Práticas Pedagógicas
Práticas Pedagógicas
Práticas Pedagógicas
PEDAGOGIA – LICENCIATURA
Cidade
2020
Cidade
2020
Cidade
Breves
2024
ARIANE RAMOS ALVES
Breves
2024
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INTRODUÇÃO
1 TEMA
2 JUSTIFICATIVA
3 PARTICIPANTES
O projeto visa atingir, pessoas com Transtorno de Espectro Autista (TEA)
matriculados na escola e seus familiares, professores, coordenadores e alunos
em geral, residentes na cidade de Breves/PA.
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4 OBJETIVOS
Objetivo geral:
Objetivos específicos:
Pesquisar sobre as Leis que garantem acesso aos alunos com autismo;
Analisar a efetividade do processo de inclusão do autismo;
Realizar leitura bibliográfica que abordem sobre o processo de inclusão;
Entender como ocorre a inclusão das crianças com autismo.
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5 PROBLEMATIZAÇÃO
A inclusão da criança com autismo deve estar muito além da sua presença no
espaço escolar. A educação é uma das maiores ferramentas em direção a evolução
de um estudante autista, porém não é fácil. Contudo fica evidente que, com
dedicação e amor, estas crianças podem alcançar uma vida mais independente e
com qualidade.
A escola pode sim ser um local de reprodução e formação de autonomia e
autodesenvolvimento, pois a identificação dos “mais frageis” dentro do cenário da
educação inclusiva, faz com que haja acolhimento e entrosamento entre alunos,
diminuindo barreiras e dificuldades individuais. Contudo, para haver uma concepção
de sociedade, a elaboração de uma educação inclusiva deve ser levada para todos
os locais e âmbitos sociais.
A criança com qualquer necessidade especial, precisa se sentir segura em
um ambiente acolhedor e afetuoso, não somente na escola. Pacheco (2008) salienta
que para favorecer as relações interpessoais em um contexto inclusivo, alguns
fatores são primordiais: “politicas e organização, planejamento curricular, métodos
de ensino e ambiente em sala de aula, relações sociais informais” (BRASIL, 2017, p.
73-76). Uma prática inclusiva proporciona a todas as oportunidades educacionais
adequadas e desafiadoras, porém, ajustadas as necessidades e habilidades
distintas.
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6 REFERENCIAL TEÓRICO
nossas crianças.
A partir da criação da Constituição Federal de 1988 a educação infantil torna-
se um direito de todas as crianças de 0 a 6 anos de idade, sendo dever do Estado
garantir tal direito.
Na década de 90, é promulgada a Lei de Diretrizes e Base da Educação
Nacional nº 9394/ 96, documento em que reconhece a educação infantil como a
primeira etapa da educação básica, sendo as crianças de 0 a 3 anos destinadas ao
atendimento em creches e as de 4 a 6 anos de idade em pré-escolas, que devem ter
como função o cuidar e o educar de forma indissociável, promovendo a partir de
práticas pedagógicas, o bem estar das crianças e o desenvolvimento integral. Para
orientar o trabalho do professor são criados os Referencias Curriculares para a
Educação Infantil, propostos por meio de seis eixos: movimento, música, artes
visuais, linguagem oral e escrita, natureza e sociedade e matemática.
Em 2006 o Ministério da Educação apresenta Politicas Nacionais de
Educação Infantil, recomendando que as práticas pedagógicas sejam concebidas
partindo dos saberes e do cotidiano dos sujeitos envolvido no processo educativo.
(COSTA, 2013).
Com relação às práticas pedagógicas SOUZA (2004, p.2) defende que “ em
primeiro lugar, é importante considerar a prática pedagógica como parte de um
processo e de uma prática social maior” (...) “e em segundo lugar, a prática
pedagógica expressa as atividades que são desenvolvidas no cenário escolar”. E
como a sociedade através de sua Cultura determinam essa prática ela também é
capaz de modificar e interferir na sala de aula e na prática do professor. Mas,
embora o professor não conceba em si a sua prática, ele pode no seu dia-a-dia de
sala de aula, construir e reconstruir a prática pedagógica em função dos educandos,
mas para tanto se faz necessário que o mesmo disponha de conhecimento sobre a
teoria, dos objetivos que são propostos para Educação Infantil e tempo, pois, a
prática pedagógica é uma dimensão da prática social que pressupõe uma relação
entre teoria e prática, não a prática pela prática, sem nenhuma reflexão.
Lima, Sérgio e Souza (2012, p. 6) afirmam que:
(...) prática pedagógica e uma prática docente na perspectiva das
especificidades e necessidades da educação infantil devem ser
organizadas de forma que desenvolvam suas capacidades
expressivas e instrumentais do movimento de observação e
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(...) buscar, com criatividade, uma alternativa para que o aluno realiza o
que deseja ou precisa. É encontrar uma estratégia para que ele
possa “fazer” de outro jeito. É valorizar o seu jeito de fazer e
aumentar suas capacidades de ação e interação, a partir de suas
habilidades. É conhecer e criar novas alternativas para a
comunicação, escrita, mobilidade, leitura, brincadeiras e artes, com a
utilização de materiais escolares e pedagógicos especiais. É a
utilização do computador como alternativa de escrita, fala e acesso
ao texto. É prover meios para que o aluno possa desafiarse a
experimentar e conhecer, permitindo assim que construa individual e
coletivamente novos conhecimentos. É retirar do aluno o papel de
7 METODOLOGIA
8 CRONOGRAMA
9 RECURSOS
10 AVALIAÇÃO
CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS
MONTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão Escolar: O que é? Por quê? Como fazer?
São Paulo: Moderna, 2003.