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O presente trabalho fala sobre Psicologia como Campo teórico da educação, dentro
deste tema, irei abordar os seguintes aspectos conceituais como: a história evolutiva,
características e classificação da psicologia e sua relação com a educação. A educação
representa desde os primórdios e principalmente na atualidade o recurso mais precioso
numa sociedade, fator reforçado no mundo globalizado em que vivemos. As gerações
precedentes a nós fizeram muitos esforços para educar as novas gerações. Desse modo,
a Psicologia da Educação constitui um campo do conhecimento que historicamente vem
atuando no sentido de subsidiar a prática educacional em todos os contextos nos quais o
homem torna-se humano. O interesse pela educação, suas condições e seus problemas
foi sempre uma constante entre filósofos, políticos, educadores e psicólogos.
Objectivos
Geral
Específicos
Metodologia
Na metade da década de 50, 30 anos ou mais depois da data que marcou o seu
nascimento a psicologia da educação apresenta um panorama extremamente complexo e
um pouco contraditório. De um lado, e como conseqüência do protagonismo que lhe foi
atribuído na tarefa de abordar todos os aspectos, todas as dimensões e todos os fatores
presentes no processo educativo. Por outro lado, seus limites perfilam-se
progressivamente como uma conseqüência dessa ampliação dos conteúdos e das
temáticas que estuda, torna-se cada vez mais difícil precisar em que consiste a sua
especificidade em relação às outras áreas da psicologia e ás outras ciências da educação.
Até por volta de 1890, ocorre a justificativa para o emprego do método da disciplina
formal, que, orientado pela principal finalidade que é de exercitar as faculdades
humanas dos alunos como a inteligência, memória, raciocínio, atenção, concentração
etc., priorizou os conteúdos de ensino. Nessa época, a teoria educativa vigente era a das
faculdades ou funções cognitivas. Considerando que em razão de tomar como objeto de
estudo os aspectos psicológicos das vidas humanas, o estudo do desenvolvimento pela
Psicologia revela-se complexo. Ocorrendo o mesmo com a teoria educativa.
A psicologia da educação tem sua crença em que a educação e o ensino podem melhorar
sensivelmente com a utilização correta dos conhecimentos psicológicos.
Atualmente parece claro que a educação escolar para conseguir seus objetivos considera
as características dos alunos, porem no principio deste século a situação era
completamente diferente.
A Psicologia da Educação classificada como uma “disciplina ponte”, termo cunhado por
César Coll (2002.), que considera uma disciplina psicológica e educativa de natureza
aplicada. Dessa classificação, decorrem algumas situações, muitos são os aspectos
estudados pela Psicologia da Educação e muitas são as contribuições para o profissional
de educação.
Esses estudos ajudam a criar ferramentas e estratégias que podem melhorar os processos
de ensino, a forma como os professores lidam com os problemas de aprendizagem dos
alunos, a maneira como deve ser feita a inclusão desses discentes e mais.
Em meio a variadas definições, hoje, define-se Psicologia como a ciência que estuda o
comportamento e os processos mentais do ser humano, tendo construído, ao longo de
seu processo histórico, uma evolução científica, traçando para a Psicologia, um âmbito
de atuação que cobre um amplo espectro de possibilidades de estudos.
Segundo Ana Mercês BahiaBock (2009), algumas ditas psicologias aparecem com seus
objetos de estudo, como no caso de um psicólogo comportamentalista, ele dirá que seu
objeto de estudo é o comportamento humano enquanto que um psicólogo psicanalista
dirá que seu objeto de estudo é o inconsciente e ainda encontramos outros que dirão que
é a consciência humana, a personalidade, entre outros. A psicologia ainda não consegue
trazer soluções para muitos aspectos relativos ao ser humano, já que a realidade está em
movimento e surgem novas perguntas a cada dia. Ainda, segundo Ana Mercês Bahia
Bock (2009): “A ciência, como forma de saber do ser humano, tem seu campo de
atuação com métodos e princípios próprios, mas, como forma de saber, não está pronta
e nunca estará. A ciência é, na verdade, um processo permanente de conhecimento do
mundo, um exercício de diálogo entre o pensamento humano e a realidade, em todos os
seus aspectos. Nesse sentido, tudo o que ocorre com o ser humano é motivo de interesse
para a ciência, que deve aplicar seus princípios e métodos para construir respostas”.
O Behaviorismo, que nasce com Watson e tem um desenvolvimento grande nos Estados
Unidos, em função de suas aplicações práticas, tornou-se importante por ter definido o
fato psicológico, de modo concreto, a partir da noção de comportamento (behavior).
Objeto: comportamento.
A Gestalt, que tem seu berço na Europa, surge como uma negação da fragmentação das
ações e processos humanos, realizada pelas tendências da Psicologia científica do século
19, postulando a necessidade de se compreender o homem como uma totalidade. A
Gestalt é a tendência teórica mais ligada à Filosofia.
Teoria de Psicanalise
A Psicanálise, que nasce com Freud, na Áustria, a partir da prática médica, recupera
para a Psicologia a importância da afetividade e postula o inconsciente como objeto de
estudo, quebrando a tradição da Psicologia como ciência da consciência e da razão.
Teoria do Humanismo
Para o humanismo, a educação não deveria se limitar aos saberes necessários para um
exercício profissional específico. O humanismo aparece inserido em quase todas as
concepções pedagógicas do século XX. Mizukami (1986) identifica dois enfoques
tipicamente humanista, predominantes principalmente no Brasil: de Carl Rogers e
Alexandre S. Neill. O ensino nessa abordagem é totalmente centrado no aluno que
aparece como uma pessoa situada no mundo e em processo constante de descoberta. O
professor não ensina: apenas cria condições para que o os alunos aprendam. O papel do
professor se assemelha ao do terapeuta e o do aluno ao do cliente.
Isso quer dizer que a tarefa do professor é facilitar o aprendizado que o aluno conduz ao seu
modo. Rogers propunha ainda uma aprendizagem significativa que ocorre quando o conteúdo é
percebido como relevante pelo aluno. Desse modo, as experiências pessoais e subjetivas são
fundamentais para o conhecimento no processo de ensino-aprendizagem. O importante é
aprender a aprender centrando seu processo nas necessidades do aluno. Ainda, como
representantes dessa corrente humanista, podemos citar Célestin Freinet (1896-1966), Maria
Montessori (1870-1952) e Paulo Freire (1921-1997).
Referencias bibliográficas:
COLL César, Jesús Palácios e Álvaro Marchesi. Desenvolvimento
psicológico e educação. Psicologia da educação. Volume 2. editora
Artes m´edicas sul ltda. Porto Alegre, 1996.
COLL César, Mariana Minas Mestres e Javier Onrubia.Psicologia da
educação. Volume 2. editora Artes m´edicas sul ltda. Porto Alegre, 1996.