MACV3. Modulo CSCA_114553_123452
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MACV3. Modulo CSCA_114553_123452
seus pólos dando origem a uma reação química que ocorre em seu interior, convertendo
essa energia química em elétrica que é então fornecida ao circuito
As principais funções das baterias.
Agir como estabilizador de tensão para o sistema de carga e outros circuitos elétricos;
2. Elementos da bateria
Pelas marcas "+" (positivo) e "-" (negativo) estampadas na tampa superior ou nos
próprios pólos; Ou ainda, pela coloração dos pólos: escuro (+), claro (-).
Quando a bateria está totalmente carregada a solução fica com aproximadamente 36%
ácido e 64% água (por peso) e é dito que sua densidade é de 1,260g/cm3 à
temperatura de 26,5° C.
Formula de Densidade de um líquido
Densidade de um líquido
Por exemplo: Uma bateria à temperatura de 35˚ C poderá perder totalmente sua carga em
pouca mais de um mês, enquanto que uma bateria armazenada à temperatura de 10˚ C pouco
perderá em um ano.
Tanto a umidade como a sujeira sobre a bateria pode provocar uma fuga de corrente entre os
terminais da bateria e a carroceria do automóvel, que provocam sua descarga.
O ácido que se desprende de bateria além de causar sua descarga pode também atacar as
chapas do automóvel. Portanto, é bastante importante manter os pólos e a bateria sempre
limpos e secos. Uma bandeja com dreno deve ser prevista, para escoar possíveis vazamentos
Nível do eletrólito
Identificação de uma bateria
Classificação
As baterias são classificadas segundo vários critérios de desempenho. Estes critérios são
normalizados em termos de tempo, grandeza elétrica e temperatura.
Ampère x hora (A.h): este é o critério mais usado. Baseia-se na corrente que a bateria pode
fornecer constantemente durante 20 horas de descarga à temperatura de 26,5˚ C sem que sua
tensão "caia" abaixo de 10,5 volts. Por exemplo: Uma bateria que consegue fornecer 3,0 A
continuamente durante 20 horas, é classificada como bateria 60 A.h (3A x 20 horas = 60 Ah);
Watt: é a potência máxima que pode ser consumida a 18˚ C pelo motor de partida;
Teste de densidade
Um dos testes práticos mais utilizados para se verificar a carga de uma bateria é o
de medição da densidade do eletrólito. Para isso utiliza-se o densímetro.
O teste de densidade deve ser efetuado a temperatura de 26,5 C observando que as
leituras das densidades de cada elemento não devem variar de 50 entre elas. Se
isso acontecer a bateria deverá ser substituída, pois significa que está havendo
desgaste químico desigual entre os elementos.
Testes de descarga da bateria (capacidade).
O teste de descarga consiste em determinar a capacidade de fornecimento de
corrente elétrica de uma bateria a um sistema elétrico, com a tensão mantendo-se
acima de determinado valor, de tal forma que os demais sistemas elétricos possam
ser mantidos em funcionamento.
De modo geral, pode ser feito aplicando uma corrente de descarga à bateria, igual a
3 vezes sua corrente em Ah, durante 15 segundos. A tensão não poderá cair abaixo
de 9,6V.
Cuidados Gerais
Use somente água pura ou destilada para corrigir o nível do eletrólito.As baterias seco-carregadas nunca
requerem água.
Evite que a bateria se descarregue completamente.
A bateria deve ser armazenada em local seco e protegida dos raios solares, com temperatura entre 10º e
35º C e dispostas na posição horizontal sobre madeira (para evitar fugas de corrente entre bateria e o
piso).
Conserve os pólos secos e limpos, evitando a autodescarga e a formação de zinabre(é uma camada verde
de hidrocarbonato de cobre ou outros materiais, quando expostas à umidade ou ao ar).Se possível, passe
uma pequena camada de vaselina sobre os terminais.
Para fazer a limpeza dos terminais dos cabos e dos pólos da bateria, a fim de eliminar oxidações, utilize
lixa fina até que voltem à cor original. Antes, retire os resíduos de vaselina ou graxa dos terminais e
pólos.Depois aplique uma solução de bicabornato de sódio e água para eliminar resíduos
ácidos.Finalmente, utilize vaselina nas partes superior e inferior externa dos terminais e conecte-os
corretamente.
Verifique se os respiros da tampa estão desobstruídos.
Não acione o motor de partida por mais de 5 segundos. Se o motor não funcionar na primeira tentativa,
espere no mínimo10 segundos para tentar novamente.
Antes de dar a partida no motor, desligue faróis amplificador de som etc.Pois estariam drenando
corrente da bateria, além do motor de partida.Evite deixar estes equipamentos ligados por muito tempo
com o veículo desligado.
Ao manusear uma bateria, proteja os olhos e a face. Use óculos de proteção para sua segurança.
Fundamentos teóricos da geração de energia
A energia elétrica pode ser gerada: por atrito; reação química; por um campo magnético
variável sobre um condutor.
Sempre que um condutor elétrico for "cortado" ou "corta" um campo magnético, aparece sobre
esse condutor uma corrente elétrica.
Através de ímãs permanentes que são criados a partir de materiais, como o aço enrijecido,
que tem a propriedade de reter o campo magnético quando submetido a ele;
Através de eletroímãs, isto é, ímãs criados por meio de corrente elétrica. Sempre que uma
corrente elétrica flui através de um condutor, aparece ao seu redor um campo magnético. As
linhas de campo magnético têm forma circular e podem ser visualizados como um cilindro cheio,
tendo a extensão do fio
Geração de energia elétrica no automóvel
Com o intuito de carregar a bateria e de alimentar diversos componentes
elétricos no automóvel, é utilizado um gerador elétrico. Durante muitos anos
utilizou-se o dínamo, que fornecia corrente contínua, única compatível com as
baterias.
A partir da década de 80, a necessidade de potências maiores, aliado a vantagem
dos alternadores, permitiu que estes se tornassem parte integrante da quase
totalidade dos veículos. Em comparação com um dínamo equivalente, um
alternador:
Consegue carregar a Bateria em marcha lenta; Suporta maiores rotações;
Produz carga máxima com menor rotação; Ocupa menor espaço; Tem menor
peso; Suporta maior variação na rotação de acionamento; Dispensa uso de
disjuntor, Dispensa elemento regulador de corrente dos reguladores.
cuidados de uso dos diodos, tais como:
Não ligar a bateria com polaridade invertida;
Não fazer solda elétrica sobre o veículo, nem carregar a bateria com aparelhos
externos com o alternador conectado;
4. Tampas, mancais
Os diodos sã o monta d o s e m c h a p a s
dissipadoras de calor que têm boa
condutibilidade térmica, pois os mesmos
têm um limite de temperatura de trabalho
de cerca de 130°C.
Para garantir uma temperatura adequada,
os diodos possuem aletas de refrigeração,
sendo que alguns alternadores possuem
sistema de refrigeração líquida.
Conexão em estrela e triângulo dos enrolamentos do
estator para corrente trifásica
Se a tensão do alternador estiver menor que a da bateria, os diodos positivos bloqueiam passagens
de corrente no sentido da bateria para o alternador
Diagnóstico elétrico
Antes de efetuar qualquer teste no veículo, inspecione detalhadamente:
Todas as conexões elétricas.
O estado dos cabos e pólos da bateria;
As condições e o nível da solução da bateria ;
Correia do alternador, etc.
Este teste deve ser efetuado mediante uso do aparelho de diagnóstico de carga e
partida.
O equipamento de vê ser ligado de tal forma que o voltímetro indique a tensão sobre
a bateria e o amperímetro a corrente de carga fornecida pelo alternador.
Especificação do alternador
Nas características dos alternadores são três os pontos fundamentais:
Rotação para 2/3 da carga máxima;
Rotação na qual o alternador atinge a carga máxima;
Rotação máxima
VISTA EM CORTE DE UM ALTERNADOR
TABELA DE DIAGNÓSTICO
SISTEMA DE PARTIDA
Esta relação de redução possibilita o aumento do torque na árvore de manivelas, pois, uma vez que
a potência de giro do pinhão é transferida para a cremalheira, que gira com menor número de
rotações, o torque na cremalheira será maior que no pinhão do motor de partida.
Se a rotação for menor, o torque será maior, pois são grandezas inversamente proporcionais.
Alguns motores possuem alta taxa de compressão, como é o caso dos motoresdiesel. Devido a isso
necessitam de um torque muito elevado para vencer a maiorcompressão interna no cilindro e fazê-lo
entrar em funcionamento.
Os motores de partida utilizados nesses motores possuem internamente uma relaçãode redução de
engrenagens, tipo planetária, para que obtenham maior torque de saída junto ao pinhão
Planetárias e Pinhão
Principio de funcionamento
Quando energizadas, as
duas bobinas criam u ma
elevada força magnética,
que provoca o
deslocamento do núcleo
móvel da chave magnética.
Funcionamento
Ao se deslocar, o núcleo móvel movimenta a alavanca de comando (garfo), que
projeta para frente o pinhão logo em seguida, fechando o contato interno para
permitir a energização do motor de partida. Por uma questão de segurança, o motor
de partida somente é energizado depois que o pinhão é projetado para frente, pois
não seria possível o acoplamento com o rotor girando.O pinhão do motor de
partida gira no sentido horário e, quando acoplado à cremalheira, faz com que ela
gire no sentido anti-horário.
Esse dispositivo é a roda livre, a qual permite que o torque somente seja transmitido no
sentido do induzido para a cremalheira, e nunca no sentido contrário, para proteger o
motor de partida contra rotações excessivas.