A Evolução Historica Da Psicologia
A Evolução Historica Da Psicologia
A Evolução Historica Da Psicologia
INTRODUCAO...............................................................................................................................3
ABORDAGEM SISTÉMICA.........................................................................................................6
ABORDAGEM HUMANISTA.......................................................................................................8
ABORDAGEM COMPORTAMENTALISTA...............................................................................9
ABORDAGEM PSICODINÂMICA.............................................................................................11
COCNLUSAO...............................................................................................................................13
REFERENCIA BIBLIOGRAFIA.................................................................................................14
INTRODUCAO
Para a feitura deste trabalho, fui-me baseando na leitura do modulo da cadeira em estudo, mas
tabem atraves de pesquisas via internet atraves do site que ilustrei na referencia bibliografica. O
mesmo, obedece a seguinte estrutura: capa, rosto de capa, introducao, desenvolvimento,
conclusao e referencia bibliografica.
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A EVOLUÇÃO HISTORICA DA PSICOLOGIA
A Psicologia pode ser definida como a ciência que estuda o processo mental humano e o
comportamento observável. A sua origem remonta ao séc. V a.C., altura em que Platão e
Aristóteles se viam às voltas com muitos dos problemas que ocupam hoje os Psicólogos. O
estabelecimento formal desta ciência deu-se em 1879, em Leipzig na Alemanha, com o
laboratório de Psicologia Experimental de Wundt.
A Psicologia é uma das disciplinas académicas mais antigas, mas também uma das mais novas. É
que, apesar dos primeiros pensadores e filósofos já se debruçarem sobre questões que fazem hoje
área de estudo da Psicologia, foi no séc. XIX que os pesquisadores , apoiados na investigação e
na experimentação, puderam construir uma identidade própria, aperfeiçoando os instrumentos,
técnicas e métodos de estudo
Existem vários ramos especializados, dentro da Psicologia. Algumas das áreas que tem
conhecido um maior desenvolvimento nos últimos anos são a Psicologia Clínica, a Psicologia
Social e das Organizações e a Neuropsicologia.
Foi há pouco mais de cem anos que os psicólogos definiram os fundamentos da psicologia e o
seu objecto de estudo. Ao longo do séc. XIX, à medida que o método científico era utilizado para
resolver os problemas da psicologia, houve várias manifestações de que esta disciplina estava a
emergir. Dão-se as enunciação das leis psicofísicas de Weber e de Fechner e a criação de
laboratórios de psicologia por Sergi, em Roma. Mas foi então, em Dezembro de 1879, que
Wilhelm Wundt fundou o primeiro laboratório de psicologia do mundo que permitiu conquistar
autonomia para esta disciplina, emancipando-se da Filosofia. Wundt também criou a revista
Philosophische Studien , dedicada a relatos de experiências.
Este crescimento da psicologia tem sido acompanhado por um aumento enorme de informações
provenientes de investigações, artigos teóricos e revisões da literatura, bem como de uma
diversidade de fontes. A psicologia expandiu-se tanto em termos de número de técnicos,
investigadores, académicos e de literatura publicada, bem como em termos do impacto na nossa
vida quotidiana. Todos nós somos de alguma forma influenciados pelo conhecimento ou trabalho
de psicólogos.
O campo de estudo da Psicologia é muito vasto- alguns dos fenómenos que aborda fazem
fronteira com a Biologia, outros com as Ciências Sociais, como a sociologia. De uma forma
geral, esta ciência interessa-se por aquilo que os organismos fazem- o comportamento e aqui
inclui-se a actividade mental.
Se desejar ter uma ideia mais clara da vastidão de campos que a Psicologia abarca, pode visitar o
site oficial da Associação Americana de Psicologia, onde estão as 53 divisões ou domínios de
estudo da Psicologia. (site em inglês)
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Algumas das suas vertentes mais importantes são a Psicologia Clínica, a Psicologia da Saúde, a
Psicologia da Educação, a Psicologia Económica, a Psicologia Política, a Psicologia do Desporto
e a Psicologia do Trabalho e das Organizações.
Conheça alguns dos modelos mais importantes que a ciência psicológica utiliza para explicar o
funcionamento da personalidade e para a intervenção psicológica.
ABORDAGEM SISTÉMICA
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MODELO COGNITIVO- COMPORTAMENTAL
Esta perspectiva teve origem nos trabalhos de Aaron Beck e Albert Ellis. Sugere que as nossas
crenças e atribuições desempenham um importante papel no comportamento.
” O que perturba o ser humano não são os factos, mas a interpretação que ele faz dos factos”
EPITECTUS- SÉCULO I
Esta terapia baseia-se na premissa que uma inter-relação entre cognição, emoção e
comportamento é parte integrante do funcionamento psicológico normal. Um acontecimento de
vida pode despoletar inúmeras formas de agir, sentir e pensar, mas não é o evento em si que gera
as emoções e comportamentos, é o que nós pensamos e interpretamos sobre esse evento.
Ao contrário do que sucede com o modelo psicanalista, o material trazido à consulta não é
interpretado pelo terapeuta, mas elaborado conjuntamente com o cliente, com o objectivo de
identificar, examinar e corrigir as distorções do pensamento que causam sofrimento emocional
ao indivíduo.
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Albert Ellis centrou-se nas crenças irracionais para lidar com pensamentos e comportamentos
problemáticos. Pensamentos como ” toda a gente deve me apreciar”, ” ninguém vai amar alguém
tão feio como eu” vão inevitavelmente conduzir á decepção.
Aaron Beck desenvolveu a terapia cognitiva para tratar a depressão e outros problemas. Beck
considera que durante o desenvolvimento, as pessoas formulam regras sobre o funcionamento do
mundo, que tendem a ser simplistas, rígidas e frequentemente baseadas concepções erróneas.
ABORDAGEM HUMANISTA
Esta abordagem têm as suas origens na filosofia Europeia eno trabalho psicoterapêutico de
Victor Frankl, Carl Rogers, Abraham Maslow, Rollo May, Fritz Perls e outros. Rejeitando as
assunções básicas das teorias psicodinâmicas e comportamentalista, os humanistas assumem
uma abordagem fenomenológica que enfatiza a percepção individual e a experiência. Tende a ver
as pessoas como activas, pensadoras, criativas e orientadas para o crescimento. Consideram que
as pessoas são basicamente bem intencionadas e que naturalmente lutam pelo crescimento, amor,
criatividade e auto- actualização. Em vez de se centrar na influência do passado, os humanistas
focam-se no “aqui e agora” ou presente.
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EXEMPLOS DE CONCEITOS E TÉCNICAS HUMANISTAS
A terapia centrada no cliente é a perspectiva de Carl Rogers e é um dos exemplos mais clássicos
da abordagem humanista. Usa técnicas não directivas como a escuta activa, empatia, congruência
e aceitação incondicional. A empatia sincera é necessária para as pessoas se sentirem aceites e
compreendidas e para permitir o crescimento.
ABORDAGEM COMPORTAMENTALISTA
Pavlov reparou que os cães salivavam muitas vezes sem razão fisiológica aparente, para que tal
acontecesse. O cão aprende uma associação entre o alimento e um sinal casual que precedia o
alimento. Pavlov verificou que ao tocar a campainha antes de dar comida ao cão, este começava
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a salivar quando ouvia a campainha, após alguns ensaios de associação entre campainha e
comida- o que originava o reflexo condicionado.
Uma campainha começava a tocar e passado algum tempo, com a campainha ainda a tocar, era
fornecido ao animal comida. A sequência campainha- comida foi repetida uma série de vezes.
Aos poucos, a quantidade de saliva produzida começou a aumentar logo após a campainha tocar.
O cão salivava ao ouvir a campainha, o que não sucedia no início da experiência.
Ex: rato que carrega numa alavanca para obter uma recompensa de comida.
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ABORDAGEM PSICODINÂMICA
Foi fundada com o trabalho de Sigmund Freud. Muitos neo- Freudianos e outros revisionistas
fizeram uma grande adaptação, desenvolvimento e mudança na abordagem básica de Freud. Esta
abordagem ainda mantém certas concepções sobre o comportamento humano e problemas
psicológicos.
– o ego, que funciona segundo o princípio da realidade, mantém em suspenso as exigências para
o prazer que provêm do id, até que se encontre um objecto apropriado para satisfazer a
necessidade e reduzir a tensão. Desenvolve-se cerca do primeiro ano de idade e representa os
aspectos racionais e razoáveis da nossa personalidade, ajudando-nos a adaptar a um mundo
desafiante.
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– o superego, que se desenvolve cerca dos cinco anos de idade, quando são assimiladas as regras
de comportamento ensinadas pelos pais, através de um sistema de recompensas e castigos.
Representa a internalização de normas e regras sociais, culturais e familiares. O superego inclui o
ego ideal (a imagem perfeita do que somos e do que podemos ser) e a nossa consciência (as
regras de bons e maus pensamentos e comportamento).
– O Estádio oral vai desde o nascimento até ao segundo ano de vida. A estimulação da boca
(sugar, morder, etc) é a fonte de satisfação erótica.
– No estádio anal, a satisfação vai da boca para o ânus e as crianças têm prazer na zona anal.
Nesta fase treinam a higiene pessoal e as crianças podem reter ou expelir fezes.
– No estádio fálico, por volta do quarto ano de idade, a satisfação erótica passa para zona genital,
havendo manipulação e exibição dos órgãos genitais. Neste estádio há o desenvolvimento do
Complexo de Édipo, em que o rapaz desenvolve um desejo incestuoso e de morte, desejando
unir-se à mãe e eliminar o pai. Os medos de retaliação e de castração resultam na repressão
destes impulsos e na identificação com o pai.
Técnicas como a associação livre ( dizer tudo o que nos passa pela cabeça) , a análise dos sonhos
e a interpretação, são usadas para compreender e tratar vários problemas.
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COCNLUSAO
Finalmente na aboradegem deste trabalho, admito que pude aprimorar várias concepcoes do
estudo da Psicologia e o comportamento humano, mas o consenso neste campo não foi tão
pacífico, resultou de uma “luta interna” entre os pensadores da área que culminou com esta visão
mais actual e aceite por muitos profissionais deste campo científico. Vejamos, a seguir à
evolução do seu objecto de estudo.
Entretanto, neste tema marcou uma grande diferença e foi de imenso peazer trabalhar nesta obra,
visto que o trabalho aborda sobre questoes relacionadas com o nosso quotidiano e entre estes
destacados tambem varios psicologos que contribuiram bastante para esta evolucao.
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REFERENCIA BIBLIOGRAFIA
Plante, T. (2005) Contemporary Clinical Psychology, 2nd edition. New Jersey: Wiley.
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