemas
Podemos fazer a seguinte representação da proposição P: Q R.
O enunciado afirma que Q é verdadeira e que R é falsa, de forma que as parcelas da conjunção terão os
seguintes valores lógicos: V F.
Ora, já sabemos que, quando uma das proposições simples unidas pelo conectivo conjunção é F, então a
proposição composta também será F.
Gabarito: CERTO.
FUNDATEC/ISS GRAMADO/2019
Com relação ao valor lógico do conectivo da conjunção e negação, analise as proposições abaixo e assinale
V, para as verdadeiras, ou F, para as falsas.
( ) Quatro é maior que nove, mas não é número par.
( ) Seis é número par, contudo seis é maior que três.
( ) Nove é maior que cinco, entretanto, cinco é número primo, mas nove não é número primo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
A) V – F – V.
B) V – V – V.
C) F – V – V.
D) F – V – F.
E) F – F – F.
Comentários:
Vamos analisar o valor lógico de cada proposição.
I. Quatro é maior que nove, mas não é número par.
áàexp ess oà as à o espo deàaoà o e tivoàconjunção, o qual é verdadeiro apenas se as duas partes unidas
por ele forem verdadeiras.
A primeira parte é F (4 é menor que 9), de modo que já concluímos que a proposição é falsa.
II. Seis é número par, contudo seis é maior que três.
áàexp ess oà o tudo àta à o espo deàaoà o e tivoàconjunção.
Tanto a primeira como a segunda parte da frase são V, de modo que toda a proposição é verdadeira.
III. Nove é maior que cinco, entretanto, cinco é número primo, mas nove não é número primo.
áàexp ess oà e t eta to ,àassi à o oàoà as ,à o espo deàaoà o e tivo conjunção.
Veja que todas as parcelas da frase têm valor lógico V, então a proposição é verdadeira.
Portanto, temos: F – V – V.
Gabarito: Letra C.
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Quando tivermos numa proposição composta a presença do conectivo ou, estaremos trabalhando com uma
disjunção, também conhecida como disjunção inclusiva, que pode ser representada por .
p: Estudar é necessário.
Uma disjunção só será falsa se ambas as proposições simples que a compõe forem também falsas; será
verdadeira nos demais casos.
Portanto, na disjunção o valor lógico predominante é o verdadeiro, visto que teremos apenas um caso em
que a disjunção será falsa.
Sendo assim, a sentença Estuda à à e ess ioàouàse à o eadoà àu aàgl ia às àse àfalsa se for falso não
s à ueà estuda à à e ess io ,à asàta à ueà se à o eadoà àu aàgl ia .
A ideia (significado) do conectivo disjunção é abordar duas informações nas quais pelo
menos uma delas é verdadeira ou acontece ao mesmo tempo.
Basta que apenas uma das sentenças componentes seja verdadeira para que toda a conjunção seja
verdadeira.
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Conectivo "ou"
Disjunção
Representação ˅
p: Estudar é necessário
1ª) p e q são verdadeiras. Nessa situação, a disjunção formada por elas também será verdadeira.
p q p˅q
V V V
p q p˅q
V F V
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p q p˅q
F V V
p q p˅q
F F F
Portanto, com as quatro possibilidades analisadas, acabamos de obter a tabela-verdade que representa uma
disjunção:
p q p ou q
V V V
V F V
F V V
F F F
FUNDATEC/ISS GRAMADO/2019
A alternativa que apresenta uma proposição composta com a presença do conectivo condicional é:
A) Paulo não está com febre, entretanto está desidratado.
B) Algum paciente está com febre.
C) Qual a temperatura do paciente do quarto?
D) Se Mario tem febre, então deve permanecer internado por 48 horas.
E) Mário, você deve ser internado imediatamente!
Comentários:
A proposição composta com a presença do conectivo condicional à a uelaà e à ueà est à p ese teà oà se,
então . A única das opções de resposta que apresenta essa estrutura é a alternativa D.
Quanto às demais opções, temos:
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a) Trata-se de proposição composta unida pelo conectivo conjunção (e), por meio da expressão entretanto.
b) Corresponde a uma proposição simples.
c) Trata-se de uma frase interrogativa, de modo que não é uma proposição lógica.
e) Trata-se de uma frase imperativa, de modo que não é uma proposição lógica.
Gabarito: Letra D.
ESAF/FUNAI/2016/Adaptada
Sejam as proposições (p) e (q) onde (p) é V e (q) é F, sendo V e F as abreviaturas de verdadeiro e falso,
respectivamente. Então com relação às proposições compostas, pode-se afirmar que (p) ou (q) é F.
Comentários:
O enunciado apresenta as proposições p e q, cujos valores lógicos são V e F, respectivamente. Em seguida,
afirma-se que a proposição composta p ou q é falsa. Será mesmo?
Ora, sabemos que o conectivo disjunção só será falso se ambas as proposições simples que o compõe forem
também falsas; será verdadeiro nos demais casos. Ou seja, basta que apenas uma das sentenças
componentes seja verdadeira para que toda a conjunção seja verdadeira.
É dito que a proposição q é falsa, de modo que as parcelas da disjunção terão os seguintes valores lógicos:
V F.
Assim, a disjunção apresentada na questão é V.
Gabarito: ERRADO.
Esse conectivo é bem parecido com a disjunção, mas com uma sutil diferença. Considere as seguintes
proposições simples:
Deu para perceber a diferença? Bem, na primeira sentença se a primeira parte (Passarei num concurso) for
verdade, a segunda parte (ganharei um bom salário) também poderá ser verdade.
E t eta to,à aàsegu daàse te ça,àaàhist iaà àout a.àCasoàsejaàve dadeà ueà passa eià u à o u so ,àe t oà
te e osà ueà oàseàga ha àu à om sal io .àOà o t ioàta àvale:àseàfo àve dadeà ueà ga ha eiàu à
o àsal io ,àissoài di aà ueà oàpassa eià u à o u so .
Fica claro, então, que a segunda proposição composta apresenta duas situações mutuamente excludentes,
em que apenas uma de suas partes poderá ser verdadeira, e a outra necessariamente falsa.
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Portanto, a segunda sentença representa o conectivo disjunção exclusiva, cujo símbolo é ou ( v ). Veja que
oàsí oloàdoà v àest àsu li hado,àdife e te e teàdoàout oà v àdaàdisju ç oài lusiva.
Pelo que observamos, é fácil perceber que uma disjunção exclusiva só será verdade se houver uma das
proposições verdadeira e a outra falsa. Ou seja, é necessário que as sentenças tenham valores lógicos
contrários! Se uma for verdade, então a outra necessariamente será falsa. Nos demais casos, a disjunção
exclusiva será falsa.
Portanto, colega, no caso da disjunção exclusiva, não há um valor lógico predominante. Aqui quem manda
é a contrariedade.
ássi ,àaàse te çaàa alisadaà Ouàpassa eià u à o u soàouàga ha eiàu à o àsal io,à asà oàa os ,às à
será verdade se uma das partes que a compõe for verdadeira e a outra falsa, ou vice-versa. Qualquer outra
situação resultará em uma sentença composta falsa. Portanto, tem que ser obedecida a mútua exclusão das
sentenças.
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Representação v
Proposições com
Verdadeiro valores lógicos
contrários
Valor lógico
Proposições com
Falso
valores lógicos iguais
p q pvq
V V F
V F V
F V V
F F F
FCC/TRT 18/2008/Adaptada
Em lógica de programação, denomina-se _________ de duas proposições p e q a proposição cujo valor lógico
é a falsidade (F), quando os valores lógicos das proposições p e q são ambos falsos ou ambos verdadeiros, e
o valor lógico é a verdade (V), nos demais casos.
Preenche corretamente a lacuna acima:
a) disjunção inclusiva
b) proposição bicondicional
c) negação
d) disjunção exclusiva
e) proposição bidirecional
Comentários:
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A questão busca saber qual é o conectivo lógico que possui a seguinte característica:
Valor lógico é F quando os valores lógicos das proposições p e q são ambos F ou ambos V, e o valor lógico
é V nos demais casos.
Bem, acabamos de ver que o conectivo lógico Disjunção Exclusiva possui exatamente o valor lógico descrito.
Gabarito: Letra D.
CESPE/TRE-RJ/2012
O cenário político de uma pequena cidade tem sido movimentado por denúncias a respeito da existência de
um esquema de compra de votos dos vereadores. A dúvida quanto a esse esquema persiste em três pontos,
correspondentes às proposições P, Q e R, abaixo:
P: O vereador Vitor não participou do esquema;
Q: O prefeito Pérsio sabia do esquema;
R: O chefe de gabinete do prefeito foi o mentor do esquema.
Os trabalhos de investigação de uma CPI da câmara municipal conduziram às premissas P1, P2 e P3 seguintes:
P1: Se o vereador Vitor não participou do esquema, então o prefeito Pérsio não sabia do esquema.
P2: Ou o chefe de gabinete foi o mentor do esquema, ou o prefeito Pérsio sabia do esquema, mas não ambos.
P3: Se o vereador Vitor não participou do esquema, então o chefe de gabinete não foi o mentor do esquema.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item seguinte, acerca de proposições lógicas.
A premissa P2 pode ser corretamente representada por R Q.
Comentários:
A premissa P2 é dada por R Q.
Note que o conectivo lógico correto é a disjunção exclusiva (ou...ou), e não a disjunção inclusiva (ou), como
afirma o enunciado.
A principal diferença entre os dois ocorre quando as duas proposições simples são verdadeiras. Nesse caso:
- A proposição R Q é verdadeira;
- A proposição R Q é falsa.
Gabarito: ERRADO.
Podemos afirmar que o conectivo condicional é o campeão nas provas de concursos públicos, visto que é o
mais cobrado disparadamente. Portanto, atenção redobrada. Contudo, juntos chegaremos ao entendimento
eàvo àse à apazàdeà esolve à ual ue à uest oà ueàa o deàoà Se ... então à o àasà osà asà ostas!
p: João é concurseiro.
q: Maria é psicóloga.
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Formando uma proposição composta com as proposições simples p e q, unindo-as por meio do conectivo
condicional, teremos:
Simbolicamente, teríamos: p → q.
Nessa representação, a primeira parte (p) é chamada de antecedente e a segunda parte (q) de consequente.
Indo direto ao ponto, a sentença composta unida pelo conectivo condicional só será falsa se a primeira parte
for verdadeira e a segunda parte for falsa. Nos demais casos, a condicional será verdadeira.
==0==
ássi ,àaàse te çaàa alisadaà “eàJo oà à o u sei o,àe t oàMa iaà àpsi loga às àse àfalsaàseàsou e osà ueà
Jo oà à o u sei o ,à asà ueà Ma iaànão àpsi loga .
Não se esqueça da sequência exata do único caso em que o valor lógico do conectivo Condicional é FALSO:
antecedente V e consequente F.
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Nesse sentido, uma associação que se costuma fazer é lembrar da atriz Vera Fischer! Coitada dela, pegou
fama de falsa no meio concurseiro.
Ao longo das diversas questões que analisaremos, repetiremos bastante essa informação. Você gravará isso
custe o que custar!
Representação →
Diante do que vimos, agora é de extrema importância que você perceba que a tabela-ve dadeà doà “eà ...à
e t o àse :
p q p →q
V V V
V F F
F V V
F F V
Isso é o que precisamos levar para a prova, especialmente no caso de enfrentarmos uma questão que é
resolvida mais facilmente com o uso de uma tabela-verdade.
CESPE/TRE-ES/2011
Considere que P e Q sejam duas proposições que podem compor novas proposições por meio dos conectivos
lógicos ~, , e →, os quais significam "não", "e", "ou" e "se, então", respectivamente. Considere, ainda, que
a negação de P, ~P (lê-se: não P) será verdadeira quando P for falsa, e será falsa quando P for verdadeira; a
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Na realidade, temos pelo menos 8 (oito) expressões que podem aparecer na sua prova que são equivalentes
à proposição condicional. São as seguintes:
•
•
Se p, q.
•
Q, se p.
•
Quando p, q.
•
Todo p é q.
•
P implica q.
•
P é condição suficiente para q.
•
Q é condição necessária para p.
P somente se q.
Dessaàfo a,àaà ossaàexp ess oà Se João é concurseiro, então Ma iaà àpsi loga àpodeàse à ees itaàpo à eioà
das seguintes expressões equivalentes:
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CESPE/TRE-GO/2015
áà p oposiç oà Qua doà u à i divíduoà o so eà l oolà ouà ta a oà e à ex essoà aoà lo goà daà vida,à suaà
pro a ilidadeàdeài fa toàdoà io dioàau e taàe à % àpodeàse à o eta e teàes itaà aàfo aà Pà Q)
R, em que P, Q e R sejam proposições convenientemente escolhidas.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
P: Um indivíduo consome álcool em excesso ao longo da vida;
Q: Um indivíduo consome tabaco em excesso ao longo da vida;
R: A probabilidade de infarto do miocárdio em um indivíduo aumenta em 40%.
A proposição ap ese tadaà oàe u iadoà àaàsegui te:à Quando um indivíduo consome álcool ou tabaco em
excesso ao longo da vida, sua probabilidade de infarto do miocárdio aumenta em 40% .
Repare que os conectivos envolvidos na sentença são a disjunção e o condicional, este sob a forma de uma
deàsuasàexp ess esàe uivale tesà quando isso, então aquilo .
Tal proposição composta pode ser representada assim: (P Q) → R.
Gabarito: CERTO.
CESPE /TRE-ES/2011
Argumento é a afirmação de que uma sequência de proposições, denominadas premissas, acarreta outra
proposição, denominada conclusão. Um argumento é válido quando a conclusão é verdadeira sempre que
as premissas são todas verdadeiras.
− Vou cortar o cabelo hoje, disse Joelson.
− Não é preciso, pois seu cabelo está curto, retrucou Rute.
− É que hoje vou a uma festa, vou procurar uma namorada, explicou Joelson.
− Meu marido está com o cabelo enorme, mas não quer cortá-lo, disse Rute.
− Ele já é casado, não precisa cortar o cabelo, concluiu Joelson.
Com base no fragmento de texto e no diálogo acima apresentados, julgue o item que se segue.
A proposição "Não é preciso cortar seu cabelo, pois ele está curto" pode ser corretamente representada por
P → Q.
Comentários:
Na frase apresentada, a palavra "pois" estabelece relação de causa e consequência entre o fato de Joelson
estar com o cabelo curto e a desnecessidade de cortá-lo. Logo:
O cabelo está curto → não precisa cortar o cabelo
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O conectivo que estabelece a ideia de causa e consequência é o condicional, representado por "se... então".
Ouàseja,àpode osà ees eve àaàf aseàassi :à Se o cabelo está curto, então não precisa cortar o cabelo".
A representação simbólica dessa sentença é dada por: P → Q.
Gabarito: CERTO.
Das expressões equivalentes ao conectivo condicional descritas, as mais importantes, as que os elaboradores
de questões para concursos públicos mais gostam, sem dúvida são:
Portanto, é bem apropriado que as examinemos com mais carinho, dedicando um tópico específico. Então,
atenção total, colega.
No exame que faremos, algo que deve ficar claro para você é saber converter as palavras suficiente e
necessário para o FORMATO da proposição condicional. Esse é o nosso foco.
Pe e aà ueàaàse te çaà Jo oàse à o u sei oà à o diç oàsufi ie teàpa aàMa iaàse àpsi loga àpode iaàse à
reescrita, usando o formato da condicional, desta forma:
Agora, se a exp ess oà fo à Ma iaà se à psi logaà à o diç oà e ess iaà pa aà Jo oà se à o u sei o ,à e t oà
poderemos fazer uma conversão, que nos conduzirá a:
Eàseàaàexp ess oàfosseàu àpou oà aisà o pli adi ha,àdoàtipoà Uma condição necessária para que João seja
o u sei oà àMa iaàse àpsi loga ?àBe ,à aà ealidadeàessaàf aseà àsi ples e teàigualàaà Ma iaàse àpsi logaà
é condição necessária para João ser concu sei o .àássi ,àaà o di io alà o ti ua iaàse do:
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ESAF/FUNAI/2016
Sejam as proposições p e q onde p implica logicamente q. Diz-se de maneira equivalente que:
a) p é condição suficiente para q.
b) q é condição suficiente para p.
c) p é condição necessária para q.
d) p é condição necessária e suficiente para q.
e) q não é condição necessária para p.
Comentários:
A questão apresenta as proposições simples p e q e afirma que a primeira implica logicamente a segunda.
Notamos que o conectivo que as une é o condicional, resultando, simbolicamente em: p → q.
Aprendemos que a 1ª proposição é suficiente para a 2ª, mas que a 2ª é necessária para a 1ª. Ok?
Coloquemos isso nas proposições p e q da nossa questão:
pà à o diçãoàsufi ie teàpa aà .
à à o diçãoà e ess iaàpa aàp
Maravilha! Basta agora procurarmos dentre as alternativas disponíveis qual delas se encaixa numa dessas
sentenças.
Gabarito: Letra A.
FCC/BACEN/2006
p: atuação compradora de dólares por parte do Banco Central;
q: fazer frente ao fluxo positivo.
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Se p implica q, então,
a) a atuação compradora de dólares por parte do Banco Central é condição necessária para fazer frente ao
fluxo positivo.
b) fazer frente ao fluxo positivo é condição suficiente para a atuação compradora de dólares por parte do
Banco Central.
c) a atuação compradora de dólares por parte do Banco Central é condição suficiente para fazer frente ao
fluxo positivo.
d) fazer frente ao fluxo positivo é condição necessária e suficiente para a atuação compradora de dólares
por parte do Banco Central.
e) a atuação compradora de dólares por parte do Banco Central não é condição suficiente e nem necessária
para fazer frente ao fluxo positivo.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
p: atuação compradora de dólares por parte do Banco Central;
q: fazer frente ao fluxo positivo.
Podemos uni-lasàutiliza doàosàte osà o diç oàsufi ie te àeà o diç oà e ess ia :
áàatuaçãoà o p ado aàdeàdóla esàpo àpa teàdoàBa oàCe t alà à o diçãoàsufi ie teàpa aàfaze àf e teàaoà
fluxo positivo.
Faze àf e teàaoàfluxoàpositivoà à o diçãoà e ess iaàpa aàaàatuação compradora de dólares por parte do
Ba oàCe t al.
Chegou a hora boa. Depois do trabalho de resolver a questão, basta procurar a alternativa correta. Nesse
sentido, repare que a alternativa C se encaixa perfeitamente na primeira dessas duas sentenças.
Gabarito: Letra C.
CESPE/MPE-TO/2006
áà p oposiç oà P:à “e à ho estoà à o diç oà e ess iaà pa aà u à idad oà se à ad itidoà oà se viçoà pú li o à à
o eta e teàsi olizadaà aàfo aàáà→àB,àe à ueàáà ep ese taà se àho esto àeàBà ep ese taà pa aàu à
cidadão ser admitidoà oàse viçoàpú li o .
Comentários:
Maisàu aàvezàse doà o adoàoà o he i e toàdoà condição suficiente/condição necessária .
Basta lembrar que o 1º é suficiente para o 2º, mas o 2º é necessário para o 1º.
O enunciado da questão afirmou que:
A:à se àho esto .
B:à pa aàu à idad oàse àad itidoà oàse viçoàpú li o .
ássi ,àaàp oposiç oàP:à Ser honesto é condição necessária para um cidadão ser admitido no serviço público ,à
está corretamente simbolizada por B → A, pois o consequente (B) é condição necessária para o antecedente
(A).
Gabarito: ERRADO.
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Acreditamos que este conectivo é o mais tranquilo de todos os que analisamos até o momento.
Formando uma proposição composta com as proposições simples p e q, unindo-as por meio do conectivo
bicondicional, teremos:
Simbolicamente, teríamos: p q.
Uma informação preciosa, que pode lhe tirar de algumas enrascadas, é saber que a proposição bicondicional
é equivalente a uma conjunção de duas condicionais. Simbolizando isso, teremos: p q = (p → q) ^ (q → p).
Indo direto ao ponto, a bicondicional é verdadeira quando os valores lógicos de p e q são iguais, sendo falsa
quando são diferentes.
ássi ,àaàse te çaàa alisadaà Ped oàgostaàdeà ate ti aàse e somente se Ritaà àestuda teàdeàDi eito àse à
verdade quando tivermos a informação de que as duas posições simples (p e q) são verdadeiras ou são falsas,
ou seja, com valores lógicos iguais; se tiverem valores lógicos contrários, a proposição bicondicional será
falsa.
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Representação ↔
p q p ↔q
V V V
V F F
F V F
F F V
Além disso, assim como no caso da condicional, há muitas questões envolvendo o conectivo bicondicional
que exige àdoà a didatoàoà o he i e toàdeàexp ess esà ueàs oàe uivale tesàaoà seàeàso e teàse .
Temos pelo menos 6 (seis) expressões que podem aparecer na sua prova que são equivalentes à proposição
bicondicional. São as seguintes:
•
•
p se e só se q.
•
Se p então q e se q então p.
•
p somente se q e q somente se p.
•
Todo p é q e todo q é p.
•
p é condição suficiente e necessária para q.
q é condição suficiente e necessária para p.
Por meio das expressões equivalentes 5 e 6, somos levados a uma importante propriedade da proposição
bicondicional: comutatividade.àLogo,àaàf aseà Pedro gosta de matemática se e somente se Rita é estudante
deàDi eito àte àoà es oàvalo àl gi oà ueàaàse te çaà Ritaà àestuda teàdeàDi eitoà se e somente se Pedro
gostaàdeà ate ti a.
Simbolicamente, temos: p q = q p.
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CESPE/TC-DF/2012
Com a finalidade de reduzir as despesas mensais com energia elétrica na sua repartição, o gestor mandou
instalar, nas áreas de circulação, sensores de presença e de claridade natural que atendem à seguinte
especificação:
P: A luz permanece acesa se, e somente se, há movimento e não há claridade natural suficiente no recinto.
Acerca dessa situação, julgue o item seguinte.
A especificação P pode ser corretamente representada por p (q r), em que p, q e r correspondem a
proposições adequadas e os símbolos e representam, respectivamente, a bicondicional e a conjunção.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
p: a luz permanece acesa.
q: há movimento.
r: não há claridade natural suficiente no recinto.
Note que essas proposições estão conectadas pelo "se e somente se", cujo símbolo é: , e pelo conectivo
"e", cujo símbolo é: .
Representando pela simbologia lógica a expressão dada, obtemos: p (q r).
Gabarito: CERTO.
ESAF/FUNAI/2016/Adaptada
Sejam as proposições (p) e (q) onde (p) é V e (q) é F, sendo V e F as abreviaturas de verdadeiro e falso,
respectivamente. Então com relação às proposições compostas, pode-se afirmar que (p) se e somente se (q)
é V.
Comentários:
O enunciado apresenta as proposições p e q, cujos valores lógicos são V e F, respectivamente. Em seguida,
afirma-se que a proposição composta p se e somente se q é falsa. Será mesmo?
Ora, sabemos que o conectivo bicondicional é verdadeiro quando os valores lógicos de p e q são iguais,
sendo falso quando são diferentes.
Nesta questão temos que a proposição q é falsa, enquanto que p é verdadeira, de forma que as parcelas da
bicondicional terão os seguintes valores lógicos: VF.
ássi ,àoà “eàeàso e teàse àap ese tadoà aà uestão tem valor lógico falso.
Gabarito: ERRADO.
ESAF/ANAC/2016
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Sabendo que os valores lógicos das proposições simples p e q são, respectivamente, a verdade e a falsidade,
assinale o item que apresenta a proposição composta cujo valor lógico é a verdade.
a) ~p q q
b) p q q
c) p q
d) p q
e) q (p q)
Comentários:
O enunciado apresenta as proposições p e q, cujos valores lógicos são V e F, respectivamente. Na sequência,
exige-se que determinemos qual das alternativas disponíveis apresenta proposição lógica composta com
valor lógico verdadeiro. Assim, não tem jeito, precisamos analisar cada um dos itens. No entanto, trata-se
de tarefa simples, pois o caminho da resolução se resume a substituir o valor lógico (dado no enunciado) de
cada proposição simples (p e q) e verificar o resultado de acordo com a tabela-verdade de cada um dos
conectivos.
a) ~p q q
Substituindo o valor lógico das proposições simples, teremos:
(~V F) F
Note que o V está sendo negado, de forma que o valor lógico será falso:
(F F) F
F F
Assim, ficamos com um condicional em que tanto o antecedente como o consequente são falsos. Ora, nesse
caso a proposição composta será verdadeira, o que torna esta alternativa correta.
Ex ele te,àj à ata os àaà uest o,à asàva osàa alisa àosàde aisàite s.
b) p q q
Substituindo o valor lógico das proposições simples, teremos:
(V F) F
V F
Opa! Obtivemos o único caso em que o conectivo condicional possui valor lógico falso: a primeira parte é V,
e a segunda parte é F. Logo, a alternativa está incorreta.
c) p q
Os valores lógicos das proposições simples serão:
V F
Mais uma vez chegamos ao caso em que o conectivo condicional assume valor lógico falso, de modo que a
alternativa está incorreta.
d) p q
V F
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Agora estamos trabalhando com o conectivo bicondicional, cujo valor lógico é verdadeiro quando os valores
lógicos de p e q são iguais, sendo falso quando são diferentes, que é o caso da presente alternativa, o que a
torna incorreta.
e) q (p q)
F (V F)
A segunda parte da proposição composta é formada por uma disjunção, cujo valor lógico só será falso se
ambas as proposições simples que a compõe forem também falsas; será verdadeiro nos demais casos, como
é a situação trazida neste item, isto é, com uma das proposições simples sendo V. Logo:
F V
Agora ficamos com uma conjunção, em que a primeira parte tem valor lógico falso e a segunda é verdadeira.
Ora, essa configuração torna a conjunção falsa, pois ela só será verdadeira se ambas as proposições simples
que a compõe forem também verdadeiras, de modo que este item está incorreto.
Gabarito: Letra A.
Até aqui você teve o correto ENTENDIMENTO de cada conectivo lógico, por meio da abordagem de
simbologia, significado, tabela-verdade e valor lógico deles. Contudo, acreditamos que também é de
fundamental importância que você MEMORIZE cada um desses aspectos para ganhar tempo em sua prova!
Tem algum esquema para me ajudar a decorar os valores lógicos dos conectivos?
É claro que tem, e vamos trazer para você duas opções de resumo! Tente perceber qual delas será mais
eficiente no seu caso:
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CONJUNÇÃO (E)
• A ideia é abordar duas informações nas quais ambas são verdadeiras ou acontecem ao mesmo
tempo.
DISJUNÇÃO (OU)
• A ideia é abordar duas informações nas quais pelo menos uma delas é verdadeira ou acontece
ao mesmo tempo.
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Cole os esquemas em um local bem visível e periodicamente o revise. Caso consiga compreender e
memorizar essas informações, o raciocínio lógico deixará de ser um problema para você. Pode confiar!
É de extrema importância sabermos como negar uma proposição. Neste tópico, iremos nos concentrar em
negar apenas proposições simples. Mais adiante no livro, também estudaremos a negação de proposições
compostas.
Para negar uma proposição simples basta colocar a palavra não na sentença, tornando-a negativa. Vejamos
alguns exemplos:
•
•
Maria é professora. Negação: Maria não é professora.
José é médico. Negação: José não é médico.
A negação pode ser simbolizada por uma pequena cantoneira (¬) ou um sinal de til (~).
Adota e osà oà til à po à se à aisà f ilà deà se à ep ese tadoà eà se à aisà utilizadoà asà p ovasà deà o u sosà
públicos.
A negação tem a função de inverter o valor lógico. Ou seja, o valor lógico da proposição é exatamente o
contrário do valor lógico da proposição que se quer negar. Assim, teremos: ~V = F e ~F = V.
Aí fica tudo como antes, ou seja, não há nenhuma alteração na estrutura da proposição. Logo: ~~F = F e
~~V = V.
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p ~p
V F
F V
Vejamos agora algumas situações bem diferentes que podem ocorrer na negação de proposições, sendo
apropriado tratá-las separadamente.
Nessa primeira situação, temos que a proposição já é negativa, isto é, já está presente a palav aà o à aà
declaração.
É possível efetuarmos a negação de uma proposição simples fazendo uso de expressões como: não é verdade
que, é falso que ou é mentira que. Assim:
Atenção redobrada aqui, colega. Como sabemos, antônimo é o nome que se dá à palavra que tenha
significado contrário (também oposto ou inverso) à outra. Por exemplo, o antônimo de alto é baixo.
Para negarmos a proposiç oà Ma íliaà à o ita ,àal àdeài lui osàaàpalav aà o ,à esulta doàe à Ma íliaà
oà à o ita ,àpode ía osàta àfaze àusoàdoàa t i oàdeà o ita, que é feia. Logo:
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A mesma situação aconteceria para a sentença J à à ulpado .àáà egaç oàpode iaàse :
Entretanto, devemos tomar muito cuidado com expressões nas quais seja possível haver mais de um
antônimo ou mais de uma forma de negá-las. Veja um exemplo:
Essa negação estaria correta, colega? Não, está errada, pois o jogo poderia ter empatado. E como seria o
o eto?àáíà sàfa ía osàoà feij oà o àa oz ,àouàseja:
Portanto, ao efetuar a negação de uma proposição, analise bem se existe outra situação que poderia negá-
la, como o asoàde o st ado.àE àhave do,àeviteàoàusoàdeàa t i os,à asta doàaàutilizaç oàdaàpalav aà o .
CESPE/ANATEL/2012
Em ação judicial contra operadora de telefonia móvel, o defensor do cliente que interpôs a ação apresentou
a argumentação a seguir.
P1: A quantidade de interrupções nas chamadas realizadas de aparelhos cadastrados em planos tarifados
por ligações é quatro vezes superior à quantidade de interrupções nas chamadas realizadas de aparelhos
cadastrados em planos tarifados por minutos.
P2: Se ocorrer falha técnica na chamada ou a operadora interromper a chamada de forma proposital, então
ocorrerá interrupção nas chamadas de meu cliente.
P3: Se a quantidade de interrupções em chamadas realizadas de aparelhos cadastrados em planos tarifados
por ligações for quatro vezes superior à quantidade de interrupções nas chamadas realizadas de aparelhos
cadastrados em planos tarifados por minutos, então não ocorrerá falha técnica na chamada.
P4: Ocorre interrupção na chamada de meu cliente.
Logo, a operadora interrompeu a chamada de forma proposital.
Com base nas proposições acima, julgue o item subsecutivo.
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A negação de P1 é co eta e teàexp essaàpo à áà ua tidadeàdeài te upç esà asà ha adasà ealizadasàdeà
aparelhos cadastrados em planos tarifados por ligações é quatro vezes inferior à quantidade de interrupções
nas chamadas realizadas de aparelhos cadastrados em planos tarifadosàpo à i utos .
Comentários:
Vamos chamar de x a quantidade de interrupções nos planos tarifados por chamada e de y a quantidade de
interrupções nos planos tarifados por minuto.
Dessa maneira, a premissa P1 nos diz que x = 4y. Porém, o nosso objetivo é negá-la. Como faremos isso?
Assim:
≠4
Portanto, basta dizer que tais quantidades são diferentes entre si. Ou seja, "x" não é o quádruplo de "y".
Por outro lado, o item afirmou que x < 4y, o que está errado, pois não sabemos se x < 4y ou se x > 4y.
Portanto, o item ficaria correto se fosse apresentado o seguinte comando:
áà egaç oàdeàP à à o eta e teàexp essaàpo à áà ua tidadeàdeài te upç esà asà ha adasà ealizadasàdeà
aparelhos cadastrados em planos tarifados por ligações não é igual a quatro vezes a quantidade de
interrupções nas chamadasà ealizadasàdeàapa elhosà adast adosàe àpla osàta ifadosàpo à i utos .
Outra possibilidade de fazer a negação:
áà egaç oàdeàP à à o eta e teàexp essaàpo à áà ua tidadeàdeài te upç esà asà ha adasà ealizadasàdeà
aparelhos cadastrados em planos tarifados por ligações é diferente de quatro vezes a quantidade de
i te upç esà asà ha adasà ealizadasàdeàapa elhosà adast adosàe àpla osàta ifadosàpo à i utos .
Gabarito: ERRADO.
CESPE/TRT 10/2013
Considere as seguintes definições de conjuntos, feitas a partir de um conjunto de empresas, E, não vazio.
Xà=à o ju toàdasàe p esasàdeàEàtaisà ueà seàaàe p esaà oàe t egaàoà ueàp o ete,àalgu àdeàseusà lie tesà
esta ài satisfeito ;
áà=à o ju toàdasàe p esasàdeàEàtaisà ueà aàe p esaà oàe t egaàoà ueàp o ete ;
B = conjuntoàdasàe p esasàdeàEàtaisà ueà algu à lie teàdaàe p esaàest ài satisfeito .
Tendo como referência esses conjuntos, julgue o item seguinte.
áà egaç oà daà p oposiç oà áà e p esaà oà e t egaà oà ueà p o ete à à áà e p esaà e t ega o que não
p o ete .
Comentários:
Efetuamos a negação de uma proposição simples colocando um "não" antes do verbo principal da frase.
Logo: A empresa não não entrega o que promete.
Duas negações seguidas se anulam, de modo que ficamos com: A empresa entrega o que promete.
Gabarito: ERRADO.
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Este é um tema que raramente é mencionado nos cursos e livros voltados para concursos. Mas no nosso
livro você ficará completamente equipado para enfrentar a sua banca examinadora, mesmo diante das
maiores surpresas.
Os conectivos lógicos possuem uma ordem de precedência (ou prioridade), assim como acontece com as
operações básicas de cálculo (+, -, x, ÷). Logo:
1º •~
2º •^
3º •˅
4º •→
5º •↔
CESPE/DPU/2016
Um estudante de direito, com o objetivo de sistematizar o seu estudo, criou sua própria legenda, na qual
identificava, por letras, algumas afirmações relevantes quanto à disciplina estudada e as vinculava por meio
de sentenças (proposições). No seu vocabulário particular constava, por exemplo:
P: Cometeu o crime A.
Q: Cometeu o crime B.
R: Será punido, obrigatoriamente, com a pena de reclusão no regime fechado.
S: Poderá optar pelo pagamento de fiança.
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Ao revisar seus escritos, o estudante, apesar de não recordar qual era o crime B, lembrou que ele era
inafiançável.
Tendo como referência essa situação hipotética, julgue o item que se segue.
Caso as proposições R e S se refiram à mesma pessoa e a um único crime, então, independentemente das
valorações de R e S como verdadeiras ou falsas, a proposição R S → Q será sempre falsa.
Comentários:
Na ausência de parênteses, obedecemos à seguinte ordem de precedência entre os conectivos: 1º) negação,
2º) conjunção, 3º) disjunção, 4º) condicional, 5º) bicondicional.
Assim, aplicando essa priorização entre os conectivos lógicos, a proposição trazida pelo enunciado fica:
(R S) → Q.
Co side a doà ueàaàpessoaàte haà o etidoàoà i eà B ,àQàse àve dadei a.
Nesse momento, precisamos recordar que sempre que o consequente é V, toda a sentença unida pelo
condicional é V, independentemente do valor lógico do antecedente.
Portanto, podemos concluir que é plenamente possível termos a sentença (R S) Q verdadeira.
Gabarito: ERRADO.
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3. TABELAS-VERDADE
3.1. Introdução
Vimos muito rapidamente até aqui o uso de tabelas-verdade. Porém, este tópico é tão importante na
resolução das mais diversas questões de concursos que o trataremos de forma específica, a fim de prepará-
lo para montar as tabelas-verdade de quaisquer proposições lógicas.
3.2. Conceito
Tabela-Verdade é uma tabela em que são analisados os valores lógicos de proposições compostas.
Ultimamente têm sido cobradas questões que cobram de forma isolada o conhecimento de tabelas-verdade.
Porém, o mais comum é utilizá-las como ferramenta ou estratégia de solução de um exercício abordando
outro assunto, de modo que se tem uma cobrança indireta deste tópico.
Um dos aspectos relacionados que mais aparece nas provas diz respeito ao número de linhas de uma tabela-
verdade. E, sobre isso, temos uma boa notícia para dar a você: temos uma fórmula bem simples para o
calcular.
Nº de linhas = 2�
Assim, se estivermos diante de uma proposição composta formada por duas proposições simples, então a
tabela-verdade terá quatro linhas, pois 22 = 4.
Bem, nesse caso a tabela-verdade será monstruosa, com dezesseis linhas. Não aconselhamos ninguém a
resolver uma questão via tabela-verdade nessa situação. Seria uma perda de tempo enorme. Na verdade, as
tabelas mais frequentes em concursos públicos são as compostas pelos valores lógicos de duas ou três
proposições simples, cujas estruturas serão analisadas a seguir.
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Sabemos de antemão que essa tabela terá quatro linhas (22 = 4). Para duas proposições simples p e q,
começaremos montando a seguinte estrutura:
p q
Daí, a coluna da primeira proposição (p) terá sempre a seguinte configuração: dois v s seguidos po dois
efes . Veja:
p q
J àpa aàaà olu aàdaàsegu daàp oposiç oà ,àosà v s àeàosà efes àv oàse alternando a cada linha, iniciando
pelo V. Logo:
p q
V V
V F
F V
F F
Assim completamos a estrutura inicial para tabelas-verdade compostas por duas proposições simples. A
terceira coluna dependerá do conectivo lógico que une as proposições p e q. Por exemplo, a tabela-verdade
para a proposição composta ~(p q) será a seguinte:
p q ~(p q)
V V F
V F V
F V F
F F F
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CESPE/PC-MA/2018
áà ualidadeàdaàedu aç oàdosàjove sàso eàouàaàse saç oàdeàsegu a çaàdaàso iedadeàdi i ui .àáà ua tidadeà
de linhas da tabela-verdade correspondente à proposição acima é igual a
A) 2.
B) 4.
C) 8.
D) 16.
E) 32.
Comentários:
A tabela verdade associada a "n" proposições simples possui 2n linhas.
A proposição do enunciado é composta de duas proposições simples: a V b, em que:
a: a qualidade da educação dos jovens sobe.
b: a sensação de segurança da sociedade diminui.
Como são duas proposições simples, a tabela verdade possui 22 = 4 linhas.
Gabarito: Letra B.
Oito linhas.
Isso, parabéns. Teremos oito linhas (23 = 8) numa tabela-verdade composta por três proposições simples.
A primeira coluna (p) terá o seguinte formato: quatro vês seguidos por quatro efes. A segunda coluna (q)
sofrerá a alternância de dois vês com dois efes. Por fim, a terceira coluna (r) alternará um vê com um efe.
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p q r
V V V
V V F
V F V
V F F
F V V
F V F
F F V
F F F
Consideramos que temos três proposições simples, p, q e r, então já sabemos que a tabela-verdade será
formada por oito linhas (23 = 8). Levando-se em conta os valores lógicos dos conectivos envolvidos, teremos:
p q r p^r q˅r (p ^ r) (q ˅ r)
V V V V V V
V V F F V V
V F V V V V
V F F F F V
F V V F V V
F V F F V V
F F V F V V
F F F F F V
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CESPE/MEC/2015
Comentários:
A proposição composta para a qual precisamos determinar o seu valor lógico é composta por dois conectivos:
a disjunção e o bicondicional.
Ora, sabemos que a disjunção só é falsa quando as duas proposições unidas por esse conectivo são falsas.
Por sua vez, o conectivo bicondicional será verdadeiro quando ambas as proposições envolvidas possuem
valores lógicos iguais e falso caso tenham valores lógicos contrários. Tendo isso em mente, a tabela presente
no enunciado terá a seguinte formatação:
Gabarito: CERTO.
CESPE/Polícia Científica/2016
Considere as seguintes proposições para responder a questão.
P1: Se há investigação ou o suspeito é flagrado cometendo delito, então há punição de criminosos.
P2: Se há punição de criminosos, os níveis de violência não tendem a aumentar.
P3: Se os níveis de violência não tendem a aumentar, a população não faz justiça com as próprias mãos.
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A questão busca saber quantas linhas deve possuir a tabela-verdade que irá verificar a validade do
argumento. Temos a presença de quatro proposições simples. Ora, já sabemos que o número de linhas (N)
da tabela-verdade é dado por:
Nº de linhas = 2n
Então, a tabela-verdade que contempla todas as combinações de valores lógicos possíveis para essas
proposições terá 24 = 16 linhas.
Gabarito: Letra C.
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4.1. Introdução
Este é um assunto que vez por outra tem sido cobrado em provas de concursos públicos. Você verá que seria
impossível resolver a questão sem antes ter a noção do que é Tautologia, Contradição e Contingência.
Portanto, demos detida atenção ao que se segue, visto que nada impede que este tópico possa ser cobrado
pela banca elaboradora do seu concurso.
4.2. Tautologia
Tautologia é uma proposição composta cujo valor lógico é sempre verdadeiro, independentemente dos
valores lógicos das proposições simples que a compõem.
CESPE/STJ/2018
Considere as proposições P e Q a seguir.
P: Todo processo que tramita no tribunal A ou é enviado para tramitar no tribunal B ou no tribunal C.
Q: Todo processo que transita no tribunal C é enviado para tramitar no tribunal B.
A partir dessas proposições, julgue o item seguinte.
A proposição ~P → [P → Q], em que ~P denota a negação da proposição P, é uma tautologia, isto é, todos
os elementos de sua tabela-verdade são V (verdadeiro).
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Comentários:
Vamos montar a tabela-verdade da proposição composta apresentada no enunciado, atentos ao valor lógico
da última coluna:
Logo, o item está certo ao afirmar que a proposição ~P → [P → Q] é uma tautologia, uma vez que todas as
linhas da sua tabela-verdade possuem valor lógico verdadeiro.
Gabarito: CERTO.
CESPE/EMAP/2018
Se P e Q são proposições simples, então a proposição [P→Q] ^ P é uma tautologia, isto é, independentemente
dos valores lógicos V ou F atribuídos a P e Q, o valor lógico de [P → Q] ^ P será sempre V.
Comentários:
Vamos montar a tabela-verdade relacionada à proposição composta apresentada:
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Veja que apenas na primeira linha da coluna resultado temos valor lógico V, de modo que a proposição
apresentada não é uma tautologia.
Gabarito: ERRADO.
CESPE/INSS/2016
Considerando-seà asà p oposiç esà si plesà Cl udioà p ati aà espo tes à eà Cl udioà te à u aà ali e taç oà
ala eada ,à à o etoàafi a à ueàaàp oposiç oà Cl udioàp ati aàespo tesàouàele não pratica esportes e não
te àu aàali e taç oà ala eada à àu aàtautologia.
Comentários:
Temos as seguintes proposições simples:
P: Cláudio pratica esportes;
Q: Cláudio tem uma alimentação balanceada.
Seguindo a ordem de precedência dos conectivos, a sentença apresentada é a seguinte: P v (~P ^ ~Q).
Em seguida, montamos a tabela-verdade correspondente, atentos ao valor lógico da última coluna:
Logo, o item está errado ao afirmar que a proposição P v (~P ^ ~Q) é uma tautologia, uma vez que nem
todas as linhas da sua tabela-verdade possuem valor lógico verdadeiro.
Gabarito: ERRADO.
4.3. Contradição
Contradição é uma proposição composta cujo valor lógico é sempre falso, independentemente dos valores
lógicos das proposições simples que a compõem.
Assim como a tautologia, é fácil reconhecer uma contradição. Temos também dois passos a serem seguidos:
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ESAF/FUNAI/2016 /Adaptada
Sejam as proposições p e q e sejam as negações ~p e ~q. Tem-se que p e ~q é uma contradição.
Comentários:
A questão busca saber se a proposição composta p e ~q é uma contradição, ou seja, em que todas as linhas
de sua coluna na tabela-verdade são F. Já que temos apenas duas proposições simples envolvidas, a tabela-
verdade será de quatro linhas:
Assim, visto que em uma das linhas da coluna relativa à proposição em análise teve como valor lógico V,
concluímos que p e ~q não é uma contradição.
Gabarito: ERRADO.
4.4. Contingência
Contingência é uma proposição composta cujo valor lógico pode ser verdadeiro ou pode ser falso. Ou seja,
não é nem uma tautologia e nem tampouco uma contradição.
É tarefa das mais simples reconhecer uma contingência. Temos também dois passos a serem seguidos:
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IADES/Ceitec S.A/2016
Em relação à proposição (p q) (p q), assinale a alternativa correta.
a) É uma tautologia.
b) É uma contingência.
c) É uma contradição.
d) A tabela verdade que a representa é formada por oito linhas.
e) É uma proposição composta formada a partir de três proposições simples.
Comentários:
O primeiro e mais importante passo para a resolução da questão é montar a tabela-verdade da proposição
apresentada pelo enunciado:
Note que a coluna correspondente à proposição em análise é composta por valores lógicos V e F, de modo
que não se trata nem de tautologia e nem de contradição, mas sim de uma contingência. Assim, eliminamos
as alternativas A e C, e ficamos com a alternativa B.
Além disso, a tabela-verdade é composta por apenas duas proposições simples, o que resulta em quatro
linhas! Logo, também eliminamos as alternativas D e E.
Gabarito: Letra B.
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QUESTÕES COMENTADAS
1. FCC/SEFAZ-SP/2006
Das cinco frases abaixo, quatro delas têm uma mesma característica lógica em comum, enquanto uma delas
não tem essa característica.
I. Que belo dia!
II. Um excelente livro de raciocínio lógico.
III. O jogo termina empatado?
IV. Existe vida em outros planetas do universo.
V. Escreva uma poesia.
A frase que não possui essa característica comum é a:
a) I.
b) II.
c) III.
d) IV.
e) V.
Comentários:
Analisando as cinco frases, percebemos que quatro delas (I, II, III e V) possuem uma característica comum:
não são proposições. Por que, mestres? Ora, sabemos que...
✓ Sentenças exclamativas;
✓ Sentenças interrogativas;
✓ Sentenças imperativas;
✓ Sentenças sem verbo
... não são proposições.
Já a frase IV é uma proposição ou uma sentença declarativa, pois conseguimos fazer um julgamento face o
seu conteúdo.
Gabarito: Letra D.
2. CESPE/Polícia Federal/2018
As proposições P, Q e R a seguir referem-se a um ilícito penal envolvendo João, Carlos, Paulo e Maria:
P:à Jo oàeàCa losà oàs oà ulpados .
Q:à Pauloà oà à e ti oso .
R:à Ma iaà ài o e te .
Considerando que ~X representa a negação da proposição X, julgue o item a seguir.
As proposições P, Q e R são proposições simples.
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Comentários:
É óbvio perceber que as proposições Q e R são simples.
Já a proposição P pode gerar alguma dúvida, uma vez que no seu conteúdo é dito algo a respeito de duas
pessoas. Todavia, para o CESPE uma proposição é simples quando é expressa por meio de uma única oração
principal.
Nesse sentido, a proposição P:à Jo oàeàCa losà oàs oà ulpados é uma proposição simples, no caso com
sujeito composto. De fato, esseàsujeitoàpodeàse à esu idoàpelaàexp ess oà Eles ,àfi a do:à
Elesà ãoàsãoà ulpados
Não há dúvida de que estamos diante de uma proposição simples, de modo que o item está certo.
Corroborando com esse entendimento, na prova da ABIN, aplicada em Jan/2018, o Cespe considerou a
seguinte proposição SIMPLES:
OsàPode esàExe utivo,àLegislativoàeàJudi iário devem estar em constante estado de alerta sobre as ações
dasàag iasàdeài telig ia.
Apesar disso, na divulgação do gabarito preliminar o CESPE indicou que o item está ERRADO. Isso mesmo, a
banca foi contra todo o seu histórico de posicionamento neste tipo de questão.
Para completar, diante dos recursos apresentados pelos candidatos, por ocasião do gabarito definitivo o
CESPE ANULOU a questão. Isso mesmo, o item foi anulado.
Gabarito: ANULADA.
3. CESPE/INSS/2016
áàse te çaà B u a,àa esseàaàI te etàe ve ifi ueàaàdataàdaàapose tado iaàdoà“ .àCa los! à àu aàp oposiç oà
composta que pode ser escrita na forma p ^ q.
Comentários:
Aprendemos que uma proposição lógica corresponde a uma frase declarativa, que possibilita ao leitor julgar
a veracidade do seu conteúdo. Isso não ocorre na frase apresentada pelo enunciado, já que é imperativa,
impedindo qualquer juízo de valor por parte do seu destinatário, a quem restará tão somente obedecer ao
comando estabelecido.
Gabarito: ERRADO.
4. CESPE/ANS/2013
áàf aseà Oàse àhumano precisa se sentir apreciado, valorizado para crescer com saúde física, emocional e
psí ui a à àu aàp oposiç oàl gi aàsi ples.
Comentários:
O examinador usou de várias expressões para induzir o candidato a pensar que estamos diante de uma
proposição composta.
No entanto, basta analisarmos que a ideia básica da proposição é a seguinte:
O ser humano precisa disso para acontecer aquilo.
Portanto, temos uma proposição lógica simples, pois não é possível dividi-la em proposições menores.
Gabarito: CERTO.
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5. VUNESP/PC-SP/2014
Um dos princípios fundamentais da lógica é o da não contradição. Segundo este princípio, nenhuma
proposição pode ser simultaneamente verdadeira e falsa sob o mesmo aspecto. Uma das razões da
importância desse princípio é que ele permite realizar inferências e confrontar descrições diferentes do
mesmo acontecimento sem o risco de se chegar a conclusões contraditórias. Assim sendo, o princípio da não
contradição
a) fornece pouco auxílio lógico para investigar a legitimidade de descrições.
b) permite conciliar descrições contraditórias entre si e relativizar conclusões.
c) exibe propriedades lógicas inapropriadas para produzir inferências válidas.
d) oferece suporte lógico para realizar inferências adequadas sobre descrições.
e) propicia a produção de argumentos inválidos e mutuamente contraditórios.
Comentários:
O enunciado é bastante claro e dispensa maiores comentários. De fato, o princípio da não-contradição tem
papel central na lógica. Desse modo, estão incorretas as letras A, B, C e E, que afirmam que o princípio não
é importante, ou tem problemas de fornecer soluções contraditórias ou inapropriadas.
Gabarito: Letra D.
6. CESPE/TRE-ES/2011
Entende-se por proposição todo conjunto de palavras ou símbolos que exprimem um pensamento de sentido
completo, isto é, que afirmam fatos ou exprimam juízos a respeito de determinados entes. Na lógica
bivalente, esse juízo, que é conhecido como valor lógico da proposição, pode ser verdadeiro (V) ou falso (F),
sendo objeto de estudo desse ramo da lógica apenas as proposições que atendam ao princípio da não
contradição, em que uma proposição não pode ser simultaneamente verdadeira e falsa; e ao princípio do
terceiro excluído, em que os únicos valores lógicos possíveis para uma proposição são verdadeiro e falso.
Com base nessas informações, julgue o item a seguir.
Segundo os princípios da não contradição e do terceiro excluído, a uma proposição pode ser atribuído um e
somente um valor lógico.
Comentários:
O princípio do terceiro excluído afirma que uma proposição só pode ser V ou F, de modo que não há uma
terceira possibilidade.
Por sua vez, o princípio da não contradição afirma que os dois valores lógicos são mutuamente excludentes,
isto é, a proposição é só V ou só F, mas não ambos.
Assim, juntando os dois princípios, podemos concluir que a proposição só pode ter um (e apenas um) valor
lógico - ou V ou F.
Gabarito: CERTO.
7. CESPE/SEBRAE/2008
Com relação à lógica formal, julgue o item subsequente.
áàp oposiç oà Ni gu àe si aàaà i gu à àu àexe ploàdeàse te çaàa erta.
Comentários:
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8. CESPE/TJ-CE/2008
A frase "No ano de 2007, o índice de criminalidade da cidade caiu pela metade em relação ao ano de 2006"
é uma sentença aberta.
Comentários:
Não se sabe em qual cidade ocorreu a queda nos índices de criminalidade. Note que esse item quer apenas
saber se a frase é uma sentença aberta.
Se, por exemplo, cidade = Rio de Janeiro, a frase se tornaria uma proposição, já que poderia ser verificada
com dados divulgados nos jornais, nas revistas ou pela secretaria de segurança daquele estado, se de fato
ocorreu a queda nos índices de criminalidade entre os anos de 2006 e 2007.
Gabarito: CERTO.
9. CESPE/TRF 1/2017
A maior prova de honestidade que realmente posso dar neste momento é dizer que continuarei sendo o
cidadão desonesto que sempre fui.
A partir da frase apresentada, conclui-se que, não sendo possível provar que o que é enunciado é falso, então
o enunciador é, de fato, honesto.
Comentários:
Para responder à questão, precisamos partir do princípio de que:
• Uma pessoa honesta sempre diz a verdade; e
• Uma pessoa desonesta sempre mente (aqui seria bom a questão ter explicitado)
Levando isso em conta, a frase apresentada no enunciado possui o seguinte sentido:
A maior prova de que eu digo a verdade é dizer que continuarei mentindo como sempre menti.
Ora, estamos diante de uma frase paradoxal (ou autocontraditória), que assim como as exclamativas,
imperativas (ordens), interrogativas e expressões de sentimento/desejo, não pode ser classificada como
proposições lógicas, pois não pode ser julgada como V ou F.
Quando não conseguimos julgar uma frase em V ou F, dela nada podemos extrair. A lógica trabalha com
proposições e frases desse tipo não são proposições.
Gabarito: ERRADO.
10. IDECAN/IPC/2018
Leia as assertivas abaixo e, em seguida, Assinale a alternativa correta:
a) 2=3 e 2+3=5
b) Se 2=3, então 2+3=7
c) 2=3 ou 2+3=7
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13. FCC/SEFAZ-SC/2018
E à e toàpaísàá,àaàp oposiç oà seàu àpolíti oà o eteàu àatoàdeà o upç o,àe t oàeleà àp eso à àve dadei a.à
Em out oà paísà B,à à ve dadei aà aà p oposiç oà seà u à políti oà est à p eso,à e t oà eleà o eteuà u à atoà deà
co upç o .
Com base apenas nessas informações, pode-se concluir que,
(A) no país B, se um político está livre, ele não cometeu um ato de corrupção.
(B) no país A, todo político preso cometeu um ato de corrupção.
(C) em ambos os países, podem existir políticos presos que não cometeram um ato de corrupção.
(D) no país B, podem existir políticos que cometeram atos de corrupção e não estão presos.
(E) em ambos os países, podem existir políticos que cometeram atos de corrupção e não estão presos.
Comentários:
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14. CESPE/MEC/2015
Considerando que as proposições lógicas sejam representadas por letras maiúsculas e utilizando os
conectivos lógicos usuais, julgue o item a seguir a respeito de lógica proposicional.
áàse te çaà áàvidaà à u taàeàaà o teà à e ta"àpodeàse àsi oli a e teà ep ese tadaàpelaàexp ess oàl gi aà
P Q, em que P e Q são proposições adequadamente escolhidas.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
P: A vida é curta;
Q: A morte é certa.
Note que o conectivo presente na proposição composta do enunciado é a conjunção e ,àpode doà se à
simbolizada da seguinte forma: P Q.
Gabarito: CERTO.
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16. FCC/SEFAZ-SP/2006
Na tabela-verdade abaixo, p e q são proposições.
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p q ?
V V F
V F V
F V F
F F F
17. CESPE/ENAP/2015
Co side a doàaàp oposiç oàP:à “eàJo oàseàesfo ça àoà asta te,àe t oàJo oà o segui àoà ueàdeseja ,àjulgueà
o item a seguir.
“eà aà p oposiç oà Jo oà desejavaà i à à Lua,à asà oà o seguiu à fo à ve dadei a,à e t oà aà p oposiç oà Pà se à
necessariamente falsa.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
A: João se esforça o bastante;
B: João conseguirá o que deseja;
C: João deseja ir à lua.
Assim, a proposição P poderá ser simbolizada da seguinte maneira: A → B.
Note que, considerando o valor lógico do conectivo condicional, só há uma maneira de a proposição
composta P ser falsa, qual seja: caso a proposição A seja verdadeira e a proposição B seja falsa.
Repare que são duas condições que precisam ser satisfeitas. Se apenas uma delas acontecer, certamente a
proposição P será verdadeira. Entendido esse ponto? Então, vamos adiante!
Em seguida, o enunciado fornece uma outra proposição, que chamaremos de Q: Joãoàdesejavaài à àLua,à asà
ãoà o seguiu .
Tal proposição é tida como verdadeira e pode ser representada assim: C ^ ~B.
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Repare que, levando em conta o valor lógico do conectivo conjunção, só há uma maneira de a proposição
composta P ser verdadeira, isto é: caso a proposição C seja verdadeira e a proposição ~B seja verdadeira.
Assim, a proposição simples B é F. Apesar disso, não podemos afirmar categoricamente que com isso a
proposição composta P será necessariamente falsa, pois essa é apenas uma das condições para que isso
ocorra, já que também é necessário que a proposição simples A seja V, situação essa que o enunciado não
trata.
Gabarito: ERRADO.
18. CESPE/DPU/2016
Um estudante de direito, com o objetivo de sistematizar o seu estudo, criou sua própria legenda, na qual
identificava, por letras, algumas afirmações relevantes quanto à disciplina estudada e as vinculava por meio
de sentenças (proposições). No seu vocabulário particular constava, por exemplo:
P: Cometeu o crime A.
Q: Cometeu o crime B.
R: Será punido, obrigatoriamente, com a pena de reclusão no regime fechado.
S: Poderá optar pelo pagamento de fiança.
Ao revisar seus escritos, o estudante, apesar de não recordar qual era o crime B, lembrou que ele era
inafiançável.
Tendo como referência essa situação hipotética, julgue o item que se segue.
A sentença P → S é verdadeira.
Comentários:
Na verdade, não temos como garantir qual é o valor lógico da sentença P → S. Ora, caso a pessoa tenha
o etidoàoà i eà á àeà asoà á àsejaàu à i eài afia ç vel,àte e os:
✓ P: verdadeiro;
✓ S: falso;
✓ P → S: falso (antecedente V e o se ue teàF,àú i oà asoàe à ueàoà “eà...àe t o à àfalso .
Portanto, se existe a possibilidade na situação em consideração de o condicional ser falso, então o item está
errado.
Gabarito: ERRADO.
19. CESPE/DPU/2016
Um estudante de direito, com o objetivo de sistematizar o seu estudo, criou sua própria legenda, na qual
identificava, por letras, algumas afirmações relevantes quanto à disciplina estudada e as vinculava por meio
de sentenças (proposições). No seu vocabulário particular constava, por exemplo:
P: Cometeu o crime A.
Q: Cometeu o crime B.
R: Será punido, obrigatoriamente, com a pena de reclusão no regime fechado.
S: Poderá optar pelo pagamento de fiança.
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Ao revisar seus escritos, o estudante, apesar de não recordar qual era o crime B, lembrou que ele era
inafiançável.
Tendo como referência essa situação hipotética, julgue o item que se segue.
A sentença Q → R é falsa.
Comentários:
“upo ha osà ueàaàpessoaà oàte haà o etidoàoà i eà B .àNesseà aso,àte e osàaàp oposiç oàQ falsa.
Nesse momento, precisamos recordar que sempre que o antecedente é falso, o condicional é verdadeiro,
independentemente do valor lógico do consequente.
Portanto, podemos concluir que é plenamente possível termos a sentença Q R verdadeira.
Gabarito: ERRADO.
21. CESPE/MDIC/2014
Co side a doà ueàPàsejaàaàp oposiç oà áàB asilàCe t alà àu aàdasà uasà aisà movimentadas do centro da
cidade e lá o preço dos aluguéis é alto, mas se o interessado der três passos, alugará a pouca distância uma
lojaàpo àu àvalo à aixo ,àjulgueàoàite àsu se utivo,àaà espeitoàdeàl gi aàse te ial.
A proposição P pode ser expressa corretamente na forma Q R (S → T), em que Q, R, S e T representem
proposições convenientemente escolhidas.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
Q: A Brasil Central é uma das ruas mais movimentadas do centro da cidade.
R: Na Rua Brasil Central o preço dos aluguéis é alto.
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22. CESPE/PF/2012
Um jovem, ao ser flagrado no aeroporto portando certa quantidade de entorpecentes, argumentou com os
policiais conforme o esquema a seguir:
Premissa 1: Eu não sou traficante, eu sou usuário;
Premissa 2: Se eu fosse traficante, estaria levando uma grande quantidade de droga e a teria escondido;
Premissa 3: Como sou usuário e não levo uma grande quantidade, não escondi a droga.
Conclusão: Se eu estivesse levando uma grande quantidade, não seria usuário.
Considerando a situação hipotética apresentada acima, julgue o item a seguir.
Se P e Q representam, respectivamente, as proposições "Eu não sou traficante" e "Eu sou usuário", então a
premissa 1 estará corretamente representada por P Q.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
P: Eu não sou traficante.
Q: Eu sou usuário.
Note que a ideia da primeira premissa é a de que as duas coisas ocorrem: não sou traficante, e, além disso,
sou um usuário. Se temos a ideia de que as duas coisas acontecem, é porque estamos diante de uma
conjunção.
Dessa forma, a frase pode ser representada como P Q e pode ser assim reescrita: Eu não sou traficante e
euàsouàusu io .
Gabarito: CERTO.
23. CESPE/TRE-ES/2011
Considere que P e Q sejam duas proposições que podem compor novas proposições por meio dos conectivos
lógicos ~, , e →, os quais significam "não", "e", "ou" e "se, então", respectivamente. Considere, ainda, que
a negação de P, ~P (lê-se: não P) será verdadeira quando P for falsa, e será falsa quando P for verdadeira; a
conjunção de P e Q, P Q (lê-se: P e Q) somente será verdadeira quando ambas, P e Q, forem verdadeiras;
a disjunção de P e Q, P Q (lê-se: P ou Q) somente será falsa quando P e Q forem falsas; e a condicional de
P e Q, P → Q (lê-se: se P, então Q) somente será falsa quando P for verdadeira e Q falsa. Considere, por fim,
que a tabela-verdade de uma proposição expresse todos os valores lógicos possíveis para tal proposição, em
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função dos valores lógicos das proposições que a compõem. Com base nesse conjunto de informações, julgue
o item seguinte.
A proposição "Esta prova não está difícil ou eu estudei bastante" pode ser corretamente representada por
~P Q.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
P: esta prova está muito difícil.
Q: eu estudei bastante.
Dessa maneira, a proposição composta apresenta no enunciado é a seguinte: ~P Q.
Note que o conectivo Disjunção (ou) une duas parcelas: a negação da proposição P e a proposição Q.
Gabarito: CERTO.
24. CESPE/TRE-ES/2011
Diz-se que as proposições P e Q são logicamente equivalentes quando possuem tabelas-verdade idênticas,
de modo que tais proposições assumem os mesmos valores lógicos em função de suas proposições
representa uma forma de expressar uma mesma afirmação de diferentes maneiras. Considerando essas
informações, julgue o próximo item.
A proposição "Como gosta de estudar e é compenetrado, João se tornará cientista" pode ser expressa por
"Se João gosta de estudar e é compenetrado, então, se tornará cientista".
Comentários:
Na frase apresentada, a palavra "como" estabelece relação de causa e consequência, de modo que o fato de
João gostar de estudar e ser compenetrado resulta no fato de ele se tornar cientista. Logo:
João gosta de estudar e é compenetrado → João se torna cientista.
O conectivo que estabelece a ideia de causa e consequência é o condicional, representado por "se... então".
Ouàseja,àpode osà ees eve àaàf aseàassi :à Se João gosta de estudar e é compenetrado, então se tornará
ie tista .
Gabarito: CERTO.
25. CESPE/TRE-ES/2011
Diz-se que as proposições P e Q são logicamente equivalentes quando possuem tabelas-verdade idênticas,
de modo que tais proposições assumem os mesmos valores lógicos em função de suas proposições
representa uma forma de expressar uma mesma afirmação de diferentes maneiras. Considerando essas
informações, julgue o próximo item.
A proposição "Se Lucas vai a sua cidade natal, então Lucas brinca com seus amigos" pode ser expressa por
"quando vai a sua cidade natal, Lucas brinca com seus amigos".
Comentários:
Sempre devemos estar atentos à ideia presente na frase. Nesse caso, as duas formas de escrita nos passam
aà es aà e sage :à “e p eà ueàLu asàvaià à idadeà atal,àeleà i aà o àseusàa igos .
Se o sentido é o mesmo, então realmente ambas são duas formas de expressar a mesma proposição.
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Gabarito: CERTO.
26. CESPE/TRE-MS/2013
Considere a seguinte sentença: A beleza e o vigor são companheiras da mocidade, e a nobreza e a sabedoria
são irmãs dos dias de maturidade. Se P, Q e R são proposições simples e convenientemente escolhidas, essa
sentença pode ser representada, simbolicamente, por
a) (P Q) ⇒ R.
b) P ⇒ (R Q).
c) P Q.
d) P R.
e) P ⇒ R.
Comentários:
Vamos separar as informações da sentença em análise: A beleza e o vigor são companheiras da
mocidade, e a nobreza e aàsa edo iaàsãoài ãsàdosàdiasàdeà atu idade .
Observe atentamente a expressão A beleza e o vigor são companheiras da mocidade .àEsteà"e"à ueàligaàosà
elementos (beleza, vigor) não é o conectivo conjunção, pois o predicado o pa hei asà daà o idade é
único, de modo que essa proposição toda é simples. O mesmo se aplica à expressão a nobreza e a sabedoria
sãoài ãsàdosàdiasàdeà atu idade , por isso temos apenas duas proposições simples ligadas pelo conectivo
conjunção.
Podemos, convenientemente, escrever as expressões do seguinte modo:
P: A beleza e o vigor são companheiras da mocidade.
R: A nobreza e a sabedoria são irmãs dos dias de maturidade.
Sendo assim, a sentença "A beleza e o vigor são companheiras da mocidade, e a nobreza e a sabedoria são
irmãs dos dias de maturidade" pode ser representada por P R.
Gabarito: Letra D.
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A proposição P1 pode ser corretamente representada pela forma simbólica P Q, em que P e Q são
proposições convenientemente escolhidas e o símbolo representa o conectivo lógico denominado
conjunção.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
P: O peso é suportado pela sua estrutura muscular.
Q: o peso é suportado pela estrutura óssea.
Precisamos fazer a representação lógica de P1:à O peso é suportado pela sua estrutura muscular e o peso é
supo tadoàpelaàest utu aàóssea .
Note que temos duas proposições simples unidas pela conjunção, que em termos simbólicos fica: P Q.
Gabarito: CERTO.
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Em face dessa afirmação, que deve ser considerada como proposição A, considere, ainda, as
proposições P, Q e R, a seguir.
P: O presidente não vetou o projeto.
Q: O motorista que foi pego dirigindo veículo de categoria diferente daquela para a qual é habilitado cometeu
infração gravíssima, punida com multa e apreensão do veículo.
R: O motorista que foi pego dirigindo veículo de categoria diferente daquela para a qual é habilitado
continuou com sua habilitação.
Limitando-se aos aspectos lógicos inerentes às proposições acima apresentadas, julgue o item seguinte.
A proposição A estará corretamente simbolizada por P → Q R,àe à ueàosàsí olosà → àeà à ep ese ta ,à
respectivamente, os conectivos lógicos denominados condicional e conjunção.
Comentários:
Vamos reescrever a proposição A, para deixar explícito os conectivos: Se (o presidente não tivesse vetado o
projeto), então [(o motorista que foi pego dirigindo veículo de categoria diferente daquela para a qual estava
habilitado teria cometido infração gravíssima, punida com multa e apreensão do veículo), e (continuaria com
a sua habilitação)].
Note que temos um condicional, cujo consequente é uma proposição composta unida por uma conjunção.
Fazendo a simbologia lógica da sentença, ficamos com: P → (Q R).
Gabarito: CERTO.
30. CESPE/MPU/2013
Nosàte osàdaà Leià .ºà . / ,à Éà dispe s velà aà ealizaç oà deà ovaà li itaç oà ua doà oà apa e e e à
interessados em licitação anterior e esta não puder ser repetida sem p ejuízoà pa aà aà ad i ist aç o .à
Considerando apenas os aspectos desse mandamento atinentes à lógica e que ele seja cumprido se, e
somente se, a proposição nele contida, — proposição P — for verdadeira, julgue o item seguinte.
áà egaç oàdaàp oposiç oà áàli itação anterior não pode ser repetida sem p ejuízoàpa aàaàad i ist aç o àest à
o eta e teà exp essaà po à áà li itaç oà a te io à so e teà pode à se à epetidaà o à p ejuízoà pa aà aà
ad i ist aç o .
Comentários:
Efetuamos a negação de uma proposição simples colocando um "não" antes do verbo principal da frase.
Logo: áàli itaçãoàa te io ànão ãoàpodeàse à epetidaàse àp ejuízoàpa aàaàad i ist ação .
Duas negações seguidas se anulam, de modo que ficamos com: áàlicitação anterior pode ser repetida sem
p ejuízoàpa aàaàad i ist ação .
Perceba que o enunciado trouxe algo totalmente diferente disso.
Gabarito: ERRADO.
31. CESPE/MPU/2013
Nosàte osàdaà Leià .ºà . / ,à Éà dispe s velà aà ealizaç oà deà ovaà licitação quando não aparecerem
interessados em licitação anterior e esta não puder ser repetida sem prejuízo para aà ad i ist aç o .à
Considerando apenas os aspectos desse mandamento atinentes à lógica e que ele seja cumprido se, e
somente se, a proposição nele contida, — proposição P — for verdadeira, julgue o item seguinte.
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áàp oposiç oàPà àe uivale teàaà “eà oàapa eceram interessados em licitação anterior e esta não puder ser
repetida sem prejuízo para a administração, então é dispensável a realização de ovaàli itaç o .
Comentários:
Sejam as proposições simples:
r: É dispensável a realização de nova licitação.
s: Não aparecem interessados em licitação anterior.
t: A licitação não pode ser repetida sem prejuízo para a administração.
O enunciado apresenta a proposição P: É dispensável a realização de nova licitação quando não aparecerem
interessados em licitação anterior e esta não puder ser repetida sem prejuízo para a administração.
O termo "quando" remete ao condicional. Por exemplo: "quando chove, o chão fica molhado." Isso é o
mesmo que: "se chove, então o chão fica molhado."
Todavia, precisamos estar atentos ao fato de que as parcelas de P estão em ordem inversa. Algo como: o
chão fica molhado quando chove. Assim, quem vem logo depois do "quando" é o antecedente. Quem vem
logo antes é o consequente.
Po ta to,à deve osà t o a à deà posiç oà aà f aseà o à oà ua do à pa a ade ua à aoà fo atoà doà “e,à e t o .à
Aplicando isso à nossa frase, ficamos com: r quando s e t. Isso corresponde a: s t → r.
Agora temos uma proposição escrita na simbologia lógica usual. Passando isso novamente para um texto
escrito, respeitando os conectivos indicados, temos: Se (não apareceram interessados em licitação
anterior e a licitação não puder ser repetida sem prejuízo para a administração), então (é dispensável a
realização de nova licitação).
Gabarito: CERTO.
32. CESPE/IBAMA/2013
O homem e o aquecimento global
P1: O planeta já sofreu, ao longo de sua existência de aproximadamente 4,5 bilhões de anos, processos de
resfriamentos e aquecimentos extremos (ou seja, houve alternância de climas quentes e frios) e a presença
humana no planeta é recente, cerca de 2 milhões de anos.
P2: Se houve alternância de climas quentes e frios, este é um fenômeno corrente na história do planeta.
P3: Se a alternância de climas é um fenômeno corrente na história do planeta, o atual aquecimento global é
apenas mais um ciclo do fenômeno.
P4: Se o atual aquecimento global é apenas mais um ciclo do fenômeno, como a presença humana no planeta
é recente, então a presença humana no planeta não é causadora do atual aquecimento global.
C: Logo, a presença humana no planeta não é causadora do atual aquecimento global.
Considerando o argumento acima, em que as proposições de P1 a P4 são as premissas e C é a conclusão,
julgue o item seguinte.
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áàp oposiç oàP à àlogi a e teàe uivale teàaà Co oàoàatualàa ue i e toàglo alà àape asà aisàu à i loàdoà
fenômeno e a presença humana no planeta é recente, a presença humana no planeta não é causadora do
atual aque i e toàglo al .
Comentários:
Vamos analisar detalhadamente a proposição P4: Se o atual aquecimento global é apenas mais um ciclo do
fenômeno, como a presença humana no planeta é recente, então a presença humana no planeta não é
causadora do atual aquecimento global.
As palavras "se" e "como" apontam para os antecedentes do condicional. Para exemplificar, considere as
sentenças:
Como chegarei cedo, serei o primeiro atendido.
Se eu chegar cedo, então serei o primeiro atendido.
No primeiro caso, temos o "como" introduzindo uma ideia de causa. No segundo caso, temos o "se"
introduzindo uma condição.
Voltando à questão, temos então dois antecedentes:
• O atual aquecimento global é apenas mais um ciclo do fenômeno.
• A presença humana no planeta é recente.
Nosso consequente é: a presença humana não é causadora do atual aquecimento global.
Isso resulta em: Se o atual aquecimento global é apenas mais um ciclo do fenômeno e a presença humana
no planeta é recente, então a presença humana no planeta não é causadora do atual aquecimento global.
Outra opção seria: Como o atual aquecimento global é apenas mais um ciclo do fenômeno e a presença
humana no planeta é recente, a presença humana no planeta não é causadora do atual aquecimento global.
Gabarito: CERTO.
33. CESPE/BACEN/2013
O governo federal identificou que é fundamental para o crescimento econômico do país a construção de
ferrovia ligando determinada região produtora de grãos ao porto mais próximo. Os estudos de demanda
mostraram que o empreendimento não é viável economicamente para o setor privado, razão por que o
governo decidiu adotar medidas para incentivar o setor privado a investir na construção e operação da
ferrovia. Nas reuniões para a escolha da melhor forma de incentivar o setor privado, dois argumentos que
se destacaram são apresentados a seguir.
Argumento 1:
P1: O governo quer que a ferrovia seja construída, há necessidade de volumosos investimentos iniciais na
construção e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação.
P2: Como há necessidade de volumosos investimentos iniciais para a construção da ferrovia e não haverá
demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação, a taxa interna de retorno do negócio
será baixa.
P3: Se a taxa interna de retorno do negócio for baixa, os empresários não terão interesse em investir seus
recursos próprios na construção e operação da ferrovia.
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P4: Se o governo quer que a ferrovia seja construída e se os empresários não tiverem interesse em investir
seus recursos próprios na construção e operação, o governo deverá construí-la com recursos da União e
conceder a operação à iniciativa privada.
C1: Logo, o governo deverá construir a ferrovia com recursos da União e conceder a operação à iniciativa
privada.
Argumento 2:
Q1: O governo federal constrói a ferrovia com recursos da União ou toma emprestados 70% dos recursos
necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., e empresta
ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a.
Q2: Se o governo constrói a ferrovia com recursos da União, remunera o capital do construtor segundo sua
taxa mínima de atratividade, que é de 16% a.a.
Q3: É menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de
9% a.a. e financiar a construção à taxa subsidiada de 3% a.a, do que remunerar o capital do construtor
segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a.
Q4: Se o governo empresta para o empresário 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, à taxa
subsidiada de 3% a.a., então a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de
atratividade.
Q5: Se a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade, então o
empresário tem interesse em investir seus recursos próprios em parte da construção e na operação da
ferrovia.
C2: Logo, se é menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa
SELIC de 9% a.a. e financiar à taxa subsidiada de 3% a.a., do que remunerar o capital do construtor segundo
sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a., então o governo toma emprestados 70% dos recursos
necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., empresta ao
empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a., e o empresário terá
interesse em investir seus recursos próprios em parte da construção e na operação da ferrovia.
Com referência aos argumentos hipotéticos apresentados, julgue o item seguinte, relativo à lógica
sentencial.
áàp oposiç oàP à àlogi a e teàe uivale teàaà “eàh à e essidadeàde volumosos investimentos iniciais para a
construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação,
e t oàaàtaxaài te aàdeà eto oàdoà eg ioàse à aixa .
Comentários:
Sejam as proposições simples:
V: há necessidade de volumosos recursos iniciais para a construção da ferrovia.
D: haverá demanda suficiente pela utilização da ferrovia nos primeiros anos de operação.
X: a taxa interna de retorno do negócio será baixa.
Vamos analisar detalhadamente a proposição P2: Como há necessidade de volumosos investimentos iniciais
para a construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de
operação, a taxa interna de retorno do negócio será baixa.
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áàpalav aà como à osà e eteàaoàcondicional. Além disso, no antecedente temos duas proposições unidas
pela conjunção. Dessa maneira, na simbologia lógica a proposição P2 fica: (V ~D) → X.
Por fim, reescrevemos P2 no formato padrão do condicional: Se há necessidade de volumosos investimentos
iniciais para a construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos
de operação, então a taxa interna de retorno do negócio será baixa.
Gabarito: CERTO.
34. CESPE/PF/2014
Ao planejarem uma fiscalização, os auditores internos de determinado órgão decidiram que seria necessário
testar a veracidade das seguintes afirmações:
P: Os beneficiários receberam do órgão os insumos previstos no plano de trabalho.
Q: Há disponibilidade, no estoque do órgão, dos insumos previstos no plano de trabalho.
R: A programação de aquisição dos insumos previstos no plano de trabalho é adequada.
A respeito dessas afirmações, julgue o item seguinte, à luz da lógica sentencial.
“eàasàafi aç esàQàeàRàfo e àve dadei as,àse àve dadei aàaàsegui teàp oposiç o:à “eà oàh àdispo i ilidade,à
no estoque do órgão, dos insumos previstos no plano de trabalho, então a programação de aquisição dos
insumos previstosà oàpla oàdeàt a alhoà oà àade uada.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
P: Os beneficiários receberam do órgão os insumos previstos no plano de trabalho.
Q: Há disponibilidade, no estoque do órgão, dos insumos previstos no plano de trabalho.
R: A programação de aquisição dos insumos previstos no plano de trabalho é adequada.
Temos que analisar a seguinte proposição: Se não há disponibilidade, no estoque do órgão, dos insumos
previstos no plano de trabalho, então a programação de aquisição dos insumos previstos no plano de
t a alhoà ãoà àade uada.
Podemos fazer a seguinte representação simbólica: ~Q → ~R. Ora, o enunciado afirma que Q e R são
verdadeiras. Logo, suas negações são falsas. As parcelas do nosso condicional assumirão os seguintes valores
lógicos: F → F.
Um condicional com duas parcelas falsas é verdadeiro, o que torna o item certo.
Gabarito: CERTO.
35. CESPE/PF/2013
Nos termos do Edital n.º 9/2012 – DGP/DPF, de 10/6/2012, do concurso público para provimento de vagas
no cargo de escrivão de polícia federal, cada candidato será submetido, durante todo o período de realização
do concurso, a uma investigação social que visa avaliar o procedimento irrepreensível e a idoneidade moral
inatacável dos candidatos. O item 19.1 do edital prevê que a nomeação do candidato ao cargo fica
condicionada à não eliminação na investigação social e ao atendimento a outros requisitos.
Com base nessas informações, e considerando que Pedro Henrique seja um dos candidatos, julgue o item
seguinte.
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Co side eà ueàseja àve dadei asàasàp oposiç esà Ped oàHe i ueà oàfoiàeli i adoà aài vestigaç oàso ial à
eà Ped oàHe i ueàse à o eadoàpa aàoà a go .àNesseà aso,àse àta àve dadei aàaàp oposiç oà “eàPed oà
Henrique foi eliminado na investigação social, e t oàeleà oàse à o eadoàpa aàoà a go .
Comentários:
Sejam as proposições simples:
p: Pedro Henrique foi eliminado na investigação social.
q: Pedro Henrique será nomeado para o cargo.
Foi dito que a negação de p é verdadeira, pois o enunciado afirma que Pedro não foi eliminado na
investigação social. Assim, concluímos que p é falso.
Além disso, foi dito ainda que "Pedro Henrique será nomeado". Logo, q é verdadeiro.
Precisamos avaliar o valor lógico de p → (¬q). Note que o antecedente é falso e o consequente é verdadeiro
(F → F), de modo que o condicional é verdadeiro.
Gabarito: CERTO.
36. CESPE/PF/2012
Um jovem, ao ser flagrado no aeroporto portando certa quantidade de entorpecentes, argumentou com os
policiais conforme o esquema a seguir:
Premissa 1: Eu não sou traficante, eu sou usuário;
Premissa 2: Se eu fosse traficante, estaria levando uma grande quantidade de droga e a teria escondido;
Premissa 3: Como sou usuário e não levo uma grande quantidade, não escondi a droga.
Conclusão: Se eu estivesse levando uma grande quantidade, não seria usuário.
Considerando a situação hipotética apresentada acima, julgue o item a seguir.
Se a proposição "Eu não sou traficante" for verdadeira, então a premissa 2 será uma proposição verdadeira,
independentemente dos valores lógicos das demais proposições que a compõem.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
p: eu sou traficante.
q: eu levo grande quantidade de drogas.
r: eu escondo a droga.
A premissa 2 pode ser representada por: p → (q r).
O enunciado afirma que a proposição "Eu não sou traficante" é verdadeira, de modo que a proposição "p" é
falsa.
A única situação em que o condicional é falso ocorre quando o antecedente é verdadeiro e o consequente é
falso.
No caso desta questão, o antecedente é falso. Logo, é impossível termos o caso V/F. Assim, pouco importa
o valor lógico do consequente. Já temos como garantir que não caímos no caso V/F. Portanto, o condicional
é verdadeiro.
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Gabarito: CERTO.
F V
"Se você realizou o curso específico, então pode operar a máquina M."
Percebe-se que a segunda proposição é falsa. Assim, a decisão do supervisor vai de encontro ao segundo
aviso apenas.
Gabarito: Letra E.
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40. ESAF/FUNAI/2016
“ejaàaàp oposiç o:à “e u àele e toàpossuiàaàp op iedadeàPàe t oàeleàpossuiàta àaàp op iedadeàQ .àPa aà
demonstrar que esta proposição é falsa, basta mostrar que:
a) todo elemento que possui a propriedade Q também possui a propriedade P.
b) existe um elemento que não possui nem a propriedade P nem a propriedade Q.
c) existe um elemento que possui a propriedade P, mas não possui a propriedade Q.
d) existe um elemento que não possui a propriedade P.
e) existe um elemento que possui a propriedade Q, mas não possui a propriedade P.
Comentários:
Esta questão trata do valor lógico do conectivo condicional: somente será F quando o antecedente for V e o
consequente for F!
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Assim, para demonstrar que uma proposição com a presença do “Se... então” é falsa basta que a primeira
parte seja V e a segunda seja F. Aplicando isso à sentença apresentada pelo enunciado, teremos: Existeàu à
elemento que possui a propriedade P, mas não possuiàaàp op iedadeàQ .
Gabarito: Letra C.
41. ESAF/MTur/2014
Assinale a opção que apresenta valor lógico falso.
a) 23 = 8 e 1 + 4 = 5.
b) Se √� = , então 6 ÷ 2 = 3.
c) Ou 3 – 1 = 2 ou 5 + 2 = 8.
d) Se 7 – 2 = 5, então 5 + 1 = 7.
e) 32 = 9 se, e somente se, √� = .
Comentários:
Esta questão é um bom resumo sobre o valor lógico dos conectivos. Desejamos encontrar a alternativa que
apresenta valor lógico falso.
Vamos analisar cada alternativa:
a) 23 = 8 e 1 + 4 = 5
• Conectivo: conjunção.
• Valor lógico: Só é V quando as duas proposições simples forem V.
Sejam as proposições simples:
p: 23 = 8. Valor lógico é V.
q: 1 + 4 = 5. Valor lógico é V.
Assim, o valor lógico da proposição é verdadeiro.
b) Se √� = , então 6 ÷ 2 = 3.
• Conectivo: condicional.
• Valor lógico: Só é F quando a primeira proposição simples é V e a segunda é F.
Sejam as proposições simples:
p: √� = . Valor lógico é F.
q: 6 ÷ 2 = 3. Valor lógico é V.
Assim, o valor lógico da proposição é verdadeiro.
c) Ou 3 – 1 = 2 ou 5 + 2 = 8.
• Conectivo: disjunção exclusiva.
• Valor lógico: Só é V quando as duas proposições simples possuem valores lógicos contrários.
Sejam as proposições simples:
p: 3 – 1 = 2. Valor lógico é V.
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q: 5 + 2 = 8. Valor lógico é F.
Assim, o valor lógico da proposição é verdadeiro.
d) Se 7 – 2 = 5, então 5 + 1 = 7.
• Conectivo: condicional.
• Valor lógico: Só é F quando a primeira proposição simples é V e a segunda é F.
Sejam as proposições simples:
p: 7 – 2 = 5. Valor lógico é V.
q: 5 + 1 = 7. Valor lógico é F.
Assim, o valor lógico da proposição é falso, tornando-se a alternativa correta da nossa questão. Para finalizar,
vejamos o último item.
3
e) 32 = 9 se, e somente se, √8 = 2.
• Conectivo: bicondicional.
• Valor lógico: Só é V quando as duas proposições simples possuem valores lógicos iguais.
Sejam as proposições simples:
p: 32 = 9. Valor lógico é V.
3
q: √8 = 2. Valor lógico é V.
Assim, o valor lógico da proposição é verdadeiro.
Gabarito: Letra D.
42. ESAF/SEFAZ-SP/2009
Assinale a opção verdadeira:
a) 3 = 4 ou 3 + 4 = 9;
b) Se 3 = 3, então, 3 + 4 = 9;
c) 3 = 4 e 3 + 4 = 9;
d) Se 3 = 4, então 3 + 4 = 9;
e) 3 = 3 se e somente se 3 + 4 = 9.
Comentários:
A questão busca testar os nossos conhecimentos a respeito dos valores lógicos dos conectivos.
1º Passo: Identificamos as proposições que estão envolvidas nas alternativas, sempre que possível
representando-as por letras.
• p: 3=4
• q: 3 + 4 = 9
• r: 3=3
2º Passo: julgamos o valor lógico de cada proposição (V ou F).
• p: 3=4 ; O valor lógico de p é falso, pois ≠ .
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43. ESAF/MPOG/2009
Entre as opções abaixo, a única com valor lógico verdadeiro é:
a) Se Roma é a capital da Itália, Londres é a capital da França.
b) Se Londres é a capital da Inglaterra, Paris não é a capital da França.
c) Roma é a capital da Itália e Londres é a capital da França ou Paris é a capital da França.
d) Roma é a capital da Itália e Londres é a capital da França ou Paris é a capital da Inglaterra.
e) Roma é a capital da Itália e Londres não é a capital da Inglaterra.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
✓ p: Roma é a capital da Itália;
✓ q: Londres é a capital da França;
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44. ESAF/STN/2005
Se Marcos não estuda, João não passeia. Logo,
a) Marcos estudar é condição necessária para João não passear.
b) Marcos estudar é condição suficiente para João passear.
c) Marcos não estudar é condição necessária para João não passear.
d) Marcos não estudar é condição suficiente para João passear.
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45. ESAF/MPOG/2009
Co side eà ue:à seàoàdiaàestá o ito,àe t oà oà hove .àDesseà odo:
a) não chover é condição necessária para o dia estar bonito.
b) não chover é condição suficiente para o dia estar bonito.
c) chover é condição necessária para o dia estar bonito.
d) o dia estar bonito é condição necessária e suficiente para chover.
e) chover é condição necessária para o dia não estar bonito.
Comentários:
áàse te çaà seàoàdiaàest à o ito,àe t oà oà hove à à o postaàpo àduasàp oposiç es:
p: o dia está bonito;
q: não chove.
Obviamente, o conectivo que as une é o condicional, resultando simbolicamente em p → q.
Vimos que a 1ª proposição é suficiente para a 2ª, mas que a 2ª é necessária para a 1ª. Ok? Coloquemos isso
nas proposições p e q da nossa questão.
Oàdiaàesta à o itoà o diçãoàsufi ie teàpa aà ãoà hove .
Nãoà hove à à o diçãoà e ess iaàpa aàoàdia esta à o ito.
Agora é analisar as alternativas e correr para o abraço, marcando a alternativa correta.
Gabarito: Letra A.
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46. ESAF/SEFAZ-MG/2005
O reino está sendo atormentado por um terrível dragão. O mago diz ao rei: "O dragão desaparecerá amanhã
se e somente se Aladim beijou a princesa ontem". O rei, tentando compreender melhor as palavras do mago,
faz as seguintes perguntas ao lógico da corte:
1.Se a afirmação do mago é falsa e se o dragão desaparecer amanhã, posso concluir corretamente que
Aladim beijou a princesa ontem?
2.Se a afirmação do mago é verdadeira e se o dragão desaparecer amanhã, posso concluir corretamente que
Aladim beijou a princesa ontem?
3.Se a afirmação do mago é falsa e se Aladim não beijou a princesa ontem, posso concluir corretamente que
o dragão desaparecerá amanhã?
O lógico da corte, então, diz acertadamente que as respostas logicamente corretas para as três perguntas
são, respectivamente:
a) Não, sim, não
b) Não, não, sim
c) Sim, sim, sim
d) Não, sim, sim
e) Sim, não, sim
Comentários:
É fácil perceber que a frase do enunciado é uma bicondicional (p q).
Sejam as proposições simples:
p: O dragão desaparecerá amanhã.
q: Aladim beijou a princesa ontem.
O próximo passo é analisar cada uma das perguntas que o Rei fez ao lógico da corte:
1. Se a afirmação do mago é falsa e o dragão desaparecer amanhã (p é verdadeira), logo q é falsa: Aladim
não beijou a princesa ontem. Resposta: NÃO.
2. Se a afirmação do mago é verdadeira e o dragão desaparecer amanhã (p é verdadeira), logo q é verdadeira:
Aladim beijou a princesa ontem. Resposta: SIM.
3. Se a afirmação do mago é falsa e se Aladim não beijou a princesa ontem (q é falsa), logo p é verdadeira: O
dragão desaparecerá amanhã. Resposta: SIM.
Gabarito: Letra D.
47. ESAF/ANEEL/2006
Sabe-se que Beto beber é condição necessária para Carmem cantar e condição suficiente para Denise dançar.
Sabe-se, também, que Denise dançar é condição necessária e suficiente para Ana chorar. Assim, quando
Carmem canta,
a) Beto não bebe ou Ana não chora.
b) Denise dança e Beto não bebe.
c) Denise não dança ou Ana não chora.
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48. FCC/DPE-SP/2013
Considere as proposições abaixo.
p: Afrânio estuda. ; q: Bernadete vai ao cinema. ; r: Carol não estuda.
Admitindo que essas três proposições são verdadeiras, qual das seguintes afirmações é FALSA?
a) Afrânio não estuda ou Carol não estuda.
b) Se Afrânio não estuda, então Bernadete vai ao cinema.
c) Bernadete vai ao cinema e Carol não estuda.
d) Se Bernadete vai ao cinema, então Afrânio estuda ou Carol estuda.
e) Se Carol não estuda, então Afrânio estuda e Bernadete não vai ao cinema.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
p: Afrânio estuda;
q: Bernadete vai ao cinema;
r: Carol não estuda.
Já sabemos que p, q e r são verdadeiras, segundo a informação do próprio enunciado. Devemos, então,
analisar se é V ou F cada alternativa que utiliza essas proposições simples para formar proposições
compostas. Lembrando que a nossa busca é pela FALSA.
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F V
F V
V V
V V F
e) Se Carol não estuda, então Afrânio estuda e Bernadete não vai ao cinema.
O conectivo é a Condicional, que só é falsa quando a primeira proposição simples é verdadeira e a segunda
é falsa. A segunda proposição composta é conectada por uma conjunção, que já sabemos que é falsa quando
uma das proposições simples, ou ambas, é falsa. É exatamente isso que ocorre: proposição falsa.
Gabarito: Letra E.
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50. CESPE/TCE-ES/2013
Considerando que P, Q e R sejam proposições lógicas simples, e que a tabela acima esteja preparada para a
construção da tabela-verdade da proposição [P Q] [Q R], assinale a opção que apresenta os elementos
da coluna correspondente à proposição [P Q] [Q R], tomados de cima para baixo.
a) V, F, V, F, F, V, V e F
b) V, F, F, V, F, V, F e F
c) V, V, F, F, V, V, V e F
d) V, F, V, F, F, V, F e F
e) V, F, V, F, V, F, V e F
Comentários:
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V V V V
V V F V
V F V F
V F F F
F V V V
F V F V
F F V V
F F F V
V V V V V
V V F V V
V F V F V
V F F F F
F V V V V
F V F V V
F F V V V
F F F V F
V V V V V V
V V F V V V
V F V F V F
V F F F F F
F V V V V V
F V F V V V
F F V V V V
F F F V F F
Gabarito: Letra C.
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51. CESPE/TJ-SE/2014
Julgue o próximo item, considerando os conectivos lógicos usuais e que P, Q e R representam proposições
lógicas simples.
Sabendo-se que, para a construção da tabela verdade da proposição , a tabela mostrada abaixo
normalmente se faz necessária, é correto afirmar que, a partir da tabela mostrada, a coluna correspondente
à proposição conterá, de cima para baixo e na sequência, os seguintes elementos: V F F F V F F
F.
Comentários:
Questão bem parecida com a anterior. A diferença é que a pergunta consiste tão somente em determinar os
valores lógicos que a proposição do enunciado possui.
O 1º passo é montar a tabela-verdade da proposição do enunciado. Para isso, temos que desmembrar cada
proposição que compõe a proposição completa. O resultado é este:
p q r p˅q q^r (p ˅ q) ↔ (q ^ r)
V V V V V V
V V F V F F
V F V V F F
V F F V F F
F V V V V V
F V F V F F
F F V F F V
F F F F F V
52. VUNESP/ISS-CAMPINAS/2019
Pretende-se analisar se uma proposição P, composta por quatro proposições simples, implica uma
proposição Q, composta pelas mesmas quatro proposições simples, combinadas com conectivos distintos.
Como são desconhecidos os valores lógicos das proposições simples envolvidas, pretende-se utilizar uma
tabela verdade, estudando-se todas as possíveis combinações entre os valores lógicos dessas proposições, a
fim de ser utilizada a definição de implicação lógica. Dessa forma, o referido número total de combinações
possíveis é
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(A) 64
(B) 8
(C) 4
(D) 32
(E) 16.
Comentários:
O enunciado informa que há um total de 4 proposições simples envolvidas para compor P → Q, pois é dito
que a proposição Q é composta pelas mesmas proposições que compõem P.
Logo, o número de linhas da tabela-verdade de P → Q é 24 = 16.
Gabarito: Letra E.
53. CESPE/SEFAZ-ES/2013
Considerando todas as possíveis valorações V ou F das proposições simples P e Q, a quantidade de valorações
V na tabela-verdade da proposição (P Q) (~Q) → [P (~Q)] é igual a:
a) 1
b) 2
c) 3
d) 4
e) 0
Comentários:
Talvez você nos pergunte:
Oà ueà à ua tidadeàdeàvalo açõesàV ?
É a quantidade de valores lógicos verdadeiros que uma proposição possui na tabela-verdade.
Antes de ir direto à resolução propriamente dita da questão, é bom relembrar o que vimos
durante a aula em relação à precedência dos conectivos lógicos.
Talvez você ficasse em dúvida com relação à qual operação fazer primeiro em nossa
proposição:
1ª opção: (P Q) (~Q)
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A nossa questão busca saber qual a quantidade de V que tem a proposição tabela-verdade da proposição
(P Q) (~Q) → [P (~Q)]. Vejamos:
P Q ~Q P Q (P Q) (~Q) P (~Q) (P Q) (~Q) [P (~Q)]
V V F V V V V
V F V F V V V
F V F F F F V
F F V F V V V
54. CESPE/INSS/2016
Para quaisquer proposições p e q, com valores lógicos quaisquer, a condicional p (q p) será, sempre,
uma tautologia.
Comentários:
Aprendemos que uma Tautologia caracteriza-se por ser uma proposição composta constituída por
proposições simples e que sempre terá seu valor lógico verdadeiro. Mesmo que os valores lógicos
das proposições simples componentes sejam falsos, o resultado da proposição composta irá ser verdadeiro.
E é justamente isso o que ocorre na proposição apresentada pelo enunciado:
P Q Q P P (Q P)
V V V V
V F V V
F V F V
F F V V
Portanto, considerando que na tabela-verdade estão analisadas todas as possibilidades para o valor lógico
da proposição P (Q P), e que em todos os casos obtivemos resultado V, então concluímos que estamos
diante de uma tautologia.
Gabarito: CERTO.
55. CESPE/CBM-AL/2017
Se P e Q forem proposições simples, então a proposição composta Q (Q → P) é uma tautologia.
Comentários:
Vamos montar a tabela-verdade da proposição composta trazida pelo enunciado:
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P Q Q→P Q (Q → P)
V V V V
V F V V
F V F V
F F V V
Note que a última coluna é inteiramente preenchida por V, o que nos permite concluir que, de fato, temos
uma tautologia.
Gabarito: CERTO.
56. IDECAN/CNEN/2014/Adaptada
Sejam as proposições:
· Se a porta está fechada, então a janela está aberta ou a porta está fechada;
· Se a porta está fechada, então a janela está fechada e a porta não está fechada;
· Se a porta ou a janela estão fechadas então a porta está fechada e a janela está aberta.
Tais proposições são, respectivamente, exemplos de
a) tautologia, contingência e contingência.
b) contingência, contradição e tautologia.
c) tautologia, contradição e contingência.
d) contradição, contingência e tautologia.
e) contingência, tautologia e contradição.
Comentários:
O enunciado solicita que classifiquemos as proposições compostas fornecidas como tautologia, contradição
ou contingência.
Sabemos que:
- Uma TAUTOLOGIA é uma proposição composta cujo valor lógico é sempre verdadeiro, independentemente
dos valores lógicos das proposições simples que a compõem;
- Uma CONTRADIÇÃO é uma proposição composta cujo valor lógico é sempre falso, independentemente dos
valores lógicos das proposições simples que a compõem; e
- Uma CONTINGÊNCIA é uma proposição composta cujo valor lógico pode ser verdadeiro ou pode ser falso,
mas nunca só um desses valores.
Sendo assim, para classificarmos as proposições compostas do enunciado, temos que utilizar a tabela-
verdade, que terá quatro linhas, pois temos duas proposições simples para trabalharmos:
p: a porta está fechada;
q: a janela está aberta.
Tendo em mente que uma condicional é falsa quando temos um antecedente verdadeiro e um consequente
falso, montemos e analisemos a tabela-verdade de cada proposição composta:
- Se a porta está fechada, então a janela está aberta ou a porta está fechada: p (q v p).
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p q qvp p (q v p)
V V V V
V F V V
F V V V
F F F V
Uma vez que os valores lógicos da proposição composta em análise são V em todas as linhas, temos uma
tautologia.
- Se a porta está fechada, então a janela está fechada e a porta não está fechada: p (~q ^ ~p).
p q ~p ~q ~q ^ ~p p (~q ^ ~p)
V V F F F F
V F F V F F
F V V F F V
F F V V V V
Na medida em a proposição composta em análise possui valores lógicos V e F ao longo das linhas da tabela-
verdade, temos uma contingência.
- Se a porta ou a janela estão fechadas então a porta está fechada e a janela está aberta: (p v ~q) (p ^ q).
p q ~p ~q p v ~p p^q (p v ~q) (p ^ q)
V V F F V V V
V F F V V F F
F V V F F F V
F F V V V F F
Tendo em vista que os valores lógicos da proposição composta em análise alternam entre V e F ao longo das
linhas da tabela-verdade, temos novamente uma contingência.
Sendo assim, a alternativa correta é a A, pois possui a sequência correta: tautologia, contingência e
contingência. Originalmente, a questão não tinha essa alternativa, por isso a adaptamos. Na letra A
o stava à tautologia,à o ti g iaàeà o t adiç o .
Gabarito: Letra A.
57. IDECAN/CNEN/2014
Analise as proposições:
x: [p (q v r)] (p ^ ~q ^ ~r)
y: (p q) (~q ~p)
Acerca das proposições x e y, é correto afirmar que
A) x é contingente.
B) y é contingente.
C) x é uma tautologia.
D) y é uma contradição.
E) x é uma contradição.
Comentários:
O enunciado apresenta as proposições compostas x e y e demanda que identifiquemos se são tautologia,
contradição ou contingência.
Iniciemos com a montagem da tabela-verdade de x:
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[p (q v r)]
p q r ~p ~q ~r qvr p (q v r) ~q ^ ~r P ^ (~q ^ ~r)
(p ^ ~q ^ ~r)
V V V F F F V V F F F
V V F F F V V V F F F
V F V F V F V V F F F
V F F F V V F F V V F
F V V V F F V V F F F
F V F V F V V V F F F
F F V V V F V V F F F
F F F V V V F V V F F
Observe que os conectivos da proposição x resultam em valores lógicos F para todas as linhas da tabela-
verdade. Portanto, x é uma contradição.
Passemos para a análise da tabela-verdade de y:
p q r ~p ~q ~r p q ~q ~p (p q) (~q ~p)
V V V F F F V V V
V V F F F V V V V
V F V F V F F F V
V F F F V V F F V
F V V V F F V V V
F V F V F V V V V
F F V V V F V V V
F F F V V V V V V
De acordo com os resultados da tabela-verdade, a proposição y é uma tautologia, pois todos os seus valores
lógicos são verdadeiros.
A partir dos resultados obtidos as proposições x e y, concluímos que a alternativa correta é a letra E.
Gabarito: Letra E.
58. ESAF/MTur/2014
Assinale qual das proposições das opções a seguir é uma tautologia.
a) p ˅ q → q
b) p ^ q → q
c) p ^ q q
d) (p ^ q) ˅ q
e) p ˅ q q
Comentários:
Estamos em busca da proposição composta que será uma tautologia, ou seja, em que todas as linhas de sua
coluna são V.
O procedimento padrão a ser seguido para questões desse tipo já conhecemos, construindo uma única
tabela-verdade para todas as alternativas. Daí, buscaremos a coluna em que só aparece V.
Já que só temos duas proposições simples envolvidas, p e q, a tabela-verdade será de quatro linhas.
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A B C D E
V V V V V V V V V
V F V F F V V F F
F V V F V V F V V
F F F F V V V F V
Chega osàt a uila e teà à o lus oàdeà ueàoàite à àest à o eto,àvistoà ueàtodosàosàseusàvalo esàl gi osà
são V.
Gabarito: Letra B.
59. ESAF/FUNAI/2016/Adaptada
Sejam as proposições p e q e sejam as negações ~p e ~q. Tem-se que p ou ~q é uma tautologia.
Comentários:
A questão busca saber se a proposição composta p ou ~q é uma tautologia, ou seja, se todas as linhas de
sua coluna na tabela-verdade são V.
Já que temos apenas duas proposições simples envolvidas, a tabela-verdade será de quatro linhas:
p q ~q p ou ~q
V V F V
V F V V
F V F F
F F V V
Assim, visto que em uma das linhas da coluna relativa à proposição em análise teve como valor lógico F,
concluímos que p ou ~q não é uma tautologia.
Gabarito: ERRADO.
60. ESAF/FUNAI/2016/Adaptada
Sejam as proposições p e q e sejam as negações ~p e ~q. Tem-se que p e ~q é uma contradição.
Comentários:
A questão busca saber se a proposição composta p e ~q é uma contradição, ou seja, se todas as linhas de
sua coluna na tabela-verdade são F. Já que temos apenas duas proposições simples envolvidas, a tabela-
verdade será de quatro linhas:
p q ~q p e ~q
V V F F
V F V V
F V F F
F F V F
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Assim, visto que em uma das linhas da coluna relativa à proposição em análise teve como valor lógico V,
então concluímos que p e ~q não é uma contradição.
Gabarito: ERRADO.
61. ESAF/MTE/1998
Chama-se tautologia a toda proposição que é sempre verdadeira, independentemente da verdade dos
termos que a compõem. Um exemplo de tautologia é:
a) se João é alto, então João é alto ou Guilherme é gordo.
b) se João é alto, então João é alto e Guilherme é gordo.
c) se João é alto ou Guilherme é gordo, então Guilherme é gordo.
d) se João é alto ou Guilherme é gordo, então João é alto e Guilherme é gordo.
e) se João é alto ou não é alto, então Guilherme é gordo.
Comentários:
A questão é bastante bondosa, visto que fornece em seu enunciado o conceito de tautologia.
Vamos construir uma tabela-verdade envolvendo as proposições das cinco alternativas. Lembrando que o
objetivo é encontrar a coluna em que todos os valores lógicos sejam V.
Considerando que...
p: João é alto;
q: Guilherme é gordo;
... teremos:
A B C D E
V V F V V V V V V V
V F F V F V F F F F
F V V V F V V V F V
F F V F F V V V V F
62. ESAF/MF/2012
Co fo eàaàteo iaàdaàl gi aàp oposi io al,àaàp oposiç oà~àPàΛàPà :à
a) uma tautologia.
b) equivalente à proposição ~ P V P.
c) uma contradição.
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d) uma contingência.
e) uma disjunção.
Comentários:
Aprendemos que para definir se uma proposição se encaixa no conceito de tautologia, contradição ou
contingência devemos analisar sua tabela-verdade. Daí, será necessário montar a tabela-verdade da
proposição ~P P:
p ~p ~PP
V F F
V F F
F V F
F V F
Portanto, como todos os valores lógicos da proposição (~P P) foram F, ela é uma contradição.
Gabarito: Letra C.
63. ESAF/MPOG/2009
Entre as opções abaixo, qual exemplifica uma contradição formal?
a) Sócrates não existiu ou Sócrates existiu.
b) Sócrates era ateniense ou Sócrates era espartano.
c) Todo filósofo era ateniense e todo ateniense era filósofo.
d) Todo filósofo era ateniense ou todo ateniense era filósofo.
e) Todo filósofo era ateniense e algum filósofo era espartano.
Comentários:
Vamos construir a tabela-verdade para cada alternativa, em busca daquela que tenha como resultados todos
os valores lógicos sendo F.
a) Sócrates não existiu ou Sócrates existiu.
p ~p ~p ˅ p
V F V
V F V
F V V
F V V
Alternativa errada. Esse é um típico caso de tautologia, em que todos os valores lógicos são V.
b) Sócrates era ateniense ou Sócrates era espartano.
p q p˅q
V V V
V F V
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F V V
F F F
Alternativa errada. Ainda não temos todos os valores lógicos da proposição composta sendo F.
c) Todo filósofo era ateniense e todo ateniense era filósofo.
Alternativa errada. Pois é possível que toda a população ateniense seja filósofa e também que só existam
filósofos nascidos em Atenas.
d) Todo filósofo era ateniense ou todo ateniense era filósofo.
Alternativa errada. De forma semelhante ao item anterior, essa opção também não apresenta uma
contradição, pois é possível que toda a população ateniense seja filósofa ou que só existam filósofos nascidos
em Atenas.
e) Todo filósofo era ateniense e algum filósofo era espartano.
Alternativa correta. Nessa proposição há uma contradição, pois é impossível que ao mesmo tempo todo
filósofo seja ateniense e que exista algum filósofo espartano.
Gabarito: Letra E.
64. VUNESP/ISS-CAMPINAS/2019
Considere as seguintes proposições:
I. Se Marcos é auditor fiscal ou Luana é administradora, então Marcos é auditor fiscal e Luana é
administradora.
II. Se Marcos é auditor fiscal e Luana é administradora, então Marcos é auditor fiscal se, e somente se, Luana
é administradora.
As proposições I e II, nessa ordem, são classificadas como
(A) contingência e contradição.
(B) contingência e contingência.
(C) contradição e tautologia.
(D) contingência e tautologia.
(E) tautologia e tautologia.
Comentários:
Sejam as proposições simples:
M: Marcos é auditor fiscal;
L: Luana é administradora.
As sentenças trazidas pelo enunciado podem ser simbolizadas por:
I. (M L) → (M L)
II. (M L) → (M L)
Agora podemos montar a tabela-verdade referente aos valores lógicos dessas proposições:
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Observe que na coluna referente à primeira sentença há tanto valores lógicos V como F, de modo que se
trata de uma contingência. Por sua vez, a coluna relativa à segunda sentença apresenta somente valores
lógicos V, o que nos leva a concluir que estamos diante de uma tautologia.
Gabarito: Letra D.
65. ESAF/MPOG/2010
Considere os símbolos e seus significados: ~ negação, - conjunção, - disjunção, ⊥ - o t adiç oà eàΤà -
tautologia. Sendo F e G proposições, marque a expressão correta.
a) (F G) ~ (~F ~G) = ⊥.
b) (F G) (~F ~G à=àΤ.à
c) (F G) (~F ~G) = ⊥.
d) (F G) (~F ~G) = F G.
e) (F G) ~(~F ~G) = F G.
Comentários:
Vamos montar a tabela-verdade para cada proposição do enunciado:
a) (F G) ~ (~F ~G)
F G ~F ~G F G ~F ~G ~(~F ~G) (F G) ~ (~F ~G)
V V F F V F V V
V F F V V F V V
F V V F V F V V
F F V V F V F F
V V F F V F F
V F F V V F F
F V V F V F F
F F V V F V F
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c) (F G) (~F ~G)
É a mesma proposição da alternativa B. Acabamos de ver que ela é uma contradição, o que torna esse item
correto.
d) (F G) (~F ~G) = F G
Comparando a coluna 5 com a coluna 7 da tabela-verdade da alternativa B, concluímos que é errado dizer
que (F G) (~F ~G) = F G.
e) (F G) ~ (~F ~G) = F G
F G ~F ~G F G F G ~F ~G ~(~F ~G) (F G) ~ (~F ~G)
V V F F V V F V V
V F F V V F F V V
F V V F V F F V V
F F V V F F V F F
Comparando a coluna 6 com a coluna 9 dessa tabela-verdade, concluímos que é errado dizer que
(F G) ~(~F ~G) = F G.
Gabarito: Letra C.
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LISTA DE QUESTÕES
1. FCC/SEFAZ-SP/2006
Das cinco frases abaixo, quatro delas têm uma mesma característica lógica em comum, enquanto uma delas
não tem essa característica.
I. Que belo dia!
II. Um excelente livro de raciocínio lógico.
III. O jogo termina empatado?
IV. Existe vida em outros planetas do universo.
V. Escreva uma poesia.
A frase que não possui essa característica comum é a:
a) I.
b) II.
c) III.
d) IV.
e) V.
2. CESPE/Polícia Federal/2018
As proposições P, Q e R a seguir referem-se a um ilícito penal envolvendo João, Carlos, Paulo e Maria:
P:à Jo oàeàCa losà oàs oà ulpados .
Q:à Pauloà oà à e ti oso .
R:à Ma iaà ài o e te .
Considerando que ~X representa a negação da proposição X, julgue o item a seguir.
As proposições P, Q e R são proposições simples.
3. CESPE/INSS/2016
áàse te çaà B u a,àa esseàa I te etàeàve ifi ueàaàdataàdaàapose tado iaàdoà“ .àCa los! à àu aàp oposiç oà
composta que pode ser escrita na forma p ^ q.
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4. CESPE/ANS/2013
áàf aseà Oàse àhu a oàp e isaàseàse ti à apreciado, valorizado para crescer com saúde física, emocional e
psíqui a à àu aàp oposiç oàl gi aàsi ples.
5. VUNESP/PC-SP/2014
Um dos princípios fundamentais da lógica é o da não contradição. Segundo este princípio, nenhuma
proposição pode ser simultaneamente verdadeira e falsa sob o mesmo aspecto. Uma das razões da
importância desse princípio é que ele permite realizar inferências e confrontar descrições diferentes do
mesmo acontecimento sem o risco de se chegar a conclusões contraditórias. Assim sendo, o princípio da não
contradição
a) fornece pouco auxílio lógico para investigar a legitimidade de descrições.
b) permite conciliar descrições contraditórias entre si e relativizar conclusões.
c) exibe propriedades lógicas inapropriadas para produzir inferências válidas.
d) oferece suporte lógico para realizar inferências adequadas sobre descrições.
e) propicia a produção de argumentos inválidos e mutuamente contraditórios.
6. CESPE/TRE-ES/2011
Entende-se por proposição todo conjunto de palavras ou símbolos que exprimem um pensamento de sentido
completo, isto é, que afirmam fatos ou exprimam juízos a respeito de determinados entes. Na lógica
bivalente, esse juízo, que é conhecido como valor lógico da proposição, pode ser verdadeiro (V) ou falso (F),
sendo objeto de estudo desse ramo da lógica apenas as proposições que atendam ao princípio da não
contradição, em que uma proposição não pode ser simultaneamente verdadeira e falsa; e ao princípio do
terceiro excluído, em que os únicos valores lógicos possíveis para uma proposição são verdadeiro e falso.
Com base nessas informações, julgue o item a seguir.
Segundo os princípios da não contradição e do terceiro excluído, a uma proposição pode ser atribuído um e
somente um valor lógico.
7. CESPE/SEBRAE/2008
8. CESPE/TJ-CE/2008
A frase "No ano de 2007, o índice de criminalidade da cidade caiu pela metade em relação ao ano de 2006"
é uma sentença aberta.
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9. CESPE/TRF 1/2017
A maior prova de honestidade que realmente posso dar neste momento é dizer que continuarei sendo o
cidadão desonesto que sempre fui.
A partir da frase apresentada, conclui-se que, não sendo possível provar que o que é enunciado é falso, então
o enunciador é, de fato, honesto.
10. IDECAN/IPC/2018
Suponha que seja verdadeiro o valor lógico da proposição P e falso o valor lógico das proposições Q e R.
Sendo assim, avalie o valor lógico das seguintes proposições compostas:
I. (P Q) R
II. (R ~P)
III. ~R (P Q)
IV. (Q P) R
Quais têm valor lógico verdadeiro?
A) Apenas I.
B) Apenas II.
C) Apenas I e III.
D) Apenas II e III.
E) Apenas I, III e IV.
Co side a doà ueà Pà sejaà aà p oposiç oà N oà astaà à ulhe à deà C sa à se à honesta, ela precisa parecer
ho esta ,àjulgueàoàite àsegui te,àa e aàdaàl gi aàse te ial.
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“eàaàp oposiç oà Bastaà à ulhe àdeàC sa àse àho esta àfo àfalsaàeàaàp oposiç oà áà ulhe àdeàC sa àp e isaà
pa e e àho esta àfo àve dadei a,àe t oàaàp oposiç oàPàse verdadeira.
13. FCC/SEFAZ-SC/2018
E à e toàpaísàá,àaàp oposiç oà seàu àpolíti oà o eteàu àatoàdeà o upç o, e t oàeleà àp eso à àve dadei a.à
E à out oà paísà B,à à ve dadei aà aà p oposiç oà seà u à políti oà est à p eso,à e t oà eleà o eteuà u à atoà deà
o upç o .
Com base apenas nessas informações, pode-se concluir que,
(A) no país B, se um político está livre, ele não cometeu um ato de corrupção.
(B) no país A, todo político preso cometeu um ato de corrupção.
(C) em ambos os países, podem existir políticos presos que não cometeram um ato de corrupção.
(D) no país B, podem existir políticos que cometeram atos de corrupção e não estão presos.
(E) em ambos os países, podem existir políticos que cometeram atos de corrupção e não estão presos.
14. CESPE/MEC/2015
Considerando que as proposições lógicas sejam representadas por letras maiúsculas e utilizando os
conectivos lógicos usuais, julgue o item a seguir a respeito de lógica proposicional.
áàse te çaà áàvidaà à u taàeàaà o teà à e ta"àpodeàse àsi oli a e teàrepresentada pela expressão lógica
P Q, em que P e Q são proposições adequadamente escolhidas.
Ao planejarem uma fiscalização, os auditores internos de determinado órgão decidiram que seria necessário
testar a veracidade das seguintes afirmações:
P: Os beneficiários receberam do órgão os insumos previstos no plano de trabalho.
Q: Há disponibilidade, no estoque do órgão, dos insumos previstos no plano de trabalho.
R: A programação de aquisição dos insumos previstos no plano de trabalho é adequada.
A respeito dessas afirmações, julgue o item seguinte, à luz da lógica sentencial.
Se as afirmaç esàQàeàRàfo e àve dadei as,àse àve dadei aàaàsegui teàp oposiç o:à “eà oàh àdispo i ilidade,à
no estoque do órgão, dos insumos previstos no plano de trabalho, então a programação de aquisição dos
i su osàp evistosà oàpla oàdeàt a alhoà oà àade uada.
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16. FCC/SEFAZ-SP/2006
17. CESPE/ENAP/2015
Co side a doàaàp oposiç oàP:à “eàJo oàseàesfo ça àoà asta te,àe t oàJo oà o segui àoà ueàdeseja ,àjulgueà
o item a seguir.
“eà aà p oposiç oà Jo oà desejavaà i à à Lua,à asà oà o seguiu à fo à ve dadeira, então a proposição P será
necessariamente falsa.
18. CESPE/DPU/2016
Um estudante de direito, com o objetivo de sistematizar o seu estudo, criou sua própria legenda, na qual
identificava, por letras, algumas afirmações relevantes quanto à disciplina estudada e as vinculava por meio
de sentenças (proposições). No seu vocabulário particular constava, por exemplo:
P: Cometeu o crime A.
Q: Cometeu o crime B.
R: Será punido, obrigatoriamente, com a pena de reclusão no regime fechado.
S: Poderá optar pelo pagamento de fiança.
Ao revisar seus escritos, o estudante, apesar de não recordar qual era o crime B, lembrou que ele era
inafiançável.
Tendo como referência essa situação hipotética, julgue o item que se segue.
A sentença P → S é verdadeira.
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19. CESPE/DPU/2016
Um estudante de direito, com o objetivo de sistematizar o seu estudo, criou sua própria legenda, na qual
identificava, por letras, algumas afirmações relevantes quanto à disciplina estudada e as vinculava por meio
de sentenças (proposições). No seu vocabulário particular constava, por exemplo:
P: Cometeu o crime A.
Q: Cometeu o crime B.
R: Será punido, obrigatoriamente, com a pena de reclusão no regime fechado.
S: Poderá optar pelo pagamento de fiança.
Ao revisar seus escritos, o estudante, apesar de não recordar qual era o crime B, lembrou que ele era
inafiançável.
Tendo como referência essa situação hipotética, julgue o item que se segue.
A sentença Q → R é falsa.
Considerandoàaàp oposiç oà “eàPauloà oàfoiàaoà a o,àeleàest àse àdi hei o ,àjulgueàoàite àsegui te.
“eà asà p oposiç esà Pauloà est à se à di hei o à eà Pauloà foià aoà a o à fo e à falsas,à e t oà aà p oposiç oà
considerada será verdadeira.
21. CESPE/MDIC/2014
Co side a doà ueàPàsejaàaàp oposiç oà áàB asilà Central é uma das ruas mais movimentadas do centro da
cidade e lá o preço dos aluguéis é alto, mas se o interessado der três passos, alugará a pouca distância uma
lojaàpo àu àvalo à aixo ,àjulgue o item subsecutivo, a respeito de lógica sentencial.
A proposição P pode ser expressa corretamente na forma Q R (S → T), em que Q, R, S e T representem
proposições convenientemente escolhidas.
22. CESPE/PF/2012
Um jovem, ao ser flagrado no aeroporto portando certa quantidade de entorpecentes, argumentou com os
policiais conforme o esquema a seguir:
Premissa 1: Eu não sou traficante, eu sou usuário;
Premissa 2: Se eu fosse traficante, estaria levando uma grande quantidade de droga e a teria escondido;
Premissa 3: Como sou usuário e não levo uma grande quantidade, não escondi a droga.
Conclusão: Se eu estivesse levando uma grande quantidade, não seria usuário.
Considerando a situação hipotética apresentada acima, julgue o item a seguir.
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Se P e Q representam, respectivamente, as proposições "Eu não sou traficante" e "Eu sou usuário", então a
premissa 1 estará corretamente representada por P Q.
23. CESPE/TRE-ES/2011
Considere que P e Q sejam duas proposições que podem compor novas proposições por meio dos conectivos
lógicos ~, , e →, os quais significam "não", "e", "ou" e "se, então", respectivamente. Considere, ainda, que
a negação de P, ~P (lê-se: não P) será verdadeira quando P for falsa, e será falsa quando P for verdadeira; a
conjunção de P e Q, P Q (lê-se: P e Q) somente será verdadeira quando ambas, P e Q, forem verdadeiras;
a disjunção de P e Q, P Q (lê-se: P ou Q) somente será falsa quando P e Q forem falsas; e a condicional de
P e Q, P → Q (lê-se: se P, então Q) somente será falsa quando P for verdadeira e Q falsa. Considere, por fim,
que a tabela-verdade de uma proposição expresse todos os valores lógicos possíveis para tal proposição, em
função dos valores lógicos das proposições que a compõem. Com base nesse conjunto de informações, julgue
o item seguinte.
A proposição "Esta prova não está difícil ou eu estudei bastante" pode ser corretamente representada por
~P Q.
24. CESPE/TRE-ES/2011
Diz-se que as proposições P e Q são logicamente equivalentes quando possuem tabelas-verdade idênticas,
de modo que tais proposições assumem os mesmos valores lógicos em função de suas proposições
representa uma forma de expressar uma mesma afirmação de diferentes maneiras. Considerando essas
informações, julgue o próximo item.
A proposição "Como gosta de estudar e é compenetrado, João se tornará cientista" pode ser expressa por
"Se João gosta de estudar e é compenetrado, então, se tornará cientista".
25. CESPE/TRE-ES/2011
Diz-se que as proposições P e Q são logicamente equivalentes quando possuem tabelas-verdade idênticas,
de modo que tais proposições assumem os mesmos valores lógicos em função de suas proposições
representa uma forma de expressar uma mesma afirmação de diferentes maneiras. Considerando essas
informações, julgue o próximo item.
A proposição "Se Lucas vai a sua cidade natal, então Lucas brinca com seus amigos" pode ser expressa por
"quando vai a sua cidade natal, Lucas brinca com seus amigos".
26. CESPE/TRE-MS/2013
Considere a seguinte sentença: A beleza e o vigor são companheiras da mocidade, e a nobreza e a sabedoria
são irmãs dos dias de maturidade. Se P, Q e R são proposições simples e convenientemente escolhidas, essa
sentença pode ser representada, simbolicamente, por
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a) (P Q) ⇒ R.
b) P ⇒ (R Q).
c) P Q.
d) P R.
e) P ⇒ R.
Ao comentar sobre as razões da dor na região lombar que seu paciente sentia, o médico fez as seguintes
afirmativas.
P1 : Além de ser suportado pela estrutura óssea da coluna, seu peso é suportado também por sua estrutura
muscular.
P2 : Se você estiver com sua estrutura muscular fraca ou com sobrepeso, estará com sobrecarga na estrutura
óssea da coluna.
P3 : Se você estiver com sobrecarga na estrutura óssea da coluna, sentirá dores na região lombar.
P4 : Se você praticar exercícios físicos regularmente, sua estrutura muscular não estará fraca.
P5 : Se você tiver uma dieta balanceada, não estará com sobrepeso.
Tendo como referência a situação acima apresentada, julgue o item seguinte, considerando apenas seus
aspectos lógicos.
A proposição P1 pode ser corretamente representada pela forma simbólica P Q, em que P e Q são
proposições convenientemente escolhidas e o símbolo representa o conectivo lógico denominado
conjunção.
Ao noticiar que o presidente do país X teria vetado um projeto de lei, um jornalista fez a seguinte afirmação.
Se o presidente não tivesse vetado o projeto, o motorista que foi pego dirigindo veículo de categoria
diferente daquela para a qual estava habilitado teria cometido infração gravíssima, punida com multa e
apreensão do veículo, mas continuaria com a sua habilitação.
Em face dessa afirmação, que deve ser considerada como proposição A, considere, ainda, as
proposições P, Q e R, a seguir.
P: O presidente não vetou o projeto.
Q: O motorista que foi pego dirigindo veículo de categoria diferente daquela para a qual é habilitado cometeu
infração gravíssima, punida com multa e apreensão do veículo.
R: O motorista que foi pego dirigindo veículo de categoria diferente daquela para a qual é habilitado
continuou com sua habilitação.
Limitando-se aos aspectos lógicos inerentes às proposições acima apresentadas, julgue o item seguinte.
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A negaç oàdaàp oposiç oà Oà oto istaàfoiàpegoàdi igi doàveí uloàdeà atego iaàdife e teàda uelaàpa aàaà ualà
est àha ilitado à à Oà oto istaà oàfoiàpegoàdi igi doàveí uloàdeà atego iaàigualà uelaàpa aàaà ualà oàest à
ha ilitado .
Ao noticiar que o presidente do país X teria vetado um projeto de lei, um jornalista fez a seguinte afirmação.
Se o presidente não tivesse vetado o projeto, o motorista que foi pego dirigindo veículo de categoria
diferente daquela para a qual estava habilitado teria cometido infração gravíssima, punida com multa e
apreensão do veículo, mas continuaria com a sua habilitação.
Em face dessa afirmação, que deve ser considerada como proposição A, considere, ainda, as
proposições P, Q e R, a seguir.
P: O presidente não vetou o projeto.
Q: O motorista que foi pego dirigindo veículo de categoria diferente daquela para a qual é habilitado cometeu
infração gravíssima, punida com multa e apreensão do veículo.
R: O motorista que foi pego dirigindo veículo de categoria diferente daquela para a qual é habilitado
continuou com sua habilitação.
Limitando-se aos aspectos lógicos inerentes às proposições acima apresentadas, julgue o item seguinte.
A proposição A estará corretamente simbolizada por P → Q R,àe à ueàosàsí olosà → àeà à ep ese ta ,à
respectivamente, os conectivos lógicos denominados condicional e conjunção.
30. CESPE/MPU/2013
Nosàte osàdaà Leià .ºà . / ,à Éà dispe s velà aà ealizaç oà deà ovaà li itaç oà ua doà oà aparecerem
interessadosà e à li itaç oà a te io à eà estaà oà pude à se à epetidaà se à p ejuízoà pa aà aà ad i ist aç o .à
Considerando apenas os aspectos desse mandamento atinentes à lógica e que ele seja cumprido se, e
somente se, a proposição nele contida, — proposição P — for verdadeira, julgue o item seguinte.
áà egaç oàdaàp oposiç oà áàli itaç oàa te io à oàpodeàse à epetidaàse àp ejuízoàpa aàaàad i ist aç o àest à
o eta e teà exp essaà po à áà li itaç oà a te io à so e teà pode à se à epetidaà o à p ejuízoà pa aà aà
ad i ist aç o .
31. CESPE/MPU/2013
Nosàte osàdaà Leià .ºà . / ,à Éà dispe s velà aà ealizaç oà deà ovaà li itaç oà ua doà oà apa e e e à
i te essadosà e à li itaç oà a te io à eà estaà oà pude à se à epetidaà se à p ejuízoà pa aà aà ad i ist aç o .à
Considerando apenas os aspectos desse mandamento atinentes à lógica e que ele seja cumprido se, e
somente se, a proposição nele contida, — proposição P — for verdadeira, julgue o item seguinte.
áàp oposiç oàPà àe uivale teàaà “eà oàapa e e a ài te essadosàe àli itaç oàa te ior e esta não puder ser
epetidaàse àp ejuízoàpa aàaàad i ist aç o,àe t oà àdispe s velàaà ealizaç oàdeà ovaàli itaç o .
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32. CESPE/IBAMA/2013
33. CESPE/BACEN/2013
O governo federal identificou que é fundamental para o crescimento econômico do país a construção de
ferrovia ligando determinada região produtora de grãos ao porto mais próximo. Os estudos de demanda
mostraram que o empreendimento não é viável economicamente para o setor privado, razão por que o
governo decidiu adotar medidas para incentivar o setor privado a investir na construção e operação da
ferrovia. Nas reuniões para a escolha da melhor forma de incentivar o setor privado, dois argumentos que
se destacaram são apresentados a seguir.
Argumento 1:
P1: O governo quer que a ferrovia seja construída, há necessidade de volumosos investimentos iniciais na
construção e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação.
P2: Como há necessidade de volumosos investimentos iniciais para a construção da ferrovia e não haverá
demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação, a taxa interna de retorno do negócio
será baixa.
P3: Se a taxa interna de retorno do negócio for baixa, os empresários não terão interesse em investir seus
recursos próprios na construção e operação da ferrovia.
P4: Se o governo quer que a ferrovia seja construída e se os empresários não tiverem interesse em investir
seus recursos próprios na construção e operação, o governo deverá construí-la com recursos da União e
conceder a operação à iniciativa privada.
C1: Logo, o governo deverá construir a ferrovia com recursos da União e conceder a operação à iniciativa
privada.
Argumento 2:
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Q1: O governo federal constrói a ferrovia com recursos da União ou toma emprestados 70% dos recursos
necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., e empresta
ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a.
Q2: Se o governo constrói a ferrovia com recursos da União, remunera o capital do construtor segundo sua
taxa mínima de atratividade, que é de 16% a.a.
Q3: É menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de
9% a.a. e financiar a construção à taxa subsidiada de 3% a.a, do que remunerar o capital do construtor
segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a.
Q4: Se o governo empresta para o empresário 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, à taxa
subsidiada de 3% a.a., então a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de
atratividade.
Q5: Se a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade, então o
empresário tem interesse em investir seus recursos próprios em parte da construção e na operação da
ferrovia.
C2: Logo, se é menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa
SELIC de 9% a.a. e financiar à taxa subsidiada de 3% a.a., do que remunerar o capital do construtor segundo
sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a., então o governo toma emprestados 70% dos recursos
necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., empresta ao
empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a., e o empresário terá
interesse em investir seus recursos próprios em parte da construção e na operação da ferrovia.
Com referência aos argumentos hipotéticos apresentados, julgue o item seguinte, relativo à lógica
sentencial.
áàp oposiç oàP à àlogi a e teàe uivale teàaà “eàh à e essidadeàdeàvolu ososài vesti e tosài i iaisàpa aàaà
construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação,
e t oàaàtaxaài te aàdeà eto oàdoà eg ioàse à aixa .
34. CESPE/PF/2014
Ao planejarem uma fiscalização, os auditores internos de determinado órgão decidiram que seria necessário
testar a veracidade das seguintes afirmações:
P: Os beneficiários receberam do órgão os insumos previstos no plano de trabalho.
Q: Há disponibilidade, no estoque do órgão, dos insumos previstos no plano de trabalho.
R: A programação de aquisição dos insumos previstos no plano de trabalho é adequada.
A respeito dessas afirmações, julgue o item seguinte, à luz da lógica sentencial.
“eàasàafi aç esàQàeàRàfo e àve dadei as,àse àve dadei aàaàsegui teàp oposiç o:à “eà oàh àdispo i ilidade,à
no estoque do órgão, dos insumos previstos no plano de trabalho, então a programação de aquisição dos
i su osàp evistosà oàpla oàdeàt a alhoà oà àade uada.
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35. CESPE/PF/2013
Nos termos do Edital n.º 9/2012 – DGP/DPF, de 10/6/2012, do concurso público para provimento de vagas
no cargo de escrivão de polícia federal, cada candidato será submetido, durante todo o período de realização
do concurso, a uma investigação social que visa avaliar o procedimento irrepreensível e a idoneidade moral
inatacável dos candidatos. O item 19.1 do edital prevê que a nomeação do candidato ao cargo fica
condicionada à não eliminação na investigação social e ao atendimento a outros requisitos.
Com base nessas informações, e considerando que Pedro Henrique seja um dos candidatos, julgue o item
seguinte.
Considere queàseja àve dadei asàasàp oposiç esà Ped oàHe i ueà oàfoiàeli i adoà aài vestigaç oàso ial à
eà Ped oàHe i ueàse à o eadoàpa aàoà a go .àNesseà aso,àse àta àve dadei aàaàp oposiç oà “eàPed oà
Henrique foi eliminado na investigação social, então ele nãoàse à o eadoàpa aàoà a go .
36. CESPE/PF/2012
Um jovem, ao ser flagrado no aeroporto portando certa quantidade de entorpecentes, argumentou com os
policiais conforme o esquema a seguir:
Premissa 1: Eu não sou traficante, eu sou usuário;
Premissa 2: Se eu fosse traficante, estaria levando uma grande quantidade de droga e a teria escondido;
Premissa 3: Como sou usuário e não levo uma grande quantidade, não escondi a droga.
Conclusão: Se eu estivesse levando uma grande quantidade, não seria usuário.
Considerando a situação hipotética apresentada acima, julgue o item a seguir.
Se a proposição "Eu não sou traficante" for verdadeira, então a premissa 2 será uma proposição verdadeira,
independentemente dos valores lógicos das demais proposições que a compõem.
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Dadas as proposições simples p e q, tais que p é verdadeira e q é falsa, considere as seguintes proposições
compostas:
(1) p q ; (2) ~p → q ; (3) ~(p ~q) ; (4) ~(p q)
Quantas dessas proposições compostas são verdadeiras?
a) Nenhuma
b) Apenas uma
c) Apenas duas
d) Apenas três
e) Quatro
40. ESAF/FUNAI/2016
“ejaàaàp oposiç o:à “eàu àele e toàpossuiàaàp op iedade Pàe t oàeleàpossuiàta àaàp op iedadeàQ .àPa aà
demonstrar que esta proposição é falsa, basta mostrar que:
a) todo elemento que possui a propriedade Q também possui a propriedade P.
b) existe um elemento que não possui nem a propriedade P nem a propriedade Q.
c) existe um elemento que possui a propriedade P, mas não possui a propriedade Q.
d) existe um elemento que não possui a propriedade P.
e) existe um elemento que possui a propriedade Q, mas não possui a propriedade P.
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41. ESAF/MTur/2014
42. ESAF/SEFAZ-SP/2009
43. ESAF/MPOG/2009
44. ESAF/STN/2005
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45. ESAF/MPOG/2009
46. ESAF/SEFAZ-MG/2005
O reino está sendo atormentado por um terrível dragão. O mago diz ao rei: "O dragão desaparecerá amanhã
se e somente se Aladim beijou a princesa ontem". O rei, tentando compreender melhor as palavras do mago,
faz as seguintes perguntas ao lógico da corte:
1.Se a afirmação do mago é falsa e se o dragão desaparecer amanhã, posso concluir corretamente que
Aladim beijou a princesa ontem?
2.Se a afirmação do mago é verdadeira e se o dragão desaparecer amanhã, posso concluir corretamente que
Aladim beijou a princesa ontem?
3.Se a afirmação do mago é falsa e se Aladim não beijou a princesa ontem, posso concluir corretamente que
o dragão desaparecerá amanhã?
O lógico da corte, então, diz acertadamente que as respostas logicamente corretas para as três perguntas
são, respectivamente:
a) Não, sim, não
b) Não, não, sim
c) Sim, sim, sim
d) Não, sim, sim
e) Sim, não, sim
47. ESAF/ANEEL/2006
Sabe-se que Beto beber é condição necessária para Carmem cantar e condição suficiente para Denise dançar.
Sabe-se, também, que Denise dançar é condição necessária e suficiente para Ana chorar. Assim, quando
Carmem canta,
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48. FCC/DPE-SP/2013
Pedro, após visitar uma aldeia distante,àafi ou:à N oà àve dadeà ueàtodosàosàalde esàda uelaàaldeiaà oà
do e àaàsesta .àáà o diç oà e ess iaàeàsufi ie teàpa aà ueàaàafi aç oàdeàPed oàsejaàve dadei aà à ueà
seja verdadeira a seguinte proposição:
a) No máximo um aldeão daquela aldeia não dorme a sesta.
b) Todos os aldeões daquela aldeia dormem a sesta.
c) Pelo menos um aldeão daquela aldeia dorme a sesta.
d) Nenhum aldeão daquela aldeia não dorme a sesta.
e) Nenhum aldeão daquela aldeia dorme a sesta.
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50. CESPE/TCE-ES/2013
Considerando que P, Q e R sejam proposições lógicas simples, e que a tabela acima esteja preparada para a
construção da tabela-verdade da proposição [P Q] [Q R], assinale a opção que apresenta os elementos
da coluna correspondente à proposição [P Q] [Q R], tomados de cima para baixo.
a) V, F, V, F, F, V, V e F
b) V, F, F, V, F, V, F e F
c) V, V, F, F, V, V, V e F
d) V, F, V, F, F, V, F e F
e) V, F, V, F, V, F, V e F
51. CESPE/TJ-SE/2014
Julgue o próximo item, considerando os conectivos lógicos usuais e que P, Q e R representam proposições
lógicas simples.
Sabendo-se que, para a construção da tabela verdade da proposição , a tabela mostrada abaixo
normalmente se faz necessária, é correto afirmar que, a partir da tabela mostrada, a coluna correspondente
à proposição conterá, de cima para baixo e na sequência, os seguintes elementos: V F F F V F F
F.
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52. VUNESP/ISS-CAMPINAS/2019
Pretende-se analisar se uma proposição P, composta por quatro proposições simples, implica uma
proposição Q, composta pelas mesmas quatro proposições simples, combinadas com conectivos distintos.
Como são desconhecidos os valores lógicos das proposições simples envolvidas, pretende-se utilizar uma
tabela verdade, estudando-se todas as possíveis combinações entre os valores lógicos dessas proposições, a
fim de ser utilizada a definição de implicação lógica. Dessa forma, o referido número total de combinações
possíveis é
(A) 64
(B) 8
(C) 4
(D) 32
(E) 16
53. CESPE/SEFAZ-ES/2013
54. CESPE/INSS/2016
Para quaisquer proposições p e q, com valores lógicos quaisquer, a condicional p (q p) será, sempre,
uma tautologia.
55. CESPE/CBM-AL/2017
56. IDECAN/CNEN/2014/Adaptada
Sejam as proposições:
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· Se a porta está fechada, então a janela está aberta ou a porta está fechada;
· Se a porta está fechada, então a janela está fechada e a porta não está fechada;
· Se a porta ou a janela estão fechadas então a porta está fechada e a janela está aberta.
Tais proposições são, respectivamente, exemplos de
a) tautologia, contingência e contingência.
b) contingência, contradição e tautologia.
c) tautologia, contradição e contingência.
d) contradição, contingência e tautologia.
e) contingência, tautologia e contradição.
57. IDECAN/CNEN/2014
Analise as proposições:
x: [p (q v r)] (p ^ ~q ^ ~r)
y: (p q) (~q ~p)
Acerca das proposições x e y, é correto afirmar que
A) x é contingente.
B) y é contingente.
C) x é uma tautologia.
D) y é uma contradição.
E) x é uma contradição.
58. ESAF/MTur/2014
59. ESAF/FUNAI/2016/Adaptada
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60. ESAF/FUNAI/2016/Adaptada
61. ESAF/MTE/1998
Chama-se tautologia a toda proposição que é sempre verdadeira, independentemente da verdade dos
termos que a compõem. Um exemplo de tautologia é:
a) se João é alto, então João é alto ou Guilherme é gordo.
b) se João é alto, então João é alto e Guilherme é gordo.
c) se João é alto ou Guilherme é gordo, então Guilherme é gordo.
d) se João é alto ou Guilherme é gordo, então João é alto e Guilherme é gordo.
e) se João é alto ou não é alto, então Guilherme é gordo.
62. ESAF/MF/2012
63. ESAF/MPOG/2009
64. VUNESP/ISS-CAMPINAS/2019
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II. Se Marcos é auditor fiscal e Luana é administradora, então Marcos é auditor fiscal se, e somente se, Luana
é administradora.
As proposições I e II, nessa ordem, são classificadas como
(A) contingência e contradição.
(B) contingência e contingência.
(C) contradição e tautologia.
(D) contingência e tautologia.
(E) tautologia e tautologia.
65. ESAF/MPOG/2010
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GABARITO
1. LETRA D. 23. CERTO. 45. LETRA A.
2. ANULADA. 24. CERTO. 46. LETRA D.
3. ERRADO 25. CERTO. 47. LETRA E.
4. CERTO. 26. LETRA D. 48. LETRA E.
5. LETRA D. 27. CERTO. 49. LETRA C.
6. CERTO. 28. ERRADO. 50. LETRA C.
7. ERRADO. 29. CERTO. 51. ERRADO.
8. CERTO. 30. ERRADO. 52. LETRA E.
9. ERRADO. 31. CERTO. 53. LETRA D.
10. LETRA B. 32. CERTO. 54. CERTO.
11. LETRA D. 33. CERTO. 55. CERTO.
12. CERTO. 34. CERTO. 56. LETRA A.
13. LETRA D. 35. CERTO. 57. LETRA E.
14. CERTO. 36. CERTO. 58. LETRA B.
15. CERTO. 37. LETRA E. 59. ERRADO.
16. LETRA C. 38. LETRA B. 60. ERRADO.
17. ERRADO. 39. LETRA C. 61. LETRA A.
18. ERRADO. 40. LETRA C. 62. LETRA C.
19. ERRADO. 41. LETRA D. 63. LETRA E.
20. ERRADO. 42. LETRA D. 64. LETRA D.
21. CERTO. 43. LETRA C. 65. LETRA C.
22. CERTO. 44. LETRA E.
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